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A Polícia Montada Real Canadense (RCMP) da Colúmbia Britânica divulgou, nesta quinta-feira (12), os nomes e as fotografias de seis das oito vítimas do ataque ocorrido na Escola Secundária de Tumbler Ridge, no Canadá. Segundo as autoridades, a medida busca apoiar o processo de luto das famílias e permitir que a comunidade preste homenagens de forma respeitosa.
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Entre os mortos estão cinco estudantes, com idades entre 11 e 13 anos, e uma professora. Também morreram dois familiares da autora do ataque, que foi encontrada morta após o crime. De acordo com a investigação, antes de ir à escola, a jovem matou a mãe e o meio-irmão, de 11 anos, na residência da família. Ao todo, oito pessoas perderam a vida e cerca de 25 ficaram feridas, duas delas em estado grave.
Vítimas identificadas
Na escola, foram identificados Abel Mwansa, de 12 anos; Ezequiel Schofield, de 13; Kylie Smith, de 12; Zoey Benoit, de 12; Ticaria Lampert, de 12; e a professora Shannda Aviugana-Durand, de 39 anos. Na residência da família, morreram Emmett Jacobs, de 11 anos, e Jennifer Jacobs, de 39.
Vítimas do ataque no Canadá
Divulgação/Polícia Montada Real Canadense (RCMP) da Colúmbia Britânica
O comissário adjunto Dwayne McDonald, comandante da RCMP na província, afirmou que a corporação seguirá oferecendo apoio às famílias. “Expressamos nossas sinceras condolências às famílias e à comunidade de Tumbler Ridge. Continuaremos a apoiar as famílias, respeitar seus desejos e caminhar ao lado da comunidade neste momento de profunda tristeza”, declarou.
Centenas de moradores se reuniram na praça central da cidade para uma vigília, onde depositaram velas, flores e bichos de pelúcia em memória das vítimas. O prefeito Darryl Krakowka ressaltou a necessidade de união diante da tragédia e afirmou que a cidade permanecerá ao lado das famílias afetadas.
As autoridades informaram ainda que a atiradora estava fora da escola havia cerca de quatro anos e já havia sido atendida pela polícia em diferentes ocasiões relacionadas a questões de saúde mental. A investigação sobre as circunstâncias e motivações do ataque continua em andamento.
Caminhar por horas na neve espessa, em um pico sérvio varrido pelo vento, vestindo apenas botas, shorts e carregando uma mochila, pode soar como o início de uma história angustiante de sobrevivência. Para Vladimir Stevanovic, no entanto, trata-se apenas de um passeio relaxante.
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Nos últimos 15 anos, Stevanovic tem percorrido encostas geladas, meditado sob neve profunda e mergulhado em lagos congelados como parte de uma rotina que, segundo ele, proporciona benefícios à saúde e maior clareza mental.
“Você se entrega a esse frio porque sabe que ele não vai te machucar”, afirmou o homem de 41 anos à AFP, em um de seus locais preferidos para nadar: um lago congelado aos pés de Besna Kobila, no extremo sul da Sérvia.
Até agora, segundo relata, seu desafio mais extremo foi suportar -10°C durante sete horas, usando apenas botas de caminhada e shorts de corrida, permanecendo sem roupa da cintura para cima.
Ele diz ainda conseguir flutuar em água gelada por até 15 minutos.
O arqueólogo sérvio Vladimir Stevanovic, conhecido nas redes sociais como “Homem de Gelo da Sérvia”, medita na neve espessa da montanha Besna Kobila, no extremo sul da Sérvia, perto da cidade de Vranje
OLIVER BUNIC / AFP
‘Paz interior’
Suas façanhas em condições climáticas extremas lhe renderam notoriedade nas redes sociais, onde reúne milhares de seguidores sob o apelido de “Homem de Gelo da Sérvia” no Instagram.
Ele garante, porém, que não realiza essas práticas para bater recordes ou conquistar seguidores.
“Meu objetivo, ao entrar na água, é alcançar um estado de meditação, de paz interior.”
