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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebe nesta segunda-feira a visita do presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa. Os dois devem discutir a conjuntura internacional e os ataques promovidos pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã.
A situação de Gaza também deve ser tratada pelos dois presidentes. A África do Sul moveu na Corte Internacional de Justiça (CIJ), também conhecida como Tribunal de Haia, um processo contra Israel por supostas violações da Convenção sobre Genocídio na Faixa de Gaza.
Brasil e África do Sul fazem parte dos Brics. Lula e Ramaphosa devem ainda discutir a ampliação do comércio entre os dois países. De acordo com o governo brasileiro, o fluxo comercial entre Brasil e África do Sul alcançou US$ 2,3 bilhões em 2025. Os principais produtos brasileiros exportados foram carnes de aves e suas miudezas (16,2%); açúcares e melaços (8,3%) e veículos rodoviários (6,9%). Os principais produtos importados pelo Brasil da África do Sul foram prata, platina e outros minerais do grupo da platina (53,9%)
Lula recebe o presidente da África do Sul às 10h no Palácio do Planalto. Os dois terão uma reunião fechada e em seguida outra ampliada, com a presença de ministros. Em seguida, assinarão atos e darão declaração à imprensa.
No começo da tarde, o brasileiro oferecerá um almoço a Ramaphosa e sua comitiva no Palácio Itamaraty. Por fim, eles farão a abertura do Fórum Empresarial Brasil-África do Sul.
Dois adolescentes de 16 anos foram presos após deixarem acidentalmente uma mochila com maconha e milhares de dólares em dinheiro do lado de fora de uma loja de caridade na região de Southland, na Nova Zelândia. O caso ocorreu em 18 de fevereiro e foi divulgado pela polícia local à imprensa do país.
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Segundo as autoridades, um voluntário da loja percebeu um forte cheiro vindo da mochila, que havia sido deixada na área destinada a doações. Ao abrir o objeto, os funcionários encontraram vários sacos plásticos com 43,2 gramas de maconha, além de NZ$ 3.700 (cerca de US$ 2.200) em notas.
A equipe da loja inicialmente acreditou que a mochila era apenas mais um item deixado para doação. No entanto, o odor chamou a atenção.
— Quando o funcionário levou a mochila para dentro da loja, percebeu que aquela doação tinha um aroma bastante característico — disse um porta-voz da polícia ao jornal New Zealand Herald. — Assim que foi aberta, ficou claro o motivo.
De acordo com a polícia, os dois adolescentes — um rapaz e uma jovem — haviam deixado a mochila na frente da loja enquanto aguardavam o conserto de um veículo nas proximidades. Pouco depois, voltaram ao local visivelmente agitados à procura da bolsa, o que levantou suspeitas.
Após identificá-los, os agentes realizaram uma busca no carro usado pelos jovens e encontraram mais dinheiro, uma pistola de ar comprimido e um scanner de rádio da polícia.
Na Nova Zelândia, menores de 18 anos só podem possuir armas desse tipo sob supervisão e com licença. Já o uso recreativo e a venda de maconha são ilegais no país.
As autoridades não divulgaram detalhes sobre as acusações ou possíveis audiências judiciais, já que a legislação local impõe restrições à divulgação de informações em casos envolvendo menores julgados pelo Tribunal da Juventude.
Um adolescente de 16 anos ficou gravemente ferido após ser atropelado por um carro na cidade de Hampton, no estado da Virgínia (EUA), e passou a sofrer um raro problema de memória que o impede de lembrar de acontecimentos ocorridos há mais de quatro horas. A família criou uma campanha de arrecadação para ajudar a pagar as despesas médicas do tratamento.
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O acidente ocorreu na noite de 10 de janeiro, quando Nathan Banks atravessava uma avenida movimentada após sair de uma loja de videogames com amigos. Ele havia deixado um parque de trampolins próximo e estava comprando um presente de aniversário para um colega. Durante a travessia, foi atingido por um carro e arremessado a cerca de nove metros, caindo com força no asfalto.
Em entrevista ao Daily Mail, o jovem disse que não se recorda do momento do impacto. “Lembro de ter ido à loja com meus amigos e de atravessar a rua. Depois disso, acordei no hospital”, relatou.
