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A Suprema Corte de Israel suspendeu nesta sexta-feira a aplicação de uma medida do governo que forçaria o encerramento das operações de 37 organizações internacionais de ajuda humanitária na Cisjordânia e na Faixa de Gaza, por se recusarem a cumprir com uma nova determinação que prevê a entrega de dados pessoais dos funcionários empregados em território palestino a instituições do Estado judeu. O governo israelense afirma que a medida responde a uma demanda de segurança, e cita que pretende impedir que indivíduos considerados terroristas se infiltrem nas organizações, que por sua vez apontam um temor de que as informações possam expor os funcionários no terreno — considerando o número de trabalhadores humanitários mortos desde o início da guerra em Gaza.
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A decisão da instância máxima da justiça israelense atende a um pedido de liminar da ação interposta por 17 organizações humanitárias, incluindo Médicos Sem Fronteiras (MSF), Conselho Norueguês para Refugiados e Oxfam, que pedia uma medida imediata para impedir a expulsão de Gaza e Cisjordânia a partir de 1º de março, conforme anunciado pelo governo. O mérito da ação, em que as organizações questionam as novas regras sobre o compartilhamentos de dados privados dos funcionários, ainda será julgado pela Corte.
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A medida anunciada ainda em dezembro pelo governo israelense altera as informações exigidas para o registro de grupos de ajuda humanitária para atuação em territórios palestinos — e se soma a uma série de medidas mais amplas que opôs o Estado judeu à estrutura humanitária internacional, como a expulsão da Agência das Nações Unidas para Refugiados Palestinos (UNRWA, na sigla em inglês) em 2025. O governo israelense passa a exigir agora o compartilhamento da lista de nomes e informações de contato de todos os funcionários das ONGs, além de detalhes sobre o financiamento e suas operações.
A justificativa oficial apresentada pelas autoridades é de que integrantes de grupos jihadistas teriam sido empregados por algumas das organizações, beneficiando-se do status especial concedido aos trabalhadores humanitários e desviando ajuda que deveria ser destinada à população civil.
As organizações rechaçaram qualquer tipo de envolvimento direto com grupos armados ou militantes palestinos e afirmam que o cumprimento da ordem israelense corresponderia a uma violação da lei europeia de proteção de dados e ao princípio da neutralidade humanitária. Justificaram também que o fornecimento das informações a uma das partes envolvidas em um conflito armado poderia expor os funcionários palestinos — argumentando que 133 trabalhadores de ONGs foram mortos na Faixa de Gaza desde o início da guerra, em 7 de outubro de 2023.
“Transformar as organizações humanitárias num braço de coleta de informações para uma das partes em conflito contradiz totalmente o princípio da neutralidade”, argumentaram na petição.
As organizações apresentaram como uma alternativa à entrega dos dados completos a criação de um processo de “triagem de sanções independente” e de um “sistemas de verificação auditados por doadores”. As organizações que subscrevem a ação afirmam que, coletivamente, apoiam ou implementam mais da metade de toda a assistência alimentar em Gaza, 60% das operações de hospitais de campanha e todo o tratamento hospitalar para crianças que sofrem de desnutrição aguda grave. (Com AFP)
Um vídeo gravado em um beco residencial de Washington, D.C. gerou repercussão nas redes sociais e levou autoridades locais a prometer investigação sobre o serviço de coleta de lixo. As imagens mostram um funcionário da limpeza urbana derrubando lixeiras e deixando o local sem realizar a coleta.
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O registro foi publicado na sexta-feira (20) na plataforma X (Twitter) por Llewellyn Jones. Na postagem, ele afirmou suspeitar há meses que o lixo de sua casa estava sendo deliberadamente espalhado. Ao divulgar o vídeo, o morador marcou o Departamento de Obras Públicas de Washington, D.C. e o vereador Charles Allen.
Confira o vídeo:
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Reclamação antiga de moradores
À emissora Fox 5 DC, Jones disse que vinha percebendo problemas recorrentes na coleta. Segundo ele, alguém estaria jogando o lixo “por toda parte” no beco há meses. O vídeo, afirmou, foi a primeira prova concreta do que estava acontecendo.
