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O massacre de oito crianças — sete delas filhas do próprio autor — neste domingo, (19), em Shreveport, no estado de Louisiana, passou a dominar a cobertura internacional e vem sendo descrito por veículos estrangeiros como um dos episódios mais brutais recentes nos Estados Unidos. O caso, tratado como violência doméstica extrema, deixou ainda adultos feridos e terminou com o suspeito morto após perseguição policial.
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Segundo autoridades, o ataque ocorreu em sequência e atingiu diferentes casas em um mesmo bairro. As vítimas tinham entre 1 e 14 anos. Parte delas foi morta enquanto dormia, e ao menos uma criança morreu ao tentar fugir pelo telhado, de acordo com relatos reunidos pela imprensa americana. O autor também baleou duas mulheres antes de fugir e ser morto em confronto com policiais.
Sequência de ataques expande dimensão do crime
As investigações apontam que o crime não ocorreu em um único ponto, mas em diferentes residências da mesma região, o que ampliou a dimensão da ocorrência e mobilizou diversas equipes de emergência. A existência de múltiplas cenas de crime é um dos elementos mais destacados na cobertura internacional, por indicar a progressão do ataque ao longo de um intervalo de tempo.
Relatos reunidos por veículos americanos indicam que parte das vítimas foi surpreendida dentro de casa, sem possibilidade de reação. A tentativa de fuga de uma das crianças, que acabou morrendo, passou a ser citada de forma recorrente como símbolo do desespero provocado pelo ataque.
Cobertura internacional descreve brutalidade e caráter incomum
A dimensão do crime fez com que a cobertura internacional adotasse um tom acima do usual até mesmo para padrões de violência armada nos Estados Unidos. A Reuters destacou a “brutalidade extrema” e o fato de as vítimas serem majoritariamente crianças pequenas, além da multiplicidade de locais atingidos.
O The Guardian classificou o episódio como um caso de “family annihilation” e apontou que a combinação entre ambiente doméstico e número de mortos amplia o impacto do caso, tornando-o particularmente chocante mesmo em um país acostumado a episódios de violência armada.
Nos Estados Unidos, a repercussão seguiu a mesma linha. O The Washington Post tratou o ataque como o mais letal do tipo em anos e destacou o contexto familiar envolvendo o autor. A revista People enfatizou que parte das vítimas foi atingida enquanto dormia, elemento que aparece de forma recorrente na cobertura por intensificar a gravidade do episódio.
Emissoras locais e portais americanos passaram a descrever o que foi encontrado pelas equipes de resgate como uma “cena de guerra” — expressão que rapidamente se espalhou e passou a ser reproduzida por veículos internacionais ao longo do dia. Outros relatos citam o nível de destruição e o impacto visual encontrado nos locais atingidos.
Autoridades falam em tragédia histórica
A repercussão política acompanhou o tom da cobertura. O prefeito de Shreveport afirmou que o episódio pode ser “a pior tragédia da história da cidade”, enquanto o governador da Louisiana, Jeff Landry, disse estar “de coração partido” com o ocorrido.
No cenário nacional, o presidente da Câmara dos Representantes, Mike Johnson, classificou o caso como “devastador” e afirmou que acompanha a situação junto às autoridades locais. Outras lideranças estaduais também manifestaram pesar e destacaram o impacto do crime na comunidade.
Caso é inserido em cenário mais amplo de violência nos EUA
Veículos internacionais também situaram o massacre dentro de um cenário mais amplo de violência nos Estados Unidos. Levantamentos citados por Reuters e The Guardian indicam que o país já registrou mais de uma centena de ataques a tiros em 2026, o que levou parte da imprensa a tratar o episódio não como um caso isolado.
A recorrência de crimes dentro do ambiente familiar, especialmente envolvendo crianças, aparece como um dos pontos mais destacados na cobertura. O caso de Louisiana é descrito como um exemplo extremo dessa dinâmica, combinando violência doméstica e uso de arma de fogo
A combinação entre número de vítimas, idade das crianças, vínculo familiar e múltiplas cenas de crime fez com que o ataque fosse descrito de forma recorrente como um dos mais chocantes dos últimos anos no país. A investigação segue em andamento, e as autoridades ainda buscam esclarecer a motivação do crime.
