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O Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn (MDC), localizado no bairro Sunset Park, no Brooklyn, Nova York, nos Estados Unidos, é uma prisão federal administrada diretamente, reconhecida por seus rigorosos controles de segurança, mas também por seus detentos de alto perfil. Esse é o caso de Nicolás Maduro, sua esposa Cilia Flóres; Sean “Diddy” Combs, Luigi Magnione, entre outras figuras que já pisaram neste lugar, como foi o caso do ex-traficante de drogas colombiano-alemão Carlos Lehder.
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Maduro, capturado nas primeiras horas de 3 de janeiro deste ano, permanece detido naquele centro de detenção pelos crimes de narcoterrorismo, tráfico de drogas e corrupção.
Em uma entrevista recente no podcast ‘Beyond Silence’, Carlos Lehder, que conquistou sua liberdade em 2020, contou como é o MDC e tudo o que é vivido por dentro. Algo que o chefe deposto do regime venezuelano estaria experimentando. Segundo Lehder, esse centro “não é uma prisão comum”, mas um confinamento que ele definiu repetidamente como “o planeta escuro.”
Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn
Reprodução/ United States Department of Justice
Quando questionado sobre as condições da detenção, Lehder foi direto:
— É o planeta escuro. Não há luz, nem sol. Não há conversa ou contato humano, exceto com os guardas que te dão a comida — disse ele.
Ele acrescentou:
— Está designado para a custódia de segurança máxima permitida pelas leis dos Estados Unidos e permanece em confinamento solitário até o dia em que o corpo não resistir mais.
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Sobre a cela onde Nicolás Maduro está detido, ele detalhou:
— Eu não estava na seção onde ele está; essa seção era para terroristas. Eu estava em outra seção também isolada.
O ex-traficante explicou que Nicolás Maduro “está internado em uma cela sem móveis (…) ele está confinado ao mais alto nível permitido de segurança e nenhuma visita é permitida.”
Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (C), é escoltado por agentes federais na sede da agência antidrogas dos EUA, em Nova York
Reprodução/Redes Sociais
Lehder, da mesma forma, mencionou o futuro judicial de Maduro e a possibilidade de evitar uma sentença de prisão perpétua em uma prisão de segurança máxima.
— Se eu fosse esse ditador, aceitaria a derrota e me declararia culpado — disse ele.
Portais como a BBC e a CNN apontam que o MDC Brooklyn é construído com paredes de aço reforçado e monitorado permanentemente por câmeras em cada esquina, além de ter guardas armados 24 horas por dia.
Para evitar qualquer tentativa de fuga ou resgate, o perímetro é protegido por barricadas capazes de impedir o impacto de caminhões pesados.
Além disso, a prisão possui um sistema de corredores internos que conectam diretamente aos tribunais federais, permitindo a transferência de detentos sem que eles precisem pisar em vias públicas.
Atualmente, Maduro compartilha esse centro com mais de 1.300 detentos envolvidos em casos de grande repercussão, em um ambiente onde, como descrito pela mídia americana, é praticamente impossível perceber o mundo exterior.
Histórico do presídio
O Centro de Detenção Metropolitano é famoso por diferentes motivos, que vão desde escândalos das condições em que funciona, como por abrigar nomes famosos e de casos de grande repercussão. Um dos mais recentes é o rapper Sean “Diddy” Combs, e outros como o ex-presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), José Maria Marin — que ficou detido no local entre 2017 e 2020 — e Michael Cohen, ex-advogado de Donald Trump, para quem atuou por cerca de 12 anos.
Por nomes de peso, o MDC e suas condições sempre vêm à tona. Em ocasiões anteriores, o The New York Times noticiou que detentos da unidade enfrentam más condições, como infestações de ratos e banheiros com esgoto exposto, e episódios de violência entre os presos, como a morte de dois homens por facadas no último.
O MDC foi inaugurado no início da década de 1990. A penitenciária acumula reclamações há muitos anos. Segundo a Associated Press, uma equipe do Bureau of Prisons trabalha para resolver os problemas da unidade, adicionando funcionários de segurança e médicos e se dispondo a resolver as mais de 700 solicitações de manutenção em atraso.
A unidade é usada principalmente para a detenção de pessoas que aguardam julgamento. Nos últimos anos também foram registrados suicídios entre os presos. Além disso, seis funcionários foram acusados de crimes, como subornos ou contrabando, segundo a AP. Em 2025, o MDC operava com cerca de 55% da sua capacidade total de funcionários.
Neste fim de semana, os Estados Unidos enfrentam tempestades de inverno que podem se tornar históricas. Seus efeitos já são sentidos em quase metade do país: em algumas regiões não será possível chegar ou sair por via aérea, e milhares de voos já foram cancelados. Apenas em Atlanta, as companhias aéreas cancelaram mais de 250 voos de partida neste sábado. Nestes casos, os direitos do passageiro brasileiro passam pela legislação americana.