Nos últimos anos, a chamada “terapia de exposição ao frio” — que inclui banhos de gelo e natação em lagos congelados — ganhou popularidade em diversas partes do mundo. Um de seus principais defensores é o holandês Wim Hof, que construiu sua carreira promovendo os supostos benefícios dessas práticas para a saúde.
Embora algumas evidências sustentem parte dessas alegações, ainda não há consenso científico claro sobre o tema. Médicos também alertam para os riscos de práticas mais extremas, especialmente pelo potencial de desencadear problemas de saúde preexistentes.
Para Stevanovic, embora a inspiração inicial tenha vindo das práticas espirituais dos monges tibetanos, o principal atrativo dos mergulhos em águas geladas é menos místico: o impacto intenso do “frio extremo”.
“Isso nos ajuda a não pensar em mais nada.”
“Isso é muito bom para lidar com o estresse.”
‘Um pouco estranho’
Para os curiosos que desejam experimentar, o caminhante adepto de pouca roupa — que também é arqueólogo e praticante dedicado de artes marciais — faz um alerta: não se deve entrar diretamente na água gelada sem preparação.
“Quando você joga água fria em si mesmo, é muito desagradável no primeiro ou segundo segundo, mas depois você relaxa bastante. E, conforme relaxa, isso deixa de incomodar.”
Com uma sede por aventura que, segundo ele, o acompanha desde sempre, sua família e amigos não se surpreenderam com sua prática em condições de frio extremo.
Ainda assim, a reação de estranhos costuma ser diferente.
“Para mim, isso foi um processo natural; para todos os outros, foi um pouco estranho.”
Os Estados Unidos decidiram enviar o porta-aviões USS Gerald R. Ford — considerado o maior e mais moderno do mundo — para a região do Oriente Médio como reforço ao já presente grupo de ataque liderado pelo USS Abraham Lincoln, em meio ao aumento da pressão do governo norte-americano sobre o Irã nas negociações sobre seu programa nuclear. 
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Segundo relatos de autoridades citados pelo jornal The New York Times, a tripulação do Gerald R. Ford foi informada das novas ordens nesta quinta-feira, e o navio partirá do Mar do Caribe para se unir à presença militar dos EUA na região. A medida reforça a demonstração de força de Donald Trump enquanto negociações com Teerã ainda não produzem um acordo definitivo. 
O porta-aviões de propulsão nuclear, além de suas aeronaves, opera acompanhado por navios de escolta e reforça a estratégia de dissuasão americana no Golfo Pérsico. A presença ampliada deve manter dois porta-aviões e seus grupos de combate no teatro por um período prolongado — possivelmente até abril ou maio — conforme reportado por veículos internacionais.
O Gerald R. Ford já havia sido enviado anteriormente a outras áreas estratégicas, incluindo o Caribe, como parte de operações para pressionar governos na América Latina. A redistribuição para Oriente Médio indica uma mudança de foco diante de possíveis impasses nas conversas sobre o acordo nuclear com o Irã.
O Kremlin anunciou nesta sexta-feira que uma nova rodada de negociações com representantes dos EUA e da Ucrânia está prevista para a próxima semana, em um momento em que o conflito no Leste Europeu está prestes a completar quatro anos — com a intensa atividade na linha de frente causando mortes quase diariamente e danos à infraestrutura que deixaram milhares de pessoas em um frio congelante. Ao menos seis pessoas morreram em um bombardeio russo entre a noite de quinta-feira e a madrugada desta sexta.
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— A próxima rodada de negociações sobre a solução para o conflito ucraniano será realizada no mesmo formato trilateral Rússia-EUA-Ucrânia, nos dias 17 e 18 de fevereiro, em Genebra — afirmou o principal porta-voz da Presidência russa, Dmitri Peskov, indicando que deve seguir o mesmo modelo das rodadas rodadas diplomáticas realizadas em Abu Dhabi. As negociações no Oriente Médio não progrediram até um acordo, com as questões envolvendo a cessão territorial por parte da Ucrânia e o envio de tropas garantidoras de segurança para Kiev — algo que Moscou veta — sendo apontados como principais gargalos para as conversas em curso.
