Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
A deputada Gladis Aurora López, do Partido Nacional e representante de Honduras no Parlamento Centro-Americano (Parlacen), foi atacada nesta quinta-feira com um artefato explosivo enquanto respondia a perguntas da imprensa, antes de entrar no Congresso Nacional. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que uma pessoa posicionada atrás da parlamentar lança o dispositivo, provocando ferimentos graves no pescoço e nas costas.
‘Pura maldade’: Pai é condenado por matar cinco filhos bebês após três décadas de silêncio
Justiça pelas próprias mãos: Moradores deixam supostos ladrões nus e pintados nas ruas da Colômbia
Segundo o jornal local El Heraldo, a bancada nacionalista e alguns deputados do Parlacen haviam comparecido ao plenário após convocação do presidente do Congresso, Luis Redondo, para votar uma moção que propunha a recontagem dos votos das eleições gerais de novembro de 2025.
O ataque ocorreu momentos antes da entrada da deputada no prédio do Legislativo. López foi socorrida por pessoas que estavam no local e por equipes dentro das instalações do Congresso.
Initial plugin text
“Determinei de maneira imediata à segurança do Congresso Nacional que fossem revisadas as câmeras de segurança internas, bem como os registros do sistema 911, com o objetivo de identificar o responsável por lançar um artefato explosivo do lado de fora (na via pública) e proceder conforme a lei”, afirmou Redondo.
Em seguida, o presidente declarou: “Condenamos energicamente o ato de violência ocorrido no Congresso Nacional, que colocou em risco a integridade das pessoas e afetou diretamente a companheira congressista Gladis Aurora López. Não será tolerado nenhum ato de violência dentro do recinto legislativo nem contra qualquer membro do Poder Legislativo”.
Deputada é atingida por artefato explosivo em frente ao Congresso Nacional de Honduras
Reprodução
Horas antes do episódio, Redondo havia convidado a população hondurenha a comparecer ao Congresso e “permanecer pelo tempo que fosse necessário” para acompanhar a sessão, o que levou à montagem de uma operação com reforço policial para permitir a presença do público.
Cortes profundos nas costas
Após o ataque, imagens dos ferimentos sofridos por López passaram a circular nas redes sociais. Nas fotos, a deputada aparece com cortes profundos nas costas enquanto recebe atendimento médico. Em outra imagem, é possível ver que a camisa usada por ela ficou rasgada, com um buraco na região central das costas.
Deputada é atingida por artefato explosivo em frente ao Congresso Nacional de Honduras
Reprodução
A vice-presidente do Partido Nacional Hondurenho, Abigail Gómez, repudiou a agressão em suas redes sociais e afirmou que Honduras “não se constrói a partir do ódio nem da violência”.
Em publicação, declarou: “Como hondurenha e como mulher corajosa, levanto minha voz com profundo amor pela minha pátria e pela democracia. Condeno energicamente os atos de intimidação e violência que considero próprios do terror, promovidos e incentivados por autoridades do Partido Libre, que apenas buscam semear medo e dividir o povo hondurenho”.
Gómez também denunciou publicamente Redondo por “ter convocado ações irresponsáveis que tiveram consequências graves e colocaram em risco e prejudicaram” a deputada Gladis Aurora López.
Um homem descrito pelo Ministério Público como a “pura maldade” foi condenado nesta terça-feira (6) pelo assassinato de seus cinco filhos bebês, crimes cometidos ao longo de quase uma década e que permaneceram ocultos por mais de 30 anos. Paul Perez, de 63 anos, foi considerado culpado por múltiplas acusações de homicídio e agressão fatal contra crianças menores de oito anos, em julgamento realizado em Woodland, na Califórnia, nos arredores de Sacramento.
Cirurgião tem licença cassada nos EUA após denúncias de abdominoplastia e implante de silicone sob efeito de álcool
Mulher perde dois dedos após picadas de aranha e processa condomínio na Flórida
O promotor distrital do Condado de Yolo, Jeff Reisig, afirmou que os crimes “envolveram pura maldade” e defendeu que o réu passe o resto da vida na prisão. A condenação encerra uma longa busca por justiça para os cinco bebês nascidos entre 1992 e 2001, mortos poucos meses após o nascimento.