Nathan sofreu múltiplas lesões, incluindo fraturas na coluna, na pelve e no cóccix, além de contusões pulmonares e cortes profundos na cabeça e na mão. Segundo a mãe, Mae Banks, os socorristas levaram cerca de dez minutos para conseguir encontrar um pulso após o acidente.
Perda de memória após traumatismo
Além das lesões físicas, o adolescente também sofreu um traumatismo cranioencefálico que afetou sua memória de curto prazo. Atualmente, ele consegue recordar apenas acontecimentos das últimas quatro horas, o que faz com que precise constantemente ser lembrado do que ocorreu ao longo do dia.
“Se ele acorda muito cedo, pode ter um dia muito longo tentando entender o que aconteceu e o que está fazendo”, explicou Mae ao Daily Mail. A família aguarda uma avaliação neurológica para tentar compreender a extensão do problema.
Nathan ficou três dias internado e agora segue em recuperação, com mobilidade limitada e sessões frequentes de fisioterapia. Médicos afirmaram que ele pode voltar a correr entre três e seis meses, caso a recuperação continue evoluindo bem.
Campanha para pagar despesas médicas
Sem renda fixa após o acidente, a família decidiu criar uma campanha no site GoFundMe para ajudar a custear o tratamento. Mae, que trabalhava como bartender, precisou se afastar do emprego para cuidar do filho. A conta hospitalar inicial chega a cerca de US$ 29 mil, mais de R$ 150 mil.
Até o momento, a arrecadação ultrapassou US$ 5 mil. A mãe também alertou outros pais sobre a importância de orientar os filhos a utilizarem sempre a faixa de pedestres. Segundo ela, pelas leis da Virgínia, atravessar fora da faixa pode impedir que a vítima receba indenização caso seja considerada parcialmente responsável pelo acidente.
“Eu não sabia disso até agora”, disse Mae ao Daily Mail. “É algo que todos os pais deveriam lembrar aos filhos.”
O que começou como uma resposta emergencial a um ataque armado acabou se transformando em uma história inesperada de amor. Dois dos primeiros socorristas que ajudaram vítimas do atentado ocorrido em Bondi, na Austrália, anunciaram que vão se casar ainda este ano após se conhecerem em meio ao caos provocado pela violência.
O criador de conteúdo James McIntosh, de 46 anos, e a fisioterapeuta Alexandra “Lexi” Edmondson, de 35, eram amigos recentes quando o ataque aconteceu em 14 de dezembro. Os dois haviam acabado de concluir juntos um curso de salvamento marítimo de oito semanas e seguiam para uma festa de Natal no Bondi Surf Club quando homens armados abriram fogo contra uma celebração judaica de Chanucá à beira-mar. Quinze pessoas morreram e dezenas ficaram feridas.
Do resgate ao romance
Diante da situação, McIntosh e Edmondson correram para prestar socorro às vítimas. Segundo relatos publicados pelo Daily Mail e pelo The Weekend Australian, os dois ajudaram ao menos sete pessoas feridas, incluindo um homem baleado na perna. Uma fotografia publicada em jornal mostrou o momento em que eles auxiliam policiais a carregar o sobrevivente até uma área improvisada de triagem.
Mais tarde, enquanto acompanhavam o ferido ao hospital, a tensão do momento deu lugar a um sentimento de alívio — e, pouco depois, a algo mais. Dois dias após o ataque, durante um jantar na casa de um amigo, os dois trocaram o primeiro beijo. O relacionamento evoluiu rapidamente e, no dia seguinte ao Natal, já estavam morando juntos.
O pedido de casamento veio no mês passado, durante uma viagem de férias ao México. McIntosh contou ao Daily Mail que nunca teve tanta certeza de uma decisão. “Ela tem uma alma linda e nunca tive uma conexão assim com ninguém”, afirmou.
Durante o curso de salvamento, nenhum dos dois cogitava um relacionamento. McIntosh chegou a acreditar que Edmondson fosse muito mais jovem, enquanto ela imaginava que ele poderia ser casado. A aproximação ocorreu apenas após os acontecimentos traumáticos dos dias seguintes ao ataque.
Na sexta-feira (6), o casal esteve entre cerca de 80 pessoas homenageadas por ações de ajuda às vítimas em uma cerimônia de Shabat na Sinagoga Central de Bondi. Após saber do noivado, o rabino Levi Wolff chegou a oferecer a sinagoga para a realização do casamento, previsto para novembro. Os dois ainda avaliam a proposta, que poderia torná-los o primeiro casal não judeu a se casar no local.