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Enquanto não há um acordo no plano diplomático, a guerra continua a provocar perdas humanas e de infraestrutura. Bombardeios russos mataram seis pessoas no país e danificaram uma central energética em Odessa, cidade portuária ucraniana, em um ataque que a Força Aérea de Kiev disse ter envolvido um míssil e 154 drones.
As vítimas civis são de diferentes regiões da Ucrânia. Três homens e uma criança morreram na cidade ucraniana de Kramatorsk, no leste ucraniano, enquanto um homem de 48 anos morreu quando um drone atingiu um edifício residencial em Zaporíjia, no sul. Os danos mais graves foram registrados em Odessa, também no sul, onde as autoridades relataram a morte de um civil e danos a estruturas portuárias e de energia.
O desgaste pela continuidade da guerra e as perdas civis pressionam a Ucrânia, sobretudo em um momento em que os danos estruturais deixam milhares de pessoas expostas a um frio congelante. A operadora privada de energia DTEK afirmou que apenas após os bombardeios mais recentes, mais de 100 mil residências ficaram sem energia elétrica em Kiev. Moradores recorrem à criatividade em busca de uma adaptação.
As negociações diplomáticas são mediadas — e até certo ponto, impostas — pelos EUA, que desde o retorno do presidente Donald Trump adotaram uma tática de pressão, principalmente sobre Kiev, para por fim ao conflito. Washington, antes um apoiador de primeira ordem da campanha militar ucraniana, ameaçou deixar os aliados do Leste Europeu à própria sorte, caso não engajassem nas negociações, em uma abordagem que causou repulsa entre a parte europeia da Otan, que segue apoiando uma defesa coletiva forte contra o avanço russo.
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Serviços de Emergência da Ucrânia via AFP
Na quinta-feira, o presidente da França, Emmanuel Macron, afirmou que não há urgência em iniciar um diálogo com Vladimir Putin, enfatizando a importância da cooperação entre os europeus.
— Não é uma questão de dias. […] Agora devemos nos concentrar principalmente em nós mesmos, no que queremos solicitar. […] Devemos nos preparar como europeus para, no momento oportuno, estarmos prontos para as conversas com os russos — disse Macron após uma cúpula informal na Bélgica. — E o que queremos? Queremos garantias de segurança para a Ucrânia, mas também queremos coisas para os europeus.
Entre as prioridades, o líder francês enumerou “questões de prosperidade”, “o futuro da Europa” e “a arquitetura de segurança”. Macron e outros líderes europeus, como o chanceler alemão Friedrich Merz, estarão com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, nesta sexta-feira na Conferência de Segurança de Munique — um dos principais eventos do setor no mundo.
Ao comentar a ida à cidade alemã, Zelensky demonstrou expectativa em reunir apoio dos aliados em meio ao momento difícil no front. Em uma publicação nas redes sociais, o líder ucraniano disse que se tratava de “um dia importante”:
“Haverá novos passos em direção a nossa segurança coletiva — aquela que inclui Ucrânia e Europa”, escreveu.
Os EUA também estarão representados na conferência de segurança. Antes de embarcar para a Europa, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou mais uma vez que os esforços de Washington são pelo fim do conflito, mencionando a situação difícil para os civis ucranianos.
—É terrível, é uma guerra. É por isso que queremos que a guerra acabe. As pessoas estão sofrendo. É o período mais frio do ano — disse Rubio a repórteres, em referência à situação provocada pelos ataques à rede elétrica do país. (Com AFP)
Uma motorista escapou por pouco de um acidente grave depois que o carro que dirigia pegou fogo repentinamente enquanto estava ao volante, no Reino Unido. O incidente ocorreu em Workington, no condado de Cumbria, nesta semana, e não deixou feridos.
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Sian Crooks conduzia seu carro adquirido havia apenas 12 dias, quando o motor perdeu potência de forma inesperada e uma luz de advertência âmbar acendeu no painel. Em poucos segundos, o veículo parou e o compartimento do motor foi tomado por fumaça e chamas. Ela conseguiu sair da via principal e estacionar em segurança, escapando junto com seu filhote de labrador, de 19 semanas.