Pesquisadores deram um passo importante para entender como os buracos negros influenciam o universo ao medir diretamente, pela primeira vez, a potência de seus jatos. Utilizando uma rede global de radiotelescópios, a equipe liderada pela Universidade de Curtin obteve imagens detalhadas que mostram o quão energéticas essas estruturas podem ser — resultados que reforçam teorias antigas sobre o papel dos buracos negros na formação das galáxias.
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O estudo, publicado na revista Nature Astronomy, concentrou-se em Cygnus X-1, um sistema conhecido por abrigar o primeiro buraco negro confirmado, além de uma estrela supergigante. Os cientistas determinaram que os jatos emitidos por esse buraco negro carregam uma energia equivalente à de cerca de 10 mil sóis.
Para realizar a medição, os pesquisadores utilizaram um conjunto de telescópios distribuídos pelo planeta que operam de forma integrada. Isso permitiu observar como os jatos eram empurrados e deformados pelos ventos intensos da estrela próxima enquanto o buraco negro se deslocava em sua órbita — um efeito comparável ao desvio de um jato de água por rajadas de vento.
Ventos estelares
Ao calcular a intensidade dos ventos da estrela e acompanhar o grau de desvio dos jatos, a equipe conseguiu determinar sua potência em um momento específico. É a primeira vez que cientistas medem diretamente a energia instantânea desses jatos, em vez de depender de médias ao longo de longos períodos.
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Os pesquisadores também conseguiram medir a velocidade dessas estruturas, estimada em cerca de metade da velocidade da luz — aproximadamente 150 mil quilômetros por segundo, um desafio que vinha intrigando a ciência há anos.
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O projeto foi liderado pelo Curtin Institute of Radio Astronomy (CIRA) e pelo braço da Curtin no International Centre for Radio Astronomy Research (ICRAR), com participação da University of Oxford.
Jatos dançantes
Autor principal do estudo, o Dr. Steve Prabu, que trabalhou no CIRA durante a pesquisa e hoje está na Universidade de Oxford, explicou que a equipe utilizou uma sequência de imagens para acompanhar o que chamou de “jatos dançantes”.
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Segundo ele, o termo descreve o movimento constante dessas estruturas, que mudam de direção repetidamente sob a influência dos ventos da estrela supergigante enquanto ambos os corpos orbitam entre si.
Dr. Prabu destacou que as observações ajudam a entender quanto da energia gerada nas proximidades do buraco negro é transferida para o ambiente ao redor:
“Uma descoberta-chave desta pesquisa é que cerca de 10% da energia liberada à medida que a matéria cai em direção ao buraco negro é transportada pelos jatos”, afirmou.
“Isso é o que os cientistas geralmente assumem em modelos simulados do Universo em grande escala, mas tem sido difícil confirmar por observação até agora.”
Avanço ajuda a confirmar teorias
Coautor do estudo, o professor James Miller-Jones, do CIRA e do ICRAR, ressaltou que técnicas anteriores só permitiam estimar a potência dos jatos ao longo de períodos extremamente longos, às vezes de milhares ou milhões de anos.
Isso dificultava a comparação direta entre a energia dos jatos e as emissões de raios X produzidas quando a matéria é absorvida por um buraco negro.
“E como nossas teorias sugerem que a física ao redor dos buracos negros é muito semelhante, agora podemos usar essa medição para fundamentar nosso entendimento dos jatos, sejam eles provenientes de buracos negros com 10 ou 10 milhões de vezes a massa do Sol”, disse o professor.
Ele acrescentou que projetos como o Square Kilometre Array Observatory, em construção na Austrália Ocidental e na África do Sul, devem permitir a detecção de jatos de buracos negros em milhões de galáxias distantes.
“Os jatos de buracos negros fornecem uma importante forma de retroalimentação para o ambiente ao redor e são fundamentais para entender a evolução das galáxias”, concluiu.
Além das instituições citadas, o estudo contou com a colaboração da Universidade de Barcelona, da Universidade de Wisconsin-Madison, da Universidade de Lethbridge e do Institute of Space Science.
