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A Colômbia retomou a pulverização aérea de plantações de drogas com glifosato, usando drones e com apoio dos EUA, após uma reunião em Washington entre os líderes dos dois países, que diminuiu as tensões, anunciou a Embaixada dos EUA em Bogotá, nessa sexta-feira.
O presidente Gustavo Petro e seu homólogo Donald Trump encontraram-se na semana passada na Casa Branca e amenizaram as tensões diplomáticas que vinham se acumulando desde o ano passado. Lá, eles prometeram retomar a histórica cooperação militar entre as duas nações e combater conjuntamente guerrilhas e cartéis de drogas.
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A Colômbia suspendeu a pulverização aérea do herbicida em 2015 devido a preocupações com os danos que causava à saúde humana.
Mas o governo de Petro anunciou em dezembro que retomaria essas operações de pulverização em meio à crescente pressão dos Estados Unidos, que exigem uma abordagem mais rigorosa em relação à política de drogas.
“Essa tecnologia pode ser transformadora: menos plantações de coca, mais segurança na Colômbia, menos drogas letais chegando às ruas americanas”, acrescentou a Embaixada dos EUA em Bogotá nas redes sociais.
O Ministério da Justiça colombiano apresentou sua nova política de erradicação em dezembro, que estipula que drones sobrevoarão os campos de coca a uma altura de 1,5 metro e realizarão pulverizações “controladas” para evitar que os produtos químicos afetem comunidades e ecossistemas.
Desde que assumiu o cargo em 2022, Petro implementou uma política de “paz total” para desmobilizar todos os grupos armados do país por meio do diálogo.
Mas esses esforços produziram poucos resultados e as organizações criminosas se fortaleceram, forçando o presidente a partir para uma guerra total contra as drogas.
O representante dos EUA na Otan afirmou, nessa sexta-feira, que a Rússia pode nunca estar pronta para chegar a um acordo para pôr fim à guerra na Ucrânia.
O presidente dos EUA, Donald Trump, está pressionando para que o conflito, que eclodiu quando a Rússia invadiu a Ucrânia em fevereiro de 2012, seja encerrado, mas as negociações mediadas por Washington não mostraram sinais de progresso até o momento.
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– Acho que os ucranianos, agora, estão dispostos a chegar a um acordo razoável, que, dadas as circunstâncias, seria justo – disse o embaixador dos EUA, Matthew Whitaker, em um painel durante o primeiro dia da Conferência de Segurança de Munique.
– Mas não estou convencido de que, em última análise, os russos estejam prontos para chegar a um acordo, ou que algum dia serão capazes disso – acrescentou Whitaker.
A mensagem contrastou fortemente com a transmitida horas antes por Trump, que disse que o líder ucraniano Volodymyr Zelensky “terá que ceder” porque “a Rússia quer fazer um acordo”.
Moscou tem se mantido firme em suas exigências por amplas concessões territoriais e políticas da Ucrânia, que Kiev rejeita como equivalentes à capitulação.
A Rússia também pressiona para que as forças ucranianas se retirem da região de Donetsk, no leste da Ucrânia.
Kiev, por sua vez, rejeitou uma retirada unilateral e exige sólidas garantias de segurança ocidentais para dissuadir Moscou de relançar sua ofensiva após qualquer cessar-fogo.
Durante o primeiro dia da Conferência de Segurança de Munique, líderes europeus, incluindo o chanceler alemão Friedrich Merz e o presidente francês Emmanuel Macron, reuniram-se com Zelensky.
Ambos os líderes declararam sua disposição em retomar o diálogo com o presidente russo Vladimir Putin, mas Merz acrescentou que Moscou “ainda não tem a vontade de manter uma discussão séria”.
A próxima rodada de negociações entre Moscou, Kiev e Washington para tentar encontrar uma solução diplomática para a guerra na Ucrânia ocorrerá na terça e quarta-feira em Genebra, anunciou o Kremlin.