Segundo McIntosh, a ideia de celebrar a união ali tem um significado simbólico. “Gostamos da possibilidade de que isso ajude a fortalecer a comunidade em um momento de cura”, afirmou.
A notícia sobre o noivado surge no momento em que familiares de vítimas do ataque seguem tentando reconstruir a vida após a tragédia. Entre elas está a família de Matilda Britvan, de 10 anos, a vítima mais jovem do tiroteio. Os pais da menina, Michael e Valentyna, se casaram no último sábado em uma cerimônia reservada realizada na Admiralty House, reunindo familiares e amigos próximos.
O ataque que marcou o início da história aconteceu durante uma celebração judaica de Chanucá na praia de Bondi, que reunia cerca de mil pessoas. Segundo as autoridades, pai e filho — Sajid Akram, de 50 anos, morto pela polícia no local, e Naveed Akram, de 24, que permanece internado em estado crítico — abriram fogo contra os participantes, deixando 15 mortos e mais de 40 feridos.
A polícia australiana classificou o episódio como terrorismo e investiga possíveis vínculos ideológicos com o grupo extremista Estado Islâmico. O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que o ataque parece ter sido motivado por essa ideologia, enquanto as investigações continuam.
Um homem de 44 anos foi acusado de homicídio após o corpo de uma mulher ser retirado da água nas proximidades de um clube privado em Henley-on-Thames, no sul da Inglaterra. A polícia do Vale do Tâmisa foi acionada na sexta-feira (6) depois de receber relatos de que uma mulher havia morrido no local.
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Equipes de emergência foram enviadas para a região de Phyllis Court Drive, onde mergulhadores e peritos forenses iniciaram buscas no rio em busca de evidências. O corpo da vítima foi retirado da água, levando os investigadores a abrir um inquérito por homicídio.
Investigação e prisão
Após a descoberta, Nelio Gouveia, de 44 anos, foi preso em conexão com o caso. Ele permaneceu sob custódia enquanto as investigações avançavam e acabou formalmente acusado de homicídio, informou a polícia.
Em comunicado, a Polícia do Vale do Tâmisa afirmou que a decisão ocorreu após consulta ao Ministério Público da Coroa. “Entramos em contato com o Ministério Público da Coroa, que autorizou a apresentação da acusação relacionada a este incidente”, informou a corporação.
Segundo as autoridades, Gouveia, que mora na mesma rua onde ocorreu o caso, foi mantido detido e deverá comparecer ao Tribunal de Magistrados de High Wycombe nesta segunda-feira.
O exame post-mortem indicou que a causa da morte da mulher foi afogamento. Até o momento, a polícia afirma não estar em condições de divulgar a identidade da vítima. A família já foi informada e está recebendo apoio de agentes especializados.
O clube onde o caso ocorreu permanece fechado até novo aviso, de acordo com informações publicadas em seu site. Durante o fim de semana, embarcações e mergulhadores da polícia foram vistos realizando buscas detalhadas no rio.
O inspetor Rob Underhill afirmou que não há outros suspeitos relacionados ao caso. “Quero tranquilizar a comunidade de que não há risco para o público em geral”, disse. Ele acrescentou que a população pode notar um aumento da presença policial na área enquanto a investigação continua.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, declarou nesta segunda-feira apoio ao novo líder supremo do Irã, aiatolá Mojtaba Khamenei, nomeado após a morte de seu pai e antecessor, Ali Khamenei, em ataques atribuídos a Estados Unidos e Israel. Em mensagem oficial, o líder russo reafirmou a aliança entre Moscou e Teerã em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.
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— Gostaria de reafirmar nosso apoio inabalável a Teerã e nossa solidariedade com nossos amigos iranianos — afirmou Putin.
Na mensagem enviada ao novo líder supremo, o presidente russo destacou que a Rússia continuará sendo um parceiro estratégico do Irã, mesmo diante da intensificação das tensões militares na região.
— A Rússia foi e continuará sendo um parceiro confiável para o Irã — disse.
Putin também reconheceu o momento crítico vivido pelo país após a morte de Ali Khamenei, que ocorreu durante uma série de ataques atribuídos às forças dos Estados Unidos e de Israel. Segundo ele, a nova liderança iraniana enfrentará desafios significativos.
