Um agente federal de imigração atirou contra um venezuelano em Minneapolis, informaram autoridades da cidade, que pediram para “manter a calma”, uma semana depois da morte de uma mulher nessa mesma cidade dos Estados Unidos. A ação do ICE (Serviço de Imigração e Controle de Aduanas) provocou revolta e protesto da população.
Dados mostram que mais imigrantes estão morrendo sob custódia do ICE durante governo Trump
Morte, tortura e desaparecidos: centros de detenção do ICE enfrentam denúncias de abusos sob custódia nos EUA
“Entendemos que há indignação (…). A Cidade de Minneapolis volta a exigir que ICE (Serviço de Imigração e Controle de Aduanas) deixe a cidade e o estado (Minnesota) imediatamente”, escreveram autoridades locais na rede X.
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Funcionários do Departamento de Segurança Interna (DHS) confirmaram o tiroteio em uma publicação na X e afirmaram que “um imigrante ilegal da Venezuela” foi detido em uma abordagem de trânsito e resistiu à prisão.
Manifestantes entram em confronto com forças de segurança nos EUA após mulher ser morta a tiros por agente federal
“Enquanto o indivíduo e o agente policial lutavam no chão, duas pessoas saíram de um apartamento próximo e também atacaram o agente com uma pá de neve e um cabo de vassoura”, informou o DHS.
O agente “efetuou um disparo defensivo para proteger a própria vida” e feriu o primeiro indivíduo na perna.
O episódio ocorre depois que Renee Nicole Good, uma mulher estadunidense de 37 anos, morreu dentro de seu carro em 7 de janeiro, atingida por disparos de um agente do ICE durante uma operação contra migrantes em Minneapolis.
Desde que retornou à Casa Branca, em janeiro de 2025, Trump impulsionou uma onda massiva de deportações, uma de suas promessas de campanha.
Autoridades de Minneapolis e do estado de Minnesota rejeitaram as ações dos agentes do DHS, incluindo as do ICE.
Em um vídeo publicado na quarta-feira nas redes sociais, o governador de Minnesota, Tim Walz, denunciou “o caos, a interrupção e o trauma que o governo federal está despejando sobre nossa comunidade”, descrevendo interrogatórios porta a porta realizados por agentes do ICE “armados, mascarados e com pouco treinamento”.
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