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Quatro astronautas se preparam para voar para a Estação Espacial Internacional (EEI) na próxima semana, após a missão da tripulação anterior ser encurtada por uma evacuação médica. O lançamento está previsto para 11 de fevereiro, mas a empresa espacial SpaceX, de Elon Musk, anunciou, no início desta semana, que suspendeu todos os voos do seu foguete Falcon 9 para investigar um problema, o que poderia adiar a data de lançamento.
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Este contratempo é o último de uma série de incidentes em torno desta nova missão, chamada Crew-12, que inclui os astronautas norte-americanos Jessica Meir e Jack Hathaway, a francesa Sophie Adenot e o cosmonauta russo Andrey Fedyaev.
Esta tripulação substituirá a Crew-11, que retornou à Terra em janeiro, um mês antes do previsto, após a primeira evacuação por razões médicas na história da estação espacial. A Nasa se negou a revelar quaisquer detalhes sobre o problema de saúde que encurtou a missão.
Desde então, o laboratório científico, que há 25 anos orbita a 400 quilômetros da Terra, contou com uma tripulação mínima de três pessoas. E, em decorrência da evacuação médica, a Nasa adiantou a data de voo da Crew-12 em alguns dias.
O lançamento também coincidiu com a primeira missão lunar da Nasa em mais de meio século, mas ao detectar, nesta semana, um vazamento de combustível durante os testes finais, a agência espacial americana decidiu adiar o projeto ao satélite terrestre para 6 de março.
“Algum dia, serei eu”
Assim que os astronautas embarcarem, serão uma das últimas tripulações a viver na estação espacial. A EEI, que sempre teve tripulantes durante este último quarto de século, já está no seus últimos anos e o seu fim está programado para 2030.
A estação, do tamanho de um campo de futebol, é um dos poucos setores em que se mantém a cooperação entre os países ocidentais e a Rússia, desde que Moscou invadiu a Ucrânia em 2022.
A missão Crew-12 não evitou, no entanto, certas tensões. Em novembro, o cosmonauta russo, previsto há muito tempo para o dispositivo, foi retirado da equipe por suspeitas de espionagem, segundo analistas, embora a Nasa não tenha confirmado. A agência espacial russa Roscosmos se limitou a mencionar uma transferência para outro posto. O seu sucessor foi escolhido por sua experiência de voo durante a Crew-6 em 2023.
Os quatro astronautas desta nova missão realizarão diversos experimentos, incluindo o estudo dos efeitos da microgravidade em seus corpos, durante os oito meses que passarão na estação espacial.
A americana Jessica Meir, que trabalhou anteriormente como bióloga marinha em ambientes extremos, será a responsável pela equipe. Sophie Adenot se tornará a segunda mulher francesa a viajar ao espaço, seguindo os passos de Claudie Haignere, que esteve na estação espacial Mir.
Quando a missão de Haignere aconteceu, Adenot tinha 14 anos. “Foi uma revelação”, disse, recentemente, esta piloto de helicóptero. “Naquele momento, eu disse para mim mesma: um dia, serei eu”.
O lançamento da missão Crew-12 está programado para 11 de fevereiro às 8h no horário de Brasília, a partir de Cabo Canaveral, Flórida. Se for cancelado, poderão ocorrer novas tentativas nos dois dias seguintes.
O presidente Lula disse que trazer Nicolás Maduro e a sua mulher de volta a Venezuela não é a sua preocupação principal em relação ao episódio que envolve o país e o governo americano. As maiores preocupações, diz o presidente, é fortalecer a democracia e melhorar a vida do povo venezuelano. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
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O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, afirmou nesta quinta-feira que pretende permanecer a frente do governo britânico apesar do turbilhão político causado pelas novas revelações sobre os laços entre seu ex-aliado Peter Mandelson e o magnata americano Jeffrey Epstein, acusado de crimes sexuais que morreu na prisão em 2019. Starmer nomeou Mandelson — que é casado com o brasileiro Reinaldo da Silva, que recebeu mais de R$ 70 mil de Epstein e está citado em documentos revelados pelo Departamento de Estado dos EUA — como embaixador em Washington em 2024, quando já se sabia que havia vínculos entre as duas figuras.
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— Pretendo continuar realizando este trabalho essencial para o nosso país. Fui eleito em 2024 com um mandato para mudá-lo para melhor — disse Starmer em um discurso nesta quinta-feira, no qual também se solidarizou com as vítimas de Epstein, desculpou-se pelo dano de imagem provocado pela nomeação de Mandelson e criticou o ex-embaixador. — Sinto muito pelo que foi feito a vocês, sinto muito que tantas pessoas em posições de poder os tenham traído, sinto muito por ter acreditado nas mentiras de Mandelson e tê-lo nomeado.
