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Dois praticantes de parapente foram resgatados após um acidente ocorrido neste domingo em uma área de difícil acesso na região montanhosa no estado de Himachal Pradesh, no norte da Índia. A operação contou com apoio da Força Aérea Indiana e foi realizada após a dupla ficar isolada em um local remoto e sem acesso por estrada.
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A dupla, formada por Arun Singh, de Rajasthan, e Ranjan Gupta, de Gujarat, tinha decolado de Bir Billing, um dos principais pontos de parapente do país. Durante o voo, eles enfrentaram uma emergência e precisaram fazer um pouso forçado em uma região remota, sem acesso por estrada, o que tornou o resgate por terra inviável.
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Gupta acabou ficando preso em uma árvore após a queda, enquanto Singh sofreu ferimentos graves. Diante da situação e das dificuldades de acesso ao local, as autoridades locais pediram apoio da Força Aérea.
— Como não há acesso por estrada e o terreno é muito difícil, acionamos a Força Aérea. Um helicóptero foi enviado e conseguiu retirar os dois com rapidez — disse o comissário distrital de Kangra, Hemraj Bairwa, em comunicado.
A operação também envolveu policiais e equipes locais de resgate, que atuaram em conjunto para viabilizar a retirada. Após o resgate, os dois foram levados para o Hospital Vivekananda, em Palampur, onde seguem internados. O estado de saúde deles não foi detalhado.
Bir Billing é conhecida por atrair praticantes de parapente de diferentes níveis, por causa dos pontos de decolagem em áreas altas e da vista para o Himalaia.
Um gesto gravado para as redes sociais terminou na Justiça em Singapura. Um jovem francês de 18 anos foi acusado pelas autoridades locais após supostamente lamber um canudo de uma máquina automática de suco de laranja e recolocá-lo no dispenser, episódio que viralizou na internet, gerou forte reação pública e mobilizou uma operação de sanitização no equipamento.
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Didier Gaspard Owen Maximilien responde por acusações de dano e perturbação da ordem pública. Segundo a imprensa local, ele próprio publicou no Instagram o vídeo em que aparece praticando o ato. A gravação foi compartilhada inicialmente em um story com a legenda “a cidade não está segura” e rapidamente escapou do círculo privado, sendo republicada em páginas comunitárias e repercutida por veículos de comunicação de Singapura.
A repercussão foi imediata. Nas redes sociais, internautas reagiram com indignação e repulsa ao conteúdo, ampliando a pressão sobre autoridades e sobre a empresa responsável pela máquina de venda automática.
Empresa trocou 500 canudos após vídeo viral
A máquina envolvida pertence à iJooz, companhia conhecida em Singapura por seus pontos automatizados de venda de suco de laranja fresco. Após a divulgação do caso, a empresa informou ao Channel NewsAsia (CNA) que substituiu todos os 500 canudos armazenados no dispensador, registrou boletim de ocorrência e iniciou protocolos extras de limpeza, sanitização e inspeção do equipamento.
O suposto incidente ocorreu em 12 de março, em um centro comercial da cidade-Estado, mas ganhou força nas semanas seguintes à medida que o vídeo se espalhou online — um fator que ajudou a transformar um episódio isolado em debate público sobre higiene, responsabilidade individual e comportamento nas redes.
Atualmente, Maximilien estuda na unidade de Singapura da escola de negócios Essec. A instituição afirmou ter conhecimento do caso e informou que conduz apuração interna. Os pais do jovem viajaram ao país após o episódio e, segundo a defesa, um representante da escola atuará como fiador no processo.
Se condenado, o estudante francês poderá enfrentar pena superior a dois anos de prisão, além de multas de milhares de dólares. O caso voltará à Justiça em 22 de maio.
O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, inaugurou um monumento em homenagem aos soldados norte-coreanos mortos nas operações de apoio à Rússia na guerra contra a Ucrânia, em cerimônia realizada em Pyongyang com a presença de autoridades russas de alto escalão.
Participaram do evento o ministro da Defesa da Rússia, Andrei Belousov, e o presidente do Parlamento russo, Viatcheslav Volodin, em um gesto simbólico que reforça a aproximação entre Pyongyang e Moscou em meio ao conflito no Leste Europeu.