Os Emirados Árabes Unidos iniciaram conversas com os EUA sobre um mecanismo de apoio financeiro caso a guerra com o Irã mergulhe o país em uma crise ainda maior, informou o Wall Street Journal, citando autoridades americanas não identificadas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Os preços do petróleo voltaram a disparar nesta segunda-feira (20) nos mercados asiáticos diante da escalada de tensões no Oriente Médio. Apesar disso, não parecem ter afetando as bolsas asiáticas, que operaram em alta.
O preço do West Texas Intermediate (WTI), referência do mercado americano de petróleo bruto, subia 5,3%, para 88,31 dólares o barril, enquanto o Brent do Mar do Norte, referência mundial, avançava 4,8%, para 94,67 dólares.
O WTI chegou a subir mais de 8% durante a manhã de segunda-feira, antes de moderar a alta. Enquanto isso, as bolsas asiáticas se mantiveram em terreno positivo, acompanhando os fortes ganhos da semana passada em Wall Street.
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Impasse sobre Ormuz torna públicas as divisões internas no Irã e põe em xeque futuro das negociações de paz
As bolsas de Tóquio, Seul e Taipei retomaram o avanço das ações de tecnologia que caracterizou os mercados antes do início da guerra no Oriente Médio, em 28 de fevereiro. Também houve altas nas bolsas de Hong Kong, Xangai, Wellington e Manila.
O Irã prometeu na segunda-feira “responder em breve” à apreensão, pela Marinha dos Estados Unidos, de um de seus cargueiros que tentava driblar o bloqueio aos portos iranianos imposto pelos EUA.
O Estreito de Ormuz, uma rota fundamental para o transporte de petróleo e gás, está praticamente fechado desde o início da guerra de Israel e Estados Unidos contra o Irã.
O analista Chris Weston, da Pepperstone, afirmou em nota que a apreensão do cargueiro iraniano e a ameaça de retaliação por parte de Teerã devem impactar os mercados. “Com os fluxos por Ormuz paralisados, os operadores reavaliam as probabilidades e o cronograma para uma normalização logística, ajustando suas posições após as suposições mais otimistas feitas na semana passada”, indicou.
Os preços do petróleo caíram na semana passada diante da perspectiva de que Estados Unidos e Irã retomariam as negociações para encerrar a guerra iniciada em 28 de fevereiro, mas Teerã descartou participar das conversas em Islamabad devido ao bloqueio de seus portos.
A recente missão Artemis II, dos Estados Unidos, reacendeu a nova corrida espacial do século XXI. No último sábado (18), a China anunciou que intensificará seu programa espacial, segundo informações divulgadas pela agência estatal chinesa Xinhua. Entre os planos da CNSA (Administração Espacial Nacional da China), está a cooperação tecnológica com outros países, entre eles, o Brasil. Em um dos comunicados, os chineses citam a CBERS (sigla em inglês para “China-Brazil Earth Resources Satellite”, que existe desde 1988), sem mencionar novos projetos. O Brasil, no entanto, também coopera com a Nasa, que utilizou um tecnologia desenvolvida pela USP na última missão lunar.
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“A cooperação espacial China-Brasil é amplamente considerada um modelo de cooperação Sul-Sul no setor de alta tecnologia, com a CNSA e a Agência Espacial Brasileira assinando múltiplos planos de cooperação”, ressalta o documento.
A resposta chinesa ocorre em meio ao avanço americano na exploração lunar e reforça o caráter competitivo e geopolítico da nova corrida espacial. Mas também vem às vésperas do Dia do Espaço da China, no próximo dia 24. Neste ano, a Conferência Espacial da China acontecerá de 23 a 25 de abril, tendo o Brasil como um dos convidados.
Veículo lançador chinês Longa Marcha 2F é lançado na missão Shenzhou 15, que levou 3 taikonautas à estação espacial Tiangong
You Li/The New York Times
Considerado ambicioso, o programa da China prevê, entre outros objetivos, o envio mais frequente de taikonautas (como são chamados os astronautas do país) ao espaço e a construção de uma base lunar até 2030. Pequim também tem ampliado sua capacidade tecnológica no setor. O país já conseguiu estabelecer comunicação com o lado oculto da Lua, um feito considerado complexo pela comunidade científica. A tripulação da Artemis II, por exemplo, ficou sem contato com a base por 40 minutos, ao contornar a Lua. Ela poderia, por exemplo, continuar em contato com a Terra, se usasse o satélite chinês para a comunicação.
