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Como se vestiam os humanos que habitaram a América do Norte no fim da última Era Glacial? Um estudo publicado na sexta-feira (6) na revista Science Advances indica que eles já dominavam técnicas avançadas de costura e fabricação de artefatos milhares de anos antes das grandes civilizações do Oriente Médio. Pesquisadores identificaram, em cavernas do Oregon, fragmentos de roupas e objetos feitos com peles de animais e fibras vegetais datados de cerca de 12 mil anos atrás.
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As descobertas ocorreram principalmente em cavernas secas da região norte da Grande Bacia, um ambiente que favoreceu a preservação de materiais orgânicos que normalmente se decompõem com o tempo. Até agora, predominava a ideia de que os primeiros habitantes do território que hoje corresponde aos Estados Unidos eram apenas caçadores-coletores com tecnologias simples. Os novos achados, porém, apontam para um nível elevado de conhecimento no uso de plantas, animais e madeira, muito antes da construção da Grande Pirâmide do Egito.
Tecnologia sofisticada antes das primeiras civilizações
O arqueólogo Richard Rosencrance, da Universidade de Nevada, liderou a reanálise de coleções antigas provenientes de sítios como a Caverna Cougar Mountain, no sul do Oregon, e as cavernas de Paisley, no centro do estado. Ao todo, foram estudados 55 itens artesanais feitos a partir de 15 tipos diferentes de plantas e animais, incluindo peças que podem ter sido usadas como roupas ou calçados. Segundo Rosencrance, os achados ajudam a preencher lacunas importantes da pré-história, demonstrando que povos da Era do Gelo eram inovadores e altamente adaptáveis, em um período anterior ao Holoceno, quando surgiram as primeiras civilizações.
Entre os itens recém-datados está um fragmento de pele de alce que foi limpo, depilado e costurado com cordões feitos de fibras vegetais e pelos de animais, provavelmente parte de um casaco, sapato ou bolsa. O objeto é considerado o exemplo mais antigo de couro costurado já encontrado. Também foram identificadas tiras de couro de bisão, dezenas de cordas torcidas ou trançadas feitas de plantas como artemísia e junco, além de cestos e armadilhas de madeira para caça.
Parte do material da Caverna Cougar Mountain havia sido escavada ainda em 1958 por um arqueólogo amador, John Cowles, e permaneceu por décadas no Museu Favell, em Klamath Falls. Já outros artefatos, provenientes das cavernas de Paisley, Connley e do Abrigo Rochoso de Tule Lake, foram coletados profissionalmente ao longo de vários anos e estão armazenados em museus universitários do Oregon. O novo estudo utilizou métodos modernos, como a datação por radiocarbono, para confirmar a idade e a sofisticação dessas peças.
As revelações reforçam a ideia de que sociedades humanas complexas já ocupavam o território dos atuais Estados Unidos muito antes da ascensão de civilizações como a egípcia. Em janeiro, outra pesquisa havia apontado a descoberta de canoas de madeira no fundo de um lago em Wisconsin, também anteriores às pirâmides, ampliando as evidências de um passado tecnológico mais avançado do que se imaginava nas Américas.
Como uma cascata vermelha pode escorrer de um glaciar branco em um dos lugares mais frios e áridos do planeta? No remoto Vale Taylor, na Antártida, as chamadas Blood Falls, ou “cascatas de sangue”, desafiam o olhar e a intuição, mas têm explicação científica bem estabelecida. Estudado há décadas por glaciologistas e microbiologistas, o fenômeno se tornou um símbolo da capacidade da vida de persistir onde tudo parece impossível.
A coloração intensa não é sangue, nem sinal de contaminação. Trata-se de água extremamente salgada e rica em ferro que emerge da língua do glaciar Taylor, nos Vales Secos de McMurdo. Ao entrar em contato com o oxigênio da atmosfera, o ferro se oxida e adquire o tom avermelhado, um processo semelhante à ferrugem, documentado em pesquisas de campo conduzidas por universidades e por programas científicos antárticos, com apoio de agências como a Nasa.
Confira:
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Por que esse fenômeno é tão raro
A singularidade das Blood Falls está na combinação improvável de fatores: um reservatório subterrâneo isolado há milhões de anos; salinidade suficiente para manter a água líquida a temperaturas muito abaixo de zero; ausência de luz e oxigênio; e a pressão do gelo, que força a água a subir lentamente até a superfície.