Descoberta do crime e avanço do DNA
As autoridades só foram alertadas para o caso em 2007, quando o corpo de um bebê foi encontrado dentro de uma caixa térmica metálica. A descoberta ocorreu de forma acidental: o pescador Brian Roller atingiu a caixa enquanto pescava com arco e flecha. Dentro, havia os restos mortais de um bebê de cerca de três meses, enrolado em um cobertor do Ursinho Pooh e plástico, com objetos usados para dar peso ao recipiente. Em entrevista à Associated Press, em 2020, Roller relatou que soube da gravidade da situação ao ver um policial chorar no local.
Somente em 2019, com o avanço das tecnologias de DNA, o bebê foi identificado como Nikko Lee Perez, nascido em 8 de novembro de 1996, em Fresno, segundo o Gabinete do Xerife do Condado de Yolo e o Departamento de Serviços Forenses da Califórnia. A partir daí, investigadores ligaram a criança a Paul Perez e descobriram a existência de outros quatro filhos, todos mortos em circunstâncias semelhantes. Entre eles, havia dois bebês chamados Kato, outro Nikko e uma menina chamada Mika.
À época dos crimes, Perez vivia em situação de rua e conseguiu escapar das suspeitas por anos. Ele foi preso e acusado formalmente em 2020, enquanto já estava sob custódia por outro crime. Sua ficha criminal incluía agressão com intenção sexual, roubo de veículo, porte de arma como detento, fuga em liberdade condicional e registro como agressor sexual.
Durante o julgamento, a esposa de Perez, Yolanda Perez, relatou anos de medo e violência. Em depoimento, afirmou que acordou em 1992 com um barulho violento e encontrou o filho Kato sem respirar; à época, a morte foi atribuída à Síndrome da Morte Súbita Infantil. Anos depois, segundo ela, outro bebê, Mika, foi encontrado com bolhas na boca, e Perez teria impedido qualquer socorro, ameaçando matá-la. Yolanda também relatou episódios de abuso contra outros filhos e descreveu ter visto corpos escondidos em recipientes improvisados.
Yolanda e a filha mais velha do casal, Brittany, disseram às autoridades que nunca denunciaram os crimes por medo de represálias. Yolanda se declarou culpada por cinco acusações de colocar crianças em perigo ao não denunciar os assassinatos. Inicialmente, Perez havia se declarado inocente.
A audiência de sentença está marcada para 6 de abril. Perez enfrenta prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.
Uma mulher da Flórida entrou na Justiça contra o antigo condomínio onde vivia após perder dois dedos do pé em decorrência de uma infecção causada, segundo ela, por picadas de aranha. Patricia Shields processou o Grand Oak Apartments, em Largo, no dia 25 de novembro, pedindo indenização superior a US$ 50 mil por suposta negligência diante de uma infestação no imóvel.
Menino de 9 anos processa colega após ferimento causado por dinossauro de brinquedo em creche no Canadá; justiça rejeita ação
Turista desaparece após ser arrastada por correnteza durante prática de ‘flutuação no gelo’ no Ártico russo
De acordo com o processo, Shields afirmou que sofreu diversas picadas dolorosas, descritas como uma sensação intensa de queimação, principalmente no banheiro do apartamento. À emissora WTSP, ela relatou, nesta semana, que as feridas evoluíram para uma infecção grave, que acabou resultando na amputação de dois dedos do pé. Emocionada, disse considerar a situação “constrangedora” e afirmou viver com medo após o episódio.
Confira:
Denúncias ignoradas e versão da defesa
Na ação, Shields sustenta que comunicou repetidas vezes a presença de aranhas à administração do condomínio, sem que medidas efetivas fossem tomadas. Segundo ela, pedidos de ajuda teriam sido ignorados, inclusive quando solicitou a liberação antecipada do contrato de locação. Os réus, por sua vez, negam responsabilidade e afirmam que as reclamações não foram “específicas”, conforme consta na denúncia citada pela WTSP. O Daily Mail informou ter procurado o Grand Oak Apartments para obter um posicionamento.
