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Um total de 179 pessoas deixou a prisão na Venezuela, beneficiadas pela recém-promulgada lei de anistia, informou o chefe da comissão parlamentar que acompanha o processo. A histórica lei, impulsionada pela presidente interina Delcy Rodríguez, prevê o arquivamento de processos penais de centenas de presos políticos. Enquanto o governo celebra a aplicação da medida, alguns advogados e beneficiários denunciam atrasos e entraves nos tribunais para a concessão da liberdade plena.
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O deputado Jorge Arreaza afirmou que o sistema de Justiça já recebeu 4.293 pedidos de anistia.
Do total, cerca de 3.000 pessoas que estavam em liberdade condicional passaram a ter liberdade plena, também com base na lei promulgada em 19 de fevereiro.
— É extraordinário o ritmo que está sendo alcançado — comemorou Arreaza em coletiva de imprensa.
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Apesar dos números divulgados pelo governo, potenciais beneficiários denunciam dificuldades na tramitação dos pedidos.
A lei de anistia, que não tem aplicação automática, exige que aqueles que queiram optar pelo benefício compareçam aos tribunais para revisar cada caso e determinar o arquivamento do processo ou a anulação da sentença.
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Advogados de presos políticos e de libertados com medidas cautelares foram na segunda-feira aos tribunais em Caracas para apresentar os primeiros pedidos, mas a maioria encontrou negativas e atrasos ao protocolar seus documentos.
— Os tribunais que nos submeteram arbitrariamente a processo continuam sendo nossos algozes, não se pode permitir que violem a lei de anistia — denunciou Rodrigo Cabezas, ex-ministro das Finanças de Hugo Chávez, em liberdade condicional desde julho de 2025.
Ele explicou que o tribunal responsável por seu caso não admitiu o pedido ao indicar que “não há expediente”.
— Reitero que não cometi crime algum e reivindico, como meu direito humano, que se encerre a fraude processual que me afetou junto a meus entes queridos — acrescentou.
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A lei determina que os tribunais têm prazo máximo de 15 dias para “verificar os pressupostos da anistia”.
— Disseram a algumas pessoas que elas não podem receber os documentos, a outras que sim, mas que precisam esperar um tempo prudencial para ter resposta — explicou à AFP o advogado Omar Mora Tosta, que lidera a defesa de integrantes do partido da líder opositora María Corina Machado detidos.
O sindicato dos trabalhadores da imprensa afirmou, por sua vez, que “nenhum tribunal recebeu os requerimentos” de um grupo de jornalistas que solicitou o benefício.
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Alguns casos foram tramitados.
— Fui atendida na defensoria pública e houve receptividade muito boa — indicou Liomary Espina, de 57 anos, que espera resposta a seu pedido em três dias úteis.
A Assembleia Nacional criou uma comissão especial para acompanhar e tratar casos excluídos na lei.
O governo britânico declarou, nesta terça-feira (24), ser a favor de divulgar os documentos relacionados à nomeação do ex-príncipe Andrew como representante especial para o Comércio Internacional em 2001, após sua prisão na semana passada em conexão com o caso Epstein.
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Após o Departamento de Justiça dos EUA divulgar os arquivos do criminoso sexual americano, o irmão do rei Charles III tornou-se suspeito de má conduta enquanto ocupava um cargo público. Nenhuma acusação formal foi apresentada contra ele até o momento.
Nesta terça-feira, o ministro do Comércio, Chris Bryant, apoiou a moção do Partido Liberal Democrata (centrista) no Parlamento para que o governo trabalhista divulgasse os documentos relacionados à nomeação de Andrew Mountbatten-Windsor.
—Deixe-me ser claro desde o início. Apoiamos esta moção — disse Bryant, que descreveu o ex-príncipe como “um homem em uma constante busca por autoengrandecimento e enriquecimento pessoal”.
Alguns dos documentos divulgados parecem indicar que o então príncipe repassou informações confidenciais ao financista, que cometeu suicídio na prisão em 2019, durante o período em que atuou como representante especial do Reino Unido para o Comércio Internacional, de 2001 a 2011.
