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A Guarda Revolucionária Iraniana anunciou nesta terça-feira que realizou um “ataque em grande escala” contra uma base aérea dos EUA no Bahrein. Os EUA, por sua vez, afirmam ter destruído postos de comando do exército ideológico da República Islâmica. Israel também reiniciou na manhã desta terça-feira (hora local) ataques contra o Hezbollah, no Líbano.
As forças navais da Guarda “realizaram um ataque em grande escala usando drones e mísseis ao amanhecer contra a base aérea dos EUA localizada na região de Sheikh Isa, no Bahrein”, segundo um comunicado citado pela agência de notícias oficial IRNA.
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O comunicado acrescentou, sem apresentar provas, que “20 drones e três mísseis atingiram seus alvos” e “destruíram o principal posto de comando da base”.
Simultaneamente, o Exército dos EUA confirmou ter destruído postos de comando da Guarda Revolucionária, bem como locais de lançamento de mísseis e drones e sistemas de defesa aérea no Irã.
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“As forças americanas destruíram as instalações de comando e controle do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, as capacidades de defesa aérea iranianas, locais de lançamento de mísseis e drones e aeródromos militares durante operações contínuas”, escreveu o Comando Central dos EUA (Centcom) no X.
“Continuaremos a tomar medidas decisivas contra as ameaças iminentes representadas pelo regime iraniano”, acrescentou.
Ouvir pássaros cantando em casa ou no jardim durante o dia não é um incidente isolado. Esse som cotidiano está relacionado à comunicação das aves e também pode fornecer pistas sobre as condições ambientais.
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O canto dos pássaros é uma ferramenta essencial de comunicação. Não ocorre apenas ao amanhecer, nem é um evento aleatório. Ao longo do dia, cantam para demarcar território, atrair parceiros, manter contato com outros indivíduos da sua espécie e alertar sobre possíveis ameaças, de acordo com o jornal ‘TN’.
Se esses sons forem ouvidos perto de uma casa, geralmente é porque os pássaros identificam o ambiente como um local seguro e adequado para permanecer. Em áreas urbanas ou semiurbanas, essa presença indica que o local mantém condições que permitem a presença da vida selvagem, apesar da atividade humana.
Por que isso é um sinal positivo para a casa e o meio ambiente?
O canto frequente de pássaros em uma casa ou jardim geralmente está associado a fatores ambientais favoráveis. Estes incluem a presença de árvores, plantas e arbustos que fornecem abrigo e alimento, bem como níveis de ruído que não são constantes nem extremos.
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As aves funcionam como bioindicadores, ou seja, organismos cujo comportamento reflete a saúde do ecossistema. Quando cantam regularmente em determinado espaço, é porque encontram ali um equilíbrio ambiental que favorece o seu desenvolvimento.
O impacto do canto dos pássaros nas pessoas
Pesquisas sobre sons da natureza indicaram que o canto dos pássaros pode influenciar positivamente o bem-estar emocional.
Entre os efeitos mais frequentemente mencionados estão a redução do estresse e da ansiedade, a melhora do humor e o estímulo da concentração e da criatividade.
Em contextos marcados por rotinas aceleradas e exposição constante ao ruído urbano, esses sons atuam como uma pausa que promove uma sensação de calma e conexão com o ambiente.
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O que dizem as crenças e o simbolismo?
Do ponto de vista cultural, o canto dos pássaros tem sido associado, em diversas tradições, a significados relacionados à renovação, a novos começos e à harmonia. Também é interpretado como um símbolo de equilíbrio e energia positiva.
Galerias Relacionadas
O Peru declarou estado de emergência no fornecimento de gás natural até 14 de março, após restrições no serviço causadas por um incêndio em um gasoduto do principal campo de gás do país, anunciou o governo nessa segunda-feira.
Mais de 1,2 milhão de residências recebem gás natural, segundo o governo, o que representa um sexto dos domicílios do país. Com medo do desabastecimento de GNV, população faz filas quilométricas em postos de combustível (veja abaixo).
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A medida foi decretada após deflagração em uma estação forçar a “suspensão do transporte de gás natural de Camisea por motivos de segurança” no trecho afetado, de acordo com um comunicado do Ministério de Energia e Minas.
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O ministério afirmou que ativou “um mecanismo de racionamento para alocar o volume de gás natural ao mercado interno” a fim de evitar a escassez.
O governo determinou que o volume disponível de gás natural nos gasodutos “seja priorizado para o fornecimento a residências, empresas e postos de GNV que abastecem o transporte público”.
“A explosão ocorreu após a detecção de um vazamento de gás” em uma estação de válvulas localizada em uma área de mata fechada no distrito de Megantoni, na região de Cusco, informou o Ministério.
O incidente está sob controle e não houve feridos, assegurou a Transportadora de Gas del Perú, empresa responsável pelas operações.
Desde a inauguração do campo de gás de Camisea, no início do século, esta é a primeira vez que uma falha em um gasoduto força a suspensão parcial dos serviços de transporte.
Além do mercado interno, o Peru também exporta gás natural liquefeito para o México, China, Japão, Coreia do Sul e alguns países europeus.