Para o morador, a atitude teria agravado o acúmulo de resíduos na área. Ele descreveu a situação como uma “grande confusão” e disse esperar que o problema pare de ocorrer.
Imagens do funcionário circulam nas redes sociais
Reprodução/X/@llewhinkes
A reportagem exibida pela emissora ampliou as críticas ao serviço prestado pelo departamento municipal. Moradores relataram que lixeiras derrubadas frequentemente deixam calçadas e becos sujos e, em alguns casos, chegam a bloquear ciclovias.
Investigação prometida
Allen respondeu publicamente à publicação nas redes sociais e afirmou que pediria esclarecimentos formais. O vereador destacou que equipes do serviço de limpeza têm trabalhado intensamente nas últimas semanas, inclusive à noite, fins de semana e feriados, devido às condições climáticas e ao acúmulo de lixo.
Ao mesmo tempo, disse que o episódio registrado no vídeo não corresponde ao padrão esperado do serviço. Segundo ele, solicitou que o departamento investigue o caso e tome as medidas necessárias.
O próprio Departamento de Obras Públicas de Washington, D.C. reconheceu a conduta inadequada mostrada nas imagens. Em nota, o órgão afirmou que o comportamento do funcionário não reflete o nível de profissionalismo esperado e que a situação está sendo analisada.
Dias depois da repercussão, Jones voltou às redes sociais para relatar que o caminhão de coleta passou novamente pelo local sem derrubar as lixeiras. Apesar disso, disse que o beco ainda acumula resíduos após meses de problemas na coleta e que espera que a área também seja limpa.
O Departamento de Estado dos EUA autorizou nesta sexta-feira que os funcionários não-emergenciais da embaixada do país em Jerusalém deixem Israel “devido a riscos de segurança”, apontando que os americanos e seus familiares deveriam considerar deixar o Estado judeu “enquanto voos comerciais estão disponíveis”. O anúncio acontece um dia após a última rodada de negociações sobre com o Irã sobre um novo acordo nuclear, que vinha sendo tratada como decisiva pelo presidente americano, Donald Trump, para determinar ou não um ataque à nação persa. Apesar de ter afirmado que houve “progressos” nas conversas diplomáticas de quinta-feira, o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, pediu nesta sexta-feira que Washington abandone “exigências excessivas” para alcançar um acordo.
“O Departamento de Estado autorizou a saída de funcionários americanos não-essenciais e familiares de funcionários do governo americano […] devido a riscos de segurança”, indicou a embaixada dos EUA em um comunicado em seu site. “Os indivíduos devem considerar deixar Israel enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis”.
O anúncio americano ocorre no dia seguinte à participação de delegações diplomáticas de Teerã e Washington em Genebra. A parte iraniana afirmou ainda na quinta-feira que houve “progressos” durante a tratativa mediada pelo sultanato de Omã. Os mediadores Omã também mencionaram progressos, afirmando que as duas partes terão uma reunião de nível técnico na segunda-feira, em Viena, antes de uma nova rodada de negociações prevista para a mesma semana. A Casa Branca não se pronunciou abertamente sobre o tema.
Ao longo da semana, fontes americanas afirmaram que o encontro na Suíça teria um papel central na decisão de Trump sobre um ataque ou não ao território iraniano — algo que o republicano disse estar analisando, e que inicialmente teria um escopo limitado. O enviado especial Steve Witkoff e o genro de Trump, Jared Kushner, fariam uma avaliação sobre as reais intenções do Irã em abrir mão de ameaças nucleares — o que definiria o próximo passo dos EUA.
Embora não se tenha uma declaração oficial dos EUA até o momento, há sinais de que os progressos não romperam com todas as divergências. O ministro das Relações Exteriores do Irã pediu que os EUA abandonassem todas as “exigências excessivas” para alcançar um acordo, durante uma conversa com o chanceler egípcio, Badr Abdelatty.