— Em um momento em que o Irã enfrenta agressão armada, sua atuação nesse alto cargo exigirá grande coragem e dedicação — afirmou.
Saiba quem é Mojtaba Khamenei
A Assembleia de Especialistas do Irã anunciou neste domingo Mojtaba Khamenei, filho do falecido aiatolá Ali Khamenei, como o novo líder supremo do país. Na liderança, Khamenei torna-se o chefe de Estado da República Islâmica do Irã, sendo ao mesmo tempo um líder espiritual e a mais alta autoridade do país. De acordo com a Constituição iraniana, isso lhe confere controle absoluto sobre a política e as Forças Armadas do Irã, bem como liderança em assuntos religiosos.
Mojtaba Khamenei
Reprodução
Segundo filho mais velho de Khamenei, Mojtaba, de 56 anos, nunca ocupou um cargo importante na política iraniana — o que não o torna um completo desconhecido na burocracia estatal. Ele coordenava o Gabinete do pai e tem contatos importantes nos bastidores. Em um artigo publicado em 2023, a The Economist ressaltava suas relações próximas com Hossein Taib, um poderoso chefe da inteligência da Guarda Revolucionária do Irã, que conheceu ainda durante a guerra entre Irã e Iraque.
O componente religioso é fundamental para o cargo de líder supremo, que no Irã é responsável por tomar todas as decisões que competem a um chefe de Estado e comandante-em-chefe das Forças Armadas. Também conhecido como Velayat-e Faqih na teologia islâmica xiita, a função segue e aplica a lei islâmica, só podendo ser ocupada por um teólogo xiita de alto escalão, que deve estar pelo menos no posto de aiatolá – embora seja contestado se o próprio Khamenei alguma vez atingiu esse nível.
A função se sobrepõe em muitos aspectos à de presidente, que chefia o Poder Executivo e lidera o governo. Dependendo da formação política e da força do presidente, ele acaba influenciando sobre a política estatal e a economia.
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A polícia do País de Gales recorreu à inteligência artificial e a técnicas de reconstrução facial para tentar identificar um homem encontrado morto em um reservatório remoto em outubro de 2024. O corpo, em avançado estado de decomposição, foi localizado flutuando dentro de uma roupa de mergulho no reservatório de Claerwen, no condado de Powys.
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Segundo investigadores, exames de DNA, impressões digitais e registros odontológicos foram inseridos no banco de dados nacional britânico e enviados também à Interpol, mas nenhuma correspondência foi encontrada. Diante da falta de pistas, a polícia decidiu apostar na tecnologia para reconstruir a aparência da vítima.
Reconstrução facial com tecnologia
A iniciativa partiu da inspetora Anthea Ponting, da Polícia de Dyfed-Powys, que lembrou de um projeto científico que recriou o rosto do rei Ricardo III a partir de seus restos mortais, descobertos em 2013 em Leicester.
“Pensei que, se eles conseguiram fazer isso com restos mortais de 500 anos, poderiam nos ajudar”, afirmou a investigadora.
A polícia então procurou o Face Lab, da Universidade Liverpool John Moores, centro especializado em reconstrução facial que combina arte, ciência forense e modelagem digital. Os pesquisadores receberam fotografias, relatório de autópsia, exame odontológico e tomografia computadorizada da vítima.
A partir desses dados, a equipe criou um modelo tridimensional do crânio e estimou a musculatura facial. O processo permitiu reconstruir características como o formato do rosto, lábios e nariz. Segundo os especialistas, o homem tinha queixo arredondado, maxilar quadrado e nariz levemente arrebitado, além de dentes protuberantes e mordida cruzada no lado esquerdo.
“Graças ao Face Lab, agora temos uma estimativa muito clara e detalhada da aparência desse homem”, disse Ponting. A imagem gerada já foi inserida no Sistema Nacional de Informação Policial e compartilhada com a Interpol.
Investigação sem pistas
O corpo foi encontrado por um homem que passeava com o cachorro na área do reservatório, que tem cerca de 650 acres e abastece Birmingham e outras regiões de West Midlands. A polícia considera a possibilidade de que a vítima tenha sido alvo de um crime e que o corpo tenha sido colocado dentro da roupa de mergulho antes de ser lançado na água.