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A crise envolvendo Mandelson se transformou em uma luta pela sobrevivência política para Starmer, na qual mesmo representantes do Partido Trabalhistas passaram a questionar a liderança do premier e se mostraram furiosos com o impacto para o governo eleito há menos de dois anos — que rompeu com anos de domínio Conservador na política nacional.
Mandelson, de 72 anos, era membro da Câmara dos Lordes e figura conhecida no Partido Trabalhista britânico. Ex-ministro de Comércio da UE, ele foi nomeado embaixador em Washington por Starmer em 2024. Em um depoimento na quarta-feira, o premier disse que ele mentiu sobre a extensão total de seu relacionamento com Epstein durante o processo de seleção para o cargo em Washington.
— Lamento tê-lo nomeado. Se eu soubesse naquela época o que sei agora, ele jamais teria chegado perto do governo — disse o premier na audiência com os parlamentares na quarta.
A tempestade política se forma apenas 19 meses após a posse de Starmer, e parece ganhar tração às vésperas das eleições locais no Reino Unido, que serão realizadas em maio. A expectativa já era de um resultado ruim para os trabalhistas — desempenho que pode ser ainda mais prejudicado pela crise em curso.
Peter Mandelson e Jeffrey Epstein
Reprodução
Promessa de investigação
A polícia britânica anunciou que abriu uma investigação para apurar alegações de que Mandelson teria repassado informações confidenciais e potencialmente sensíveis a Epstein há quase duas décadas, e também trocas de e-mails reveladas recentemente que mostram relações amistosas, fotos privadas e transações financeiras entre o americano, o britânico e seu marido brasileiro.
Uma das principais denúncias diz respeito a um relatório econômico encaminhado por Mandelson, em 2009, a Epstein. O arquivo havia sido destinado originalmente então premier britânico Gordon Brown. A última leva de documentos também mostra que o americano teria transferido um total de US$ 75 mil em três pagamentos para contas ligadas ao político britânico entre 2003 e 2004. Se for indiciado e condenado por má conduta em cargo público, ele pode ser preso.
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Além dos atos do ex-embaixador propriamente, há cobrança no campo político sobre a nomeação dele para o cargo em Washington por Starmer. Embora parte das acusações já tivessem motivado o recuo do premier, que o demitiu em setembro do ano passado, e-mails revelados pela última divulgação de arquivos mostrou o nível de relacionamento entre eles.
Em uma sequência de e-mails em 2009, Mandelson comemora a libertação de Epstein após um período na prisão, entre 2008 e 2009. Um dia depois, Mandelson pergunta a Epstein: “Como é a sensação de liberdade?”. Epstein responde: “Ela é fresca, firme e cremosa”. Mandelson então diz: “Menino travesso”.
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Os comentários cercados de obscenidade foram duramente criticados por parlamentares britânicos, que pressionam Starmer pela nomeação.
— Ele pensou nas vítimas de Epstein? — questionou o líder dos Liberais Democratas, Ed Davey.
Vozes de partidos da oposição e do próprio Partido Trabalhista pediram a demissão do chefe de gabinete de Starmer, Morgan McSweeney, um aliado de longa data de Mandelson que, segundo vários relatos, defendeu sua nomeação para Washington.
O primeiro-ministro prometeu divulgar os documentos de investigação sobre o ex-embaixador, e concordou em submetê-los ao Comitê de Inteligência e Segurança do Parlamento, afirmando que queria que os parlamentares vissem como Mandelson “distorceu completamente a extensão de seu relacionamento com Epstein”.
Impacto no Reino Unido
Embora não tenha sido diretamente citado diretamente nos arquivos como outros líderes estrangeiros, como o próprio presidente americano, Donald Trump, Starmer se encontra sob intensa pressão política em um país cujas instituições tentam dar resposta a denúncias nas mais altas instâncias — incluindo na realeza.
Mais famoso que Mandelson, o príncipe Andrew — que teve o título retirado após as revelações de seu envolvimento com Epstein — também voltou aos holofotes com a divulgação da última remessa de arquivos.
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Divulgação / Departamento de Justiça dos EUA
O irmão do rei Charles III, acusado por uma das vítimas do financista americano de tê-la agredido sexualmente, apareceu em fotos constrangedoras em cima de uma mulher deitada no chão, enquanto novos e-mails revelaram que ele convidou o financista americano ao Palácio de Buckingham.
