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Enquanto intensificava os treinos para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026, a equipe israelense de bobsled enfrentou um contratempo fora das pistas. Um apartamento utilizado pelos atletas foi alvo de um assalto, com a perda de documentos e equipamentos em meio à fase final de preparação.
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O caso veio a público no sábado (7), quando o piloto AJ Edelman revelou o ocorrido em uma postagem no X (antigo Twitter). Segundo ele, “milhares de dólares em pertences e passaportes foram roubados” da residência usada pela equipe.
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De acordo com Edelman, além dos passaportes, foram levados malas, sapatos e equipamentos esportivos. Ao comentar o episódio, ele escreveu: “Que temporada…”. O atleta também afirmou que a equipe retomou as atividades logo depois e declarou: “Tenho que dizer que a equipe @israelbobsled é um excelente exemplo de como seguimos em frente em circunstâncias difíceis”.
O grupo estava treinando na República Tcheca antes da competição na Itália, e o caso é investigado pelas autoridades locais. À Associated Press (AP), AJ Edelman afirmou que estava na Itália no momento do roubo e relatou os detalhes do ocorrido.
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A participação em Milão-Cortina marca a primeira vez que Israel competirá no bobsled, segundo a Associated Press. A equipe garantiu a vaga após a Grã-Bretanha abrir mão de uma das posições disponíveis, o que permitiu a convocação do país seguinte na lista de classificação.
Israel deve disputar as provas de duplas e de quatro homens, com Edelman pilotando os trenós ao lado de Menachem Chen, Ward Fawarseh e Omer Katz.
Ainda de acordo com a AP, a presença israelense em competições esportivas internacionais tem ocorrido em meio a reações e boicotes relacionados à guerra em Gaza, que, segundo a agência, já deixou mais de 71.800 palestinos mortos.
Os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina tiveram cerimônia de abertura realizada em 6 de fevereiro, no Estádio San Siro, com apresentações musicais e a participação de artistas e personalidades internacionais. Durante o evento, a atriz Charlize Theron, embaixadora da paz das Nações Unidas, fez um discurso dirigido aos participantes e ao público: “Atletas, espectadores de todos os cantos do mundo, esta é uma mensagem de paz do meu amado compatriota Nelson Mandela.”
Ela acrescentou: “…Que estes Jogos sejam mais do que apenas esporte. Que sejam uma lembrança da nossa humanidade comum, do nosso respeito mútuo e um apelo retumbante pela paz em todos os lugares.”
O Partido Liberal Democrata (PLD), da premier japonesa, Sanae Takachi, conquistou uma vitória histórica nas eleições para a Câmara Baixa do Parlamento Japonês neste domingo. De acordo com as projeções, a sigla terá supermaioria na Casa, o que garante ao governo a aprovação de projetos sem a necessidade de negociar com outras forças políticas.
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Os números da rede NHK apontam que o PLD e o Partido da Inovação do Japão, seu parceiro de coalizão, podem chegar a 366 cadeiras. Segundo o portal Asahi Shimbun, ao menos 352 assentos já estão garantidos de um total de 465 cadeiras na Câmara Baixa. Essa é a primeira vez desde o fim da Segunda Guerra Mundial que um partido conquista a supermaioria — antes da eleição, a coalizão governista tinha apenas 232 cadeiras, e dependia de acordos para aprovar matérias de governo..
A votação antecipada foi uma aposta da popular premier Sanae Takaichi, a primeira mulher a comandar o governo japonês na História moderna, e que buscava traduzir em apoio parlamentar seus elevados índices de aprovação, e virar uma página complicada para o PLD, marcada por derrotas nas urnas e uma sequência de crises internas.
Com a supermaioria, poderá avançar em planos por vezes contestados para reduzir a inflação, cortar impostos, impulsionar o crescimento econômico e enfrentar um contexto de segurança regional cada vez mais complexo. Nas primeiras declarações, agradeceu o empenho dos eleitores que enfrentaram uma onda de frio e nevascas para ir às urnas, e delimitou seus próximos passos.
— Defendemos políticas que enfrentam forte oposição, incluindo uma grande mudança na política econômica e fiscal, o fortalecimento de nossa política de segurança e o aprimoramento das capacidades de inteligência — disse Takaichi na sede do PLD, quando os resultados estavam sendo divulgados, citada pelo Asahi Shimbun. — Se conquistarmos a confiança do povo, devemos trabalhar diligentemente nessas questões.