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Como resultado deste caso, o ex-príncipe Andrew passou onze horas em uma delegacia na quinta-feira, um acontecimento que abalou os alicerces da monarquia britânica.
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Reprodução: Departamento de Justiça dos Estados Unidos
‘Grosseiro e arrogante’
Chris Bryant descreveu Andrew Mountbatten-Windsor como “grosseiro, arrogante, com um senso de privilégio; incapaz de distinguir entre o interesse público, que alegava servir, e seus próprios interesses privados”.
Bryant alertou, contudo, que o governo deve consultar a polícia sobre quais documentos podem ser divulgados, para não comprometer a investigação.
O governo manifestou sua disposição em divulgar os arquivos horas depois de a polícia ter libertado sob fiança o ex-embaixador britânico nos Estados Unidos, Peter Mandelson, nesta terça-feira.
Mandelson foi preso na segunda-feira sob suspeita de negligência no cumprimento do dever durante seu mandato como chefe do Departamento da Indústria no governo trabalhista, de 2008 a 2010.
Assim como o ex-príncipe Andrew, os laços de Mandelson com Epstein eram conhecidos.
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O líder do Partido Liberal Democrata, Ed Davey, disse ao Parlamento nesta terça-feira que a relação de Andrew e Mandelson com Epstein representa uma “mancha” no Reino Unido.
— Precisamos começar a limpar essa mancha com o desinfetante da transparência — disse Davey.
As palavras de Davey foram reiteradas pelo ministro do Comércio, que expressou a disposição de seu governo em divulgar os documentos.
— É o mínimo que devemos às vítimas dos horríveis abusos perpetrados por Jeffrey Epstein e outros — disse Bryant.
— Abusos que foram permitidos, facilitados e apoiados por um amplo grupo de indivíduos arrogantes, privilegiados e, muitas vezes, muito ricos, neste país e em outros — acrescentou o ministro.
Embora as duas investigações sejam separadas, o jornal The Telegraph descobriu declarações feitas por Mandelson no Parlamento em 2001, nas quais ele considerava o então príncipe Andrew “plenamente qualificado” para ocupar o cargo de representante para o Comércio Internacional.
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Starmer sob pressão
Andrew Lownie, ex-jornalista da BBC e biógrafo do ex-príncipe, disse à AFP que Mandelson e Tony Blair, primeiro-ministro trabalhista em 2001, “impuseram a nomeação” de Andrew.
Na época, Mandelson também ocupava o cargo de ministro da Indústria e Comércio.
As revelações sobre os laços de Mandelson com Epstein pressionaram o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, acusado de nomeá-lo mesmo sabendo de sua proximidade com o financista americano após a condenação deste por crimes sexuais.
Starmer, que retirou Mandelson do cargo de embaixador em setembro de 2025 após novas informações que o ligavam a Epstein virem à tona, pediu desculpas às vítimas.
Apesar de tudo, o primeiro-ministro declarou há duas semanas que seu governo está “forte e unido”, em uma tentativa de dissipar as dúvidas sobre uma possível renúncia em decorrência da nomeação de Mandelson.
Após a sangrenta repressão ao movimento de protestos em janeiro, o governo iraniano advertiu nesta terça-feira estudantes que voltaram a se manifestar de que existem “limites”, em um país atento às ameaças de uma eventual intervenção militar dos Estados Unidos. Segundo a imprensa local, o novo semestre começou no sábado com manifestações a favor e contra o governo.
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Eles “têm, naturalmente, o direito de se manifestar”, declarou a porta-voz do governo, Fatemeh Mohajerani. Mas há “limites que devemos proteger e não ultrapassar ou desviar, nem mesmo no auge da indignação”, afirmou, citando “coisas sagradas”, como “a bandeira” da república islâmica.
Vídeos divulgados nas redes sociais e verificados pela AFP mostram universitários de Teerã queimando a bandeira adotada após a revolução de 1979, que derrubou a monarquia. Entre as palavras de ordem estava “morte ao ditador”, em alusão ao guia supremo, Ali Khamenei.