Nesse ambiente extremo, microrganismos sobrevivem por processos químicos incomuns, o que transforma o local em um laboratório natural para o estudo de vida extrema e da história geológica do planeta, segundo a literatura científica.
Cascatas de sangue na Antártida
Reprodução/Wikimedia Commons
A fama recente nas redes sociais trouxe também distorções. Circulam imagens exageradas ou fabricadas, com volumes e cores irreais, muitas delas produzidas por inteligência artificial. Registros autênticos existem, inclusive em bancos de dados científicos, mas especialistas recomendam cautela diante de conteúdos espetacularizados.
Visitar as Blood Falls é possível, porém raro. O acesso aos Vales Secos é altamente regulado e costuma ocorrer por helicóptero a partir de bases antárticas, principalmente em missões de pesquisa.
Expedições civis especializadas podem oferecer sobrevoos ou aproximações pontuais, com alto custo e logística complexa. Para quem busca compreender fenômenos únicos da Terra, no entanto, poucas paisagens levantam tantas perguntas, e entregam tantas respostas, quanto essas cascatas vermelhas no fim do mundo.
E se uma lâmpada nunca tivesse aprendido a apagar? Há mais de um século, uma pequena luminária segue acesa dentro de um quartel de bombeiros na Califórnia e, neste ano, deve completar 125 anos de funcionamento quase ininterrupto. Conhecida como Luz do Centenário, ela brilha desde 1901 no Corpo de Bombeiros nº 6 de Livermore, cidade da região da Baía de São Francisco com cerca de 90 mil habitantes, e entrou para o Guinness World Records como a lâmpada em operação contínua mais antiga do mundo.
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Hoje emitindo apenas quatro watts, a lâmpada foi desligada raríssimas vezes ao longo de sua história, quase sempre por causa de mudanças de endereço do quartel. A interrupção mais recente ocorreu em 2013, quando uma bateria do gerador descarregou, e não por falha do equipamento. O objeto se tornou uma atração improvável no norte da Califórnia, já foi tema de um livro infantil e atrai visitantes de vários países.
Um projeto feito para durar
O segredo da longevidade nunca foi totalmente explicado, mas especialistas apontam o método de fabricação como fator decisivo. Produzida em 1897 pela Shelby Electric Company, de Ohio, a lâmpada foi projetada pelo inventor francês Adolphe Chaillet com um filamento excepcionalmente grosso, bem diferente dos modelos modernos, pensados para ciclos de vida mais curtos.
Em entrevista ao San Francisco Chronicle, o chefe adjunto aposentado dos bombeiros Tom Bramell explicou que o filamento foi feito a partir de celulose processada e aquecida até se transformar em carbono, formando um núcleo denso e resistente, capaz de suportar a queima prolongada. À época, a Shelby submetia suas lâmpadas a testes de resistência lado a lado com produtos concorrentes, enquanto as outras falhavam, as suas continuavam acesas.
A lâmpada chegou a Livermore em 1901, doada por Dennis Bernal, empresário do setor de serviços públicos, e foi instalada em um quartel de bombeiros voluntários, onde permanecia ligada 24 horas por dia. Desde então, acompanhou o departamento em mudanças de prédio, sobreviveu a apagões e atravessou gerações. Em 1971, uma investigação do jornal Livermore Herald News ajudou a consolidar a fama local e levou, mais tarde, à confirmação oficial do recorde pelo Guinness.
O calendário astronômico marca uma data especial para a próxima terça-feira, 17 de fevereiro de 2026, com um evento celeste que já está deixando a ciência em suspense. Nesse dia ocorrerá um eclipse solar anular, um fenômeno que a cultura popular apelidou de “anel de fogo”. Esse efeito visual ocorre quando a Lua está posicionada entre a Terra e o Sol, mas não cobre completamente o disco solar, deixando um brilho circular visível nas bordas.
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A explicação científica para esse fenômeno está na distância entre o nosso planeta e seu satélite. Como a Lua está próxima do seu apogeu, seu tamanho aparente é percebido como 1,1% menor que o do Sol. De acordo com informações fornecidas pela Nasa à CNN, isso faz com que a principal sombra da Lua, chamada umbra, não alcance a superfície da Terra. Em vez disso, o que chega ao planeta é a antumbra, permitindo que esse anel de luz solar permaneça visível.