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Tal como seu guru político, o ex-premier Shinzo Abe (morto em 2022), Takaichi defende ampliar os gastos do Estado para estimular a economia, ao mesmo tempo em que mantém a responsabilidade fiscal. Contudo, existe a preocupação de que o Banco do Japão seja cada vez mais pressionado para agir caso a inflação dispare novamente — antes de sua chegada ao cargo, o PLD era alvo de críticas pela alta recorde de itens como arroz, essencial na culinária do país.
— As pessoas querem que suas vidas sejam melhores e mais confortáveis ​​porque estamos tão acostumados a não ter inflação. Então as pessoas estão muito preocupadas. Acho que precisamos de uma solução a longo prazo, em vez de soluções paliativas — disse Ritsuko Ninomiya, uma eleitora de Tóquio, à rede BBC.
O tom nacionalista de Takaichi (que tem toques anti-imigração) agrada um eleitorado que deu uma guinada considerável à direita nos últimos anos, algo refletido no avanço de siglas como o Sanseito, cujo lema é “Façam o Japão Grande Novamente”, versão local do movimento Maga de Donald Trump nos EUA. A sigla não atingiu sua meta de conquistar 30 cadeiras — deve conquistar metade disso — mas deu um salto em relação aos dois assentos que tinha antes das eleições deste domingo.
Falando em Trump, a premier tem uma relação próxima com o republicano, que antes da votação expressou seu apoio e a convidou para uma visita a Washington, em março, Na rede social X, em meio à divulgação dos resultados, Takaichi disse que a “aliança e amizade com os Estados Unidos da América são construídas sobre profunda confiança e estreita e sólida cooperação”, e que “o potencial da nossa aliança é ILIMITADO”.
Contudo, nem tudo são flores no futuro da premier que compartilha detalhes de sua vida nas redes sociais com frequência e que gosta se se comparar à ex-primeira-ministra britânica Margareth Thatcher. No final do ano passado, ela sugeriu que poderia intervir militarmente caso a China, maior parceiro comercial do Japão, invadisse Taiwan, arquipélago considerado uma província rebelde por Pequim.
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Empresas japonesas foram boicotadas, pandas devolvidos, artistas tiveram eventos cancelados, voos foram adiados e os turistas chineses riscaram o país de sua lista de destinos, por recomendação das autoridades em Pequim.
— Agora ela não precisa se preocupar com eleições até 2028, quando ocorrerão as próximas eleições para a Câmara Alta — afirmou Margarita Estévez-Abe, professora da Universidade Syracuse, ao jornal britânico Guardian. — Portanto, o melhor cenário para o Japão é que Takaichi respire fundo e se concentre em melhorar o relacionamento com a China.
O líder espiritual budista exilado, o Dalai Lama, “nunca se encontrou” com Jeffrey Epstein, afirmou seu gabinete neste domingo, após a mídia chinesa noticiar que seu nome aparece nos arquivos divulgados pelos Estados Unidos. Uma investigação dos milhões de documentos do caso Epstein, divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA e analisados ​​pela AFP, constatou que o nome do Dalai Lama aparece 154 vezes. No entanto, não há menção a um encontro entre os dois.
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“Alguns artigos recentes da mídia e postagens em redes sociais sobre os ‘arquivos Epstein’ tentam estabelecer uma relação entre Sua Santidade o Dalai Lama e Jeffrey Epstein”, disse o gabinete do líder espiritual em um comunicado publicado no X. “Podemos confirmar categoricamente que Sua Santidade nunca se encontrou com Jeffrey Epstein, nem autorizou ninguém a vê-lo ou interagir com ele em seu nome”, acrescentou o comunicado.
A emissora estatal chinesa CGTN (China Global Television Network) informou na quinta-feira que o Dalai Lama aparece pelo menos 169 vezes nos documentos do caso Epstein. Segundo a CGTN, um e-mail de 2012, de um remetente censurado, sugeria que alguém comparecesse a um evento em uma ilha onde “o Dalai Lama estaria presente”.
A mera menção do nome de uma pessoa nos documentos de Epstein não implica que essa pessoa tenha cometido um ato repreensível. Epstein foi condenado em 2008 por aliciar uma menor para prostituição e morreu por suicídio em 2019 enquanto aguardava julgamento na prisão por acusações de tráfico sexual.