Essas concentrações, que segundo algumas fontes derivaram em confrontos entre opositores e partidários do poder, abalam um país ainda chocado com as manifestações das últimas semanas.
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As marchas começaram no fim de dezembro contra o alto custo de vida, mas foram ampliadas para protestar contra o poder, até serem violentamente reprimidas.
Entre ameaças e diálogo
Desde então, o presidente americano Donald Trump tem ameaçado bombardear o Irã novamente, após a guerra de junho de 2025 desencadeada por Israel, na qual Washington atacou instalações nucleares iranianas.
Trump ordenou a mobilização de um dispositivo militar e naval na região, enviando o porta-aviões Abraham Lincoln ao Oriente Médio. O maior porta-aviões do mundo, o Gerald R. Ford, navega pelo Mediterrâneo e encontra-se atualmente em uma base em Creta, na Grécia.
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É incomum que dois navios desse tipo, que transportam dezenas de aviões de combate e são tripulados por milhares de militares, estejam ao mesmo tempo em uma mesma região.
Na quinta-feira, Trump declarou que havia estabelecido um prazo de entre dez e quinze dias para decidir se recorreria à força contra Teerã.
Nesse contexto, as negociações continuam. Os Estados Unidos exigem um acordo que impeça Teerã de se armar com bombas nucleares, como acusam os ocidentais, embora o Irã afirme que busca um programa com fins civis.
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Uma terceira rodada de conversações, mediadas por Omã, está prevista para quinta-feira em Genebra, mas encontrar um entendimento será “uma tarefa difícil”, indicou o centro de estudos americano International Crisis Group em um relatório publicado na segunda-feira.
Manobras iranianas no Golfo
“Depois de cinco décadas de antagonismo profundo e de colaboração ocasional, a república islâmica e os Estados Unidos nunca estiveram tão perto do precipício de um grande conflito”, escreveram os analistas.
Segundo esses especialistas, as intenções de Washington, caso a diplomacia fracasse, continuam “confusas”, mas Trump ainda prefere “guerras curtas que possa apresentar facilmente como bem-sucedidas” a “meter-se em um conflito custoso e caótico”.
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Na segunda-feira, Trump negou informações da imprensa segundo as quais o chefe do Estado-Maior americano, o general Dan Caine, teria advertido contra uma intervenção militar de grande envergadura no Irã.
O Irã alertou que responderia “com força” a qualquer ataque americano, ainda que limitado, e alertou para o risco de uma “escalada” regional caso Washington opte por uma ação militar.
Diante das “ameaças”, a Guarda Revolucionária, o exército ideológico do Irã, iniciou manobras militares nas costas do Golfo.
Um pequeno cachorro sobreviveu à queda de um helicóptero militar que matou 15 pessoas no sul do Peru, informou a Força Aérea do país nesta terça-feira. Após a queda da aeronave, equipes de resgate encontraram o cachorro de cor caramelo entre os destroços retorcidos. Ele estava ao lado do corpo de seu dono, o coronel Javier Nole, de 50 anos, que estava a bordo com sua esposa e duas filhas.
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“É o animal de estimação do coronel Nole; é o único sobrevivente”, disse uma fonte militar à AFP.
O acidente ocorreu no domingo e todos a bordo morreram. Entre as vítimas estavam quatro militares e 11 civis, incluindo suas mulheres e sete crianças com idades entre 3 e 17 anos. Segundo uma reportagem da emissora de televisão local Latina, “o animal foi levado para avaliação veterinária”.
Cachorro sobrevive à queda de helicóptero militar que matou 15 pessoas no Peru
Reprodução
O helicóptero, um Mi-17 de fabricação russa, perdeu contato no domingo enquanto sobrevoava a região de Ica, a 300 quilômetros ao sul da capital peruana. Equipes de resgate localizaram os destroços da aeronave na segunda-feira na cidade de Chala, em Arequipa.
O helicóptero vinha sendo utilizado nos últimos dias em operações de resgate durante as enchentes que atingiram a região. A Força Aérea iniciou uma investigação para determinar a causa do acidente.