De onde será visível o ‘anel de fogo’?
Embora o fenômeno seja visualmente deslumbrante, seu principal trajeto de anularidade será de difícil acesso para a maioria das pessoas. Trata-se de um corredor estreito, com aproximadamente 616 quilômetros de largura, que atravessará principalmente regiões remotas da Antártica e as águas do Oceano Antártico.
Devido à sua localização geográfica, as áreas povoadas que conseguirem observá-lo testemunharão apenas um eclipse parcial. Estes são alguns dos locais onde ele poderá ser observado:
Na Ilha Rei George, parte das Ilhas Shetland do Sul, a escuridão atingirá 83% por volta das 10h12, horário local.
Na Cidade do Cabo, África do Sul, o fenômeno será visível às 6h17, horário local, com 11% do Sol coberto.
Em Punta Arenas, no Chile, o sol estará parcialmente encoberto em apenas 5% às 21h08, horário local, pouco antes do pôr do sol.
No restante da África Austral e na extremidade sul da Patagônia sul-americana, o escurecimento será superficial, atingindo um máximo de 40%, segundo estimativas técnicas.
O ‘anel de fogo’ será transmitido?
Diferentemente de outros eclipses recentes, este apresenta um desafio logístico significativo: seu isolamento. Por esse motivo, a Nasa ainda não confirmou se realizará transmissões ao vivo ou eventos de divulgação pública.
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O fato de a trajetória não cruzar continentes habitados, além do território antártico, limita as campanhas científicas no local.
A duração máxima da fase anular será de 2 minutos e 20,9 segundos. Este evento faz parte do ciclo Saros 121, uma série histórica que começou em 944 d.C. e terminará em junho de 2206. Este eclipse de fevereiro será o 75º dessa sequência.
Enquanto isso, os entusiastas do espaço já estão de olho no dia 12 de agosto de 2026, data de um eclipse solar total que cruzará áreas de fácil acesso na Espanha, Islândia e Groenlândia. Os preparativos para a divulgação desse evento já estão em andamento.
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Uma influenciadora de comida das Filipinas morreu após comer uma espécie de crustáceo altamente tóxica, o que ocasionou seu envenenamento. O Zosimus aeneus, conhecido como caranguejo do diabo é impróprio para a alimentação humana. Emma Amit, 51 anos, acabou morrendo na semana passada ao consumi-lo depois de pescar o animal e prepará-lo junto a outros crustáceos de espécies diversas. O cozimento e o consumo foram compartilhados pela influenciadora nas redes sociais dela.
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O “caranguejo do diabo”, espécie encontrada em recifes do Indo-Pacífico, carrega toxinas que permanecem ativas mesmo após o cozimento e podem provocar paralisia e insuficiência respiratória em poucas horas. O crustáceo não é encontrado no Brasil. Especialistas ressaltam que não há antídoto conhecido, e que a única forma de tratamento é de suporte em ambiente hospitalar.
Esse animal contém neurotoxinas potentes em sua carne, como a tetrodotoxina (TTX) e a saxitoxina (STX), que são letais para os humanos mesmo que em doses pequenas.
Laddy Gemang, chefe da vila de Luzviminda, afirmou estar surpreso com o incidente, considerando que Amit e seu marido eram experientes como pescadores e deveriam reconhecer os perigos da espécie. Gemang reforçou um apelo à população para evitar o consumo de animais marinhos desconhecidos. Autoridades também monitoram as pessoas que participaram da coleta no mesmo dia em busca de sintomas semelhantes, enquanto a comunidade local lamenta a morte da influenciadora.
Segundo a imprensa local, Amit havia coletado diversos frutos do mar com amigos em um manguezal próximo à sua casa na província de Palawan em 4 de fevereiro. No vídeo, ela e os colegas foram vistos cozinhando o item em leite de coco e provando o que acreditavam ser iguarias locais, incluindo o chamado “caranguejo do diabo”, um crustáceo venenoso cujo consumo pode ser fatal.