Segundo relato à BBC, Crooks descreveu o episódio como “aterrorizante”. “Tudo ficou cheio de fumaça preta e o motor simplesmente explodiu”, afirmou. Ela contou que ficou em choque e ligou para a mãe, chorando, após conseguir deixar o veículo. O carro, comprado por cerca de £ 9 mil, tinha rodado aproximadamente 53 mil milhas e ainda estava dentro da garantia de fábrica de sete anos.
Veículo destruído e causa indefinida
O automóvel foi adquirido na concessionária Motorzone Northwest, em Blackpool, e também possuía uma garantia adicional de seis meses oferecida pela loja. De acordo com Crooks, o único problema informado no momento da compra estava relacionado a sensores de estacionamento, que seriam reparados posteriormente. Após o incêndio, o carro foi levado a um pátio de reboque, e ainda não há investigação concluída sobre a causa.
“Obviamente, preciso de uma solução. Todo mundo espera que eu pague a conta de um carro que explodiu 12 dias depois que comprei”, disse.
Em nota, a Kia informou que trata episódios desse tipo com máxima seriedade, mas afirmou que não há recalls aplicáveis ao modelo nem ao veículo específico. A empresa acrescentou que o carro foi comprado fora de sua rede oficial, o que limita o acesso ao histórico completo, e disse que está trabalhando com a proprietária para reunir informações sobre manutenção e reparos.
Dois irmãos, uma adolescente de 14 anos e outro de 13, foram mantidos por meses em gaiolas improvisadas dentro de casa e privados de alimentação adequada no estado do Texas, nos Estados Unidos. A responsável, Susan Rae Helton, de 53 anos, foi condenada a 40 anos de prisão por quatro acusações de lesão corporal grave contra criança, nesta semana.
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De acordo com o Gabinete do Promotor Distrital Criminal do Condado de Comal, as vítimas estavam gravemente desnutridas após anos de abuso físico e negligência. Helton, que tinha oito filhos adotivos, obrigava os dois adolescentes a viver e dormir em cercados montados com portões de segurança para bebês, alegando que a medida era necessária para evitar que “roubassem comida”. Eles também eram punidos com espancamentos com cinto e submetidos a exercícios físicos excessivos.
Investigação e resgate
Em 2018, o Serviço de Proteção à Criança (CPS) acionou o Departamento de Polícia de New Braunfels (NBPD) após denúncias de abuso e negligência. Todas as crianças da residência foram entrevistadas. Segundo o promotor, duas vítimas relataram episódios recorrentes de fome e agressões quando tentavam obter alimento na cozinha. Outros irmãos confirmaram que, como punição, os adolescentes podiam permanecer confinados nas gaiolas por até duas ou três semanas.
Durante uma visita surpresa à casa, investigadores encontraram as estruturas descritas nos depoimentos. Confrontada, Helton admitiu ter mantido os jovens em cárcere privado, justificando que eles buscavam açúcar e comida sem autorização. Em tribunal, reconheceu ainda que utilizava o confinamento por conveniência, para poder descansar, segundo o jornal The Mirror.
Os irmãos apresentaram crescimento físico muito abaixo do esperado: ganharam apenas cerca de três quilos e cresceram pouco mais de sete centímetros ao longo de cinco anos sob os cuidados da ré. Após serem retirados da residência, ganharam mais de quatro quilos em menos de um mês com alimentação adequada. Ambos foram diagnosticados com desnutrição severa e atraso no desenvolvimento.
Em audiência, a adolescente afirmou que era obrigada a permanecer em pé dentro do cercado durante grande parte do dia, inclusive para estudar e fazer exercícios, e que também dormia e se alimentava no local, conforme noticiado pelo Law & Crime. Ela relatou sofrer pesadelos recorrentes em que é perseguida e aprisionada. O irmão descreveu a convivência como “difícil” e disse que tentava constantemente manter a si mesmo e à irmã vivos.