Segundo a agência estatal norte-coreana KCNA, Kim prestou homenagem ao “valor incomparável, grande heroísmo, espírito de luta indomável e nobre sacrifício” dos militares mortos em combate. A cerimônia incluiu concerto, apresentação de fogos de artifício e um sobrevoo da Força Aérea norte-coreana.
Kim Jong-un inaugura monumento em homenagem a soldados norte-coreanos mortos na guerra da Ucrânia
AFP
Durante encontro com Belousov, Kim reiterou o apoio político e militar da Coreia do Norte à Rússia. De acordo com a KCNA, o líder afirmou que seu país “sempre apoiará plenamente a política da Federação Russa na defesa de sua soberania nacional, integridade territorial e interesses de segurança”.
Kim também expressou a “crença de que o exército e o povo russos, sem dúvida, alcançarão uma vitória na guerra sagrada justa”.
Aliança militar em expansão
A Coreia do Norte enviou mísseis, munições e milhares de soldados para apoiar a ofensiva russa na Ucrânia. Analistas avaliam que, em contrapartida, Moscou tem fornecido ajuda financeira, tecnologia militar, alimentos e energia ao regime norte-coreano.
Estimativas dos serviços de inteligência da Coreia do Sul apontam que quase 2 mil soldados norte-coreanos morreram desde o início da participação de Pyongyang no conflito, aprofundando o custo humano da aliança militar entre os dois países.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abás Araqchi, desembarcou nesta segunda-feira em São Petersburgo para uma reunião com o presidente da Rússia, Vladimir Putin, em um momento de forte tensão diplomática no Oriente Médio. O encontro ocorre após Teerã responsabilizar os Estados Unidos pelo fracasso da última rodada de negociações, realizada entre Omã e o Paquistão.
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A quase três semanas do cessar-fogo firmado após 40 dias de combates entre Irã e Israel, aliado estratégico de Washington, Moscou segue como um dos principais fiadores internacionais da república islâmica. O movimento reforça o eixo de apoio ao governo iraniano em meio ao impasse sobre segurança marítima, sanções e o programa nuclear.
Ao comentar o colapso das conversas, Araqchi afirmou que “a postura dos Estados Unidos fez com que a rodada anterior de negociações, apesar dos avanços, não conseguisse alcançar seus objetivos”. Segundo ele, a delegação americana apresentou “exigências excessivas”.
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O chanceler iraniano também elevou o tom sobre a crise no Golfo ao afirmar que “a passagem segura pelo Estreito de Ormuz é uma questão global importante”. O Irã mantém fechado o estreito — rota estratégica para o comércio global de petróleo — e promete sustentar a medida enquanto perdurar o bloqueio americano aos portos iranianos.
Frente diplomática
Antes de viajar à Rússia, Araqchi esteve em Omã e em Islamabad, capital do Paquistão, onde estavam previstas conversas com representantes dos Estados Unidos. Ele também falou por telefone com o chanceler da Turquia, Hakan Fidan, ampliando a articulação regional em busca de uma saída diplomática.
No sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou o envio de seus emissários Steve Witkoff e Jared Kushner a Islamabad, afirmando que “isso terminará em breve e sairemos muito vitoriosos”. Apesar disso, a agência iraniana Fars informou que Teerã enviou “mensagens escritas” aos americanos por meio do Paquistão para delimitar suas linhas vermelhas, incluindo a questão nuclear e a situação no Estreito de Ormuz.
O portal americano Axios informou no domingo, citando uma fonte oficial dos Estados Unidos, que o Irã apresentou uma nova proposta para reabrir Ormuz e encerrar a guerra, deixando as negociações nucleares para uma etapa posterior. A agência estatal iraniana IRNA mencionou a reportagem sem contestá-la, sinalizando que canais de diálogo seguem abertos, ainda que de forma indireta.
Enquanto isso, a trégua envolvendo o Irã resiste, mas seus efeitos continuam a pressionar a economia global, sobretudo pelo impacto sobre cadeias de abastecimento e mercados de energia.
Israel e Hezbollah trocam acusações no Líbano
Em outra frente de instabilidade, Israel e o Hezbollah voltaram a se acusar mutuamente de violar a frágil trégua no Líbano. Ataques israelenses contra o sul libanês deixaram 14 mortos no domingo, incluindo duas crianças, segundo autoridades locais. O Exército israelense informou, por sua vez, a morte de um soldado e ferimentos em outros seis militares.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que seu Exército combate “vigorosamente” a milícia xiita e defendeu o direito de Israel de agir contra “ataques planejados, iminentes ou em andamento”. “Isso significa liberdade de ação não apenas em resposta a ataques (…) mas também diante de ameaças imediatas e até mesmo ameaças emergentes”, sustentou Netanyahu.