No dia seguinte à gravação, Amit começou a sentir mal-estar grave com convulsões e perda de consciência. Ela foi levada inicialmente a uma clínica e depois transferida para um hospital da região, mas não resistiu às complicações causadas pelos neurotoxinas presentes no crustáceo. Testemunhas relataram que seus lábios ficaram escuros antes de a influenciadora morrer.
O presidente guatemalteco, Bernardo Arévalo, acusou a Procuradoria-Geral, com quem mantém um conflito aberto, de interferir no processo de eleição dos juízes da mais alta corte do país.
Arévalo está em desacordo com a procuradora Consuelo Porras, que foi sancionada pelos Estados Unidos e pela União Europeia, e é considerada “corrupta” e “antidemocrática” após tentar impedir a posse do presidente há dois anos.
A Procuradoria, alegando estar investigando supostas irregularidades, realizou buscas em diversas seções eleitorais na quinta-feira, onde a Ordem dos Advogados elegia seus representantes titulares e suplentes para o Tribunal Constitucional.
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Arévalo descreveu a operação na televisão como uma ação “espuria” da Procuradoria para “interferir” na eleição e “intimidar” os eleitores a fim de “alterar” o resultado. Ao final da votação, que foi temporariamente interrompida pelas buscas, a Ordem dos Advogados elegeu Astrid Lemus como uma das cinco integrantes do Tribunal Constitucional.
“Falharam na tentativa de sequestrar as eleições (…). Advogados honestos venceram”, declarou o presidente em outra mensagem.
A Organização dos Estados Americanos (OEA), em comunicado, também condenou as buscas, classificando-as como “uma ação de altíssimo risco constitucional” por interferir no livre exercício do direito ao voto.
O presidente acusa a Procuradora-Geral, cujo mandato termina em 17 de maio, de fazer parte de uma rede que supostamente colocou o sistema Judiciário a serviço de “criminosos” e “indivíduos corruptos”.
Consuelo Porras, uma advogada de 72 anos, que rejeita as acusações do presidente, concorre a uma vaga no Tribunal representando uma universidade estadual, eleição que será decidida na próxima segunda-feira.
Ela afirmou que deseja ser magistrada para garantir a “correta aplicação da lei” e servir de forma “transparente, honesta e profissional”.
Durante seu mandato atual como Procuradora-Geral, Consuelo Porras abriu processos contra jornalistas, líderes comunitários, ex-promotores e juízes antimáfia, muitos dos quais foram forçados ao exílio.
Arévalo tem o direito de nomear o novo Procurador-Geral e um dos cinco magistrados constitucionais.
Nos últimos anos, o Tribunal Constitucional tem sido criticado por supostamente ultrapassar seus limites e favorecer setores ligados à corrupção.
A diocese do Brooklyn, em Nova York, anunciou nessa quinta-feira (12) que vai iniciar um processo de mediação para resolver mais de mil denúncias de abuso sexual envolvendo membros da Igreja Católica dos Estados Unidos.
A diocese, que inclui o distrito do Queens, enfrenta cerca de 1,1 mil processos, alguns deles impulsionados por uma lei nova-iorquina de 2019, que suspendeu o prazo de prescrição para denúncias de agressão sexual e estupro, o que levou a um aumento das acusações.
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Em carta publicada no site da diocese, o bispo Robert Brennan afirma que foram pagos desde 2017 mais de US$ 100 milhões (R$ 517 milhões, na cotação atual) a mais de 500 vítimas. Ele anunciou a intenção de buscar “um acordo global” para outras 1,1 mil vítimas.
“Vamos nos esforçar para resolver com rapidez todas as reclamações que o exigirem, a fim de evitar o tempo, os custos e a carga emocional que julgamentos individuais implicariam”, ressaltou Brennan. O juiz aposentado Daniel Buckley será o mediador do processo.
No ano passado, a arquidiocese de Nova York, que inclui Manhattan, anunciou a criação de um fundo de US$ 300 milhões (R$ 1,5 bilhão) para indenizar vítimas de abuso sexual que apresentaram denúncias contra a Igreja. “Para facilitar essa resolução global, a diocese está cortando gastos e reservando fundos significativos para indenizar as vítimas-sobreviventes”, indicou Brennan.
Os esforços da Igreja para indenizar as vítimas de abuso têm sido inconsistentes, com programas e pagamentos que variam ao redor do mundo.