A presidente do Museu do Louvre, Laurence des Cars, apresentou sua renúncia, anunciou nesta terça-feira o gabinete do presidente francês, Emmanuel Macron, que a aceitou o pedido para dar um “novo impulso” à instituição, abalada por um espetacular roubo de joias em outubro.
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“O chefe de Estado aceitou a renúncia, saudando um ato de responsabilidade em um momento em que o maior museu do mundo precisa de tranquilidade e de um novo impulso para realizar grandes projetos de segurança e modernização, assim como o projeto ‘Louvre – Novo Renascimento'”, afirmou a Presidência em comunicado.
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O popular museu parisiense está envolto em controvérsias desde 19 de outubro, quando ocorreu o roubo de joias, além de problemas com vazamentos de água, greves de funcionários e fraude na venda de ingressos.
Também neste mês, um teto pintado no século XIX foi danificado por um vazamento de água em suas salas mais visitadas. Segundo a instituição, durante a noite foi necessária a intervenção dos bombeiros após o rompimento de um cano na ala Denon, onde estão algumas das obras mais emblemáticas da pinacoteca, incluindo a Mona Lisa.
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No entanto, a sala que abriga a obra-prima de Leonardo Da Vinci não sofreu danos, de acordo com o museu. O vazamento, conforme o informe, afetou diretamente a sala 707, que abriga obras de arte italianas dos séculos XV e XVI.
Este novo incidente ocorreu um dia após vir à tona uma fraude milionária na venda de ingressos, na qual estariam supostamente envolvidos dois funcionários da instituição e vários guias turísticos. O museu mais visitado do mundo está no olho do furacão desde o roubo de joias da Coroa avaliadas em mais de 100 milhões de dólares (R$ 516,7 milhões, na cotação atual) em outubro.
Um mês depois, o estabelecimento fechou uma galeria devido à deterioração do edifício. Desde meados de dezembro, funcionários convocaram múltiplas greves para exigir melhorias nas condições de trabalho no local, que recebeu nove milhões de visitantes em 2025.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos reteve alguns arquivos relacionados ao caso Epstein relacionados ao presidente Donald Trump. O departamento ainda removeu do banco de dados público alguns documentos em que o presidente dos EUA é mencionado. O material está relacionado às acusações contra Jeffrey Epstein, financista americano que morreu na prisão em 2019 antes de responder às acusações de crimes sexuais contra menores de idade. As informações foram divulgadas nesta terça-feira (24), pela NPR (National Public Radio), uma organização norte-americana de radiodifusão pública com sede em Washington.
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Segundo o levantamento da NPR, dezenas de páginas parecem ter sido catalogadas pelo Departamento de Justiça, mas não compartilhadas publicamente. No fim de janeiro, novos arquivos relacionados ao caso foram liberados. Segundo a organização, alguns, no entanto, não estão disponíveis ao público, como um com mais de 50 páginas contendo entrevistas do FBI e anotações de conversas com uma mulher que acusou Trump de abuso sexual décadas atrás, quando ela era menor de idade.
Nas análises, a organização encontrou dezenas de páginas que teriam sido catalogadas pelo Departamento de Justiça, mas não compartilhadas publicamente. O órgão se recusos a responder sobre o conteúdo dos arquivos e o motivo de não terem sido divulgados, afirmou a NPR na reportagem sobre o caso Epstein desta terça.
Entre o conjunto de documentos que teria sido alterado, com retirada de parte do conteúdo para consulta pública, está os relacionados a a uma mulher que foi testemunha-chave da acusação no julgamento criminal de Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein. Atualmente, ela cumpre pena de 20 anos de prisão por tráfico sexual de menores. No último dia 9, Ghislaine participou de conferência para comissão que investiga conexões de Jeffrey Epstein com figuras poderosas. A presa permaneceu em silência na videoconferência; e seus advogados disseram que ela estava preparada para contar detalhes da relação do magnata americano com autoridades políticas e empresariais do país, caso recebesse um indulto do presidente Donald Trump.
Um acidente de trânsito registrado na noite deste sábado na via entre Circasia e Armenia, no departamento de Quindío, no Oeste da Colômbia, gerou comoção com a morte de um homem de 40 anos e de uma jovem de 19 anos, conhecida no país por participações em programas de calouros, que perderam a vida após serem atropelados por um veículo enquanto tentavam atravessar a pista.