Andrew deixou às pressas o Royal Lodge, uma propriedade da realeza britânica com 30 cômodos em Windsor, nos últimos dias, quando a avalanche de notícias envolvendo seu nome começaram a se espalhar diante da divulgação dos novos arquivos.
O contraste do impacto dos “arquivos Epstein” no Reino Unido e em outras partes da Europa — como na Noruega — e nos EUA foi apontado pelo analista da CNN Stephen Collinson como um sintoma do controle de Trump sobre as instituições no país e sobre o Congresso, e da instabilidade no caso de Starmer.
“Até agora, as reviravoltas em torno de Epstein não tiveram um impacto existencial sobre Trump. O presidente não foi acusado de nenhum crime — mesmo que seu relacionamento passado com Epstein levante dúvidas sobre suas escolhas de amizade. E embora não seja tão forte politicamente quanto já foi, Trump não é tão vulnerável a ponto de correr o risco de ser destituído da Casa Branca. A situação de Starmer é muito mais grave”, escreveu. (Com AFP)
Uma ex-duquesa britânica chamou Jeffrey Epstein de “o irmão que sempre desejei ter”. A futura rainha da Noruega escreveu “sinto falta do meu amigo maluco” mesmo depois de seus crimes de tráfico sexual virem a público. Já um assessor da corte real da Arábia Saudita trocou mensagens grosseiras e sugestivas com Epstein. Os episódios ilustram a proximidade mantida por membros da realeza com o financista, apesar de sua condenação criminal.
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“Tenho certeza de que você está abrindo muitas pernas por aí”, escreveu Raafat Al-Sabbagh, assessor da corte real saudita e próximo do príncipe herdeiro Mohammad bin Salman, a Epstein, que estava em sua casa na Flórida.
Há, claro, uma longa e sórdida história de membros da realeza se envolvendo em comportamentos condenáveis ao redor do mundo.
Mas os documentos sobre Epstein divulgados na sexta-feira pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelaram novas evidências de como alguns integrantes de famílias reais, e pessoas de seu círculo, repetidamente ignoraram a reputação repulsiva do criminoso sexual condenado, enquanto o elogiavam e faziam pedidos de dinheiro, presentes e atenção.
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Epstein usou seu acesso a dinheiro e o aliciamento de meninas e mulheres para construir e fortalecer relações com pessoas de enorme poder, status e riqueza. Centenas de mensagens de texto, e-mails, fotos e vídeos recém-divulgados mostram como ele estendeu essa proximidade a membros da realeza e a pessoas próximas a eles.
Ele teria quitado dívidas, oferecido apartamentos temporários, levado convidados em jatos particulares e hospedado essas pessoas em suas residências. Em troca, alguns de seus correspondentes ligados à realeza pareceram pouco incomodados com sua condenação criminal de 2008, embora os arquivos recém-divulgados não provem que eles soubessem de outras atividades criminosas de Epstein.
“Você é um amor”, dizia um e-mail de 2012 enviado a Epstein, aparentemente pela princesa herdeira da Noruega, Mette-Marit.
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Em alguns casos, as revelações estão ampliando a turbulência nas famílias reais, cujos parentes e autoridades governamentais correm para se distanciar daqueles que mantiveram contatos desconfortavelmente próximos com Epstein.
— Fica a impressão de que ele era um sujeito extremamente transacional, que comprava influência nos altos escalões — afirmou Ed Owens, historiador da realeza. — Essencialmente, Epstein usava seus recursos financeiros pessoais para comprar influência junto a figuras-chave — acrescentou.
Segundo ele, alguns membros das famílias reais permitiram que uma relação de caráter profissional com Epstein se transformasse em amizade.
— É exatamente por isso que eles o consideravam um amigo tão útil, justamente porque ele conquistava a confiança deles — completou.
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As comunicações entre Epstein e membros da realeza estão repletas de referências sugestivas à sua busca por mulheres mais jovens. Em um e-mail enviado por Epstein à princesa herdeira da Noruega, ele escreveu que havia conhecido duas norueguesas, de 24 e 25 anos. “Gosto de Oslo”, disse ele.
“As garotas têm 24 e 25 anos?”, teria respondido a princesa, a partir de uma conta chamada H.K.H. Kronprinsessen, que significa S.A.R. (Sua Alteza Real) Princesa Herdeira, em norueguês. “Eu também gosto de Oslo”, ela disse.
O primeiro-ministro Jonas Gahr Store afirmou que a princesa herdeira “reconheceu que exerceu um julgamento ruim, e eu concordo com ela”.