— O sucesso neste caminho exige seriedade e realismo da outra parte, além de evitar qualquer erro de cálculo e exigências excessivas — disse Araghchi, sem especificar a quais exigências se referia.
*Matéria em atualização
O Departamento de Estado dos EUA autorizou nesta sexta-feira que os funcionários não-emergenciais da embaixada do país em Jerusalém deixem Israel “devido a riscos de segurança”, apontando que os americanos e seus familiares deveriam considerar deixar o Estado judeu “enquanto voos comerciais estão disponíveis”. O anúncio acontece um dia após a última rodada de negociações sobre com o Irã sobre um novo acordo nuclear, que vinha sendo tratada como decisiva pelo presidente americano, Donald Trump, para determinar ou não um ataque à nação persa. Apesar de ter afirmado que houve “progressos” nas conversas diplomáticas de quinta-feira, o chanceler iraniano, Abbas Araghchi, pediu nesta sexta-feira que Washington abandone “exigências excessivas” para alcançar um acordo.
“O Departamento de Estado autorizou a saída de funcionários americanos não-essenciais e familiares de funcionários do governo americano […] devido a riscos de segurança”, indicou a embaixada dos EUA em um comunicado em seu site. “Os indivíduos devem considerar deixar Israel enquanto ainda houver voos comerciais disponíveis”.
O anúncio americano ocorre no dia seguinte à participação de delegações diplomáticas de Teerã e Washington em Genebra. A parte iraniana afirmou ainda na quinta-feira que houve “progressos” durante a tratativa mediada pelo sultanato de Omã. Os mediadores Omã também mencionaram progressos, afirmando que as duas partes terão uma reunião de nível técnico na segunda-feira, em Viena, antes de uma nova rodada de negociações prevista para a mesma semana. A Casa Branca não se pronunciou abertamente sobre o tema.
Ao longo da semana, fontes americanas afirmaram que o encontro na Suíça teria um papel central na decisão de Trump sobre um ataque ou não ao território iraniano — algo que o republicano disse estar analisando, e que inicialmente teria um escopo limitado. O enviado especial Steve Witkoff e o genro de Trump, Jared Kushner, fariam uma avaliação sobre as reais intenções do Irã em abrir mão de ameaças nucleares — o que definiria o próximo passo dos EUA.
Embora não se tenha uma declaração oficial dos EUA até o momento, há sinais de que os progressos não romperam com todas as divergências. O ministro das Relações Exteriores do Irã pediu que os EUA abandonassem todas as “exigências excessivas” para alcançar um acordo, durante uma conversa com o chanceler egípcio, Badr Abdelatty.
— O sucesso neste caminho exige seriedade e realismo da outra parte, além de evitar qualquer erro de cálculo e exigências excessivas — disse Araghchi, sem especificar a quais exigências se referia.
*Matéria em atualização
O prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, se reuniu nesta quinta-feira com o presidente Donald Trump para solicitar a liberação de 21 bilhões de dólares (107 bilhões de reais) em verbas federais para a construção de 12 mil residências acessíveis e infraestrutura na cidade.
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Mamdani publicou uma foto na Casa Branca entregando a Trump uma capa de jornal fictícia com a manchete: “Trump para a cidade: Vamos construir”. Oencontro entre os dois não havia sido anunciado previamente.
O valor inclui financiamento para unidades habitacionais populares e infraestrutura no bairro do Queens, incluindo parques, escolas e centros de saúde, segundo um comunicado do gabinete de Mamdani.
“A proposta representa uma oportunidade única em uma geração para enfrentar a crise habitacional da cidade na escala que exige”, afirma a nota.
“Se for concretizado, o projeto representaria o maior investimento em habitação e infraestrutura na cidade de Nova York em mais de 50 anos”, destaca.
O líder republicano, também nova-iorquino, criticou Mamdani diversas vezes durante a campanha no ano passado, mas os dois tiveram uma primeira conversa surpreendentemente cordial na Casa Branca em novembro.