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Segundo a advogada Isabela Castilho, especialista em direito do passageiro aéreo e relações de consumo, é fundamental que o viajante compreenda quais normas se aplicam a cada situação e como agir para minimizar prejuízos.
— Quando o voo parte dos Estados Unidos ou envolve companhias estrangeiras, o cliente brasileiro precisa entender que nem sempre se aplica integralmente a legislação brasileira. Ainda assim, existem direitos assegurados, especialmente quando há falha na prestação do serviço — explica.
Um voo da Southwest decola do Aeroporto Internacional de Nashville enquanto a neve cai em 24 de janeiro de 2026, em Nashville, Tennessee
BRETT CARLSEN / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP
A empresa não será penalizada em casos de más condições climáticas, mas, caso não preste os serviços adequadamente ao passageiro, poderá responder pela conduta.
O que fazer se meu voo foi cancelado?
Ao contrário do Brasil, onde a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) estabelece regras claras de assistência, nos Estados Unidos as obrigações das companhias aéreas variam conforme a política interna de cada empresa e o motivo do cancelamento. Por isso, é preciso analisar cada caso de acordo com suas particularidades.
Em caso de voos cancelados repentinamente, recomenda-se que o passageiro adote as seguintes orientações:
Solicitar informações formais da companhia aérea, preferencialmente por escrito ou via aplicativo;
Verificar reacomodação em outro voo, inclusive por companhias parceiras;
Confirmar se há assistência material, como alimentação, hospedagem e transporte, conforme o caso;
Guardar comprovantes de gastos e comunicações, que podem ser fundamentais para eventual pedido de reembolso ou indenização;
Avaliar se o voo envolve conexão com o Brasil, o que pode permitir a aplicação de regras mais favoráveis ao consumidor.
Segundo a advogada, quando os voos cancelados são de companhias aéreas americanas que possuem atuação no Brasil como Delta, United e American Airlines, o passageiro pode ajuizar a ação na Justiça brasileira, aplicando-se o Código de Defesa do Consumidor e a resolução nº 400 da Anac.
— Mesmo em situações de mau tempo, cabe indenização quando a companhia falha na assistência, não presta informações claras, impõe reacomodação excessivamente tardia, deixa o passageiro desamparado no aeroporto ou o obriga a arcar com despesas que deveriam ser custeadas pela empresa. Nessas hipóteses, podem ser devidos danos materiais e danos morais — afirma Isabela.
Reportagem do GLOBO conversou com moradores de várias regiões da Ucrânia sobre os efeitos causados pela enxurrada de ataques a míssil da Rússia. Bombardeios têm danificado estruturas de usinas elétricas e nucleares, prejudicando os sistemas de energia e calefação, extremamente essenciais no inverno. Esses problemas provocam também o congelamento da água, que consequentemente faz algumas cidades sofrerem com o abastecimento irregular. Os entrevistados, entre ucranianos e brasileiros, compartilharam as dificuldades que vêm enfrentando nas últimas semanas com a nova onda ofensiva dos russos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Elvis Presley embalou corações enamorados com ela em “Feitiço havaiano” em 1961. Deborah Kerr se despediu das ilhas e de seu amor impossível por Burt Lancaster no clássico “A um passo da eternidade” com uma versão triste dela tocando ao fundo em 1953. Pernalonga, Patolino e Tom e Jerry a tiveram como trilha sonora nos anos 1940 e 1950. Mais recentemente, nos anos 2000, Lilo e Stitch a apresentaram às gerações mais novas numa animada parceria da Disney. Há quase cem anos, a canção “Aloha Oe” é praticamente a representação musical do Havaí, exportada para o mundo através dos estúdios de Hollywood com seus acordes melódicos invocando o paraíso tropical polinésio. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A captura de Nicolás Maduro, o agora deposto presidente da Venezuela, em uma operação militar dos Estados Unidos em Caracas no último dia 3, marcou uma inflexão na atual política americana para a América Latina, com efeitos imediatos para além das fronteiras venezuelanas. Um deles foi tornar explícita a enorme dependência de Cuba em relação ao país sul-americano, diante de uma estratégia por parte do governo de Donald Trump de, ao menos por ora, buscar “asfixiar” a ilha caribenha por meio do estrangulamento de seu principal elo econômico externo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A presença de cubanos na Venezuela é um dos temas que, durante anos, teve espaço na vida política venezuelana, sobretudo após a chegada de Hugo Chávez Frías ao poder. Mas existem antecedentes distantes não apenas da presença de cidadãos da ilha caribenha em nossa terra, como também há laços históricos que destacam o apoio venezuelano à luta pela independência de Cuba. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Semanas de ataques aéreos da Rússia vêm danificando ainda mais a infraestrutura já comprometida da Ucrânia, deixando milhões de pessoas em todo o país sem energia, água e calefação durante a pior onda de frio enfrentada pelo país em quase quatro anos de guerra, com a sensação térmica podendo chegar a -20ºC. Dentro das casas e apartamentos da capital e de outras cidades, moradores resistem ao uso do inverno como arma, montando barracas dentro dos apartamentos, ligando o forno para aquecer os cômodos, coletando neve para obter água e dormindo com várias camadas de roupas, casacos, luvas e gorros. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Uma pistola Sig Sauer, modelo popular e utilizado por forças de segurança nos EUA, está no centro de uma disputa narrativa entre republicanos e democratas após a morte de um cidadão americano de 37 anos neste sábado, atingido por ao menos 10 tiros disparados por agentes federais. O presidente dos EUA, Donald Trump, e aliados conservadores afirmaram que a arma conduzida por Alex Jeffrey Pretti, um enfermeiro de UTI sem passagens pela polícia, era um claro sinal da intenção do homem em agir contra as agentes da lei que atuam no Estado, enquanto autoridades democratas afirmam que ele tinha autorização para portar uma arma de fogo, e exigem uma investigação sem participação de órgãos federais — em um momento em que gravações do momento dos disparos mostram que, ao menos inicialmente, a vítima não apontou nenhuma arma para os oficiais.