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As conexões de Epstein com políticos e executivos ricos geraram manchetes escandalosas por anos, antes e depois de ele morrer por suicídio em uma prisão em 2019, aos 66 anos, enquanto aguardava julgamento por acusações federais de tráfico sexual. A longa lista de antigos conhecidos inclui o presidente Donald Trump, o ex-presidente Bill Clinton, Bill Gates, Elon Musk e muitos outros. Todos negam ter conhecimento das atividades ilegais de Epstein.
Os novos arquivos ampliam essa lista para membros da corte real saudita. Uma série de mensagens de texto e e-mails entre Epstein e Al-Sabbagh data principalmente de 2016 e 2017, os anos em que o príncipe Mohammed ascendia ao poder e buscava construir relações nos Estados Unidos.
Epstein parece ter mantido uma relação cordial com Al-Sabbagh, oferecendo-se para conectá-lo a pessoas do Vale do Silício e de outros lugares. Ele enviou felicitações durante o feriado muçulmano do Eid e no mês sagrado do Ramadã, além de oferecer conselhos ao “seu chefe” sobre política, negócios e mercados de petróleo. Em troca, Al-Sabbagh pediu a opinião de Epstein sobre a campanha presidencial de Donald Trump.
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Ao longo de vários meses de 2016, Epstein pressionou de forma insistente Al-Sabbagh para que marcasse um encontro com seu “chefe”, uma aparente referência ao príncipe Mohammed, que visitava os Estados Unidos naquele período. Quando Epstein viajou à Arábia Saudita, em novembro de 2016, ele recebeu apoio do “protocolo real”, setor do governo responsável pela logística de visitantes que se reúnem com membros graduados da realeza.
— Você precisa que eu reserve o Four Seasons para você em Riad? Ou o rei está cuidando disso? — perguntou a assistente de Epstein, enquanto organizava seu itinerário. Epstein exibia em sua casa uma fotografia ao lado do príncipe Mohammed, embora não esteja claro quando e onde o encontro ocorreu.
Pela correspondência, fica evidente que Al-Sabbagh conhecia a reputação de Epstein. Em uma mensagem, ele compartilhou uma reportagem sobre uma “rainha da beleza russa” que teria ido a Dubai para “vender sua virgindade por US$ 13 mil”.
“Finalmente você me manda algo que vale a pena”, respondeu Epstein.
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O Centro de Comunicação Internacional do governo saudita, responsável por responder a questionamentos da imprensa, não respondeu a um pedido de comentário, assim como Al-Sabbagh.
No Reino Unido, a família real lida há anos com as repercussões da amizade de Epstein com Andrew Mountbatten-Windsor, anteriormente conhecido como príncipe Andrew e duque de York. Ele teve seus títulos retirados em setembro por seu irmão, o rei Charles III.
Após a divulgação, neste fim de semana, de imagens que mostram Mountbatten-Windsor agachado sobre uma mulher deitada no chão, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer pediu que ele prestasse depoimento ao Congresso dos Estados Unidos sobre Epstein.
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Divulgação / Departamento de Justiça dos EUA
Os arquivos também incluem correspondências por e-mail até então inéditas entre Epstein e Sarah Ferguson, ex-esposa de Mountbatten-Windsor e antiga duquesa de York, após a condenação de Epstein em 2008 por crimes sexuais.
Um e-mail de 2009 revela que Epstein provavelmente pagou voos para “a duquesa e as meninas, de Heathrow a Miami”, numa aparente referência a viagens de Ferguson e de suas filhas, as princesas Eugenie e Beatrice. Em 2010, em outra troca de mensagens, a ex-duquesa de York o chamou de “uma lenda”.
“Realmente não tenho palavras para descrever meu amor e gratidão pela sua generosidade e bondade. Xx Estou a seu serviço. É só casar comigo”, acrescentou.
Os e-mails não apenas documentam uma relação próxima, como também sugerem que Epstein esperava que a duquesa usasse sua influência para melhorar sua imagem pública. Em um e-mail, Epstein sugere que Ferguson divulgasse uma declaração afirmando que ele “não era pedófilo”.
Não há evidências de que ela tenha feito isso.
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Seus representantes não responderam aos pedidos de comentário nesta semana. Sua instituição de caridade, a Sarah’s Trust, anunciou na terça-feira que encerrará suas atividades.
Em algumas famílias reais, assim como ocorreu com outras figuras proeminentes, os documentos divulgados enfraquecem explicações públicas anteriores sobre a extensão das relações com Epstein.