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A China, que reivindica o Tibete como parte de seu território, critica o líder budista, que ao longo de sua vida lutou por maior autonomia para a região, rotulando-o de rebelde e separatista. O Dalai Lama, laureado com o Prêmio Nobel da Paz e com 90 anos, tinha apenas 23 anos quando fugiu da capital tibetana, Lhasa, temendo por sua vida após a repressão de um levante pelas tropas chinesas em 1959.
Ele nunca retornou do exílio no norte da Índia. Ele tem milhões de seguidores em todo o mundo, incluindo muitas pessoas famosas.
O inverno no nordeste dos Estados Unidos ganhou contornos incomuns neste fim de semana: em determinados momentos, a temperatura registrada em Nova York ficou abaixo da observada em áreas da Antártida. A onda de ar ártico que avança pela região provocou alertas de frio extremo, interrupções na rotina e medidas emergenciais em diversas cidades.
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A cidade de Nova York registrou cerca de 3 °C neste domingo (8), mas a sensação térmica caiu para aproximadamente -14 °C por causa dos ventos. Em algumas áreas do nordeste, a sensação térmica chegou a -40 °C. No mesmo período, a Estação McMurdo, na Antártida, marcava 21 °C, temperatura superior à registrada na metrópole americana.
O Serviço Nacional de Meteorologia emitiu alertas de frio extremo para mais de 43 milhões de pessoas, abrangendo grandes áreas metropolitanas como Nova York e Filadélfia, válidos até a noite de domingo. Especialistas apontam que a massa de ar frio se deslocou do norte da Baía de Hudson, no Canadá, em direção ao sul, intensificando o resfriamento na região.
Meteorologistas afirmam que a intensidade do fenômeno é incomum. “A última vez que [a cidade de Nova York] teve um alerta semelhante ao que temos esta manhã foi em 2004”, disse o meteorologista Stephen Morgan, da FOX Weather.
O inverno no nordeste dos Estados Unidos ganhou contornos incomuns neste fim de semana
Getty Images via AFP
De acordo com Dan DePodwin, diretor sênior de operações de previsão do tempo da AccuWeather, o episódio pode entrar para os registros históricos. “Em muitas partes do Nordeste, longe da costa, esse período prolongado de frio é o mais extremo em pelo menos a última década e, em algumas áreas, nas últimas duas décadas”, afirmou. Ele acrescentou: “Muitos locais acabarão com uma sequência de dias abaixo de zero que entrará na lista dos 10 períodos mais longos já registrados”.
O meteorologista-chefe da AccuWeather, Jon Porter, também destacou a intensidade do sistema atmosférico. “O frio intenso está voltando ao nordeste dos Estados Unidos neste fim de semana”, disse. “A combinação de ar ártico e ventos fortes pode fazer com que a sensação térmica seja mais fria do que em qualquer outro momento deste inverno para muitos na região”.
O impacto das temperaturas extremas tem sido sentido também no campo social. Pelo menos 17 pessoas morreram ao ar livre em Nova York neste ano, sendo 13 com causa confirmada como hipotermia. Apesar do aumento de mortes, o prefeito Mamdani não determinou a remoção obrigatória de pessoas em situação de rua para abrigos.
Outras cidades adotaram medidas emergenciais. Abrigos de acolhimento foram abertos em centros urbanos como Filadélfia, Washington D.C. e Boston. Na capital de Massachusetts, a prefeita Michelle Wu declarou estado de emergência devido ao frio, com previsão de duração até segunda-feira.
A nova sentença contra a ativista iraniana e vencedora do Prêmio Nobel da Paz Narges Mohammadi foi anunciada após mais um episódio em sua longa sequência de detenções, reacendendo a atenção internacional sobre a situação de defensores de direitos humanos no Irã. A decisão judicial, divulgada neste domingo, acrescenta anos de prisão ao histórico de condenações da militante.
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Segundo informações publicadas pelo El País, o tribunal iraniano condenou Mohammadi a sete anos e meio de prisão por acusações relacionadas a conspiração e propaganda contra o sistema. A sentença foi detalhada por seu advogado, Mostafa Nili, que escreveu nas redes sociais: “Ela foi condenada a seis anos de prisão pelas acusações de congregação e conluio, a um ano e meio de prisão por atividade de propaganda e, como pena complementar, a dois anos de proibição de saída do país”.
