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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, engrossou nesta segunda-feira o coro iniciado por Melania Trump e pediu que a rede ABC demita o apresentador Jimmy Kimmel após um comentário sobre a primeira-dama feito pelo apresentador em seu programa.
Trump publicou em sua própria rede social, a Truth Social, que a emissora deveria dispensar Kimmel, repetindo críticas feitas horas antes por Melania. A primeira-dama acusou o apresentador de promover retórica “odiosa e violenta”, em referência a comentários feitos recentemente no ar.
A reação do casal foi motivada por uma fala de Kimmel em que ele se referiu a Melania como uma “futura viúva” durante um monólogo humorístico — dois dias antes do jantar na Casa Branca que terminou com disparos após uma invasão. A declaração gerou forte repercussão entre apoiadores do presidente.
O ex-presidente dos EUA Donald Trump e a ex-primeira-dama Melania Trump
AFP
Em publicação nas redes sociais, Melania afirmou que o humorista usa a televisão para espalhar divisão política e cobrou uma resposta da ABC:
— Já passou da hora de a ABC tomar uma posição.
Até o momento, a emissora não havia se pronunciado oficialmente sobre o episódio. Trump e Kimmel possuem uma relação conhecida pelos espectadores da TV americana. O apresentador é crítico frequente do republicano em seu programa noturno, enquanto o presidente costuma reagir publicamente a ataques de humoristas e veículos de imprensa.
Um caso misterioso no interior da Inglaterra foi encerrado sem solução. Em 2024, um pedreiro que trabalhava em uma casa na cidade de Bishop Auckland, no condado de Durham, encontrou os restos mortais de um bebê sob o assoalho de uma casa em que trabalhava. Ele tinha um barbante amarrado no pescoço e estava envolto em um jornal de 1910, ano em que a investigação acredita que ele viveu. Nesta segunda (27), seus restos mortais foram finalmente sepultados no cemitério da cidade, segundo o jornal britânico The Guardian.
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Pela falta de identificação, ele ficou conhecido como Bebê de Auckland. O detetive-chefe, Mel Sutherland, que conduziu as investigações prestou homenagens ao bebê, que deve ter vivido apenas 40 semanas, segundo a autópsia.
“É um dia emocionante. Foi um processo bastante longo. Foi uma cerimônia realmente linda. Estarmos juntos hoje nos permitiu reconhecer adequadamente a vida deste menino e garantir que ele fosse sepultado com a dignidade e o respeito que merecia. Esperamos que ele agora descanse em paz”, disse Sutherland ao The Guardian, que completou.
Assoalho onde restos mortais do bebê foi encontrado
Divulgação/Polícia de Durham
Ele explicou ainda que a investigação contou com um antropólogo forense, que escavou o assoalho, para conseguir o máximo de restos mortais possível. Segundo ele, apenas um pequeno osso do dedinho do pé não foi achado. A autópsia também não conseguiu confirmar a causa da morte.
Os ossos estavam enrolados em um exemplar de 10 de junho de 1910 do The Umpire, um popular jornal dominical da época. Para ele, todas as linhas de investigação foram esgotadas. Durante o processo, houve até pessoas que surgiram para dizer que teriam algum parentesco ou ligação com o bebê. Mas após exames de DNA, nenhuma correspondências de genes foi encontrada.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, advertiu, nesta segunda-feira, que os fatores que impulsionam a propagação de armas nucleares estão se “acelerando”, na abertura de uma reunião dos países signatários do tratado de não proliferação.
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Os países signatários do histórico Tratado sobre a Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) se reúnem na ONU a partir desta segunda em um momento em que as tensões geopolíticas geram temores de uma nova corrida pela bomba atômica.
— Durante tempo demais, o Tratado vem se desgastando. Os compromissos seguem sem serem cumpridos. A confiança e a credibilidade estão se fragilizando. Precisamos insuflar vida nova ao Tratado mais uma vez — declarou Guterres aos presentes na reunião.
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O TNP, em vigor desde 1970, foi assinado por quase todos os países do planeta, com exceção de Israel, Índia e Paquistão.
O Tratado busca impedir a propagação de armas nucleares, promover um desarmamento completo e fomentar a cooperação para o uso pacífico da energia nuclear.
Os nove Estados dotados de armamento nuclear — Rússia, Estados Unidos, França, Reino Unido, China, Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte — tinham 12.241 ogivas nucleares em janeiro de 2025, segundo o informe mais recente do Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo (Sipri).
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EUA e Rússia concentram quase 90% das armas nucleares do mundo e, segundo o Sipri, realizaram importantes programas de modernização nos últimos anos.
A China também aumentou seu arsenal nuclear, informou o instituto.
Uma jovem denunciou nas redes sociais que teria sido dopada por criminosos em uma estação do sistema TransMilenio (ônibus articulados em faixas exclusivas, de forma semelhante ao BRT, no Rio de Janeiro), em Bogotá, capital da Colômbia. Segundo o relato, o caso ocorreu na estação Ricaurte, quando ela aguardava um ônibus e foi cercada por três pessoas que tentavam forçá-la a embarcar. A suspeita é de que a ação fizesse parte de uma nova modalidade de roubo usando substâncias químicas.
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De acordo com o relato de Anna no TikTok, uma mulher se aproximou excessivamente e tocou seu ombro. Em seguida, dois outros suspeitos — um homem e uma mulher — também passaram a cercá-la. Quando o coletivo chegou, os três teriam insistido para que ela embarcasse com eles, quando ela sentiu um cheiro semelhante ao de álcool. Pouco depois, ela começou a sentir mal-estar, tontura e confusão mental.
Ainda segundo o depoimento, a vítima conseguiu deixar o local e buscar ajuda antes de perder totalmente a consciência. O caso ganhou repercussão após a viralização do vídeo com o relato no TikTok, no qual a jovem alertou outros passageiros sobre a suposta abordagem criminosa, que alcançou mais de 880 mil visualizações.
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Mais tarde, ao verificar as próprias roupas com a ajuda de outras pessoas, ele encontrou vestígios visíveis.
— Havia algumas sementes de laranja na minha jaqueta… foi aí que entendi que realmente tinham feito algo comigo — relatou.
A denúncia provocou reação nas redes sociais, onde usuários relataram medo e cobraram reforço na segurança do sistema de transporte público. O TransMilenio é o principal corredor de ônibus rápidos de Bogotá e transporta milhões de passageiros por semana.
Nos últimos anos, a insegurança no sistema tem sido alvo frequente de críticas. Dados divulgados em 2025 mostraram aumento de furtos de celulares e ocorrências de violência em estações e ônibus da rede, com 2.282 casos em 2024.
Até o momento, não havia confirmação oficial sobre o uso de substância química no episódio relatado pela jovem. Autoridades colombianas orientam passageiros a procurar atendimento médico e registrar boletim de ocorrência em casos semelhantes.
O atirador que tentou invadir um jantar de gala com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acreditava que o Serviço Secreto estava mal preparado para proteger altos integrantes do governo segundo escritos deixados pelo próprio suspeito. Ele não foi o único: algumas das mais de 2,5 mil pessoas que participavam do evento também avaliaram ter sido surpreendentemente fácil para o californiano Cole Allen, de 31 anos, avançar em direção ao salão de baile onde o republicano estava junto de seu gabinete. As reações diante do ocorrido levantaram dúvidas sobre se a segurança estava suficientemente preparada para proteger o mandatário em uma era de ameaças crescentes e surtos de violência política, embora autoridades tenham insistido que as medidas funcionaram como o previsto.
— Temos que aprender com o que aconteceu ontem à noite, e vamos, mas a primeira conclusão é a de que o sistema funcionou — disse no domingo o secretário de Justiça interino Todd Blanche, que também estava presente. — Nós detivemos o suspeito.
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O hotel Washington Hilton, localizado a cerca de 2,4 km ao norte da Casa Branca, há décadas sedia o jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca por sua capacidade de receber grandes públicos e pela familiaridade do Serviço Secreto em garantir sua segurança. Ainda assim, convidados disseram ter conseguido entrar no local apenas mostrando um ingresso para o jantar. Os convites eram conferidos por funcionários, mas não eram escaneados, e não havia verificação de identidade. Convidados puderam acessar o lobby e os andares inferiores do hotel sem passar por escaneamento de segurança, sendo submetidos a detectores de metal somente antes de entrar no salão onde o jantar era realizado.
“Não consigo acreditar no quão fraca estava a segurança no jantar dos correspondentes da Casa Branca esta noite. Ao entrar, ninguém pediu para inspecionar visivelmente meu ingresso e nem solicitou minha identificação com foto. Bastava mostrar algo que parecesse um ingresso e isso era suficiente”, escreveu Kari Lake, ex-candidata republicana ao governo e ao Senado do Arizona, atual conselheira da Agência dos EUA para Mídia Global.
Além de Donald Trump e do vice-presidente JD Vance, estavam presentes no evento o presidente da Câmara, Mike Johnson, os secretários de Estado, Marco Rubio, do Tesouro, Scott Bessent, e da Defesa, Pete Hegseth. A concentração de líderes de alto nível em um único salão deixou o país excepcionalmente vulnerável enquanto o suspeito avançava no local antes de ser detido. Em um cenário extremo, isso poderia ter levado à transferência do poder presidencial dos Estados Unidos para o senador republicano Chuck Grassley, de 92 anos, que não estava no evento e ocupa a terceira posição na linha de sucessão.
— Pela minha experiência, isso poderia ter sido um massacre — disse Paul Eckloff, que integrou a equipe de segurança de Trump durante seu primeiro mandato. — [Mas] não foi, porque profissionais armados e treinados ficaram entre o atacante e um salão cheio de pessoas. A pergunta não é como ele chegou perto. A pergunta que as pessoas deveriam fazer é: por que todos estão vivos? É porque o plano de segurança funcionou.
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Com mais de 1,1 mil quartos e suítes, 47 salas de reunião e quatro restaurantes, o hotel no coração da capital americana não pode ser completamente isolado para um evento de alta segurança. Um desses quartos foi reservado pelo atirador, que fez check-in no dia anterior ao ataque, segundo autoridades, o que lhe deu ainda mais conhecimento da estrutura do hotel. Allen teria viajado de trem de Los Angeles a Chicago e depois a Washington. Em uma série de escritos deixados pelo suspeito, ele diz que entrou no hotel com várias armas e que “ninguém ali sequer considerou a possibilidade de que eu pudesse ser uma ameaça”:
“O que diabos o Serviço Secreto está fazendo?”, escreveu ele, acrescentando: “Eu esperava câmeras de segurança em cada curva, quartos grampeados, agentes armados a cada três metros, detectores de metal por todos os lados. O que encontrei (vai saber, talvez estejam brincando comigo!) foi nada. A segurança do evento está toda do lado de fora, focada em manifestantes e nas pessoas que chegam naquele momento, porque aparentemente ninguém pensou no que acontece se alguém faz check-in no dia anterior.”
— Ele não venceu o plano de segurança na noite do jantar. Ele venceu no dia em que fez a reserva — disse ao WSJ Jason Pack, ex-agente do FBI. — Eles construíram aquele perímetro para deter um Exército. No fim, tudo que ele precisava era de uma chave de quarto.
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O Serviço Secreto considerou que a área sob sua responsabilidade era o salão e o perímetro imediato ao redor, segundo duas autoridades informadas sobre a investigação. A agência não assumiu a segurança de todo o hotel Hilton. Do lado de fora, a polícia de Washington ficou responsável pelo fechamento de ruas e controle do tráfego. Entre essas duas camadas, não havia uma responsabilidade clara pela segurança dos milhares de convidados e do restante da propriedade do hotel, onde o suspeito havia reservado um quarto.
Múltiplas camadas
Mesmo com políticos e comentaristas defendendo que a segurança deveria ter sido mais rigorosa e que o suspeito jamais deveria ter chegado tão perto, ex-integrantes das forças de segurança disseram, em entrevistas, que as salvaguardas adequadas pareciam estar em vigor. O perímetro do evento tinha múltiplas camadas, nem todas visíveis para quem estava no local — o que é intencional. Nesse caso, os detectores de metal formavam o perímetro externo da área protegida. Logo após a triagem, agentes estavam posicionados para garantir que ninguém que não devesse avançar até o salão conseguisse passar.
Já dentro do salão, equipes de contra-ataque do Serviço Secreto estavam prontas para agir caso algo acontecesse. Alguns agentes estavam disfarçados de garçons para se misturar ao ambiente enquanto monitoravam o local. Funcionários do órgão foram vistos no hotel nos dias que antecederam o evento realizando varreduras de segurança, incluindo perguntas a trabalhadores e inspeções em áreas como a cozinha. Eles também estavam posicionados ao redor do hotel na manhã de sábado, disse uma fonte familiarizada com o assunto.
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Arte/O GLOBO
O hotel foi projetado com uma passagem especial para deslocar o presidente com segurança dentro do edifício. Quando Ronald Reagan foi baleado do lado de fora do local, em 1981, sua limusine estava estacionada a alguns metros de distância, deixando-o vulnerável. Desde então, uma entrada mais controlada por uma passagem reforçada passou a ser usada para levar o presidente ao interior. A limusine entra por essa passagem até uma entrada privada, e o presidente segue por um elevador exclusivo até uma área reservada, com sala de estar e banheiro. Ele chega aos bastidores do palco sem ser visto pelo público.
Ainda assim, o incidente deve levar a uma reavaliação, dentro do Serviço Secreto, dos preparativos para um local que a agência já protegeu dezenas de vezes nas últimas décadas. Desde julho de 2024, quando o órgão falhou em proteger um telhado durante um comício em Butler, na Pensilvânia — onde um atirador disparou oito tiros contra Trump — a agência vem enfrentando questionamentos sobre sua competência. Para especialistas, aquela tentativa de assassinato, durante a campanha eleitoral, foi uma falha clara de preparação e proteção da área, dado o quão perto o atirador, então com 20 anos, chegou de matar o republicano.
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Na ocasião, aquela havia sido a primeira tentativa de assassinato contra um ex ou atual presidente dos EUA desde 1981. Apenas 64 dias depois, em setembro do mesmo ano, um homem armado com um rifle se escondeu na vegetação do Trump International Golf Club, na Flórida, planejando atirar no presidente. O suspeito, Ryan Routh, foi posteriormente condenado por tentativa de assassinato e sentenciado à prisão perpétua.
— Embora o modelo de proteção para o evento de ontem à noite tenha se mostrado eficaz, a principal conclusão para eventos futuros é que melhorias devem ser esperadas em todos os níveis — disse o porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, acrescentando que os planos de segurança da agência são elaborados com base em informações de inteligência em constante evolução. — Estamos ativamente focados em identificar o gatilho deste incidente e compreender plenamente os fatores que levaram a ele. (Com New York Times)
Um enxame de abelhas provocou o fechamento de um portão de embarque no aeroporto de Gatwick, em Londres, por cerca de seis horas no último domingo. Apesar do episódio inusitado, o impacto nas operações foi limitado, e não houve registro de grandes transtornos para os passageiros.
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O caso ocorreu no segundo aeroporto mais movimentado do Reino Unido, após dezenas de abelhas se agruparem ao redor de uma área de embarque durante a tarde. Para garantir a segurança no local, o portão precisou ser temporariamente interditado até que os insetos fossem removidos.
A operação ficou a cargo da Associação de Apicultores de Reigate, frequentemente acionada em situações semelhantes no aeroporto. Segundo Gerry James, integrante do grupo, ocorrências do tipo acontecem “quatro ou cinco vezes por ano” em Gatwick.
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Em entrevista à BBC, ele afirmou que recebeu o chamado com entusiasmo. “Como uma criança pequena em uma loja de doces”, descreveu, ao comentar a sensação de ser convocado para atuar no aeroporto. “É muito emocionante”, acrescentou.
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James explicou que a missão exigia rapidez, já que o funcionamento do portão dependia da retirada segura do enxame. “Você fica sob pressão até terminar porque sabe que o portão está fora de operação”, afirmou.
Após passar seus equipamentos pela segurança do aeroporto, o apicultor utilizou uma nuc box — uma espécie de “mini-colmeia” usada para armazenamento e transporte — para recolher as abelhas.
Ele elogiou a postura do aeroporto diante da situação. “Gatwick deve ser parabenizado pelo que faz com as abelhas. Eles se preocupam muito com a natureza.”
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Os insetos foram levados para um dos apiários de treinamento da associação, onde apicultores iniciantes aprendem a profissão. No local, as abelhas serão mantidas em segurança e incorporadas ao trabalho educativo da entidade.
O episódio chamou atenção pela raridade, mas terminou sem maiores consequências, reforçando a importância de protocolos que conciliem segurança operacional e preservação ambiental.
Cole Tomas Allen foi indentificado por fontes de segurança como o homem responsável por invadir o jantar de gala com a presença de Donald Trump e realizar disparos ao ser confrontado por agentes quando tentava acessar o salão principal do hotel onde ocorria a cerimônia. Morador de Torrance, na Califórnia, ele é filho de um líder de igreja evangélica e frequentava uma comunidade cristã na faculdade.
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Allen, de 31 anos, é o mais velho de quatro irmãos e nasceu em um condado de Los Angeles. Até a noite do último sábado, seu pai constava nas redes como líder da Grace Torrance, uma igreja protestante de tradição reformada. O suspeito fazia parte de uma fraternidade cristã no campus do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech). Uma integrante do grupo lembrou que, embora fosse geralmente quieto e estudioso, não tinha receio de defender sua interpretação da fé.
— Ele era definitivamente um forte defensor do cristianismo evangélico na época em que o conheci —disse Elizabeth Terlinden.
Em 2013, Allen ingressou no Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), uma universidade de pesquisa de elite em Pasadena, que na época aceitava menos de 11% dos candidatos à graduação. Lá, estudou engenharia mecânica e se formou com média 3.0, segundo seu perfil no LinkedIn.
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No verão de 2014, fez estágio no Laboratório de Propulsão a Jato da NASA, também de acordo com seu perfil. E uma reportagem local de 2017 o mostra, vestindo camisa xadrez e suéter, apresentando o projeto de um freio de emergência para cadeira de rodas em uma conferência sobre produtos para idosos.
Após se formar em 2017, Allen trabalhou por vários anos como engenheiro mecânico, desenvolvedor independente de videogames e tutor preparatório para a faculdade, segundo seu LinkedIn. Em 2022, ingressou na Universidade Estadual da Califórnia, em Dominguez Hills, para fazer mestrado em ciência da computação. A universidade informou que há registro de um aluno com esse nome que concluiu o curso em 2025.
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Bin Tang, professor de ciência da computação na universidade, deu aulas a Allen em várias disciplinas.
— Fiquei muito chocado ao ver a notícia — escreveu o professor em um e-mail e afirmou: — Ele era um aluno muito bom, sempre sentado na primeira fila, prestando atenção e frequentemente me enviando perguntas sobre as atividades.
Agiu sozinho
Registros compartilhados por agentes indicam que Allen comprou uma pistola em outubro de 2023 e uma espingarda em agosto de 2025. Segundo o bilhete obtido pelas autoridades, nos últimos dias ele disse a colegas e alunos que uma emergência pessoal o afastaria das aulas e disse aos pais que tinha “uma entrevista”.
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Em seguida, pegou um trem de Los Angeles para Washington, passando por Chicago, e se hospedou no hotel Hilton um ou dois dias antes do jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, disse Todd Blanche, procurador-geral interino, ao programa “Meet the Press” no domingo.
Antes de embarcar em uma viagem pelo país, Allen ofereceu às pessoas em sua vida uma série de explicações para sua ausência, de acordo com escritos que as autoridades dizem que ele deixou para trás. Ele disse aos colegas e aos alunos que tutorava que tinha uma emergência pessoal. Aos pais, disse apenas que tinha uma entrevista.
Agora, aqueles que conheciam Allen estão tentando conciliar o homem que conheciam com o ato de violência política que ele é acusado de ter cometido. O suspeito deve ser acusado de múltiplos crimes em uma audiência judicial nesta segunda-feira.
Uma brincadeira típica em festas de aniversário terminou em tragédia no norte da Índia. O ato de passar bolo no rosto do aniversariante desencadeou uma discussão que, segundo a polícia, evoluiu para um ataque a tiros e deixou três homens mortos em Uttar Pradesh, um dos estados mais populosos do país.
As vítimas foram identificadas como Amardeep Saini, Manish Saini e Akash Saini. Baleados durante o ataque, os três chegaram a ser levados ao hospital em estado crítico, mas não resistiram. Os corpos foram encaminhados para autópsia.
A polícia aponta Jeetu, aniversariante da noite, como principal suspeito do ataque. Ele está foragido, junto com outros envolvidos citados na investigação.
O crime ocorreu em Khurja Nagar, em Bulandshahr, na noite de sábado. Segundo a apuração inicial, a comemoração havia começado em uma academia local e depois seguiu para as proximidades de uma residência. Foi nesse contexto que o gesto de passar bolo no rosto do aniversariante provocou um desentendimento entre os presentes.
— Os familiares citaram alguns nomes. A razão revelada é que era o aniversário de um dos acusados, durante o qual os falecidos passaram bolo em seu rosto. Houve uma altercação entre eles. Essa altercação levou a este incidente hoje — afirmou Antriksh Jain, superintendente de polícia, à imprensa indiana.
Grupo teria retornado armado após discussão
A versão apresentada pela família de uma das vítimas indica que a tensão aumentou depois da briga. Segundo Sanjay Saini, irmão de Amardeep, o grupo, entre eles o aniversariante, deixou o local, buscou armas e voltou minutos depois.
— Era o aniversário de Jeetu, filho de Subhash Halwai. Ele convidou pessoas para cá. Essas pessoas discutiram e deixaram nosso Amardeep para trás. Recebi uma ligação dizendo: ‘Seu irmão está nos xingando’. Eu disse a eles que conversaria pela manhã, porque eu tinha que ir a um casamento — relatou.
Em seguida, segundo ele, ocorreu o ataque.
— Eles tinham sete ou oito armas licenciadas, que pegaram imediatamente e levaram para o local. Enquanto isso, chamaram meu outro irmão e meu sobrinho, Manish Saini e Akash Saini, também para o local. Eles começaram a atirar imediatamente assim que chegaram e não deram chance a ninguém — relata.
Seis equipes policiais foram mobilizadas para localizar os suspeitos. As autoridades fazem buscas na região, analisam imagens de câmeras de segurança e periciam evidências recolhidas no local do crime.
— Ainda não houve prisões, mas os esforços estão em andamento. Algumas pessoas estão sob custódia, e todos os envolvidos no incidente serão presos em breve — disse Antriksh Jain.
O Papa Leão XIV recebeu nesta segunda-feira a primeira mulher a liderar os cristãos anglicanos do mundo, a recém-empossada arcebispa de Canterbury, Sarah Mullally, e fez um apelo à unidade para promover a paz com maior eficácia. A audiência papal é parte da primeira viagem ao exterior de Mullally desde que se tornou a primeira mulher a ocupar o cargo de principal autoridade clerical da Igreja da Inglaterra, no mês passado.
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— Enquanto o nosso mundo que sofre necessita enormemente da paz de Cristo, as divisões entre os cristãos enfraquecem a nossa capacidade de sermos portadores eficazes dessa paz — disse o Pontífice a Mullally e à sua delegação, em um discurso divulgado pelo Vaticano. — Se queremos que o mundo escute com atenção a nossa pregação, devemos, portanto, ser constantes em nossas orações e esforços para eliminar qualquer obstáculo que dificulte a proclamação do Evangelho.
Papa Leão XIV rezando na Capela Urbano VIII com Sarah Mullally
SIMONE RISOLUTI / VATICAN MEDIA / AFP
No século XVI, o rei Henrique VIII rompeu com a Igreja Católica e criou a Igreja da Inglaterra. Nos séculos posteriores, as relações melhoraram de maneira constante, mas em 2016 surgiram novas fraturas, em particular a respeito da ordenação de mulheres, algo que é proibido na Igreja Católica.
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Desde 2014 que as mulheres podem ser nomeadas bispas na Igreja da Inglaterra, mas o tema continua provocando polêmica.
Papa Leão XIV recebe a primeira mulher a comandar a Igreja Anglicana
SIMONE RISOLUTI / VATICAN MEDIA / AFP
Aos 63 anos, Mullally, que é uma ex-enfermeira, casada e tem dois filhos, visitou o Vaticano seis meses após a reunião do rei Charles III com o Papa, quando ele se tornou o primeiro governador supremo da Igreja da Inglaterra a rezar com um Pontífice.
Papa critica ‘tiranos’ que devastam o mundo
Nas últimas semanas, o Papa e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, trocaram farpas sobre a guerra no Irã. No último dia 16, Leão XIV criticou os “tiranos” que devastam o mundo durante uma visita à cidade de Bamenda, no noroeste de Camarões.
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Os meios de comunicação americanos, em particular, interpretaram essas declarações como uma referência a Trump e o presidente americano classificou o Pontífice como “fraco” e “terrível para a política externa”. Na ocasião, disse que tinha “o direito de discordar” do líder da Igreja Católica, e Leão XVI respondeu, afirmando que não tem “nenhum medo” do governo Trump e que planejava continuar se manifestando contra a guerra.
Após as críticas, Trump publicou uma imagem de si mesmo que o retrata como uma figura semelhante a Jesus. A ilustração, gerada por inteligência artificial, mostrava o presidente como um líder divino curando os doentes. Dada a repercussão negativa, a postagem foi apagada horas depois.
O que começou com hematomas misteriosos e sinais persistentes de fome observados dentro de uma escola terminou em uma descoberta que chocou autoridades no Kentucky, nos Estados Unidos: três crianças órfãs viviam sob maus-tratos extremos, trancadas em um quarto fechado por fora, com janelas vedadas por tábuas e submetidas a punições que incluíam privação de comida e trabalho forçado.
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Mary Hall e Jerome Norman, casal do condado de Pike, foram condenados por abuso infantil criminal após confessarem culpa diante de Eddy Coleman, juiz do Tribunal do Circuito de Pike, nesta sexta-feira. Cada um recebeu pena efetiva de 20 anos de prisão — a máxima dentro do entendimento firmado no processo — pelo papel que, segundo promotores, desempenharam no abuso das três crianças que estavam sob os cuidados de Hall.
A tragédia familiar havia começado anos antes. Mary Hall assumiu a guarda dos filhos da irmã após a morte dela em um acidente de carro, em 2018.
Segundo Bill Slone, promotor do condado de Pike, o pai das crianças também deixou de fazer parte da vida delas.
— Eles não apenas perderam a mãe, como também perderam o pai. O pai foi condenado por algum tipo de homicídio culposo e foi para a prisão — disse ao porta WYMT.
Em 2023, Hall se mudou com as crianças para o condado de Pike, onde iniciou um relacionamento com Jerome Norman. Pouco tempo depois, profissionais da Escola Primária Kimper começaram a notar sinais de alerta: hematomas inexplicáveis e, ao menos em um dos alunos, uma fome visível e recorrente.
Escola percebeu sinais e ajudou a revelar o horror
A situação se agravou após uma tempestade de inverno em 2025 (último verão no Brasil) provocar um longo recesso escolar. Quando uma das crianças voltou às aulas, estava desnutrida, machucada e com um dente quebrado. A condição levou à denúncia à Polícia Estadual de Kentucky.
— Esses professores estavam tentando garantir que ele estivesse bem. E ele não estava bem. Ele foi praticamente deixado à beira da morte por fome durante cinco semanas — afirmou Bill Slone.
A partir daí, a investigação revelou um cenário descrito pelas autoridades como comparável à tortura. Segundo a polícia, as crianças eram mantidas confinadas em um quarto trancado pelo lado de fora, em condições degradantes. Uma delas teria sofrido a maior parte dos abusos.
Amber Hunt, guardiã judicial nomeada para as crianças, relatou uma das cenas mais brutais do caso:
— Ele [uma das vítimas] sugava a umidade das paredes tentando conseguir água.
Segundo promotores, além da privação de alimento, as crianças eram forçadas a realizar trabalho manual e ensinadas a esconder a verdade. A criança que sofreu os abusos mais severos, de acordo com a acusação, não podia participar de passeios escolares nem dividir momentos simples com colegas, como comer bolo ou pizza em atividades da escola.
O impacto do trauma permanece. Uma assistente social descreveu sequelas emocionais profundas e duradouras.
— Imagine carregar esse medo com você todos os dias depois disso, passando por hospitais, lares temporários e noites sem dormir — diz.
Hoje, segundo defensores envolvidos no caso, as crianças sequer conseguem viver juntas em um mesmo lar por causa de gatilhos emocionais e do estado mental em que ficaram.
Ao fim da sentença, o promotor destacou o trabalho da equipe escolar, quem considera responsável por evitar um desfecho ainda pior.
— E ele impôs uma sentença de 20 anos. Estamos satisfeitos com isso — disse Slone, antes de completar: — Nossas leis não permitem punição cruel e incomum, nem mesmo a prisioneiros. Portanto, eles jamais serão submetidos ao tipo de punição a que submeteram aquelas crianças.

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