Shields, que recebe auxílio-doença, afirmou ainda que teve a casa anterior inundada pelo furacão Helene e que, por depender de auxílio-moradia da Seção 8, tinha opções limitadas de onde morar. “Foi um ano longo”, disse à emissora, acrescentando que apenas quer encerrar o episódio e retomar a vida.
O caso nos Estados Unidos surge em meio a alertas semelhantes na Europa. Na Espanha, autoridades e especialistas têm chamado atenção para picadas da aranha-violino do Mediterrâneo, registradas em diferentes regiões turísticas.
Segundo o Majorca Daily Bulletin, uma mulher de 60 anos, em Menorca, sofreu uma mordida no braço que causou dor intensa e inchaço. O biólogo Guillem Pons explicou ao jornal que a espécie é comum nas Ilhas Baleares e pode ser encontrada em ambientes variados, como cavidades, debaixo de rochas e até banheiros, recomendando atendimento médico imediato diante de suspeita de picada.
Em 2024, ainda de acordo com a imprensa local, uma mulher de 32 anos sofreu necrose tecidual após ser picada e quase perdeu a perna, evitada por cirurgia de emergência. Especialistas reforçam que, embora raras, picadas graves podem ocorrer e exigem atenção rápida para evitar complicações severas.
O Papa Leão XIV afirmou nesta sexta-feira que o mundo vive um momento de renovado entusiasmo pela guerra e advertiu para o enfraquecimento do multilateralismo, ao discursar a membros do corpo diplomático acreditado junto à Santa Sé. O pontífice também fez críticas ao uso crescente da força como instrumento de política externa.
Alerta por ar insalubre: Autoridades recomendam que moradores fiquem em casa na Califórnia
Justiça pelas próprias mãos: Moradores deixam supostos ladrões nus e pintados nas ruas da Colômbia, e vídeo viraliza
“A guerra volta a estar na moda e o entusiasmo bélico se espalha”, denunciou o Papa, ao alertar para a “preocupação” representada pela “fragilidade do multilateralismo”.
Segundo Leão XIV, a lógica do diálogo e da construção de consensos vem sendo substituída por práticas coercitivas. “A diplomacia que promove o diálogo e busca o consenso entre todas as partes está sendo substituída por uma diplomacia baseada na força”, afirmou o pontífice norte-americano e peruano.
As declarações ocorrem dias após a intervenção armada dos Estados Unidos na Venezuela, que resultou na captura do agora deposto presidente Nicolás Maduro, acusado de narcotráfico. Embora não tenha feito referência direta ao episódio, o Papa criticou a normalização do recurso à violência nas relações internacionais.
“A guerra volta a estar na moda e o entusiasmo bélico se espalha. Foi rompido o princípio estabelecido após a Segunda Guerra Mundial, que proibia os países de utilizarem a força para violar as fronteiras alheias”, declarou o bispo de Roma.
Galerias Relacionadas
O pontífice também afirmou que a paz deixou de ser tratada como um valor em si. “A paz já não é buscada como um dom e como um bem desejável em si mesmo (…) ao contrário, é buscada por meio das armas como condição para afirmar o próprio domínio”, censurou.
Para Leão XIV, essa dinâmica representa uma ameaça direta às bases da convivência civil. “Isso compromete gravemente o Estado de Direito, que é a base de toda convivência civil pacífica”, acrescentou.
‘Grave preocupação’
O pontífice também disse nesta sexta-feira que o aumento das tensões no Caribe e no Pacífico é motivo de “grave preocupação” e pediu que se “respeite a vontade do povo da Venezuela” após o ataque dos Estados Unidos que derrubou o presidente Nicolás Maduro.
“A escalada de tensões no mar do Caribe e ao longo da costa pacífica americana é motivo de grave preocupação (…) Isso se refere em particular à Venezuela, à luz dos acontecimentos recentes”, disse o papa norte-americano e peruano em sua audiência com os membros do corpo diplomático acreditado junto à Santa Sé.