Enquanto aviões de guerra dos Estados Unidos e de Israel continuam a bombardear cidades iranianas, os aliados europeus voltaram a ocupar um lugar familiar: o de espectadores. O presidente americano, Donald Trump, os excluiu do planejamento de um conflito com implicações diretas para a segurança do continente. O mosaico desconfortável de respostas dos líderes europeus, uma combinação de aprovação cautelosa e apelos insistentes por um retorno à diplomacia, evidencia as dificuldades de lidar com um governo americano cada vez mais desvinculado das regras e normas estabelecidas após a Segunda Guerra Mundial. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Antes do início da ofensiva americana contra o Irã, o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, afirmou ao jornal americano Washington Post que “não havia nenhuma chance” de seu país se envolver em uma guerra prolongada no Oriente Médio. Na segunda-feira, durante uma coletiva de imprensa no Pentágono, o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, sugeriu a possibilidade de uma campanha militar prolongada, enquanto o secretário de Defesa Pete Hegseth insistiu que esse conflito não seguiria o modelo das incursões anteriores dos EUA na região, que demoraram alguns longos anos. Há, portanto, contradições. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
Desde o ataque conjunto dos Estados Unidos e de Israel ao território iraniano, no sábado, o clima no país tem sido marcado por uma combinação de medo, celebrações, novos bloqueios nas comunicações e preocupações com ainda mais repressão por parte do regime, que tenta incitar manifestações de apoiadores do regime nas ruas. Além disso, muitos ainda vivem o luto pela morte do líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei, e das demais vítimas dos ataques. Diante do cenário, para analistas, a expectativa de Washington de que haja uma queda do regime por causa de um levante interno é pouco provável. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
O terceiro dia da guerra entre EUA, Israel e Irã se intensificou e ultrapassou o Oriente Médio. O Hezbollah rompeu a trégua e atacou Israel a partir do Líbano; Israel respondeu com bombardeios no norte libanês, atingindo mais de 70 alvos e confirmando a morte do chefe de inteligência do grupo. O conflito chegou à Europa após drones iranianos atacarem a base britânica de Akrotiri, no Chipre. O Irã também atingiu alvos na Arábia Saudita, Bahrein, Jordânia, Kuwait (embaixada dos EUA), Omã (ataque a petroleiro com uma morte) e Catar, que afirmou ter abatido dois bombardeiros iranianos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A Austrália informou nesta terça-feira (3) que seu quartel-general militar no Oriente Médio foi atacado por drones iranianos no fim de semana, mas que todo o pessoal está em segurança.
O ministro da Defesa australiano, Richard Marles, confirmou em um programa de TV que a base aérea de Al-Minhad, localizada a 24km de Dubai, foi atingida. “Alguns drones atacaram essa base na primeira noite”, declarou.
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“Vários australianos operam a partir de uma sede que temos há muitos anos em Al-Minhad. Todos estão a salvo”, disse Marles, que também é vice-premier.
A base aérea de Al-Minhad abriga forças australianas desde 2003, e funciona como principal centro para as operações do país no Oriente Médio.
Israel anunciou que reabrirá nesta terça-feira (3) um posto na fronteira com a Faixa de Gaza, fechado no começo dos ataques contra o Irã, para permitir “a entrada gradativa de ajuda humanitária”.
A decisão de reabrir a passagem de Kerem Shalom foi tomada “de acordo com uma avaliação da situação de segurança”, informou o órgão do Ministério da Defesa israelense responsável por assuntos civis palestinos.
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Alegando motivo de segurança, Israel fechou, no último sábado, os postos na fronteira com o território palestino, após o início da guerra que matou o líder supremo iraniano e gerou represálias de Teerã em todo o Oriente Médio.
A ONU havia exigido a reabertura imediata desses postos, por onde passa a ajuda humanitária e acontecem evacuações médicas.
A passagem de Kerem Shalom fica na tríplice fronteira entre a Faixa de Gaza, Israel e o Egito.
A Guarda Revolucionária do Irã disse ter fechado o Estreito de Ormuz e ameaçou incendiar qualquer navio que tentar passar pelo local, que é uma rota vital para o transporte de petróleo e gás. O comunicado ocorreu nesta segunda-feira.
“Incendiaremos qualquer navio que tente passar pelo estreito de Ormuz”, comunicou o general Sardar Jabbari, em uma publicação no canal de Telegram da Guarda iraniana, segundo a AFP. E continuou: “Também atacaremos os oleodutos e não permitiremos que nem uma única gota de petróleo saia da região. O preço do petróleo alcançará os 200 dólares nos próximos dias”.
O Estreito de Ormuz, situado entre o Irã e Omã, é uma das rotas de exportação de petróleo mais importantes do mundo, sendo responsável por cerca de 20% do fornecimento global de petróleo. Qualquer interrupção neste fluxo pode impactar nos preços do petróleo bruto, fazendo com que os valores subam acentuadamente, e aumentará os temores de uma escalada regional.
Escalada após morte de líder iraniano
A guerra no Oriente Médio se ampliou nesta segunda-feira ao Líbano, com ataques de Israel em represália a disparos do Hezbollah. O Irã contra-atacou desde o início da ofensiva, tomando como alvo as bases militares americanas e o território israelense. Os mísseis do país, no entanto, também atingiram infraestruturas civis, como edifícios residenciais, hotéis, refinarias, portos e aeroportos em várias monarquias do Golfo consideradas um refúgio de paz no Oriente Médio.
O mapa dos ataques retaliatórios do Irã contra Israel, bases militares dos Estados Unidos e países do Golfo
Arte O Globo
A guerra provocou cenas de caos aéreo, com centenas de voos cancelados, e deixou o estratégico Estreito de Ormuz praticamente paralisado, além de gerar uma disparada dos preços do petróleo e do gás.
Apesar dos ultimatos de Trump, a Guarda Revolucionária anunciou, também nesta segunda, ataques contra o gabinete do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, e contra o quartel-general do comandante da Força Aérea.
Para vingar a morte do líder supremo iraniano, o aiatolá Ali Khamenei, e de vários dirigentes da República Islâmica, Teerã lançou mísseis contra diversos países da região, incluindo vários que abrigam bases americanas. No Kuwait, uma coluna de fumaça foi vista na embaixada dos Estados Unidos e três aviões militares americanos caíram, sem provocar vítimas, devido a um erro das defesas antiaéreas locais.

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