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Pretti morava em um apartamento em Minneapolis, a uma curta distância de carro de onde foi morto. Ele trabalhava como enfermeiro na Unidade de Tratamento Intensivo do hospital do Departamento de Assuntos de Veteranos dos EUA. Colegas, familiares e conhecidos ficaram chocados com sua morte, e o descreveram como uma pessoa amigável, profissional dedicado e sem qualquer sinal de violência.
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Ruth Anway, que trabalhou com o enfermeiro, descreveu-o como um colega apaixonado e um amigo de bom coração com um senso de humor apurado. Anway, que também é enfermeira, o conheceu por volta de 2014, quando ele era assistente de pesquisa no hospital, e o incentivou a seguir a carreira.
— Ele realmente floresceu naquele ambiente — disse ela em entrevista por telefone ao New York Times. — Ele queria ser útil, ajudar a humanidade e ter uma carreira que fosse uma força para o bem no mundo.
A imagem formada pelas pessoas próximas à vítima não foi em nenhum aspecto considerada pelas autoridades do governo federal americano ao comentar o caso. Em uma entrevista coletiva na noite deste sábado, a secretária de Segurança Interna, Kristi Noem, afirmou que Petti tinha como objetivo matar policiais, repetindo alegações feitas por outros membros do governo.
Manifestantes protestam contra agentes federais nas proximidades do local onde homem foi morto a tiros em Minneapolis
Roberto Schmidt/AFP
— Parece que este é um caso em que um indivíduo chegou ao local com a intenção de causar o máximo de danos possível a pessoas e matar policiais — disse Noem, culpando autoridades públicas de Minnesota pela violência. — Esse indivíduo, que veio armado e com munição para impedir uma operação policial de agentes federais, cometeu um ato de terrorismo doméstico. Esses são os fatos.
O Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) publicou horas antes uma foto da arma que teria sido apreendida com Pretti. O relato oficial do órgão federal foi de que o homem teria confrontado agentes da Patrulha da Fronteira dos EUA — deslocados para o estado a mando de Trump — armado com a pistola durante uma operação que tinha por alvo um imigrante acusado de violência. O agente, segundo o DHS, efetuou disparos contra Pretti “ao temer pela própria vida”.
Em uma coletiva de imprensa durante a tarde, o chefe do Departamento de Polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, afirmou que Pretti não tinha ficha criminal e possuía uma licença de uso de armas — Minnesota permite o porte em locais públicos, o que as autoridades apontaram como um indício de que ele não estaria infringindo a lei apenas por portá-la.
Agente federal aponta arma para manifestante em Minneapolis neste sábado
Brandon Bell/Getty Images/AFP
As autoridades democratas reagiram com fúria à morte. O governador Tim Waltz se referiu ao caso como um “ataque atroz”, enquanto o deputado Hakeem Jeffries, líder da minoria na Câmara, avançou contra as autoridades federais.
“Agentes mascarados e sem lei do Departamento de Segurança Interna (DHS) assassinaram brutalmente mais um cidadão americano em Minneapolis”, disse em um comunicado. “Os extremistas de Donald Trump desencadearam essa carnificina nas ruas da América. Todos eles devem ser responsabilizados criminalmente em toda a extensão da lei”.