Segundo Liu Yunfeng, vice-diretor do departamento de engenharia de sistemas da CNSA, o país realizou 92 missões de lançamento espacial em 2025, um aumento de 35% em relação ao ano anterior. Na última sexta, a China lançou o foguete Longa Marcha-4C que colocou em órbita um satélite destinado à detecção de gases de efeito estufa com alta precisão.
Imagens nas redes sociais mostram astronautas fazendo churrasco no espaço
Reprodução/Redes sociais/X
No mesmo dia, três taikonautas instalaram equipamentos de proteção contra detritos espaciais e inspecionaram os equipamentos extraveiculares da estação espacial chinesa em órbita. Zhang Lu, Wu Fei e Zhang Hongzhang estão há cinco meses em órbita, e a CNSA pretende prorrogar a missão Shenzhou-21 por mais um mês, para verificar tecnologias ligadas à permanência prolongada de astronautas em órbita.
— A China realizará missões tripuladas, incluindo Shenzhou-23, conduzirá testes de verificação de voo de vários foguetes reutilizáveis e promoverá o desenvolvimento de alta qualidade no setor espacial comercial —afirma Yunfeng.
Astronautas chineses que ficaram a deriva após colisão no espaço
Reprodução/Redes sociais/X
Em 2026, a China também pretende lançar o satélite SMILE (Solar wind Magnetosphere Ionosphere Link Explorer), em uma parceria tecnológica com a Europa. O objetivo da missão é estudar e revelar os “processos de interação e padrões de evolução entre o vento solar e a magnetosfera terrestre”.
No Brasil, a parceria com os chineses tem sido considerada estratégica não apenas para o avanço científico, mas também para outras aplicações práticas, como o monitoramento ambiental e o combate ao desmatamento.
Há duas semanas, pouco antes do fim de um dos vários prazos dados pelo presidente dos EUA, Donald Trump, para que o Irã reabrisse o Estreito de Ormuz, o republicano foi às suas redes sociais dizer que “toda uma civilização morrerá hoje”, na mais contundente ameaça ao regime em Teerã. Trump, mais uma vez, adiou o prazo e anunciou um cessar-fogo, o que não apagou a gravidade de suas palavras, consideradas por juristas como um crime de guerra por si só. O próximo ultimato vence na quarta-feira, enquanto os dois lados buscam um acordo de paz. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A pesquisadora Maria Piechowska, que trabalha no Instituto Polonês de Assuntos Internacionais (Pism, na sigla original), já se habituou a ser consultada sobre uma pergunta que muitos poloneses se fazem desde que a Rússia invadiu a Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022: “Quanto tempo demorará para que o líder russo, Vladimir Putin, ordene um ataque a nosso país?” A resposta dada pela pesquisadora é sempre a mesma: “Temos de estar preparados.” Em teatros de Varsóvia, imagens de Putin aparecem ao lado de Adolf Hitler. Para Piechowska, não é exagero. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Na sexta-feira, o chanceler iraniano Abbas Araghchi anunciou na rede social X que o Estreito de Ormuz estava “completamente aberto”, em meio a sinais positivos sobre as negociações entre Teerã e Washington. Horas depois, a Guarda Revolucionária, que controla a passagem, “esclareceu” que havia restrições, e no sábado fechou novamente o estreito, ameaçando qualquer um que tentasse atravessá-lo. A distinção entre os discursos tornou públicas, mais uma vez, as divergências no regime, e jogou dúvidas sobre as negociações com os EUA, liderados por outro elemento disruptivo, Donald Trump. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Uma foto mostrando um soldado israelense vandalizando uma imagem de Jesus Cristo em um vilarejo cristão no sul do Líbano provocou reações contundentes e deu início a uma investigação do Exército de Israel sobre o incidente, classificado de “muito grave”.
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Na imagem, publicada na rede social X pelo jornalista libanês Younis Tirawi, a imagem de Jesus crucificado aparece invertida, com a cabeça no chão e os braços removidos da cruz, e um soldado israelense a acertando com uma marreta. A foto não tem data, mas foi tirada no vilarejo cristão de Debel, na região de Nabatiyeh, atingida por bombardeios e alvo de operações terrestres das tropas israelenses desde o mês passado, quando teve início a ofensiva de Israel.