Do outro lado, o Hezbollah acusou Israel de manter uma “contínua ocupação” do território libanês e afirmou que responderá às violações. O confronto ameaça desestabilizar ainda mais uma região onde o cessar-fogo permanece frágil, as negociações travam e o risco de escalada militar continua no horizonte.
A Lua cheia do mês de maio, tradicionalmente chamada de “Lua Cheia das Flores”, poderá ser observada no próximo dia 1º, quando o satélite natural da Terra atingirá sua fase completa. O fenômeno, associado ao auge da primavera no Hemisfério Norte, ganha destaque não apenas pela visibilidade, mas também pelo simbolismo cultural que atravessa gerações.
Embora seja chamada de “super” ou “micro” em alguns contextos astronômicos, dependendo da distância em relação à Terra, o que mais chama atenção neste caso é o nome popular, profundamente enraizado nas tradições de povos indígenas da América do Norte. O termo “Lua das Flores” foi atribuído pelos indígenas Comanche, que associavam a fase lunar ao período de abundância de flores durante a primavera.
Outros povos também criaram suas próprias denominações para a Lua cheia de maio, refletindo aspectos da natureza observados em seus territórios. Entre os Creek e Choctaw, por exemplo, ela é conhecida como “Lua da amora”, em referência ao amadurecimento do fruto. Já algumas comunidades a chamam de “Lua do sapo”, enquanto o povo Anishnaabe utiliza o nome “Lua do florescimento”. Entre os Apache, a fase é associada à “estação em que as folhas estão verdes”, destacando o renascimento da vegetação.
Tradição, calendário e observação
A prática de nomear as luas cheias remonta a calendários tradicionais utilizados por diferentes povos indígenas, que acompanhavam os ciclos naturais para orientar atividades como plantio, colheita e caça. Esses nomes foram posteriormente difundidos e incorporados à cultura popular, sendo amplamente utilizados até hoje para descrever os fenômenos lunares ao longo do ano.
Além do valor simbólico, a Lua cheia das flores também oferece uma boa oportunidade para observação a olho nu, desde que as condições climáticas sejam favoráveis. O fenômeno poderá ser visto de qualquer parte do mundo, embora sua associação com a primavera esteja diretamente ligada ao Hemisfério Norte.
Ao longo de 2026, outras luas cheias com nomes tradicionais também estão previstas no calendário. Após a Lua das Flores, o ciclo segue com a chamada Lua Azul, em 31 de maio, seguida pela Lua de Morango, em 29 de junho, e pela Lua dos Cervos, em 29 de julho. Nos meses seguintes, ocorrem ainda a Lua do Esturjão, em agosto, a Lua da Colheita, em setembro, a Lua do Caçador, em outubro, a Lua do Castor, em novembro, e a Lua Fria, em dezembro.
Mais do que eventos astronômicos, essas fases lunares seguem despertando interesse por sua conexão com a natureza e com os saberes tradicionais, reforçando a relação histórica entre o céu e os ciclos da vida na Terra.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araqchi, chegou à Rússia nesta segunda-feira em busca de apoio, enquanto as negociações de paz entre seu país e os Estados Unidos enfrentam dificuldades após o fracasso da última rodada de diálogo no Paquistão. Quase três semanas após o cessar-fogo alcançado depois de 40 dias de combates entre o Irã e Israel, um aliado dos EUA, Moscou continua sendo um dos principais apoiadores da República Islâmica.
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Araqchi chegou a São Petersburgo, onde espera se encontrar com o presidente russo, Vladimir Putin, informou o Ministério das Relações Exteriores iraniano no Telegram. Ele já havia estado em Omã e na capital paquistanesa, Islamabad, onde as negociações com os Estados Unidos estavam programadas para ocorrer. Mas o presidente Donald Trump descartou o envio de seus diplomatas, Steve Witkoff e Jared Kushner, a Islamabad no sábado.