Ferguson enviou e-mails a ele meses depois de admitir, em 2011, que Epstein havia ajudado a quitar suas dívidas e de pedir desculpas por seu “terrível erro de julgamento” ao “ter qualquer tipo de relação com Jeffrey Epstein”.
Os arquivos recém-divulgados também sugerem que ele e a princesa Mette-Marit eram mais próximos do que se sabia até então. Os e-mails que parecem ter sido enviados pela princesa herdeira, muitas vezes assinados como “Mm” e “Mette m”, incluem conversas sobre compras, recomendações de livros, férias, doenças e compromissos.
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A princesa, que deve se tornar rainha quando seu marido, o príncipe herdeiro Haakon, ascender ao trono, afirmou em comunicado divulgado na segunda-feira que assume “responsabilidade por não ter investigado o histórico de Epstein de forma mais aprofundada” e que se arrepende de “ter tido qualquer contato” com ele. Ela disse que as vítimas de Epstein têm sua “profunda solidariedade e empatia”.
Uma porta-voz da família real norueguesa se recusou a comentar mais sobre o caso.
As revelações mais recentes são especialmente indesejadas para uma família real que já vinha sendo abalada por escândalos. A divulgação dos e-mails amistosos entre a princesa herdeira e Epstein ocorreu poucos dias antes de o filho dela, de um casamento anterior, começar a ser julgado, na terça-feira, por um caso de estupro.
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Um empresário brasileiro identificado como Maximiano Fernandes foi detido por agentes do Serviço de Imigração dos Estados Unidos (ICE), na última semana. Segundo veículos de imprensa americanos, o gaúcho é proprietário do Stow Cafe, na cidade de Stow, no estado de Massachusetts.
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Segundo o site americano Boston Globe, a secretária adjunta do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos, Tricia McLaughlin, afirmou que Max Fernandes, como é conhecido, estaria com visto de turista vencido e permanecerá sob custódia do ICE até que sejam realizados os “procedimentos de imigração”.
Ao site Boston.com, a polícia da cidade de Stow informou não ter participado da operação do ICE nem ter sido comunicada previamente. Autoridades locais lembraram que uma decisão judicial estadual de 2017 impede departamentos de polícia de manter pessoas presas apenas com base em ordens civis de imigração.
O senador estadual Jamie Eldridge confirmou a detenção e disse estar em contato com a família e com a deputada Kate Hogan em busca de apoio. Segundo ele, Fernandes foi levado para o escritório regional do ICE em Burlington, local utilizado para detenções de curta duração e alvo frequente de críticas de defensores de imigrantes.
A detenção causou repercussão imediata entre americanos e brasileiros. Segundo a rádio WBZ News, o café de propriedade do brasileiro passou a exibir cartazes críticos às operações migratórias. A mulher do empresário também disse ter recebido apoio da comunidade.
Processo judicial de 2024
Registros do Tribunal Distrital de Concord, citados pelo site Metro West Daily News, indicam que Fernandes foi acusado, em maio de 2024, de agressão sexual contra pessoa maior de 14 anos, sequestro, agressão e lesão corporal, além de outras duas acusações de agressão. Na audiência inicial, ele se declarou inocente. Depois, firmou acordo com a promotoria e reconheceu a existência de fatos suficientes para condenação em todas as acusações, exceto a de sequestro, que foi retirada.
Esse tipo de admissão não equivale a uma confissão formal de culpa, mas reconhece que há provas que poderiam levar à condenação. Ainda segundo o site, a juíza Lynn Brendemuehl determinou a continuidade do caso sem sentença por dois anos e seis meses, mantendo Fernandes em liberdade condicional. Caso cumpra as condições impostas, o processo poderá ser arquivado em 3 de agosto de 2027. A magistrada também advertiu para possíveis consequências migratórias, incluindo deportação.
Campanha virtual
Amigos de Fernandes organizaram uma campanha virtual para auxiliar o brasileiro. No texto, ele é descrito como único provedor de sua família e pai de quatro filhos, incluindo trigêmeas pequenas com necessidades especiais. O texto alega que ele possui situação migratória regular e afirma que o processo judicial já estaria encerrado. A defesa informou ter apresentado pedido de habeas corpus no dia da detenção.
Registros judiciais mencionados pela imprensa indicam, porém, que o caso permanece tecnicamente aberto durante o período de liberdade condicional, o que pode explicar a atuação das autoridades migratórias. Até a manhã desta quinta-feira, a campanha havia arrecadado cerca de US$ 47 mil para despesas legais e apoio à família.