Um menino canadense que tinha nove anos à época entrou com uma ação civil contra um colega de 11 após sofrer um ferimento grave no dedo enquanto os dois brincavam com um dinossauro de brinquedo em uma creche, na província de Alberta. O caso, considerado incomum pelo Judiciário, terminou com a rejeição do processo na sexta-feira (2) pelo Tribunal de Justiça de Alberta, em Grande Prairie.
Turista desaparece após ser arrastada por correnteza durante prática de ‘flutuação no gelo’ no Ártico russo
Justiça pelas próprias mãos: moradores deixam supostos ladrões nus e pintados nas ruas da Colômbia; vídeo viraliza
O episódio ocorreu em 9 de agosto de 2022, durante um programa de verão. Segundo a ação, Elijah Dominic Robinson, hoje com 13 anos, discutiu com Xavier Fellin por causa de um dinossauro de brinquedo, descrito como do tamanho aproximado de uma garrafa de 500 ml. Durante a briga, Xavier teria usado o objeto para “atacar” o colega, provocando uma “fratura com deslocamento grave” no dedo anelar de Elijah.
Caso raro e questões jurídicas
Na decisão, o juiz Brian Robert Hougestol classificou o processo como “bastante raro” e afirmou que ele levantou “numerosas questões jurídicas relacionadas à capacidade”, como consentimento e assunção voluntária de riscos. Embora seja extremamente incomum, a lei canadense permite que menores processem outras pessoas, desde que sejam representados por adultos.
Hougestol descreveu a lesão de forma contundente: “O dedo foi essencialmente decepado no osso, mas ainda estava preso”. Segundo o magistrado, a cirurgia foi necessária para evitar a perda do dedo. No entanto, ele ressaltou que não foram apresentados registros médicos ou hospitalares que comprovassem a gravidade do ferimento.
Durante o processo, Elijah teve dificuldades para relatar o ocorrido com precisão. “Ele estava tentando se lembrar de um incidente ocorrido há mais de três anos, quando era muito mais jovem”, escreveu o juiz. Um vídeo da discussão teria sido gravado na ocasião, mas não foi preservado e, por isso, não integrou as provas.
Xavier não prestou depoimento, mas sua mãe testemunhou. Os pais do menino também foram incluídos como corréus, mas o juiz concluiu que eles não tiveram responsabilidade pelo ocorrido. “Eles não forneceram ao filho uma arma perigosa nem o incentivaram à violência”, afirmou Hougestol.
O magistrado também observou que, embora a mãe de Elijah tenha demonstrado insatisfação com a suposta falta de contato dos pais de Xavier após o acidente, não havia “nenhuma obrigação legal real” de oferecer ajuda. A creche, administrada por uma organização não governamental que já encerrou as atividades, não forneceu detalhes adicionais, alegando motivos de privacidade ou possível responsabilidade civil.
Ao rejeitar a ação, o juiz concluiu que a briga resultou em uma lesão “acidental e infeliz”, impossível de ser facilmente prevista. “Não acredito que Xavier tenha agredido Elijah intencionalmente”, escreveu. Para ele, tratou-se de “uma coincidência totalmente acidental, resultado de crianças realizando atividades típicas da infância”. Hougestol acrescentou que “pessoas razoáveis esperam a possibilidade de crianças terem pequenos desentendimentos e pequenas discussões”.
Os autores pediam indenização de C$ 10 mil, além de despesas extras, valor que o juiz considerou irrelevante diante do mérito. Na sentença, ele destacou ainda que o dedo lesionado “está bem curado e causa poucas ou nenhuma dificuldade contínua” ao menino.
Dois homens abriram um buraco na parede do banheiro de uma loja vizinha para invadir uma joalheria na Flórida, nos Estados Unidos, e fugiram com mais de US$ 500 mil em mercadorias e duas armas de fogo após imobilizarem e agredirem o gerente do estabelecimento. O crime ocorreu em Cape Coral na última terça-feira, segundo documentos do tribunal federal.