O sistema elétrico de Cuba, de fato, é obsoleto. Em dezembro do ano passado, uma falha crítica na linha de transmissão interrompeu temporariamente a ligação entre Havana e as principais usinas termelétricas do país caribenho, em Matanzas. O problema dos apagões, porém, piorou agora em fevereiro, um mês depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump — encorajado por sua campanha de pressão econômica e militar na Venezuela, que resultou na deposição do então presidente do país — impôs um bloqueio nos carregamentos de combustível que fornecem 60% dos cerca de 100 mil barris de petróleo bruto por dia necessários para alimentar seu sistema de energia. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O governo do Irã anunciou nesta sexta-feira a criação de uma comissão de investigação para apurar os recentes protestos contra o custo de vida no país, que escalaram para manifestações contra o governo e deixaram milhares de mortos. O anúncio ocorre em meio ao aumento da repressão na República Islâmica, que passou a atingir políticos reformistas e a recorrer a redes de vigilância digital para rastrear iranianos que participaram dos atos nas ruas. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Quando o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou, no mês passado, atacar o Irã caso o governo iraniano não concordasse com um acordo para limitar seu programa nuclear, o Pentágono estava em uma posição desfavorável para apoiá-lo. Os 30 mil a 40 mil soldados americanos espalhados pelo Oriente Médio, incluindo oito bases permanentes, contavam com defesas aéreas insuficientes para protegê-los de possíveis represálias. Os caças adicionais necessários para realizar o tipo de operação abrangente mencionada por Trump estavam ociosos em bases americanas na Europa e até mesmo nos Estados Unidos. Grande parte do equipamento militar no Oriente Médio foi acumulado ao longo de 20 anos de guerra e, mesmo durante a campanha americana contra os houthis iemenitas no ano passado, já havia deixado a região. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Dois oficiais americanos revelaram à agência Reuters que as Forças Armadas dos Estados Unidos estão se preparando para a possibilidade de terem que realizar operações prolongadas contra o Irã, que podem durar semanas, caso o presidente Donald Trump ordene um ataque contra o país persa. Segundo a informação publicada nesta sexta-feira, essa possibilidade poderia resultar num conflito muito mais grave do que os anteriores entre os dois países. A revelação feita pelos oficiais, que falaram sob condição de anonimato, aumenta a tensão nas negociações diplomáticas em curso entre Washington e Teerã.
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Nesta sexta-feira, o presidente americano confirmou que o porta-aviões USS Gerald R. Ford, o mais poderoso navio do tipo na Marinha americana, já está a caminho do Oriente Médio. A tripulação recebeu ordens de deslocamento saídas do Pentágono na quinta-feira, segundo fontes ouvidas em anonimato pelo jornal New York Times. A estimativa é de que o meio militar chegue à região entre o final de abril e o começo de maio. A chegada do porta-aviões ao Golfo Pérsico é uma adição de peso ao arsenal dos EUA posicionado na região.
*Em atualização
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos processou Harvard nesta sexta-feira, exigindo os dados de admissão de seus estudantes, no capítulo mais recente da longa batalha do governo Trump contra a universidade de elite.
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— Harvard não revelou as informações de que precisamos para garantir que suas admissões estejam livres de discriminação — disse a secretária de Justiça, Pam Bondi.
Em uma decisão de 2023, a Suprema Corte proibiu a consideração da raça nos processos de admissão universitária, motivo pelo qual o Departamento de Justiça investiga se a universidade discrimina candidatos brancos.
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O Departamento assegurou que a ação judicial “apenas busca obrigar Harvard a produzir documentos relacionados a qualquer consideração da raça nas admissões e não acusa Harvard de discriminação racial”.
— Se Harvard deixou de discriminar, deveria compartilhar de bom grado as informações necessárias para demonstrá-lo — disse a vice-procuradora-geral, Harmeet Dhillon.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, exigiu recentemente que Harvard pague 1 bilhão de dólares (R$ 5,23 bilhões) em indenização por supostamente não proteger de forma suficiente estudantes judeus durante os protestos pró-palestinos.
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Dias depois, o Pentágono rompeu todos os vínculos acadêmicos com a universidade da Ivy League.
Trump já havia tentado cortar mais de 2,6 bilhões de dólares (R$ 13,61 bilhões) em financiamento federal para Harvard e tomou medidas para bloquear a entrada de estudantes internacionais, que representam um quarto de seu corpo discente.
Em grande parte, essas medidas foram bloqueadas temporariamente pelos tribunais.
Os Estados Unidos enviaram nesta sexta-feira mais de 6 toneladas de suprimentos médicos prioritários para a Venezuela, como parte do “plano de estabilização, recuperação e transição” naquele país, informou o Departamento de Estado.
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“Esse é o primeiro envio de um esforço significativo para aumentar o abastecimento de suprimentos médicos críticos para a Venezuela”, destaca o comunicado, que não informa se o material foi doado ou se foi pago com a receita da venda de petróleo, que os Estados Unidos depositam em uma conta bancária no Catar.
Após derrubar o presidente Nicolás Maduro, Washington anunciou que iria controlar as exportações de petróleo da Venezuela. A receita arrecadada serviria para comprar material americano, declarou naquele momento o presidente Donald Trump.
“Isso é assistência externa dos ‘Estados Unidos Primeiro’ em ação: continuamos oferecendo apoio rápido e estabilizador em nosso hemisfério, com resultados claros e total prestação de contas”, afirma o comunicado.
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Uma das primeiras medidas de política externa do segundo mandato de Trump foi anunciar o desmantelamento da USAID, principal agência de ajuda humanitária, a qual o governo americano informou que seria substituída por outro tipo de mecanismo.
Os suprimentos médicos enviados para a Venezuela serão distribuídos pelo Ministério da Saúde “provisório”, segundo o comunicado. “Esses medicamentos essenciais vão ajudar a estabilizar o sistema de saúde venezuelano.”
A estratégia “atrairá investimento responsável do setor privado e ajudará a Venezuela a avançar para uma maior autossuficiência, em consonância com nossa abordagem de promover o comércio, e não a ajuda”, ressaltou o departamento.