Helton foi sentenciada a 20 anos de prisão por cada uma das quatro acusações, com penas a serem cumpridas de forma que totalizam 40 anos. Ela deverá cumprir ao menos metade do tempo antes de ter direito a solicitar liberdade condicional.
Em nota, o gabinete do promotor afirmou que o caso é um “forte lembrete” de que a confiança depositada em responsáveis por crianças não pode ser violada e destacou a coragem das vítimas, hoje jovens adultas, que testemunharam no tribunal. Segundo a Promotoria, os depoimentos foram decisivos para a condenação.
A China prometeu, nesta sexta-feira, adotar “todas as medidas necessárias” contra atividades de espionagem estrangeiras, após a Agência Central de Inteligência (CIA) dos Estados Unidos divulgar um vídeo de recrutamento direcionado a oficiais militares chineses.
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“A China tomará todas as medidas necessárias para combater de forma resoluta as atividades de infiltração e sabotagem de forças estrangeiras anti-China e salvaguardar resolutamente a soberania nacional, a segurança e os interesses de desenvolvimento”, disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian.
A CIA publicou na quinta-feira um vídeo em seu canal no YouTube que mostra um oficial chinês decidindo entrar em contato com a agência de inteligência americana após concluir que “os líderes protegem apenas seus próprios interesse”.
O texto em chinês que acompanha o vídeo solicita vazamentos sobre os líderes e o Exército de Pequim, além de outras áreas.
“Você tem informações sobre líderes chineses de alto escalão? Você é um oficial militar ou tem vínculos com o Exército? Trabalha nas áreas de inteligência, diplomacia, economia, ciência ou tecnologia avançada, ou lida com pessoas que atuam nestas áreas?”, pergunta o texto.
Um filhote de malamute do Alasca que sobreviveu ao comércio de carne na China tornou-se símbolo de resistência após ser resgatado e adotado por uma organização sem fins lucrativos nos Estados Unidos. Kronk, como foi batizado, foi retirado de um matadouro no ano passado e acolhido pela ONG Run 2 the Rescue, sediada em Nova York, neste mês.
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O animal passou a maior parte da vida em condições de inanição e sofreu uma lesão cerebral que resultou em deficiências físicas e cognitivas permanentes. Ele não anda como outros cães e apresenta deformações faciais atribuídas aos anos de abuso. Ao ser examinado por um veterinário na China, foi informado que o filhote provavelmente tinha nove fraturas no crânio.
Brandy Cherven, cofundadora da Run 2 the Rescue, contou à revista People que viu Kronk pela primeira vez em um vídeo que mostrava 77 cães resgatados de um laboratório de pesquisa. “A cabeça dele estava virada para o lado, e ele andava arrastando a pata traseira. Voltei e pausei o vídeo várias vezes”, afirmou. Segundo ela, outros abrigos talvez não tivessem assumido o risco de adotá-lo. “Ele é diferente — e diferente não é ruim, é apenas diferente.”
Além das fraturas e das sequelas neurológicas, Kronk apresentava problemas de pele e estava cerca de 18 quilos acima do peso. Durante meses, não teve condições clínicas para viajar de avião aos EUA. Quando finalmente desembarcou, Cherven decidiu adotá-lo. Desde então, o cão alcançou peso saudável e, apesar das limitações permanentes, é descrito pela organização como um dos animais mais felizes sob seus cuidados. “Sua existência é um milagre. Sua história é uma história de força e amor”, afirmou a entidade.
Comércio sob críticas internacionais
A Run 2 the Rescue indicou Kronk ao concurso Animal de Estimação Favorito da América. Caso vença, o prêmio de US$ 10 mil será destinado ao resgate de outros cães vítimas do comércio de carne.
Segundo a organização Humane World for Animals, cerca de 30 milhões de cães e 10 milhões de gatos são abatidos anualmente nesse mercado em diferentes países asiáticos. Apenas na China, estima-se que 10 milhões de cães e 4 milhões de gatos sejam mortos a cada ano. Muitos são capturados ilegalmente, por meio do roubo de animais de estimação ou recolhimento de animais de rua, e transportados sem vacinação, frequentemente amontoados em gaiolas por dias — alguns morrem antes de chegar ao destino.