Ainda de acordo com o relato do advogado, a ativista conseguiu telefonar após 59 dias sem comunicação e informou que havia sido levada à sala primeira do Tribunal Revolucionário de Mashad, no nordeste do país, onde ocorreu a audiência que resultou na sentença. Nili também afirmou que Mohammadi relatou ter sido transferida a um hospital três dias antes por causa de seu estado de saúde, e que a ligação foi interrompida quando ela começou a descrever as circunstâncias da prisão.
O advogado declarou que, pela legislação iraniana, após a sentença a ativista deve ser transferida para uma prisão, mas defendeu sua libertação. “Em vista de suas doenças, espera-se que seja ordenada sua libertação temporária sob fiança para que possa receber tratamento médico”, afirmou.
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Mohammadi foi detida em meados de dezembro durante uma cerimônia fúnebre na cidade de Mashad, junto com outros ativistas, segundo denúncia de familiares citada pelo El País. Ela estava em liberdade condicional desde dezembro de 2024 por motivos médicos. No fim de novembro, havia denunciado que as autoridades lhe proibiram de forma “permanente” deixar o país e que não emitiam passaporte para que pudesse visitar os dois filhos, que não vê há 11 anos.
Filhos da iraniana Narges Mohammadi após lerem o discurso da mãe, vencedora do Nobel do Paz, que está presa no Irã.
Fredrik Varfjell / NTB / AFP
A ativista já foi presa 13 vezes e condenada em nove ocasiões, tendo sido encarcerada pela última vez em 2021. Mesmo durante períodos de prisão, continuou denunciando violações de direitos humanos no Irã, incluindo a aplicação da pena de morte e a repressão a mulheres que não utilizam o véu islâmico.
O reconhecimento internacional veio em 2023, quando o Comitê Nobel norueguês concedeu o prêmio à ativista “por sua luta contra a opressão das mulheres no Irã e para promover os direitos humanos e a liberdade para todos”.
Uma pessoa morreu e pelo menos 13 ficaram feridas no último sábado (7), quando um brinquedo de parque de diversões desabou, no norte da Índia. Entre os afetados estavam visitantes e funcionários que trabalhavam no local no momento do incidente, segundo as autoridades.
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O trágico evento ocorreu por volta das 18h15, quando a estrutura começou a inclinar repentinamente, enquanto estava em funcionamento, e rodava no ar com os visitantes que aproveitavam a atração. Nesse momento, um policial que tentava ajudar outras pessoas foi atingido por parte do mecanismo e perdeu a vida, segundo o Times of India.
Acidente em parque de diversão na Índia deixa ao menos uma pessoa morta e 13 feridos, no sábado (7)
Reprodução / X
Os feridos foram levados às pressas para hospitais próximos e alguns ainda estão sob tratamento. As autoridades anunciaram que vão iniciar ações legais contra a pessoa responsável pela atração e abrir uma investigação para estabelecer as causas do incidente.
Testemunhas disseram que, após perceberem a queda, visitantes e agentes de segurança imediatamente se aproximaram para remover os que haviam ficado presos e facilitar a transferência dos feridos.
Após o episódio, o Primeiro-Ministro da Índia, Nayab Singh Saini, expressou condolências aos parentes da vítima e disse que ordenou que fosse garantido atendimento médico rápido aos afetados.
“Lamento profundamente o acidente ocorrido durante a Feira de Surajkund em Faridabad. Apresento minhas mais sinceras condolências à família da vítima fatal. As diretrizes necessárias foram emitidas às autoridades competentes para o atendimento imediato e adequado dos feridos. O Governo de Haryana está empenhado em prestar toda a assistência possível aos feridos e às suas famílias com a máxima rapidez e sensibilidade”, escreveu em seu perfil na rede X.
O desabamento do brinquedo ocorreu logo após outro incidente dentro da mesma propriedade, onde uma porta de acesso cedeu e feriu um homem e uma criança, segundo o jornal Times of India.
O chefe de gabinete do primeiro-ministro britânico Keir Starmer, Morgan McSweeney, renunciou neste domingo em meio à controvérsia em torno da nomeação de Peter Mandelson como embaixador em Washington, feita em 2024 apesar das ligações do diplomata com o criminoso sexual americano Jeffrey Epstein.
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O governo de Starmer enfrenta uma crise sem precedentes após as últimas revelações sobre os vínculos entre o ex-embaixador e Epstein.
