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A República Islâmica do Irã anunciou nesta segunda-feira que mediadores estão avançando com a definição de um formato para negociações diplomáticas com os Estados Unidos, sinalizando que o diálogo entre Teerã e Washington poderia começar “nos próximos dias”. O anúncio ocorre em meio a ameaças do presidente americano, Donald Trump, sobre um possível ataque ao país se conversas sobre um novo acordo nuclear com a nação persa avançar — que as autoridades iranianas disseram não configurar um ultimato. Fontes do governo iraniano afirmam que o presidente do país, Masoud Pezeshkian, solicitou a abertura de negociações com os americanos.
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— Países da região estão atuando como mediadores na troca de mensagens — disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmaeil Baqaei, sem dar detalhes sobre o conteúdo das negociações em potencial. — Diversos pontos foram abordados e estamos examinando e finalizando os detalhes de cada etapa do processo diplomático, que esperamos concluir nos próximos dias. Isso diz respeito ao método e ao formato.
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Trump aumentou a pressão sobre o regime dos aiatolás na semana passada, ao afirmar que o tempo estava “se esgotando” para a abertura de um processo de diálogo sobre as pretensões nucleares do Irã. O presidente americano deslocou para o Oriente Médio uma força naval maior do que a enviada para o Caribe antes da ação que levou à captura de Nicolás Maduro na Venezuela — apesar dos sinais negativos de aliados regionais para uma ação de fato.
Apesar da forte reação no campo das comunicações durante a semana passada, a diplomacia do Irã rejeitou nesta segunda-feira ter recebido um ultimato de Trump para chegar a um acordo nuclear — o que contraria uma declaração do americano, que disse ter dado um prazo para início das negociações.
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— [O Irã] é um país que sempre age com honestidade e seriedade em processos diplomáticos, mas nunca aceita ultimatos. Por essa razão, tal declaração não pode ser confirmada — disse Baqaei em uma coletiva de imprensa, ao ser questionado se o país havia recebido um ultimato dos EUA.
Uma fonte governamental não identificada citada pela agência de notícias Fars nesta segunda-feira afirmou que o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, pediu a abertura de negociações com Washington, sobre a questão nuclear. O jornal estatal Iran e o jornal reformista Shargh também divulgaram a notícia.
Terrorismo e repressão
O regime teocrático voltou à mira de potências ocidentais após a repressão contra as manifestações iniciadas no fim do ano passado, que começaram pela crise econômica do país. Milhares de pessoas foram mortas, segundo organizações internacionais, e forçaram uma reação por parte da comunidade internacional. Também na semana passada, a União Europeia designou a Guarda Revolucionária do Irã como uma organização terrorista — algo que fez o governo iraniano convocar embaixadores europeus em Teerã.
— Ontem [domingo] e hoje [segunda-feira], representantes de todos os Estados-membros da UE com embaixadas em Teerã foram convocados ao Ministério das Relações Exteriores — disse o porta-voz iraniano, acrescentando que novas ações estavam previstas. — Esta é uma medida mínima [antes que novas represálias sejam anunciadas em breve].
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Em meio ao processo de condenação diplomática, a TV estatal iraniana publicou que quatro cidadãos estrangeiros, cujas nacionalidades não foram especificadas, foram presos no Irã por “participação em distúrbios”.
— Esses indivíduos foram presos durante uma operação [na província de Teerã] — disse a emissora, sem especificar a data das prisões. — Durante uma busca na mochila de um dos suspeitos, foram encontradas quatro granadas de efeito moral caseiras, usadas durante os tumultos e confrontos na região.
O Irã acusou Israel e os EUA de incitação e de fomentar os protestos. A agência de inteligência israelense, Mossad, fez uma publicação provocativa nas redes sociais no início da inquietação social, afirmando que estaria “ao lado” dos manifestantes em solo — o que ajudou a alimentar a narrativa por parte do governo iraniano de que os protestos eram ações estrangeiras com objetivo de desestabilizar o regime.
Oficialmente, o governo iraniano afirma que a grande maioria das vítimas dos incidentes são membros das forças de segurança ou civis mortos por “terroristas”. ONGs sediadas no exterior, que mapeiam os acontecimentos no país a partir de fontes próprias, acusam as forças de segurança de alvejar deliberadamente os manifestantes. (Com AFP)
Um homem de 57 anos e um cachorro de pequeno porte foram encontrados mortos no domingo dentro de uma van veterinária móvel no bairro do Queens, em Nova York. A polícia investiga se ambos foram vencidos pela fumaça de monóxido de carbono liberada por um gerador acoplado ao veículo.
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Agentes que atenderam a uma chamada para a emergência por volta das 9h25 foram acionados para uma antiga van Ford estacionada em uma avenida no bairro de Flushing, informou a polícia. O homem e o animal foram declarados mortos no local.
Do lado de fora da van, um homem de 73 anos foi encontrado inconsciente, com um ferimento na cabeça causado por uma aparente queda no gelo, segundo as autoridades. Ele foi levado ao NewYork-Presbyterian Queens e estava em condição estável.