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As vítimas, identificadas como William Andrés Paipa e Nicole Valeria Vargas Gómez, estavam trabalhando e haviam descido de um caminhão. Eles tentavam atravessar a via para transportar alguns itens para a faixa oposta da rodovia quando foram atingidos por um automóvel.
Segundo o relatório da Polícia Rodoviária de Quindío, o acidente ocorreu às 20h30 do dia 21 de fevereiro, no quilômetro 01+650 da via que segue em direção a Armenia.
— Ocorreu um acidente viário do tipo atropelamento de pedestres por um veículo não identificado, atingindo dois transeuntes que atravessavam a via no setor de restaurantes, na altura de El Solar. No momento, foi possível identificar as pessoas como William Andrés Paipa e Nicole Valeria Vargas Gómez.
O caso gerou indignação porque as vítimas não foram socorridas pelo motorista que provocou o acidente, que fugiu do local. Segundo vídeos de câmeras de segurança da região, as duas pessoas atropeladas quase foram atingidas novamente por outros veículos, já que caíram sobre a faixa contrária da pista.
A jovem Nicole Vargas havia participado de concursos de canto como “La Voz Kids”, versão colombiana do “The Voice Kids”, entre outros, e atualmente conciliava apresentações artísticas com um emprego como promotora de uma marca de bebidas. Ambos eram conhecidos no meio do entretenimento da cidade pelo trabalho em estabelecimentos comerciais, como restaurantes e bares.
Vargas também era estudante do quinto semestre do curso de Administração de Negócios da Universidade de Quindío. A instituição divulgou uma mensagem lamentando a morte da jovem.
— A jovem e talentosa aluna da Universidade de Quindío deu brilho ao nosso grupo vocal representativo Coranto e ao departamento de Quindío graças à voz magistral que a fez se destacar em diferentes eventos. Nicole foi uma jovem comprometida com sua formação acadêmica e com a vida cultural da nossa alma mater. Das salas de aula e também dos palcos, deixou sua marca por meio da disciplina, da sensibilidade e do profundo amor pela arte. Como integrante do Coranto, levou sempre com honra o nome da Universidade de Quindío a cada encontro e apresentação.
As autoridades informaram que seguem com as investigações para identificar o veículo e o motorista que atropelaram as duas pessoas, além de esclarecer as responsabilidades no caso.
A guerra na Ucrânia, desencadeada pela invasão russa de 24 de fevereiro de 2022, entra nesta terça-feira em seu quinto ano. Abaixo, um panorama atualizado do conflito mais sangrento na Europa desde a Segunda Guerra Mundial após quatro anos de combates.
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Mortos
Após anos de combates e bombardeios, o número de mortos ainda é desconhecido. Segundo o último balanço da ONU em 2025, cerca de 15 mil civis morreram e 40.600 ficaram feridos em território ucraniano, embora o número real seja “provavelmente consideravelmente mais alto”, sobretudo pela dificuldade de acesso às áreas ocupadas.
Os ataques ucranianos contra regiões fronteiriças russas deixaram centenas de mortos, segundo estimativas. Do lado militar, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky reconheceu no início de fevereiro a morte de 55 mil militares desde 2022, um número considerado muito subestimado devido às dezenas de milhares de desaparecidos.
A Rússia mantém silêncio sobre suas baixas, mas elas são estimadas em mais de 117 mil, segundo o serviço russo da BBC e o veículo russo Mediazona, com base em dados de acesso público. O americano Center for Strategic and International Studies (CSIS) citou até 325 mil soldados russos e entre 100 mil e 140 mil militares ucranianos mortos desde 2022. Cerca de 6 milhões de ucranianos estão refugiados no exterior, segundo a ONU.
Destruição
A guerra devastou extensos territórios, sobretudo no leste da Ucrânia, onde cidades inteiras como Bakhmut e Toretsk estão em ruínas. Os ataques russos contra infraestruturas energéticas devastaram a rede ucraniana, privando milhões de pessoas de aquecimento e eletricidade. Cerca de 20% do território ucraniano está contaminado por minas, segundo a ONU.