O senador Chuck Schumer, líder democrata de Nova York, afirmou em comunicado que os senadores do partido votariam para bloquear um pacote bipartidário de gastos que financiaria o Departamento de Segurança Interna e outras partes do governo. O Senado deve analisar a medida, que inclui US$ 10 bilhões para o ICE, antes do prazo final para a paralisação do governo no final de janeiro.
“Os senadores democratas não fornecerão os votos necessários para a aprovação do projeto de lei de dotações orçamentárias se o projeto de financiamento do Departamento de Segurança Interna for incluído”, disse ele.
Vídeos analisados pelo jornal americano The New York Times contradizem os relatos. As gravações mostram o homem segurando um celular, e não uma arma, quando os agentes o forçam ao chão antes de dispararem ao menos dez vezes em cinco segundos. O chefe de polícia de Minneapolis, Brian O’Hara, disse que os investigadores acreditam que ao menos dois agentes dispararam.
Em meio à disputa de versões, corre em paralelo uma disputa por quem ficará a frente da investigação sobre o caso. Quando uma outra cidadã americana, Renee Good, foi morta por um agente do Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA (ICE, na sigla em inglês), agências federais impediram que técnicos e peritos estaduais coletassem provas e evidências. O agente que disparou contra Good terminou não sendo denunciado por nenhum crime.
Na ocasião, a Casa Branca e autoridades ligadas ao governo federal argumentaram que a mulher teria tentado atropelar um agente, enquanto críticos disseram que os disparos foram feitos sem qualquer prerrogativa de legítima defesa. Filmagens a partir de ângulos diferentes não foram suficientes para uma solução conclusiva. (Com NYT)
Vídeos compartilhados nas redes sociais que mostram o momento que um homem foi baleado por agentes federais em Minneapolis, verificados pelo The New York Times, contradizem a versão do Departamento de Segurança Interna dos EUA (DHS, na sigla em inglês) sobre o caso na manhã deste sábado — que inflamou ainda mais as tensões entre as forças federais que executam a agenda anti-imigração do presidente Donald Trump e a resistência civil.
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O DHS afirmou que o episódio começou depois que um homem abordou agentes da Patrulha da Fronteira com uma arma de fogo, e que eles tentaram desarmá-lo. No entanto, imagens do local mostram que o homem segurava um telefone na mão enquanto se aproximava dos agentes. Ele também não parece ter tentado sacar a arma enquanto era imobilizado, embora não esteja claro de onde partiram o primeiro disparo. Algumas das gravações circulam nas redes. As imagens são fortes.
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Uma análise feita quadro a quadro de uma das gravações analisadas pelo jornal americano mostram que vários agentes lutando com o homem antes de o derrubarem. O homem parece resistir enquanto os agentes agarram suas pernas, pressionam suas costas e o golpeiam repetidamente. Este vídeo em particular não mostra o que levou ao episódio.
As imagens mostram um agente se aproximando e agarrando o homem enquanto os outros o imobilizam. O agente parece retirar uma arma do meio do grupo. Simultaneamente, outro agente desembainha sua arma. O agente mira nas costas do homem e parece disparar um tiro à queima-roupa. Em seguida, parece continuar atirando no homem, que cai.
Um terceiro agente desembainha sua arma. Ambos os agentes parecem disparar tiros adicionais contra o homem enquanto ele permanece imóvel no chão. No total, pelo menos 10 tiros parecem ter sido disparados em cinco segundos.
O governador de Minnesota, Tim Walz, afirmou em coletiva de imprensa neste sábado que “não se pode confiar” em uma investigação conduzida por autoridades federais sobre o tiroteio fatal que resultou na morte de um cidadão americano no estado, atingido por agentes de imigração (ICE).
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Walz diz que viu o vídeo relacionado ao incidente e o chama de “repugnante”. Ele afirma que as autoridades estaduais devem liderar a investigação sobre o tiroteio e que o sistema de justiça de Minnesota deve ser autorizado a atuar no caso.
— Não se pode confiar no governo federal para liderar esta investigação. O estado vai cuidar disso, ponto — disse, ao acusar a operação em curso contra a imigração ilegal de “semear o caos e a violência”.
Bob Jacobson, comissário do Departamento de Segurança Pública de Minnesota, informou que a Guarda Nacional está atuando no estado há uma semana e está pronta para reagir e prestar apoio a xerifes. O governador acrescentou que o estado vai cobrar do governo federal os custos da mobilização da Guarda Nacional, “porque eles estão arcando com despesas que recaem sobre nós em razão de suas ações irresponsáveis”.
O novo incidente aconteceu às 09h (12h em Brasília), segundo o Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) e autoridades policiais estaduais. A vítima seria um cidadão americano de 37 anos, residente em Minneapolis. O relato oficial da agência federal afirma que ele estaria armado com uma pistola semiautomática 9mm, e que teria resistido violentamente a uma abordagem. Trump fez menção às informações divulgadas pelo DHS na publicação.

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