Nos Estados Unidos, onde a crise veio à tona em 2002, os processos e planos de indenização custaram bilhões de dólares à Igreja, o que levou dioceses a pedir proteção contra falência.
Seis das oito dioceses católicas do estado de Nova York declararam falência nos últimos anos, segundo o jornal The New York Times.
Autoridades japonesas apreenderam um barco pesqueiro chinês e detiveram o capitão, informou, nesta sexta-feira , a agência pesqueira de Tóquio, uma medida que provavelmente aumentará ainda mais as tensões com Pequim.
Em novembro, a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, enfureceu a China ao sugerir que o Japão poderia intervir militarmente se Pequim usar a força para anexar Taiwan, uma ilha de governo democrático que a China reivindica como parte de seu território.
Japão e China mantêm vínculos econômicos próximos, mas os comentários de Takaichi pioraram as relações e provocaram medidas de ambos os lados.
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“O capitão da embarcação recebeu ordem de parada para inspeção por um fiscal de pesca, mas o barco desobedeceu à ordem e fugiu”, informou a agência de pesca japonesa.
“Consequentemente, o capitão do navio foi preso no mesmo dia”, acrescentou.
O incidente ocorreu na quinta-feira, dentro da zona econômica exclusiva (ZEE) do Japão, na costa da prefeitura de Nagasaki, segundo a nota.
Trata-se da primeira apreensão de um barco pesqueiro chinês por parte das autoridades japonesas desde 2022.
O responsável pela embarcação é um cidadão chinês de 47 anos. Havia 11 pessoas a bordo, incluindo o capitão.
A China tem várias disputas territoriais com o Japão e diversos incidentes ocorreram em torno das ilhas Senkaku, conhecidas como Diaoyu na China.
A prisão de outro capitão de um barco pesqueiro chinês em 2010, em frente a essas ilhas no Mar da China Oriental, tornou-se um importante incidente diplomático entre os dois países.
Uma candidata criada com inteligência artificial (IA) participará das eleições legislativas de 8 de março na Colômbia, concorrendo a uma das vagas reservadas para comunidades indígenas.
“Gaitana”, que aparecerá como candidata independente em uma das cédulas, é retratada nas redes sociais como uma mulher de pele azul, vestindo uma tanga de penas e se define como “ambientalista” e “ativista dos direitos dos animais”.
Com uma voz gerada artificialmente e um sotaque semelhante ao de alguém que não é falante nativo de espanhol, ela afirma que, se eleita para o Congresso, submeterá todas as suas decisões a votações online com o público.
No celular, ‘Gaitana’, a IA, faz campanha para as eleições legislativas na Colômbia
Raul Arboleda / AFP
Um funcionário do Registro Nacional, entidade que organiza as eleições, disse à AFP que, legalmente, ela é uma candidata que faz campanha por meio de sua inteligência artificial e aparecerá na cédula como “IA” para as “circunscrições indígenas”.
Essas vagas são reservadas exclusivamente para povos indígenas para garantir a representação política dessa minoria.
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“Gaitana”, nomeada em homenagem a uma lendária mulher indígena e símbolo de resistência, afirma que receberá propostas de projetos de lei para aprovação da comunidade antes de serem formalmente submetidas ao Congresso.
A candidata de IA explicou à Rádio Caracol, na quinta-feira, que esta é uma “campanha” baseada na “democracia digital” para “ouvir e organizar a voz coletiva”.
“Meu foco é em como a comunidade pode tomar decisões”, “o importante é que todos tenham voz nas decisões que os afetam”, acrescentou “Gaitana”.
A IA afirmou na entrevista que foi criada por “jovens entusiasmados com inteligência artificial” de “diversos grupos étnicos”.
Carlos Redondo, engenheiro mecatrônico do povo Zenú, responsável pelo projeto e também candidato, afirmou que as opiniões de “Gaitana” derivam de discussões realizadas por mais de 10.000 usuários do chatbot gaitanaia.org.
Uma juíza de imigração encerrou o processo de deportação contra um homem sem documentos, pai de três fuzileiros navais americanos, que foi detido por agentes federais no ano passado enquanto trabalhava em um jardim no sul da Califórnia. A decisão abre caminho para que ele busque residência permanente legal nos Estados Unidos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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