Grupos de proteção atuam em diferentes regiões da Ásia para resgatar os animais, mas parte deles permanece sem adoção definitiva. A Run 2 the Rescue trabalha em parceria com entidades chinesas para transferir sobreviventes aos Estados Unidos, onde recebem tratamento veterinário e são encaminhados a famílias. A trajetória de Kronk, segundo a organização, é uma entre milhares — mas tornou-se um retrato concreto do impacto dessas iniciativas.
A principal advogada do Goldman Sachs deixará o banco de Wall Street, disse o diretor-executivo da instituição na quinta-feira, após serem revelados seus estreitos vínculos com o criminoso sexual Jeffrey Epstein.
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A assessora jurídica da empresa, Kathryn Ruemmler, vinha sendo alvo de intenso escrutínio depois que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos publicou vários e-mails nas últimas semanas mostrando sua amizade com o falecido ex-financista.
O diretor-executivo do Goldman Sachs, David Solomon, afirmou em um comunicado que respeita sua decisão de renunciar e agradeceu a Ruemmler “pela qualidade de suas assessorias jurídicas em temas importantes” para o grupo.
O banco informou que sua saída será efetiva a partir de 30 de junho.
Em uma declaração enviada ao jornal Financial Times, Ruemmler justificou a renúncia por sua vontade de evitar que “a atenção midiática” sobre sua figura “se torne uma distração” para o Goldman Sachs.
Ruemmler ingressou no império financeiro em 2020, após trabalhar no escritório de advocacia Latham & Watkins.
A relação entre Epstein e Ruemmler era conhecida desde a publicação de uma primeira série de documentos relativos ao caso, há vários meses. O Goldman Sachs havia demonstrado até então seu apoio à assessora jurídica.
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No entanto, a imprensa considerava inevitável sua saída após a nova leva de publicações.
Suas interações incluíam, segundo os relatos, a troca de conselhos sobre seus movimentos profissionais e questionamentos sobre seus crimes sexuais, além de mensagens de Ruemmler nas quais ela chamava Epstein de “querido” e “Tio Jeffrey”.
Ambos mantiveram sua relação amistosa até pouco antes da morte do criminoso sexual na prisão, em 2019. Ou seja, muito depois da primeira condenação, em 2008, do ex-financista por solicitar serviços sexuais de uma menor de idade.
Segundo o Wall Street Journal, Ruemmler foi uma das três pessoas para quem Epstein ligou após sua detenção, em julho de 2019, por acusações de tráfico sexual de menores.
Na época, a advogada trabalhava na Latham & Watkins, um escritório especializado em direito societário, fusões e aquisições e regulamentação do mercado de capitais.
Ela ocupou cargos importantes no Departamento de Justiça entre 2009 e 2011, durante a presidência de Barack Obama, antes de ingressar na Casa Branca como assessora jurídica até junho de 2014.
Duas pessoas morreram e uma ficou ferida em um tiroteio ocorrido na noite de quinta-feira na Universidade Estadual da Carolina do Sul, nos Estados Unidos, informou a instituição.
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O centro educacional afirmou que seu campus foi fechado às 21h15 locais de quinta-feira (02h15 GMT de sexta-feira) após receber um aviso sobre disparos em um apartamento do complexo residencial estudantil Hugine Suites.
“As autoridades da universidade ainda não confirmaram a identidade das vítimas nem o estado da pessoa ferida”, acrescentou a instituição em comunicado. “O campus permanece fechado”, reiterou.
As autoridades universitárias não informaram se alguém havia sido detido em relação ao tiroteio.
Elas indicaram que as forças de segurança locais estavam ajudando a universidade “a patrulhar o campus e seus arredores” e que as aulas de sexta-feira foram canceladas.
O incidente ocorre poucos dias depois de uma jovem de 18 anos matar oito pessoas em uma escola secundária da Colúmbia Britânica, no Canadá.
É também o mais recente de uma longa série de ataques a escolas e centros educacionais nos Estados Unidos, onde as tentativas de restringir o acesso às armas de fogo enfrentam um impasse político.

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