Leia também: Irã intensifica repressão e bloqueia internet após 12 dias de protestos
Violência: Presidente do Grupo Corona é sequestrado e assassinado no México; o que se sabe até agora
O butim incluiu mais de mil peças de joias, de acordo com os autos. O Departamento de Polícia de Cape Coral não havia identificado os dois assaltantes que entraram na loja, mas um homem acusado de atuar como motorista da fuga, Ivel Sanchez Rivera, foi preso, informou o Gabinete do Procurador dos Estados Unidos para o Distrito Médio da Flórida.
Sanchez Rivera, de 52 anos, morador de Hialeah — cidade próxima a Miami —, foi acusado de conspiração para interferir no comércio por meio de violência, interferência no comércio por meio de violência e uso e exibição de arma de fogo em conexão com um crime violento. Até quinta-feira, não estava claro se ele havia constituído advogado.
Pouco depois das 10h de terça-feira, uma pessoa com acesso remoto ao sistema de vigilância da Tio Jewelers acompanhou, ao vivo, imagens de dois homens circulando pela loja enquanto o gerente permanecia deitado no chão, segundo a denúncia criminal federal. A polícia foi acionada e encontrou o funcionário com os braços amarrados por abraçadeiras plásticas.
O gerente relatou aos policiais que foi rendido à mão armada por dois homens mascarados e agredido com uma pistola. Ele contou que havia aberto a loja por volta das 9h45 e se dirigia ao painel para desativar o sistema de alarme quando foi surpreendido pelos criminosos.
Naquele momento, o gerente carregava uma bolsa com uma pistola Sig Sauer calibre 9 milímetros, que foi tomada à força, segundo a denúncia. Os assaltantes o obrigaram a abrir um cofre onde estavam as joias e encheram uma mochila e sacos de lixo com os itens, incluindo relógios, pulseiras e correntes.
Após esvaziarem o cofre, os homens imobilizaram o gerente e levaram seu relógio Breitling, avaliado em US$ 5.500. Eles também roubaram uma segunda arma de fogo — uma Glock 19 calibre 9 milímetros — que estava sobre um cofre ainda não aberto, conforme a denúncia.
De acordo com o gerente, os criminosos fizeram uma ligação e pediram que alguém, supostamente Sanchez Rivera, levasse o carro para a fuga. Em seguida, deixaram a loja pelo banheiro.
O proprietário da joalheria ainda não se manifestou publicamente sobre o roubo.
Investigadores que analisaram imagens de vídeo constataram que, pouco depois da meia-noite anterior ao crime, duas pessoas arrombaram a porta de uma unidade desocupada ao lado da joalheria. Elas entraram e saíram do espaço vazio por várias horas. No local, os agentes encontraram “um grande buraco” aberto através do banheiro vizinho, que dava acesso direto à joalheria, segundo a denúncia.
Por volta das 4h50, os dois homens entraram no prédio e só saíram após o roubo, ainda de acordo com os investigadores.
A polícia identificou um carro preto e um motorista que acreditava estarem envolvidos no crime. Com o auxílio de um leitor de placas nas proximidades, as autoridades associaram o veículo a Sanchez Rivera. Durante a revista à residência do suspeito, foram encontrados diversos itens ligados à cena do crime, incluindo uma das armas de fogo levadas durante o assalto, segundo documentos judiciais.
Uma viagem planejada para celebrar o Ano Novo terminou em tragédia no extremo norte da Rússia. Uma turista bielorrussa de 57 anos desapareceu após ser arrastada por uma forte correnteza enquanto participava de uma atividade de “flutuação no gelo” no rio Tuloma, nas proximidades da cidade ártica de Kola, na Península de Kola. Após dias de buscas sem sucesso, equipes de resgate consideraram que ela não sobreviveu.
Alerta por ar insalubre leva autoridades a recomendar que moradores fiquem em casa na Califórnia
Justiça pelas próprias mãos: moradores deixam supostos ladrões nus e pintados nas ruas da Colômbia; vídeo viraliza
O desaparecimento ocorreu na semana passada, durante uma sessão em grupo da atividade, promovida como uma experiência segura para flutuar em águas quase congeladas sem a necessidade de nadar. Desde então, as operações de busca enfrentaram condições extremas, como nevoeiro denso, temperaturas em torno de -30 °C e escuridão quase total provocada pela noite polar, segundo autoridades locais.