O custo total da reconstrução da Ucrânia é estimado em mais de 558 bilhões de dólares (R$ 2,9 trilhões) na próxima década, segundo uma avaliação conjunta do governo ucraniano, da União Europeia (UE), do Banco Mundial e da ONU.
A situação no front
Após importantes movimentos de tropas de cada lado em 2022 e 2023, o conflito se transformou em uma guerra de desgaste, com avanços lentos e custosos sob a ameaça onipresente dos drones. A Rússia ocupa cerca de 20% do território ucraniano, do qual cerca de um terço já estava sob controle das forças russas ou pró-russas antes de 2022.
corre no Donbass, grande bacia industrial do leste da Ucrânia, onde o Exército russo tomou quase toda a região de Luhansk e cerca de 83% da de Donetsk, segundo uma análise da AFP baseada em dados do Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), um centro de estudos nos Estados Unidos.
As forças russas também ocupam grandes extensões nas regiões meridionais de Kherson e Zaporíj ia, e pequenas partes das de Sumy (norte), Kharkiv (nordeste) e Dnipropetrovsk (centro).
Uma diplomacia lenta
Russos e ucranianos negociam desde 2025 um cessar das hostilidades, sob o impulso do presidente americano, Donald Trump. Foram realizadas várias rodadas de negociações em Istambul, Abu Dhabi e Genebra, sem alcançar avanços tangíveis. Um dos principais problemas é a questão dos territórios. A Rússia quer que as forças ucranianas se retirem das áreas sob seu controle na região de Donetsk, o que Kiev rejeita.
A Ucrânia também insiste na necessidade de um cessar-fogo o quanto antes, enquanto Moscou se opõe a qualquer pausa nas hostilidades até que sejam estabelecidas as bases de um acordo de paz “duradouro”.
Economia e sanções
A economia russa resistiu às sanções ocidentais ao encontrar canais paralelos de importação e redirecionar suas vendas de hidrocarbonetos para outros mercados. A indústria se beneficiou dos pedidos militares massivos.
No entanto, começa a mostrar sinais de esgotamento devido à persistente escassez de mão de obra e a uma forte inflação. O Estado russo enfrenta um crescente déficit orçamentário e uma diminuição das receitas do petróleo.
A Ucrânia perdeu quase um terço de seu PIB em 2022. Além disso, a guerra destruiu sua infraestrutura, afetou as exportações e forçou a saída de muitos trabalhadores para o exterior. Outros tiveram de se alistar no Exército. A economia ucraniana se recuperou um pouco, mas depende em grande medida do apoio ocidental para financiar sua defesa e os gastos correntes.
Aliados e apoios
Desde 2022, o esforço de guerra de Kiev é em grande parte assegurado pelo fornecimento de armas e munições e pelo compartilhamento de inteligência com países ocidentais. A Europa é agora o principal fornecedor de ajuda à Ucrânia, com 234 bilhões de dólares (R$ 1,216 trilhão) entregues e outros 210 bilhões de dólares (R$ 1,092 trilhão) prometidos, segundo um balanço do Instituto Kiel, da Alemanha.
Desde o retorno de Trump ao poder, os Estados Unidos praticamente cortaram sua ajuda sem contrapartida a Kiev, após terem destinado 115 bilhões de dólares (R$ 598 bilhões) desde 2022. Segundo o Instituto Kiel, a Ucrânia recebeu de seus aliados cerca de 900 tanques, 1.200 veículos blindados, 850 peças de artilharia, 85 sistemas antiaéreos, além de aviões de combate e munições.
A Coreia do Norte forneceu munições à Rússia e enviou milhares de soldados para combater contra os ucranianos. Moscou também recebeu drones e mísseis do Irã e se baseou nessa tecnologia para produzir seus próprios modelos de drones, segundo países ocidentais, que acusam a China de ajudar a Rússia a driblar as sanções.