No entanto, a agência de notícias Fars informou que o Irã enviou “mensagens escritas” aos americanos por meio do Paquistão, delineando suas linhas vermelhas, incluindo a questão nuclear e o Estreito de Ormuz, uma via navegável no centro do conflito. O site de notícias americano Axios informou neste domingo que o Irã enviou uma nova proposta para reabrir o Estreito de Ormuz e encerrar a guerra, com as negociações nucleares adiadas, citando um funcionário americano.
A agência de notícias estatal iraniana IRNA mencionou a reportagem do Axios sem negá-la. Um cessar-fogo permanece em vigor na guerra entre Israel e Estados Unidos contra o Irã, mas seu impacto na economia global persiste. O Irã bloqueou o Estreito de Ormuz, impedindo a passagem de petróleo, gás e fertilizantes, cujos preços dispararam.
Ao mesmo tempo, os Estados Unidos continuam bloqueando os portos iranianos. As esperanças de uma segunda rodada de negociações entre Washington e Teerã diminuíram quando Trump cancelou a viagem de Witkoff e Kushner ao Paquistão no sábado, depois que a televisão iraniana indicou que Araqchi não pretendia comparecer.
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Trump disse à Fox News no domingo que, se o Irã quisesse conversar, “pode ​​vir até nós ou pode nos ligar”. O presidente dos EUA enfrenta pressão interna devido ao aumento dos preços dos combustíveis em decorrência da guerra, especialmente com a proximidade das eleições de meio de mandato em novembro.
Passagem Segura
Questionado se o cancelamento significava o fim da trégua, Trump respondeu: “Não, não significa isso”. Enquanto isso, Araqchi se reuniu no Paquistão no sábado com o chefe militar Asim Munir, o primeiro-ministro Shehbaz Sharif e o ministro das Relações Exteriores Ishaq Dar, antes de viajar para Omã e retornar a Islamabad.
Em seguida, ele viajou para a Rússia, onde a mídia oficial de ambos os países confirmou que ele se reunirá com Putin. O ministro das Relações Exteriores iraniano publicou no Telegram que as conversas em Omã se concentraram em garantir a passagem segura pelo Estreito de Ormuz “para o benefício de todos os nossos queridos vizinhos e do mundo”.
“Nossos vizinhos são nossa prioridade”, afirmou. Mas a Guarda Revolucionária Iraniana indicou que não pretende suspender o bloqueio. “Controlar o Estreito de Ormuz e manter a sombra do seu efeito dissuasor sobre os Estados Unidos e os aliados da Casa Branca na região é a estratégia final do Irã islâmico”, publicaram os guardas no Telegram.
Israel ataca o Líbano
Enquanto isso, Israel e o movimento pró-iraniano Hezbollah acusaram-se mutuamente de violar a frágil trégua no Líbano. O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que seu exército estava combatendo “vigorosamente” a milícia xiita, enquanto ambos os lados relataram ter lançado ataques.
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O Hezbollah arrastou o Líbano para a guerra do Oriente Médio em 2 de março, quando disparou foguetes contra Israel em retaliação ao assassinato do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, e Israel respondeu com ataques aéreos e uma invasão terrestre. Os dois lados chegaram a um acordo de trégua de dez dias, mas Israel e o Hezbollah acusam-se mutuamente de violação.
Netanyahu afirmou neste domingo, em sua reunião semanal de gabinete, que o Hezbollah estava “desmantelando a trégua”, enquanto o movimento pró-Irã anunciou que responderia às violações israelenses e à sua “contínua ocupação” do Líbano. O Ministério da Saúde libanês informou que 14 pessoas foram mortas neste domingo em ataques israelenses no sul do país.
Em um comunicado, o ministério disse que entre os mortos estavam duas mulheres e duas crianças. Outras 37 pessoas ficaram feridas. Israel, que relatou a morte de um soldado em combate no sul do Líbano, defendeu seu direito de agir contra “ataques planejados, iminentes ou em andamento”.
“Isso significa liberdade de ação não apenas em resposta a ataques (…) mas também a ameaças imediatas e até mesmo a ameaças emergentes”, disse Netanyahu.
O suspeito de realizar um tiroteio em um jantar de gala com a presença do presidente americano Donald Trump comparecerá ao tribunal nesta segunda-feira para responder pelo ataque, o mais recente episódio de violência política em um país profundamente dividido. Autoridades do governo disseram que o suspeito, um homem da Califórnia, aparentemente pretendia matar Trump e outras autoridades importantes no evento de imprensa realizado no sábado à noite em um hotel de Washington, naquele que teria sido o terceiro atentado contra a vida do presidente em dois anos.
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O suspeito, cuja identidade não foi oficialmente divulgada, não ficou ferido. Diversos veículos de imprensa dos EUA o identificaram como Cole Tomas Allen, de 31 anos, de Torrance, no estado americano da Califórnia. Trump, que foi rapidamente evacuado do local por agentes do Serviço Secreto, publicou imagens de câmeras de segurança mostrando o atirador tentando passar correndo por um posto de segurança um andar acima do salão onde o jantar de gala estava sendo realizado.
Após uma breve troca de tiros com os policiais, ele foi preso no local. Trump publicou fotos do suspeito algemado no carpete do hotel, sem camisa e deitado de bruços. Em uma entrevista exibida no domingo à noite no programa “60 Minutes” da CBS, Trump foi questionado se temia que pudesse haver vítimas diante da cena caótica.
“Eu não estava preocupado. Eu entendo a vida. Vivemos em um mundo louco”, disse Trump.
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Mais cedo, o procurador-geral interino dos EUA, Tom Blanche, disse à CBS que o suspeito não estava “cooperando ativamente”.
“Espero que as acusações sejam formalmente apresentadas contra ele amanhã de manhã em um tribunal federal em Washington”, disse Blanche. “Acreditamos, com base apenas em um entendimento muito preliminar do que aconteceu, que ele estava visando membros do governo.”
Blanche acrescentou que nenhum outro motivo para o ataque é conhecido e confirmou que o suspeito — que, segundo as autoridades, estava armado com uma espingarda, uma pistola e uma faca — estava hospedado no Washington Hilton, onde acontecia o jantar de gala da Associação de Correspondentes da Casa Branca.
Escondido debaixo das mesas
Sem fornecer detalhes, Trump indicou que o suspeito havia escrito um manifesto “anticristão”.
“O cara é doente”, disse Trump à Fox News. “Na verdade, a irmã ou o irmão dele estavam reclamando. Eles chegaram a registrar queixas junto às autoridades.”
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O New York Post noticiou que o suspeito escreveu em uma mensagem que compartilhou com sua família pouco antes do ataque que seus alvos seriam “priorizados do nível mais alto ao mais baixo”. Trump, a primeira-dama Melania Trump, o vice-presidente JD Vance, vários membros do gabinete e parlamentares proeminentes estavam entre os convidados do jantar de gala, juntamente com centenas de outros participantes.
Em uma coletiva de imprensa improvisada na Casa Branca, no final da noite, Trump disse que inicialmente pensou que o barulho fosse de uma bandeja caindo, antes de perceber que eram tiros.
“Parece que eles acham que eu agi como um lobo solitário, e eu também acho isso”, disse o presidente.
Um policial foi baleado à queima-roupa enquanto usava colete à prova de balas e aparentemente não ficou gravemente ferido. Trump acrescentou que o hotel não era “uma instalação particularmente segura”, enquanto aumentavam as dúvidas sobre os protocolos de segurança do presidente.
Múltiplas tentativas de assassinato contra Trump
O Washington Hilton, onde o evento de gala de sábado foi realizado, é o local onde o presidente republicano Ronald Reagan foi assassinado em 1981. Trump afirmou ne domingo que o tiroteio reforça os motivos de segurança que ele citou para o planejamento de um novo e enorme salão de baile ao lado da Casa Branca, um projeto que enfrenta contestações judiciais. O incidente ocorreu menos de 48 horas antes do início da visita de Estado de quatro dias do Rei Charles III e da Rainha Camilla a Washington.
O Washington Hilton, onde o evento de gala de sábado foi realizado, é o local onde o presidente republicano Ronald Reagan foi assassinado em 1981. Trump afirmou neste domingo que o tiroteio reforça os motivos de segurança que ele citou para o planejamento de um novo e enorme salão de baile ao lado da Casa Branca, um projeto que enfrenta contestações judiciais. O incidente ocorreu menos de 48 horas antes do início da visita de Estado de quatro dias do Rei Charles III e da Rainha Camilla a Washington.
A Nasa deu mais um passo no seu plano de retorno humano à Lua ao apresentar o estágio central do foguete que será utilizado na missão Artemis III, parte do programa Artemis. A divulgação marca a revelação de um dos principais componentes do Sistema de Lançamento Espacial (SLS), considerado a base estrutural da missão.
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A agência espacial também revelou a aparência da estrutura, que corresponde à maior e mais potente seção do foguete. Segundo o site 20 minutos, esse estágio central é frequentemente descrito como a “espinha dorsal” do sistema de lançamento.
O estágio central do SLS concentra a maior parte da estrutura do veículo e é essencial para o impulso inicial durante a decolagem.
De acordo com a Nasa, o componente inclui tanques de hidrogênio líquido e oxigênio líquido, além do tanque intermediário e da estrutura frontal, todos fundamentais para o funcionamento do sistema.
A peça foi transportada do Centro de Montagem Michoud, em Nova Orleans, para o Centro Espacial Kennedy, na Flórida, onde será integrada ao restante do foguete.
Missão prevista para 2027
A missão Artemis III tem lançamento previsto para meados de 2027 e será uma etapa decisiva do programa lunar. Nessa fase, a cápsula tripulada Orion realizará uma manobra de acoplamento em órbita da Terra antes da viagem rumo à Lua.
Estágio central do foguete Artemis III
Nasa/Michael DeMocker
Segundo informações da BBC, o plano também inclui o uso de um ou dois módulos de pouso para viabilizar a descida até a superfície lunar.
O marco representa o encerramento de uma série de testes preliminares. A complexidade da missão está na sincronização entre diferentes espaçonaves desenvolvidas por fornecedores distintos. O cronograma oficial prevê a data-alvo, mas sua execução depende da superação de desafios técnicos relacionados aos sistemas de propulsão e transporte.
Testes e contexto do programa Artemis
A revelação ocorre em meio ao avanço das etapas preparatórias do programa. A missão Artemis II, por exemplo, foi lançada em 1º de abril de 2026, a partir do Complexo de Lançamento 39B do Centro Espacial Kennedy, na Flórida, em uma fase anterior do projeto.
A Nasa delegou o desenvolvimento dos módulos de pouso lunar a duas empresas privadas do setor aeroespacial.
A SpaceX, de Elon Musk, trabalha em uma versão lunar da Starship, uma estrutura que pode atingir cerca de 35 metros de altura.
Já a Blue Origin, de Jeff Bezos, desenvolve o módulo Blue Moon Mark 2, com um design mais compacto em comparação ao concorrente, mas com ambições técnicas semelhantes para missões de exploração lunar.
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, chegou na noite deste domingo à ilha caribenha de Barbados para sua segunda visita internacional desde que assumiu o cargo. Em 9 de abril, Delcy visitou a ilha de Granada em sua primeira viagem internacional como presidente interina, após a deposição de Nicolás Maduro, capturado em janeiro pelas forças americanas.
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O canal de televisão estatal Venezolana de Televisión (VTV) transmitiu imagens da chegada de Rodríguez ao Aeroporto Internacional Grantley Adams em Barbados, um pequeno país de língua inglesa localizado no sudeste do Mar do Caribe. As autoridades da ilha, membro da Commonwealth, receberam Rodríguez com honras.
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Barbados, com pouco menos de 300 mil habitantes, é famosa por suas praias paradisíacas e por ser um porto de cruzeiros. A presidente interina cumprirá uma agenda de trabalho estratégica na segunda-feira. A visita ocorre em meio a “expectativas de cooperação e desenvolvimento”, informou a televisão estatal venezuelana, sem fornecer detalhes.
Durante sua recente viagem a Granada, Rodríguez afirmou que atualizaram o “roteiro” para os acordos assinados em 2025 entre as autoridades da ilha e Maduro, que agora enfrenta acusações de narcotráfico nos Estados Unidos.
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As duas viagens internacionais de Rodríguez, que governa sob intensa pressão do presidente Donald Trump, acontecem após os Estados Unidos suspenderem as sanções contra ele em 1º de abril. Trump alega estar no comando da Venezuela e da venda de seu petróleo após a queda de Maduro.
The show must go on. O espetáculo não pode parar. Esta foi uma das primeiras reações públicas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após a confirmação do ataque no tradicional jantar dos Correspondentes da Casa Branca na noite do último sábado (26/4). Sua disposição de seguir o evento, apesar do perigo de vida, o que acabou não ocorrendo por orientação do serviço secreto americano, sublinha a urgência, para o republicano, de demonstrar força em momento de fragilidade ímpar do trumpismo. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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