Procurados, representantes do ICE, do Ministério Público do condado de Middlesex e a defesa de Fernandes não comentaram o caso, segundo veículos locais.
Ainda de acordo com a imprensa americana, Maximiano deixou o Brasil em 2005, trabalhou em restaurantes da região e abriu o Stow Cafe em 2011.
O Ministério do Interior do Uruguai divulgou imagens da operação realizada nesta terça-feira no bairro de Ciudad Vieja, em Montevidéu, que levou à descoberta de um túnel supostamente construído para assaltar um banco. Dez pessoas foram presas e uma está foragida.
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O túnel liga um prédio abandonado na esquina das ruas Colón e 25 de Mayo — onde a polícia chegou para iniciar a operação — ao sistema de esgoto. Além de divulgar imagens da operação, o ministério forneceu detalhes sobre o andamento da investigação da chamada Operação Escudo.
Vídeo:
“Em Ciudad Vieja, agentes da Direção de Repressão ao Tráfico Ilícito de Drogas, bombeiros e policiais científicos continuam trabalhando para determinar o trajeto completo do túnel e suas conexões”, informou oficialmente, acrescentando que “neste momento, há 10 pessoas detidas e uma procurada”.
As imagens correspondem à primeira seção examinada pela polícia. Elas mostram que os agentes precisam fazer esforço para atravessar o túnel que liga o imóvel abandonado — listado como alugado desde meados de 2025 — ao sistema de esgoto.
A polícia prendeu a décima pessoa envolvida na tentativa de ‘roubo do século’
Dez pessoas foram presas devido a suposta tentativa de assalto a banco em Ciudad Vieja através do túnel. O Ministério do Interior confirmou a informação em um comunicado. “Entre os presos estão cidadãos paraguaios e brasileiros”, diz o comunicado.
O túnel ligava um prédio comercial abandonado, onde se presume que tenha começado uma construção, ao sistema de esgoto da cidade. Com base nas informações coletadas, as autoridades suspeitam que a intenção era que a escavação alcançasse um dos bancos da Cidade Velha para realizar algo semelhante ao chamado “assalto do século”.
O Ministro Carlos Negro declarou em coletiva de imprensa que a investigação começou dois meses antes e concluiu que um túnel estava sendo construído no local, provavelmente levando a um banco na região. Isso se refere ao assalto à agência do Banco Río em Acassuso, província de Buenos Aires, em 13 de janeiro de 2006. A quadrilha que cometeu o crime era liderada pelo uruguaio Luis Mario Vitette Sellanes. Os outros quatro criminosos eram Fernando Araujo, Rubén Alberto de la Torre, Sebastián García Bolster e Julián Zalloechevarría.
A polícia prendeu 10 pessoas e tentará determinar se há mais envolvidos, se os mentores do crime estão entre os detidos e qual banco era o alvo pretendido. “O Corpo de Bombeiros ainda precisa descer aos esgotos e determinar o ponto de saída final do túnel proposto”, disse Negro minutos após o início da operação.
O ministro acrescentou que, das nove primeiras pessoas presas, cinco foram encontradas no túnel ou nos esgotos, enquanto as outras quatro estavam em El Pinar. O ministério informou que a investigação em Ciudad Vieja continuou nos últimos dias “com diversas operações”, visto que “os exames forenses correspondentes ainda estão sendo realizados para coletar novas provas”.
O que se sabe sobre o estabelecimento comercial onde o túnel começava?
O espaço comercial abandonado usado para iniciar o túnel fica localizado na área de Colón e 25 de Mayo. Segundo Negro, o imóvel consta como alugado desde meados de 2025, o que poderia indicar quando os criminosos começaram a planejar a construção do túnel e o roubo .
O funcionário acrescentou que, embora a coleta de informações tenha começado há dois meses e pudesse ter continuado, as prisões e a análise do túnel foram realizadas porque “não sabemos o que está acontecendo lá atrás”, referindo-se ao estabelecimento comercial, e “não podemos esperar que o crime seja cometido, temos que evitá-lo”.
O Novo Start, que estabelecia limites ao número de ogivas e criava mecanismos mútuos de monitoramento e confiança, expirou nesta quinta-feira sem que as duas maiores potências nucleares, Estados Unidos e Rússia, firmassem um texto para suceder-lhe. O Kremlin afirmou que lamenta o fim do tratado, que pode acelerar uma nova corrida armamentista global, e que vê “isso de forma negativa”.
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Também nesta quinta, a Otan, a aliança militar liderada por Washington, pediu “responsabilidade e moderação”.