Até agora, os investigadores não encontraram veículos abandonados, roupas ou outros objetos próximos ao local. Também não há registros recentes de desaparecimento que correspondam às características da vítima.
O exame post-mortem indicou que o homem tinha entre 30 e 60 anos e poderia ter permanecido na água por até 12 semanas. A roupa de mergulho — um modelo Zone3 Agile tamanho extra grande — sugere que ele tinha mais de 1,83 metro de altura e pesava entre 92 e 100 quilos.
“Este é o familiar de alguém”, disse Ponting. “Não desejaria nada mais do que devolvê-lo às pessoas que possam estar sentindo sua falta.”
A professora Caroline Wilkinson, diretora do Face Lab, afirma que a técnica pode ser decisiva para a investigação. “A reconstrução facial pode servir como ferramenta de reconhecimento e abrir novas linhas de investigação. Esperamos que alguém reconheça esse rosto e que isso ajude a polícia a finalmente identificá-lo.”
O Ministério da Saúde do Bahrein informou que 32 pessoas ficaram feridas, quatro delas em estado grave, em um ataque com drone iraniano na região de Sitra, na madrugada de segunda-feira. Entre os feridos estão uma jovem de 17 anos, duas crianças de 7 e 8 anos e um bebê de dois meses, segundo o ministério, que acrescentou que todos os feridos são cidadãos do Bahrein.
Sitra, uma ilha próxima à capital do Bahrein, Manama, abriga parte do complexo de refinarias da Bapco Energies, a empresa estatal de energia.
A morte de Yuris Cristel Camila García Manrique, de 28 anos, após um acidente em uma atração aquática em um parque turístico no nordeste da Colômbia provocou comoção e levantou questionamentos sobre as condições de segurança desse tipo de estrutura. O caso ocorreu na quinta-feira (5) no parque Entre Flores, na vila de Iscala Sur, zona rural de Chinácota, no departamento de Norte de Santander.
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Nas últimas horas, imagens que circulam nas redes sociais mostram os momentos que antecederam o acidente. No vídeo, a jovem aparece se preparando para descer o chamado “tobogã radical”, acompanhada por familiares e orientada por funcionários do local.
Visivelmente apreensiva, García Manrique pergunta se haveria alguém para recebê-la ao final da descida. Uma pessoa responde que sim, na piscina. Em seguida, um funcionário responsável pela atração orienta: “Sempre de costas, pernas cruzadas e segure firme, ok? Não tenha medo”, antes de iniciar a descida.
Durante o percurso, o vídeo registra um estrondo. Em meio à gravação, uma pessoa reage dizendo que algo havia se desprendido, enquanto outra voz afirma que alguém estaria morto. As imagens terminam logo após o impacto, em meio à reação de choque de quem estava no local.
Acidente e socorro
Segundo testemunhas, García Manrique perdeu o controle ao sair do tobogã a uma altura estimada de cerca de cinco metros e colidiu com parte da estrutura da atração. Pessoas que presenciaram o acidente prestaram os primeiros socorros e a levaram em um veículo particular para a cidade de Cúcuta, em busca de atendimento médico. Ela, no entanto, morreu durante o trajeto, devido à gravidade dos ferimentos.
Natural do município de Tibú, a jovem visitava o parque acompanhada de familiares e amigos. A divulgação do vídeo nas redes sociais ampliou a repercussão do caso e gerou milhares de comentários sobre as circunstâncias do acidente.
Após o episódio, a empresa responsável pelo parque, Entre Flores SAS, divulgou um comunicado oficial por meio de sua equipe jurídica, representada pelo advogado Óscar Horacio Giraldo Reyes e pelo escritório Jaimes Chía y Abogados Asociados. No texto, a companhia afirma lamentar profundamente o ocorrido e expressa solidariedade à família da vítima.
A administração também informou que acionou os protocolos de emergência previstos e declarou estar colaborando com as autoridades responsáveis pela investigação. Segundo o comunicado, o parque fornecerá todas as informações necessárias para o esclarecimento do caso e não fará novas declarações sobre as possíveis causas do acidente até que um relatório oficial seja divulgado.
A morte de García Manrique, registrada em vídeo e amplamente compartilhada nas redes sociais, reacendeu o debate sobre a segurança de atrações turísticas radicais, enquanto as autoridades seguem investigando as circunstâncias do acidente.

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