“Hoje à tarde tive uma reunião produtiva com o presidente Trump”, escreveu Mamdani na rede social X após o encontro de quinta-feira.
“Estou ansioso para construir mais moradias na cidade de Nova York”, completou.
Eles concordaram em continuar as conversas sobre o projeto e seu financiamento “nas próximas semanas”.
O influenciador e modelo americano Max Emerson, de 37 anos, afirmou ter vivido uma das semanas mais difíceis de sua vida ao anunciar a morte de seu cachorro, Sarge. Em uma publicação feita no Instagram nesta semana, ele compartilhou fotos do animal e explicou que precisou optar pela eutanásia após um episódio em que foi mordido no rosto e precisou levar pontos.
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Na mensagem, Emerson relatou que o cão apresentava histórico de reatividade desde filhote, sobretudo em interações com outros cães. Segundo ele, nos últimos meses os episódios teriam se tornado mais frequentes e intensos.
Confira:
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Ataque levou influenciador ao hospital
De acordo com o influenciador, o caso mais grave ocorreu na semana passada. “Em um momento de angústia, ele perdeu o controle e me mandou para o hospital para levar pontos no rosto”, escreveu. Emerson afirmou ainda acreditar que o animal pudesse estar sofrendo com algum problema de saúde que não chegou a ser identificado por veterinários, o que poderia explicar o comportamento.
Após avaliar alternativas e buscar informações, ele disse que decidiu pelo procedimento por considerar que seria a opção “mais humana”. “Ele merecia paz”, escreveu, ao se despedir do cachorro, que frequentemente aparecia em suas redes sociais.
A publicação gerou forte reação entre seguidores. Muitos deixaram mensagens de apoio e relataram experiências semelhantes com animais de estimação que apresentaram comportamento agressivo.
Max Emerson é ator, modelo, autor, diretor e criador de conteúdo digital. Ele reúne mais de um milhão de seguidores nas redes sociais e já fez participações na televisão, incluindo uma aparição na série Glee.
Uma mulher que viajou clandestinamente em um voo internacional em 2024 sem passaporte ou passagem foi presa e detida na Itália depois de embarcar em um avião de Newark, em Nova Jersey, para Milão sem cartão de embarque, segundo duas pessoas envolvidas no caso.
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Svetlana Dali foi detida no Aeroporto de Malpensa após embarcar no voo 19 da United Airlines sem passagem, depois de driblar a segurança do aeroporto e os agentes do portão de embarque, de acordo com as fontes, que pediram anonimato por se tratar de uma investigação em andamento.
Em comunicado, um porta-voz da United Airlines afirmou que a empresa estava “investigando este incidente e trabalhando com as autoridades competentes”.
Emily Molinari, porta-voz do escritório do FBI em Newark, disse que a agência estava ciente da “suposta passageira clandestina” e trabalhava com autoridades aeroportuárias e com a Administração de Segurança no Transporte (TSA) no que chamou de investigação em curso.
No Aeroporto Internacional Newark Liberty, investigadores também analisavam imagens das câmeras dentro e nos arredores do amplo complexo, segundo uma fonte das forças de segurança com conhecimento da aparente falha de segurança.
Autoridades da TSA não responderam imediatamente aos pedidos de comentário sobre a prisão de Dali, e a Administração Federal de Aviação (FAA) encaminhou as perguntas às autoridades locais e à companhia aérea.
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O episódio é o mais recente na sequência de incidentes envolvendo Dali, que foi condenada no ano passado por viajar clandestinamente em um voo de Nova York para Paris em novembro de 2024 — caso que expôs uma falha de segurança em um dos períodos mais movimentados do ano para o transporte aéreo.
Na ocasião, ela passou por um posto onde um agente federal de segurança teria verificado sua identificação e, em seguida, evitou os agentes do portão ao se misturar a uma multidão que embarcava no voo.