A apresentadora de televisão dos Estados Unidos Savannah Guthrie anunciou nesta terça-feira (24) que sua família está oferecendo até US$ 1 milhão por informações que levem ao resgate de sua mãe, desaparecida há 24 dias. Acredita-se que Nancy Guthrie tenha sido sequestrada de sua casa.
Guthrie reconheceu que sua mãe pode já estar morta, um desfecho trágico para um caso que comoveu os EUA e intrigou as autoridades.
Nancy Guthrie, de 84 anos, desapareceu de sua casa em Tucson, Arizona, em 1º de fevereiro. Apesar de buscas intensivas, a polícia ainda não identificou nenhum suspeito no caso.
Com a voz embargada, Guthrie disse em uma publicação no Instagram que ela e seus irmãos aceitam a possibilidade de sua mãe estar morta.
— Sabemos que ela pode estar perdida — disse Guthrie. — Ela pode já ter ido embora.
Mas a família precisa de respostas, acrescentou.
— Precisamos que ela volte para casa. É por isso que estamos oferecendo uma recompensa de até um milhão de dólares para qualquer informação que leve ao seu paradeiro — disse a apresentadora. — Alguém por aí sabe algo que pode trazê-la de volta para casa — acrescentou ela.
Investigadores federais estão oferecendo US$ 100 mil por informações que levem ao paradeiro da mulher ou à prisão de seus sequestradores.
O FBI divulgou fotos e um vídeo de uma pessoa mascarada se aproximando da casa de Guthrie na noite do sequestro, mas não identificou nenhum suspeito.
O xerife do Condado de Pima, Chris Nanos, disse na semana passada que os investigadores descartaram qualquer envolvimento de familiares de Nancy Guthrie em seu desaparecimento.
Bilhete de resgate
No início deste mês, o FBI indicou que a família de Nancy Guthrie recebeu um bilhete de resgate exigindo pagamento. As imagens divulgadas no último dia 10 pela corporação mostram um indivíduo usando uma máscara de esqui, uma jaqueta com zíper, luvas e uma mochila, aproximando-se da porta da frente da casa da idosa.
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Ele parece manipular a câmera por alguns segundos antes de se afastar para arrancar plantas, que ele então usa para cobrir a câmera. As autoridades locais relataram, dias após o desaparecimento, que câmera da campainha da casa de Nancy foi desconectada à 1h47 da manhã de domingo, 1º de fevereiro.
Imagens divulgadas pelo FBI, da câmera de segurança da casa da mãe de Savannah Guthrie, mostram suspeito mascarado
Reprodução / Redes Sociais
O software detectou a presença de uma pessoa menos de 30 minutos depois, às 2h12 da manhã, mas nenhum vídeo estava disponível, especificaram.
No início das investigações, a família já tinha divulgado que temia pela vida da idosa caso ela não seguisse o tratamento prescrito para seu problema cardíaco.
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Um homem detonou um explosivo ao lado de uma viatura policial na região central de Moscou, na Rússia, durante a madrugada desta terça-feira. A explosão culminou na morte de um agente e em dois feridos. O caso ocorreu na praça da estação ferroviária Savyolovsky, uma das mais importantes da capital russa. O suspeito também morreu no local.
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De acordo com comunicado do Ministério do Interior da Rússia, o agressor se aproximou de agentes policiais que estavam em uma viatura na praça. Ao chegar perto, ele detonou o explosivo, que causou danos consideráveis no veículo. A área foi isolada após o ocorrido e ambulâncias foram enviadas para socorrer os agentes feridos.
Em primeiro momento, o ministério afirmou que o agressor havia fugido do local. Após alguns minutos, o órgão emitiu novo informe que informava que o autor da explosão havia morrido. Não há mais detalhes sobre o suspeito, sua origem e motivações. O comitê de investigações russo afirmou ter aberto um processo por tentativa de homicídio e por porte ilegal de artefatos explosivos.
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No final do ano passado, em dezembro, dois policiais foram mortos em outra explosão na cidade de Moscou, esta na região sul da capital. O crime aconteceu em meio a uma tentativa de abordagem a uma pessoa suspeita perto de seu veículo. A área do ocorrido havia sido palco de outra execução dias antes, contra um general russo.

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