— A moderação e a responsabilidade no domínio nuclear são cruciais para a segurança global — afirmou uma autoridade da Otan, sob condição de anonimato, acrescentando que Rússia e China vêm ampliando suas capacidades nucleares. — A aliança continuará a adotar as medidas necessárias para garantir sua própria defesa. A retórica nuclear irresponsável da Rússia e sua sinalização nuclear coercitiva demonstram uma postura de intimidação estratégica.
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Washington disse que qualquer novo acordo nuclear precisaria incluir a China, mas os esforços internacionais para incentivar Pequim a participar de novas negociações fracassaram até agora. Após a expiração do Novo Start, a China, por sua vez, declarou que não participará de negociações nucleares “neste momento”. Ativistas alertam que o fim do tratado pode incentivar Pequim a ampliar seu próprio arsenal.
— A China sempre sustentou que o avanço do controle de armas e do desarmamento deve respeitar os princípios da manutenção da estabilidade estratégica global — afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lin Jian, em entrevista coletiva. — As capacidades nucleares da China são de uma escala totalmente diferente das dos EUA e da Rússia e, por isso, não participaremos de negociações de desarmamento nuclear neste estágio.
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Alarmado, o secretário-geral da ONU, António Guterres, pediu que os dois países “se ponham de acordo” porque o fim do tratado é “um momento grave para a paz e a segurança internacional”.
O tratado
As primeiras negociações entre soviéticos e americanos ocorreram em 1969, o Salt I, que produziu acordos sobre mísseis balísticos e sobre a construção de silos para mísseis balísticos intercontinentais. Foi o passo crucial para outros tratados bilaterais, como os Start I e II, o Sort e, em 2011, o Novo Start.
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Em seu primeiro mandato (2017-2021), o presidente americano, Donald Trump, adiou até o limite a extensão do Novo Start — inicialmente previsto para expirar em fevereiro de 2021 — e exigia a redação de um novo acordo, que incluísse a China. Pequim rejeitou aderir, e o democrata Joe Biden, vencedor da eleição de 2020, acertou a continuidade perto do fim do prazo, como queria a Rússia. Embora tenha expressado algum receio com o fim do atual tratado, Trump disse recentemente que não desistiu de incluir a China em um futuro texto.
Agora, o tratado, porém, expirou depois que Trump não deu seguimento à proposta de seu homólogo russo, Vladimir Putin, de estender por um ano os limites de ogivas previstos no acordo. Rússia e Estados Unidos controlam juntos mais de 80% das ogivas nucleares do mundo, mas os acordos de controle de armas vêm se enfraquecendo progressivamente.
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O arsenal nuclear da China cresce rapidamente e é estimado em cerca de 550 lançadores nucleares estratégicos, número ainda bem abaixo do limite de 800 imposto a cada um, Rússia e EUA, pelo Novo Start. Assinado inicialmente em 2010, o tratado limitava cada lado a 1.550 ogivas nucleares estratégicas implantadas — uma redução de quase 30% em relação ao teto anterior, estabelecido em 2002.
Apesar do número de ogivas se manter relativamente estável, os países com armas nucleares (hoje são nove) gastaram centenas de bilhões de dólares nos últimos anos para modernizar ogivas, sistemas de lançamento e ferramentas para uma hipotética guerra global. Na Ucrânia, a Rússia já usa armamentos com capacidade nuclear — como o míssil balístico Oreshnik — contra militares e civis. No ano passado, China e Coreia do Norte revelaram ao mundo novos mísseis intercontinentais, apresentados como impossíveis de interceptar. Os EUA, por sua vez, querem implementar um novo escudo antimísseis, o Domo de Ouro, cujo custo pode chegar à casa dos trilhões de dólares.
Julgado por estupro, Marius Borg Høiby, filho da princesa da Noruega Mette-Marit, negou nesta quinta-feira ter drogado uma de suas supostas vítimas, um dia após ela afirmar ter ingerido algo “sem saber”.
Marius Borg Høiby: Filho da princesa da Noruega admite ter traficado drogas
Acusado de estupro: Marius Borg Høiby é preso novamente, sob suspeita de agressão e ameaças
Nascido de uma relação anterior ao casamento de sua mãe, Mette-Marit, com o príncipe herdeiro Haakon, Høiby é julgado por 38 acusações, entre elas quatro estupros e agressões a ex-namoradas. O jovem de 29 anos nega as mais graves, principalmente os estupros, e está sujeito, no total, a uma pena de 16 anos de prisão.
Na quarta-feira, uma suposta vítima de estupro declarou no tribunal em Oslo que acredita ter sido drogada antes de ser estuprada por Høiby em uma festa na residência dos príncipes. “Suspeito que ingeri algo sem saber. É o que acredito, a 100%”, afirmou.
Nesta quinta-feira, Høiby retomou as explicações iniciadas na véspera e negou a versão apresentada pela vítima.
— Nunca droguei ninguém, pelo menos que eu saiba — disse, segurando uma espécie de terço e mascando chiclete.
Maruis Borg Hoiby, filho de princesa da Noruega (à esquerda) foi preso por violência contra mulher e admitiu ter consumido cocaína e álcool antes do ataque
Lise Åserud/AFP
No dia anterior, o filho da princesa reconheceu ter levado uma vida de excessos.
— Sou conhecido sobretudo como o filho da minha mãe, não por outra coisa. Tive uma necessidade de reconhecimento extremamente elevada. Por toda a minha vida. E isso traduziu-se em muito sexo, muitas drogas e muito álcool — declarou.
Marius Borg Hoiby, filho da princesa herdeira da Noruega Mette-Marit, responde por 38 acusações em julgamento em Oslo
Reprodução / X
Os fatos teriam ocorrido na noite de 19 para 20 de dezembro de 2018, na casa de Høiby na propriedade de Skaugum, onde reside a princesa, nos arredores de Oslo. Segundo o acusado, os pais estavam em casa.
A suposta vítima só teria descoberto o ocorrido anos depois, quando a polícia lhe mostrou fotos e vídeos apreendidos que incriminariam o acusado, nos quais ela aparece inconsciente, de acordo com os investigadores.
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Os quatro supostos estupros — um deles quando Høiby estava de férias com o príncipe Haakon nas ilhas Lofoten, em 2023 — teriam sido cometidos após relações inicialmente consentidas, muitas vezes em festas com consumo de álcool, quando as vítimas não estariam em condições de se defender, segundo a acusação.
A defesa sustenta que todos os casos foram “relações sexuais normais e consentidas”.
Uma casa em estilo “hobbit”, com linhas curvas, telhado verde e vista privilegiada para o litoral do País de Gales, foi colocada à venda por £4,5 milhões, cerca de R$ 32,47 milhões. Localizada em uma posição elevada acima da praia de Pen-y-Cwm, dentro do Parque Nacional da Costa de Pembrokeshire, a propriedade ocupa uma área de cerca de 7,3 hectares e já foi eleita propriedade do ano, segundo anúncios imobiliários.
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Projetada pelo arquiteto britânico Tom Kinver, a residência de quatro quartos é comercializada pela Fine & Country, que descreve o imóvel como “uma oportunidade verdadeiramente rara de possuir um pedaço do paraíso galês”. A casa foi concebida para se integrar à paisagem, com entrada privativa sinuosa, interiores amplos e luminosos e vistas abertas para falésias, campos e o azul da Baía de St Brides.
Arquitetura integrada à paisagem natural
O projeto aposta em materiais naturais e em um desenho orgânico que reforça a sensação de refúgio. Por dentro, o hall de entrada com piso de porcelanato leva a uma cozinha e sala de jantar amplas, descritas como o coração da casa, além de uma sala de estar voltada para o mar, com lareira de destaque, estantes embutidas e iluminação pensada para obras de arte. O quarto principal, localizado em uma ala privativa, conta com banheiro exclusivo e vista para prados floridos e o oceano ao fundo.
Além do interior sofisticado, a área externa inclui jardins planejados para favorecer a vida selvagem, lagos, fontes, uma horta já estabelecida e espaços de lazer privativos, como um deck equipado com forno de pizza. De acordo com a Fine & Country, a proposta é oferecer “luxo tranquilo”, em harmonia com o entorno natural.
Apesar da aparência isolada, a propriedade — conhecida como Cwm Mawr — está longe de ser remota. As vilas costeiras de Newgale e Solva ficam nas proximidades, e a cidade mercantil de Haverfordwest, a cerca de oito quilômetros, concentra comércio, restaurantes e serviços. “É uma propriedade icônica e espetacular, com vistas insuperáveis. Não existe outra igual”, afirmou Nigel Salmon, da Fine & Country, em material de divulgação.
Inserida em um trecho tranquilo do litoral, a casa combina privacidade com acessibilidade e tem, à porta, algumas das mais belas rotas de caminhada do País de Gales, além de enseadas escondidas e promontórios naturais. Segundo o anúncio, o imóvel pode ser usado como residência permanente, refúgio de férias de alto padrão ou casa de temporada com potencial de geração de renda.

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