Após entrar no avião com destino a Paris, Dali se escondeu nos banheiros durante a maior parte da viagem. Eventualmente, após insistência de uma comissária de bordo, saiu do banheiro, mas depois passou a circular pelo avião e se identificou como Amy Hudson quando questionada sobre quem era.
Pouco antes do pouso, comissários convenceram Dali a se sentar na parte traseira da aeronave. Ela foi presa por policiais franceses no Aeroporto Charles de Gaulle.
Dali foi levada de volta aos Estados Unidos em dezembro de 2024 para responder às acusações e compareceu a uma audiência inicial em Nova York. Em seguida, tentou remover o monitoramento por GPS que era obrigada a usar como condição de sua liberdade provisória e fugir para o Canadá de ônibus, mas foi detida em Buffalo, Nova York.
Ela foi julgada no ano passado em um tribunal federal do Brooklyn após recusar um acordo proposto pelos promotores. Durante o processo, no qual aparentava estar agitada, tomou a medida incomum de depor em sua própria defesa.
Michael Schneider, advogado nomeado pelo tribunal para defendê-la, sustentou que sua cliente não sabia que precisava de passagem e documento de identificação para embarcar em um voo internacional. Ele atribuiu a responsabilidade à segurança do aeroporto e à companhia aérea Delta por não tê-la impedido.
Em julho, Dali recebeu uma sentença equivalente ao tempo já cumprido e foi libertada da prisão federal. Antes da decisão, Schneider escreveu em um documento judicial que sua cliente sofria de um “transtorno delirante”. Segundo ele, Dali entrou pela primeira vez nos Estados Unidos em 2015 e obteve três diplomas em universidades de Moscou.
O voo para Paris não foi sua primeira tentativa de viajar clandestinamente, afirmaram os promotores durante o julgamento. No início de novembro de 2024, Dali passou pela segurança no Aeroporto Internacional Bradley, perto de Hartford, Connecticut, sem cartão de embarque. Em fevereiro daquele ano, foi encontrada escondida em um banheiro em uma área restrita do Aeroporto Internacional de Miami.
A evasão mais recente ocorreu em meio a dificuldades operacionais enfrentadas pela TSA, que lidava com problemas de pessoal decorrentes de uma paralisação parcial do governo. Na semana passada, o Departamento de Segurança Interna anunciou que suspenderia o programa TSA PreCheck, decisão revertida poucas horas depois.
A estátua de Winston Churchill na Praça do Parlamento, em Londres, foi vandalizada durante a madrugada desta sexta-feira com tinta vermelha e frases pró-Palestina. Entre as inscrições estavam expressões como “criminoso de guerra sionista”, “Parem o genocídio”, “Nunca mais é agora”, “Globalizar a Intifada” e “Palestina Livre”.
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De acordo com o jornal inglês The Sun, o monumento, que está instalado em Praça do Parlamento desde 1973, amanheceu com as pichações espalhadas pela base e pela estrutura de bronze de 3,6 metros de altura. Fiscais de patrimônio foram vistos cobrindo as inscrições com sacos plásticos e fita adesiva enquanto a área era isolada para posterior limpeza.
Segundo relatos, a tinta foi aplicada durante a noite. Também teria sido escrita a frase “Saudações de Haia”, em holandês.
Estátua de Winston Churchill vandalizada em Londres
Reprodução/X/@realrikkidoolan
O caso reacendeu o debate no Reino Unido sobre os limites de manifestações e atos considerados ofensivos ou incitadores de violência. No fim do ano passado, a Metropolitan Police e a Polícia da Grande Manchester anunciaram que pessoas que utilizassem o slogan “Globalizar a Intifada” poderiam ser presas, após episódios de violência no exterior, como o ataque na praia de Bondi, na Austrália, e o atentado contra uma sinagoga em Manchester.
Após a divulgação das imagens da pichação, políticos e usuários de redes sociais manifestaram indignação. O deputado Matt Vickers, vice-presidente do Partido Conservador, classificou o vandalismo como “nojento e vil”.
— Isto é um ataque à democracia, um ataque a este país, à sua cultura e à sua história — afirmou em entrevista ao GB News.