Correntes perigosas e condições extremas
Moradores da região alertam que o trecho do rio utilizado para fins turísticos é conhecido por ser traiçoeiro, devido à combinação de marés e correntes subaquáticas intensas. A hipótese é de que a flutuação tenha ocorrido durante a maré baixa, quando o fluxo da água pode se intensificar de forma abrupta. Especialistas avaliam que, mesmo com traje térmico, uma pessoa dificilmente sobreviveria mais do que algumas horas nas águas geladas.
A prática da flutuação no gelo vem sendo comercializada em diversas áreas do Ártico como uma experiência controlada e de baixo risco. Os participantes utilizam trajes térmicos volumosos, projetados para garantir isolamento, flutuabilidade e impedir a submersão total. Anúncios chegam a afirmar que é “quase impossível se afogar” durante a atividade, que inclui acompanhamento de guias, registros fotográficos e bebidas quentes ao final.
No entanto, como os trajes limitam os movimentos, é comum que os praticantes sejam amarrados ou monitorados de perto, sobretudo em rios, onde as condições podem mudar rapidamente. Um incidente semelhante foi registrado em 26 de dezembro, quando turistas indianos e chineses foram levados pela correnteza durante uma sessão do mesmo tipo, sendo resgatados por acaso, com a aproximação de um barco.
Amigos e familiares relataram que a vítima aguardava a viagem havia meses. Uma amiga, identificada como Oksana, afirmou que ela era “enérgica e curiosa” e sonhava em conhecer a região para ver baleias, vivenciar a noite polar e explorar as características únicas do Ártico. O genro da turista disse ao site Onlíner que ela não praticava esportes radicais e era apenas uma pessoa ativa, motivada pela experiência.
O Comitê de Investigação da Rússia informou que o organizador da atividade foi indiciado. Segundo os investigadores, os trajes térmicos apreendidos não atendiam aos padrões de segurança exigidos: o prazo de validade estava vencido e os equipamentos não haviam passado pela certificação anual obrigatória. As autoridades apuram se essas falhas contribuíram diretamente para o desaparecimento.
Apesar dos reiterados apelos das autoridades para que a população não faça justiça com as próprias mãos, um novo episódio desse tipo ganhou grande repercussão em Medellín, cidade na Colômbia. Nesta quinta-feira (8), vídeos que circularam nas redes sociais mostraram dois supostos ladrões sendo humilhados por moradores do bairro El Picacho, no sexto distrito da cidade, após serem flagrados em delito.
Homem morre baleado pela polícia após sacar arma falsa durante abordagem nos EUA
Três estudantes ficam gravemente feridos após queda de janela de ônibus escolar no Reino Unido
Nas imagens, os homens aparecem despidos, com os corpos pintados de verde e marcados com palavras como “rato” e “ladrão”. Eles foram obrigados a descer a principal rua da região sob o olhar de moradores, enquanto um homem em uma motocicleta os seguia buzinando para chamar a atenção de quem passava. Até o momento, a Polícia do Vale de Aburrá não informou o que ocorreu após a saída dos suspeitos do bairro.
O caso reacendeu o debate sobre linchamentos simbólicos e punições impostas por civis, frequentemente justificadas, segundo os próprios envolvidos, pelo cansaço diante da criminalidade e pela sensação de impunidade. Em poucas horas, as gravações se tornaram virais, acompanhadas de comentários que pediam maior presença policial e respostas mais firmes do Estado diante da crise de segurança.
Os supostos ladrões foram obrigados a correr nus pela rua principal do bairro
Reprodução/DenunciasAntio2/X
Insegurança e reação social
“Isso é melhor do que espancá-los”, escreveu um usuário, enquanto outros defenderam a exposição pública como forma de intimidação ou criticaram a falta de condenações efetivas após prisões. Ao mesmo tempo, autoridades têm reiterado que ações desse tipo podem resultar em processos judiciais contra quem as pratica.