Um incêndio atingiu, na tarde desta sexta-feira, a refinaria de petróleo Ñico López, localizada na Baía de Havana. Uma densa coluna de fumaça preta pôde ser vista do outro lado do canal que corta a baía, segundo jornalistas da AFP que estavam no local.
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Ainda não era possível confirmar se as chamas chegaram a atingir os tanques de armazenamento de combustível da unidade. O fogo perdeu intensidade pouco tempo depois de começar, mas ocorreu muito perto de dois navios petroleiros que estavam ancorados na região.
Até o momento, a imprensa estatal cubana não havia divulgado informações sobre as causas do incêndio nem sobre eventuais danos à estrutura da refinaria.
Na mesma baía, atracaram na quinta-feira dois navios da Marinha do México que transportaram mais de 800 toneladas de ajuda humanitária para a ilha, que enfrenta uma profunda crise econômica, agravada por pressões dos Estados Unidos.
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Cuba vive uma das mais graves crises energéticas de sua história recente, após a interrupção do fornecimento de petróleo pela Venezuela, na esteira da queda de Nicolás Maduro, e sob a ameaça de Washington de impor tarifas a países que comercializem combustível com a ilha.
Diante da escassez, o governo comunista colocou em vigor nesta semana um plano emergencial para reduzir o consumo de energia. Entre as medidas adotadas estão restrições à venda de combustíveis e a implementação de uma jornada de trabalho de quatro dias, de segunda a quinta-feira.
Com uma nova rodada de negociações de paz marcada para a próxima semana, autoridades ucranianas afirmam que o governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, intensificou a pressão para que Kiev faça concessões à Rússia, numa tentativa de encerrar a guerra até o início do verão no Hemisfério Norte. Nesta sexta-feira, Trump reforçou publicamente a cobrança ao declarar que o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, precisa “se mexer” para alcançar um acordo com Moscou.
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— A Rússia quer fazer um acordo, e Zelensky vai ter que se mexer, caso contrário, vai perder uma grande oportunidade — disse o republicano a jornalistas na Casa Branca. — Ele tem que se mexer — reforçou.
A Ucrânia tenta equilibrar as expectativas americanas com a necessidade de evitar o que considera compromissos inaceitáveis em relação a território e outras questões sensíveis. Zelensky já manifestou frustração pelo fato de Washington, segundo ele, pressionar mais Kiev do que Moscou a ceder. Ao mesmo tempo, deixou claro que o país precisa fazer o possível para manter os Estados Unidos engajados no processo diplomático.
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Na semana passada, o líder ucraniano afirmou que o desejo americano de interromper a guerra até junho está ligado ao calendário político dos EUA. À medida que se aproximam as eleições legislativas de meio de mandato, disse, o foco do governo Trump pode se afastar da Ucrânia.
— É claro que para nós é desejável que os americanos não saiam — declarou Zelensky, ao comentar as negociações. Referindo-se ao prazo de junho defendido por Washington, acrescentou que o governo americano “pressionará provavelmente as partes de acordo com esse cronograma”.
Autoridades e analistas ucranianos avaliam que a Rússia não deu sinais claros de disposição para encerrar o conflito enquanto ainda dispõe de recursos financeiros e contingente militar para sustentar a ofensiva. Além disso, eles ressaltam que as forças russas continuam avançando no campo de batalha, ainda que de forma lenta e com alto custo humano.
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Ucrânia e Rússia anunciaram que a próxima rodada de negociações ocorrerá na terça e quarta-feira, em Genebra. As duas delegações já haviam se reunido neste mês nos Emirados Árabes Unidos, ao lado de representantes americanos, mas houve pouco progresso visível em direção a um acordo.
Nos bastidores, não está claro o que os Estados Unidos estão dispostos a fazer caso não obtenham de Kiev concessões em temas como território e a realização de eleições.
Trump deixou evidente que deseja reivindicar o crédito pelo fim da guerra, mas prazos anteriores estabelecidos por seu governo expiraram sem consequências aparentes. Ainda assim, autoridades americanas continuam participando das negociações, mesmo após a Ucrânia rejeitar propostas vistas como favoráveis à Rússia apresentadas inicialmente por Washington.
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Zelensky afirmou não ter recebido qualquer sinal formal de que os Estados Unidos pretendam abandonar o processo. Já Yaroslav Yurchyshyn, deputado do Parlamento ucraniano, declarou que representantes do governo Trump ameaçaram se retirar das negociações caso Kiev não demonstre disposição para compromissos, incluindo a realização de eleições.
Segundo Yurchyshyn, durante as conversas nos Emirados Árabes Unidos, os americanos defenderam que a Ucrânia promova eleições até 15 de maio. Com a guerra em andamento e sob lei marcial, autoridades em Kiev consideram altamente improvável organizar um pleito nesse prazo.
A pressão por eleições também coincide com as exigências de Moscou. O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou recentemente que Zelensky perdeu legitimidade por estar “com medo de disputar uma eleição presidencial” e declarou que assinar qualquer acordo com ele seria “inútil”.
(Com AFP e The New York Times)

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