Poucos dias após ser encontrada viva depois de 24 anos desaparecida, a americana Michele Hundley Smith, de 62 anos, foi presa na Carolina do Norte em razão de um mandado antigo ligado a uma acusação de dirigir sob efeito de álcool. O caso remonta a 2001, ano em que ela desapareceu após sair de casa para fazer compras de Natal.
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Segundo registros judiciais obtidos pelo Daily Mail, Smith não compareceu a uma audiência marcada para dezembro daquele ano, o que levou à emissão de um mandado de prisão que permaneceu em aberto por mais de duas décadas. Ela foi detida nesta quarta-feira (25) por agentes do condado de Robeson, a pedido das autoridades do condado de Rockingham.
Smith compareceu diante do magistrado Macan Singh e foi liberada na manhã seguinte após pagar fiança de US$ 2 mil. A Justiça determinou que ela se apresente a uma audiência marcada para 26 de março.
Reaparecimento e contato com a família
Em entrevista ao Daily Mail, Smith afirmou que já retomou contato com Amanda, sua filha do meio, que durante anos manteve campanhas e páginas nas redes sociais pedindo informações sobre o paradeiro da mãe. Segundo ela, a filha a perdoou após o reencontro inicial.
A mulher disse que, no momento em que decidiu sair de casa, enfrentava dificuldades emocionais e acreditava que se afastar seria a única saída. Também afirmou que não imaginava a dimensão das buscas realizadas pela família ao longo dos anos.
Smith contou ainda que passou anos viajando pelo país e que chegou a viver em um caminhão ao lado de um homem chamado Randy Johnson, que a teria ajudado em um momento difícil. Os dois voltaram a se estabelecer na Carolina do Norte cerca de 12 anos atrás. Johnson morreu no ano passado.
Mistério que ainda deixa perguntas
O caso veio novamente à tona na semana passada, quando investigadores localizaram Smith vivendo em um trailer na cidade de Saint Pauls, a quase três horas de onde ela havia desaparecido em 2001. Segundo a promotora distrital Katy Gregg, não haverá acusações relacionadas ao desaparecimento em si.
De acordo com Smith, o encontro com os detetives foi inesperado. Ela afirma que nunca havia visto reportagens, cartazes ou campanhas sobre seu caso e diz que teria avisado a família se soubesse que estava sendo procurada.
O desaparecimento marcou profundamente os parentes. Durante anos, Amanda manteve uma página nas redes sociais pedindo ajuda para encontrar a mãe. Em mensagens publicadas recentemente, ela descreveu sentimentos mistos após a descoberta de que Smith estava viva — entre alívio, dor e incerteza sobre o futuro da relação entre as duas.
A página criada para ajudar nas buscas, chamada “Bring Michele Hundley Smith Home”, deverá agora ser reutilizada para divulgar outros casos de pessoas desaparecidas. Mesmo com o reaparecimento, parte da família ainda tenta compreender o que levou Smith a desaparecer por tanto tempo.
Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos revelam que Jeffrey Epstein tentou adquirir um palácio multimilionário no Marrocos na véspera de sua prisão, em julho de 2019. Em 5 de julho daquele ano, ele autorizou a transferência bancária de US$ 14,95 milhões, após fechar acordo para comprar, por € 18 milhões, a empresa offshore proprietária do imóvel.
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A operação foi descrita como a última grande transação financeira realizada por Epstein antes de ser preso pelas autoridades americanas sob acusações de tráfico sexual, ao retornar a Nova York. Três dias depois da detenção, seu contador, Richard Kahn, cancelou a transferência, e o negócio não foi concluído, segundo informações divulgadas pela BBC.
A imprensa marroquina chegou a especular que a aquisição poderia ter como objetivo transformar o país em refúgio, já que o Marrocos não possui tratado de extradição com os Estados Unidos. Um ex-associado de Epstein afirmou, contudo, que a negociação indicava que ele “não fazia ideia” de sua prisão iminente. Segundo essa fonte, “faria sentido se ele estivesse pensando em um possível santuário onde pudesse continuar vivendo como um rei”.