O episódio ocorre em um contexto de indicadores criminais ambíguos na capital de Antioquia. De acordo com o Infobae, em 2025, Medellín registrou 211 homicídios, alta de 15% em relação a 2024, impulsionada principalmente por disputas entre organizações criminosas. Por outro lado, houve queda expressiva em outros crimes: lesões corporais diminuíram 20%, brigas caíram 22% e os furtos apresentaram reduções que variaram de 26% a 54%, dependendo da modalidade.
Mesmo com a redução de roubos e furtos e com 8.182 prisões realizadas ao longo do ano — média de 36 por dia —, a percepção de insegurança segue elevada entre os moradores. A própria prefeitura reconhece que melhorar a sensação de segurança é um dos principais desafios da atual gestão. O prefeito Federico Gutiérrez tem afirmado que sua prioridade é “recuperar totalmente Medellín” e já se posicionou contra processos de paz com estruturas criminosas que atuam na região.
Um piloto de helicóptero Chinook das forças armadas dos Estados Unidos, que também participou do planejamento da missão para capturar o ex-presidente da Nicolás Maduro, foi ferido na perna durante a operação em Caracas, informaram autoridades americanas.

Juiz do processo de Maduro nos EUA determina que governo americano forneça ‘todas as informações’ do caso à defesa
A operação, conduzida nas primeiras horas da manhã e intitulada Operation Absolute Resolve, envolveu uma força conjunta de helicópteros e tropas de elite da Delta Force transportados por aeronaves dos United States Army. Ao se aproximarem do complexo fortificado onde Maduro estava escondido, defesas venezuelanas abriram fogo contra os helicópteros, e houve intenso troca de disparos.

O helicóptero tipo Chinook que liderava a formação foi atingido por fogo inimigo, mas conseguiu permanecer no ar e concluir seu papel de inserir a equipe de comando. O piloto — que também contribuiu para o planejamento da missão — foi atingido várias vezes na perna durante o confronto, segundo fontes anônimas citadas pela imprensa americana.

Autoridades do Pentágono informaram que os feridos estão recebendo atendimento médico e que a maioria já retornou ao serviço, com alguns ainda em recuperação.

A operação resultou na captura de Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, que foram levados para os Estados Unidos e apresentados em um tribunal federal em Nova York, onde se declararam inocentes das acusações de narcotráfico, posse de armas e narco-terrorismo que pesam contra eles.

Um homem de 37 anos morreu após ser baleado por policiais de Nova York na noite desta quinta-feira, no bairro de West Village, em Manhattan. Segundo a polícia, a ocorrência teve início após um incidente de trânsito envolvendo um automóvel BMW.
Leia também: Irã intensifica repressão e bloqueia internet após 12 dias de protestos
Violência: Presidente do Grupo Corona é sequestrado e assassinado no México; o que se sabe até agora
Ainda de acordo com informações da polícia, dois cidadãos teriam se aproximado de policiais que faziam patrulhamento na região e relataram que haviam se envolvido em um conflito com o motorista do veículo. As autoridades não divulgaram detalhes sobre como o desentendimento ocorreu, informando apenas que, após o episódio, ele tentou deixar o local, mas acabou parado no trânsito.
O motorista do carro, um homem de 37 anos cujo nome não foi revelado, foi interceptado pelos agentes e, ao sair do veículo, segurava um objeto que aparentava ser uma arma de fogo. Em seguida, ele apontou o objeto na direção dos policiais.
Diante da situação, os agentes reagiram com disparos. De acordo com o subchefe James McCarthy, os policiais tentaram, antes de atirar, convencer verbalmente o homem a largar o objeto.
— Os policiais repetidamente, como mostrado pelas câmeras corporais, pediram que ele largasse a arma porque queriam prestar socorro — afirma McCarthy: — Ele não disse nada.
Após ser atingido, o homem recebeu atendimento emergencial e foi levado a um hospital próximo, onde a morte foi declarada oficialmente. Posteriormente, a polícia informou que o objeto recuperado no local não era uma arma de fogo real, e sim uma réplica.

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress