As escolas da capital ucraniana, Kiev, ficarão fechadas até o próximo mês, anunciou nesta sexta-feira o prefeito Vitali Klitschko, citando “condições difíceis” após ataques russos que atingiram o setor de energia em meio a temperaturas abaixo de zero.
Ataque maciço: Rússia bombardeia Kiev após rejeitar plano europeu de garantias de segurança
Temperaturas negativas: Ataques russos deixam 70% de Kiev e várias regiões da Ucrânia sem eletricidade em meio a inverno rigoroso
— A partir de 19 de janeiro, as escolas da capital estarão fechadas para recesso até 1º de fevereiro — afirmou Klitschko em publicação no Telegram.
As autoridades de Kiev também anunciaram que a intensidade da iluminação pública será reduzida para um quinto da capacidade, como medida de economia de energia.
Sem calefação no inverno
Nesta terça-feira, 70% da cidade de Kiev e ao menos sete regiões do país ficaram sem eletricidade, em meio a temperaturas que podem chegar a cerca de –15 °C no inverno europeu, após os ataques a usinas. Autoridades ucranianas anunciaram cortes de emergência na energia e esforços intensivos de reparo enquanto moradores enfrentam a falta de aquecimento e serviços básicos.
Segundo o presidente ucraniano Volodimir Zelensky, a Rússia lançou durante a noite mais de 300 drones de ataque contra a Ucrânia, além de 18 mísseis balísticos e sete mísseis de cruzeiro. Ao todo, oito regiões foram atingidas, incluindo a capital.
— A situação na região de Kiev não é fácil — disse Zelensky. — Neste momento, várias centenas de milhares de residências estão sem energia elétrica. Mais uma vez, o principal alvo do ataque foram nossas usinas de geração de energia e subestações.
Segundo o Ministério da Energia da Ucrânia, consumidores na capital e em regiões como Odesa, Kharkiv e Zaporíjia estão sem eletricidade após os ataques russos à rede elétrica. Notou-se também que condições climáticas adversas afetaram o fornecimento em localidades do norte e oeste do país.
Especialistas e autoridades ucranianas alertam que a repetição de ataques ao sistema energético, que já havia sofrido severos danos em meses anteriores, agrava a vulnerabilidade do país no inverno e expõe civis a riscos humanitários crescentes.
A ofensiva ocorre em um momento de intensificação das hostilidades na guerra entre Rússia e Ucrânia, agora no quarto ano, com frequentes ataques a infraestrutura crítica ucraniana que têm deixado milhões de pessoas sem energia ao longo do tempo e complicando a resposta de autoridades locais à crise.
Autoridades afirmam que os trabalhos de restauração continuarão “sempre que a situação de segurança permitir”, e apelam à população para o uso racional de energia nos períodos em que o fornecimento for restabelecido.
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As autoridades de Kiev também anunciaram que a intensidade da iluminação pública será reduzida para um quinto da capacidade, como medida de economia de energia.
Sem calefação no inverno
Nesta terça-feira, 70% da cidade de Kiev e ao menos sete regiões do país ficaram sem eletricidade, em meio a temperaturas que podem chegar a cerca de –15 °C no inverno europeu, após os ataques a usinas. Autoridades ucranianas anunciaram cortes de emergência na energia e esforços intensivos de reparo enquanto moradores enfrentam a falta de aquecimento e serviços básicos.
Segundo o presidente ucraniano Volodimir Zelensky, a Rússia lançou durante a noite mais de 300 drones de ataque contra a Ucrânia, além de 18 mísseis balísticos e sete mísseis de cruzeiro. Ao todo, oito regiões foram atingidas, incluindo a capital.
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Segundo o Ministério da Energia da Ucrânia, consumidores na capital e em regiões como Odesa, Kharkiv e Zaporíjia estão sem eletricidade após os ataques russos à rede elétrica. Notou-se também que condições climáticas adversas afetaram o fornecimento em localidades do norte e oeste do país.
Especialistas e autoridades ucranianas alertam que a repetição de ataques ao sistema energético, que já havia sofrido severos danos em meses anteriores, agrava a vulnerabilidade do país no inverno e expõe civis a riscos humanitários crescentes.
A ofensiva ocorre em um momento de intensificação das hostilidades na guerra entre Rússia e Ucrânia, agora no quarto ano, com frequentes ataques a infraestrutura crítica ucraniana que têm deixado milhões de pessoas sem energia ao longo do tempo e complicando a resposta de autoridades locais à crise.
Autoridades afirmam que os trabalhos de restauração continuarão “sempre que a situação de segurança permitir”, e apelam à população para o uso racional de energia nos períodos em que o fornecimento for restabelecido.