Apesar das conjecturas, os documentos tornados públicos não fazem qualquer menção a discussões de Epstein sobre o uso do Marrocos como abrigo contra autoridades americanas.
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A propriedade em questão é o Bin Ennakhil, localizado no bairro de Palmeraie, em Marrakech. O nome significa “entre as palmeiras” em árabe. O palácio é descrito como uma obra-prima arquitetônica, construída por 1.300 artesãos e adornada com entalhes e mosaicos ornamentados.
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Reprodução
Epstein tentava adquirir o imóvel desde 2011. À época, o palácio pertencia ao magnata alemão do setor de resíduos Gunter Kiss. O valor pedido inicialmente era de € 55 milhões. Considerando o preço elevado, Epstein apresentou uma oferta substancialmente inferior, o que levou Kiss a se sentir ofendido e a interromper as negociações.
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Anos depois, as conversas foram retomadas, ainda marcadas por disputas sobre valores e condições contratuais.
Durante as tratativas, a Kensington Luxury Properties, representada por Marc Leon, teve papel central na intermediação. Em determinado momento, foi apresentada a Epstein uma “estratégia de venda e tributação”, segundo a qual o imóvel seria registrado junto às autoridades marroquinas como vendido por € 10 milhões, enquanto uma operação separada de € 20 milhões envolveria as ações da empresa offshore que detinha a propriedade.
A estrutura permitiria que Epstein figurasse como proprietário formal do bem no Marrocos e, ao mesmo tempo, reduzisse o montante de impostos devidos no país.
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A empresa negou qualquer irregularidade.
— Essa transação não violou nenhuma regulamentação fiscal — disse Marc Leon: — O sr. Epstein queria pagar taxas de registro no Marrocos, embora não fosse obrigado a fazê-lo… para possuir a propriedade em seu próprio nome.
Posteriormente, Epstein optou por adquirir o ativo exclusivamente por meio da compra das ações da offshore e ainda definia como proceder ao registro no Marrocos quando foi preso.
Intermediações e visitas discretas
A namorada de longa data de Epstein, Karyna Shuliak, passou a liderar as buscas por uma propriedade em Marrakech, realizando visitas e conduzindo negociações registradas em e-mails. Em 2018, Epstein esteve pessoalmente no local antes que Shuliak formalizasse ofertas finais, fingindo atuar em nome de Leon Black, investidor bilionário e amigo do financista. Mais tarde, ficou claro que o interessado era o próprio Epstein.
Nos e-mails trocados durante as negociações, o vendedor Gunter Kiss era tratado como “Sr. Kiss”. Apesar das tensões iniciais, ele concordou em retomar o diálogo.
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As conexões de Epstein com o país remontam ao início dos anos 2000. Virginia Giuffre, uma de suas acusadoras mais conhecidas, relata em seu livro de memórias ter sido levada por Epstein e Ghislaine Maxwell a Tânger para avaliar projetos de design de interiores de propriedades de luxo. Naquele período, ele pretendia reformar partes de sua residência em ilha com inspiração marroquina.
Em 2002, Epstein participou do casamento do rei do Marrocos, Mohammed, ao lado de Maxwell, após convite feito pelo ex-presidente americano Bill Clinton.
Depois de sua condenação, em 2008, por aliciamento de menores para fins sexuais e da libertação da prisão domiciliar em 2010, seu interesse pelo Marrocos aparentemente se intensificou. Documentos indicam que, naquele mesmo ano, ele solicitou ao ex-ministro trabalhista britânico Peter Mandelson que encontrasse para ele um assistente capaz de “encontrar uma casa em Marrakech”.
A partir de 2012, passou a visitar o país com frequência, hospedando-se em Palmeraie, distrito conhecido por abrigar uma comunidade de expatriados abastados, entre eles Jabor al Thani, integrante da família real do Catar, a quem Epstein se referia como seu “irmão árabe”.

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