“Após cuidadosa reflexão, decidi deixar o governo. A decisão de nomear Peter Mandelson foi errada. Ele prejudicou nosso partido, nosso país e a própria confiança na política”, afirmou Morgan McSweeney em comunicado escrito à BBC.
“Fui eu quem aconselhou o primeiro-ministro a fazer essa nomeação e assumo total responsabilidade por esse conselho”, acrescentou.
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Em Downing Street, McSweeney, que havia sido nomeado em outubro de 2024, era visto como o estrategista do poder trabalhista e braço direito de Starmer. A sua renúncia coincide com o anúncio do Ministério das Relações Exteriores britânico de que está revisando a indenização paga a Mandelson após sua demissão.
Seguindo o conselho do chefe de gabinete, Starmer nomeou Mandelson, ex-ministro trabalhista e ex-comissário europeu, para o cargo estratégico em dezembro de 2024, com o retorno de Donald Trump à Casa Branca. No entanto, ele o destituiu em setembro de 2025, após a publicação de documentos do caso Epstein que revelaram as suas relações com o financista.
Nesta semana, Starmer afirmou lamentar a nomeação de Mandelson e pediu desculpas às vítimas de Epstein, mas garantiu que não conhecia a dimensão dos vínculos entre o ex-embaixador e o criminoso americano, que se suicidou na prisão em 2019.
“Melhor amigo” do financista
A trajetória pública de Peter Mandelson, um dos nomes mais influentes do Partido Trabalhista e articulador central dos governos de Tony Blair, entrou em colapso após a divulgação de mais de 3 milhões de páginas de documentos do Departamento de Justiça dos Estados Unidos ligados ao caso Jeffrey Epstein.
O material revelou a manutenção de vínculos entre Mandelson e o financista americano mesmo após sua condenação por crimes sexuais, desencadeando um escândalo político com forte repercussão em Londres.
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Os documentos organizam as suspeitas em três frentes. A mais sensível envolve o possível compartilhamento de informações governamentais confidenciais com Epstein, incluindo dados sobre a crise financeira de 2008, o que levantou suspeitas de quebra de confidencialidade estatal.
Além disso, alguns registros apontam pagamentos que somam cerca de US$ 75 mil feitos por Epstein a contas ligadas a Mandelson ou a seu marido, o brasileiro Reinaldo Ávila da Silva, citado nos documentos oficiais.
A imprensa britânica ainda teve acesso a uma fotografia de Mandelson usando apenas roupa íntima no apartamento de Epstein, em Paris, além de mensagens nas quais o ex-embaixador se referia ao financista como seu “melhor amigo”, ampliando o desgaste público e político.
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Agora, o governo de Keir Starmer estuda retirar seu título vitalício, enquanto a polícia metropolitana investiga uma possível violação de confidencialidade, em um episódio que aliados descrevem como o golpe definitivo em seu legado político.
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Um líder do Hamas, Khaled Meshal, afirmou neste domingo que o movimento islamista palestino não renunciará às suas armas e rejeitará qualquer domínio estrangeiro na Faixa de Gaza, apesar dos pedidos de desarmamento por parte de Israel e Estados Unidos.
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— Criminalizar a resistência, suas armas e aqueles que a realizaram é algo que não devemos aceitar — declarou Meshal em uma coletiva em Doha, acrescentando que o armamento do Hamas é parte integrante da “resistência” contra Israel nos territórios palestinos.
— Enquanto houver ocupação, há resistência. A resistência é um direito dos povos sob ocupação. É algo do qual as nações se orgulham — declarou o ex-chefe do gabinete político do grupo islamista, que atualmente dirige o escritório da diáspora do movimento.
Após o cessar-fogo de 10 de outubro, o plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para pôr fim definitivo à guerra entre Israel e Hamas entrou, em meados de janeiro, na sua segunda fase, que prevê o desarmamento do movimento e a retirada progressiva do Exército israelense de Gaza.
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Mas o Hamas, que governa o território desde 2007, faz do seu desarmamento uma linha vermelha, embora sem descartar entregar suas armas a uma futura autoridade palestina.
Segundo dirigentes israelenses, o movimento islamista ainda dispõe de 20.000 combatentes e de dezenas de milhares de armas em Gaza.
O governo do território, devastado por dois anos de guerra, deverá ser confiado, em uma fase transitória, a um comitê de 15 tecnocratas palestinos, sob a autoridade do chamado “Conselho de Paz”, presidido por Trump.
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Neste domingo, Meshal fez um apelo a esta entidade para que adote uma visão “equilibrada” que facilite a reconstrução de Gaza e o fluxo de ajuda humanitária, ao mesmo tempo que advertiu que o Hamas não aceitará uma “dominação estrangeira”.
A Península Ibérica recuperou a calma neste domingo, após a passagem da tempestade Marta, embora algumas províncias da Espanha permaneçam em alerta laranja, com chuvas de menor intensidade.
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Na Espanha, são esperadas “rajadas” de vento, “chuva” e “neve”, indicou a agência meteorológica nacional (Aemet), em seu último boletim.
A situação seria mais branda na região sul da Andaluzia, a mais afetada nos últimos dias pelas fortes precipitações que causaram inundações e levaram mais de 11.000 pessoas a abandonarem suas casas.
Na noite de sábado, o presidente do governo espanhol, Pedro Sánchez, lamentou no X “a morte” de um funcionário do serviço de manutenção de estradas, falecido em uma região de neve no centro do país, informou a Defesa Civil em comunicado.
No vizinho Portugal, “a noite foi muito tranquila. Não há nada de significativo a assinalar”, indicou à AFP um porta-voz da Proteção Civil, que registrou a queda de cerca de 20 árvores e 10 inundações.
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O tráfego ferroviário continua perturbado, com a interrupção de várias linhas no norte e no centro do país, além de dezenas de milhares de residências sem eletricidade.
Os portugueses votam neste domingo no segundo turno da eleição presidencial.
A Península Ibérica é uma das mais afetadas pelas mudanças climáticas na Europa e enfrenta ondas de calor cada vez mais longas e episódios de chuvas fortes cada vez mais frequentes e intensos.
A Aemet espanhola reportou sete tempestades de grande magnitude desde o início do ano, um recorde desde o início destes registros em 2018.
Um novo caso de sarampo associado à Disneylândia levou autoridades de saúde da Califórnia a emitir um alerta para visitantes do parque. A confirmação amplia o monitoramento de pessoas que estiveram no local em datas e horários específicos e reforça orientações sobre vacinação e observação de sintomas.
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De acordo com a Agência de Saúde do Condado de Orange, o segundo caso envolve uma pessoa que visitou o Parque Disneyland em 22 de janeiro, entre 8h e 16h, e o Parque Disney California Adventure das 15h até o fechamento. As autoridades orientaram que quem esteve nesses locais nesse período verifique o estado de imunização, já que o sarampo pode se manifestar entre sete e 21 dias após a exposição.
Segundo a reportagem original publicada pelo California Post, equipes de saúde trabalham em conjunto com a administração do parque para identificar funcionários que possam ter tido contato com a pessoa infectada e avaliar possíveis cadeias de transmissão.
As autoridades também divulgaram recomendações para quem possa ter sido exposto. Pessoas que não estão totalmente imunizadas ou que não sabem seu estado vacinal devem procurar um profissional de saúde para receber a vacina contra sarampo, caxumba e rubéola (SCR).
Se a exposição ocorreu há menos de sete dias, a orientação é buscar avaliação médica para verificar a possibilidade de vacinação ou uso de imunoglobulina. Já quem não é imune e teve contato há mais de sete dias deve permanecer em casa e limitar o contato com outras pessoas por 21 dias após a exposição.
No início da mesma semana, outro caso já havia sido confirmado, envolvendo um viajante internacional que chegou a Los Angeles e visitou a Disneylândia, o parque Disney California Adventure e um restaurante em um hotel da Disney em Anaheim. As informações também foram divulgadas pelo California Post.
As autoridades alertaram ainda para possível exposição ao vírus no restaurante Goofy’s Kitchen, no Disneyland Hotel, das 10h30 às 13h30, e nos parques Disneyland e Disney California Adventure, das 12h30 até o fechamento, no dia relacionado ao primeiro caso.
O sarampo é uma doença viral altamente transmissível. Os sintomas podem variar de febre, tosse, coriza, olhos vermelhos e uma erupção cutânea que geralmente começa no rosto antes de se espalhar para o resto do corpo. A recomendação das autoridades de saúde é que pessoas com esses sinais procurem atendimento médico.

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