— Nós certamente condenamos esse vergonhoso ato porque ele ofende nossos sentimentos religiosos e é um ataque às nossas crenças sagradas — disse Maroun Nassif, vice-administrador da vila, à rede CNN.
Horas depois da publicação, e de “atestar sua legitimidade”, o Exército de Israel disse se tratar de um soldado operando no sul do Líbano, lançando uma investigação imediata sobre o caso, classificado de “grande gravidade”, e declarando que “medidas apropriadas serão tomadas contra os envolvidos, de acordo com as conclusões”.
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Deputados árabes do Parlamento israelense criticaram o incidente. Na rede social X, Ayman Odeh, disse que “vai esperar para ouvir do porta-voz da polícia a alegação de que ‘o soldado se sentiu ameaçado por Jesus’”. Ahmad Tibi, outro parlamentar palestino-israelense, perguntou se “esses racistas também aprenderam com Donald Trump a insultar Jesus e insultar o Papa Leão [XIV]”, referência às recentes imagens feitas por IA do presidente americano como Jesus Cristo, e às disputas verbais com o Pontífice.
De acordo com a imprensa libanesa, os ataques israelenses no sul do Líbano causaram estragos em outros locais de culto, como um mausoléu islâmico na região de Tiro, também danificado na guerra de 2024. Relatos de autoridades locais apontam que outros nove locais de importância religiosa no sul do país foram danificados ou destruídos.
Uma vereadora argentina apresentou, nesta semana, um projeto de lei à Assembleia Legislativa local para proibir o fumo de cigarros e o uso de cigarros eletrônicos em frente a escolas, casas de repouso e hospitais na capital da província de Buenos Aires. O projeto será analisado pelas comissões competentes e aprovado em breve.
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Florencia Barcia, representante do bloco La Libertad Avanza (LLA) na cidade de La Plata, afirmou em sua proposta que o objetivo é ampliar as áreas livres de fumo. A proposta de lei estipula que a medida se aplicará não apenas a cigarros tradicionais, mas também a cigarros eletrônicos.
“Fica proibido fumar nas calçadas adjacentes às entradas de hospitais, clínicas, centros de saúde e residências para idosos, 24 horas por dia, e nas calçadas adjacentes às entradas de escolas e centros educacionais de qualquer nível, incluindo instituições onde são realizados estágios docentes, enquanto estiverem em funcionamento”, diz o primeiro artigo da iniciativa apresentada ao órgão deliberativo na última quarta-feira.
Caso a iniciativa avance, o município local precisará definir as áreas abrangidas pela nova regulamentação. O município também deverá afixar placas indicando a proibição de fumar, com as especificações estabelecidas pela regulamentação e o número da respectiva portaria. Simultaneamente, as autoridades de cada estabelecimento deverão ser informadas para que possam comunicar a proibição de fumar aos funcionários e clientes nas calçadas em frente a esses locais.
O que diz a regulamentação
Na Argentina, a venda, importação e publicidade de vapes ou cigarros eletrônicos são proibidas pela ANMAT (Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica) desde 2011. No entanto, apesar dessa restrição legal, existe um mercado ativo, operando principalmente por meio de canais digitais e lojas físicas especializadas que funcionam sob diversos modelos.
Os cigarros eletrônicos, também chamados de vapes, foram introduzidos no mercado em 2006 como uma alternativa ao fumo de cigarros tradicionais. O dispositivo produz um aerossol que é inalado, simulando o ato de fumar. Consiste em uma bateria, um atomizador e um cartucho contendo líquido aromatizado que pode ter altas concentrações de nicotina.
Existem inúmeros modelos de cigarros eletrônicos e líquidos recarregáveis ​​disponíveis em diferentes sabores e concentrações de nicotina. O líquido para cigarro eletrônico vem em um cartucho ou tanque recarregável, embora os cigarros eletrônicos descartáveis ​​estejam se tornando cada vez mais populares devido ao seu menor custo. Nenhum aromatizante foi aprovado para inalação.

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