A família identificou a vítima fatal como Ashraf Hussein, veterinário que trabalhava na van oferecendo atendimento a animais de estimação de famílias de baixa renda. Segundo os parentes, ele saiu para trabalhar no sábado e não voltou para casa.
Investigadores relataram à família que a neve acumulada ao redor da van pode ter bloqueado as saídas de ventilação do gerador, fazendo com que o monóxido de carbono se espalhasse pelo interior do veículo e deixasse inconscientes os dois homens e o cachorro, de acordo com Mahmoud Hussein, filho mais velho do veterinário.
Cachorro estava sobre mesa cirúrgica
Ainda segundo a polícia, o homem de 73 anos acordou, conseguiu rastejar para fora da van, mas escorregou na neve e desmaiou após a queda. O nome dele não foi divulgado oficialmente, mas um relatório interno o identificou como Garo Alexanian, morador da rua onde o veículo estava estacionado.
Moradora do quarteirão, Shari Jenkins, de 54 anos, contou que o filho aquecia o carro na manhã de domingo quando viu Alexanian cambalear para fora da van. Em seguida, ao se virar e caminhar de volta em direção ao veículo, ele caiu no chão.
O filho chamou a mãe, que correu até o vizinho e tentou falar com ele. Alexanian ainda conseguiu acenar com a mão, mas começou a perder a consciência. Jenkins disse que o amparou enquanto pedia ajuda. “Ele disse: ‘Você pode me levar para casa?’”, recordou. “Eu disse: ‘Você não vai para casa, você vai para uma ambulância.’”
Antes de desmaiar, Alexanian disse a ela que “o cirurgião” estava morto dentro da van. Quando os socorristas chegaram, cerca de 15 minutos depois, Jenkins viu um homem imóvel no interior do veículo e o cachorro, também sem sinais de vida, sobre uma mesa cirúrgica.
Hussein imigrou do Egito ainda jovem e trabalhou como taxista por anos enquanto buscava a licença para atuar como veterinário em Nova York, contou o filho. A viúva, Marwa Mansour, afirmou que ele atendia na van às terças-feiras e aos sábados, às vezes passando a noite no local quando realizava cirurgias. Hussein também trabalhava no Aadobe Animal Hospital, em Staten Island.
“Todos os clientes perguntavam por ele”, disse Mansour, emocionada. “‘Onde está o médico egípcio? Onde está o médico egípcio?’”
A van operava como Low Cost Vet Mobile, um serviço veterinário voltado a donos de animais de baixa renda. De acordo com documentos judiciais, Alexanian controla tanto a instituição de caridade proprietária das vans quanto a empresa responsável por sua gestão.
Ativista de longa data na defesa do cuidado humanitário com animais, Alexanian já escreveu uma coluna sobre o tema para o New York Daily News. Segundo ele afirmou em um processo de 2021 contra vizinhos, sua empresa também prestava serviços para a central telefônica 311 da cidade.
Na ação judicial, Alexanian disse ser diretor executivo da Companion Animal Network, organização sem fins lucrativos que utilizava sua empresa de gestão, a Vet Mobile, para operar as vans. Em troca, a empresa ficaria com 25% dos lucros.
De acordo com o site do serviço, a clínica móvel oferece desde vacinas de rotina até cirurgias de emergência, com exames completos a partir de US$ 25. Ainda segundo a página, os médicos já trataram 51 mil animais e realizaram mil cirurgias de grande porte.
Não estava claro, até o domingo, se o negócio era licenciado ou se havia passado recentemente por inspeção. Um porta-voz do departamento de saúde da cidade disse não ter informações disponíveis.
Morador a poucas casas do local, Eduardo Alvarado, de 34 anos, contou ter ouvido estalos vindos do gerador na noite de sábado, enquanto construía um boneco de neve com o filho de 9 anos. Um técnico apareceu para consertar o equipamento, e Alexanian saiu de casa para ajudar.
Segundo Alvarado, os barulhos aumentaram enquanto os homens trabalhavam, o que o deixou apreensivo. “Eu disse: ‘Volta para cá, só por precaução, caso aquilo exploda’”, relatou.
Antes de entrar em casa, ele viu um casal deixar um cachorro de pequeno porte na van, que, segundo vizinhos, costumava receber clientes até tarde da noite.
O veículo estava estacionado em frente ao prédio onde mora Jenkins, que fez a ligação para o 911. Ela disse acreditar que a tragédia poderia ter sido evitada.
“Eu realmente sinto que isso poderia ter sido evitado se ele tivesse operado em um consultório e não em uma van”, disse. “Vidas poderiam ter sido salvas. Alguém perdeu seu animal hoje.”
Hussein completaria 54 anos ainda neste mês, segundo a viúva. Casados desde 1999, após se conhecerem por meio de amigos da família, eles tinham três filhos, de 17, 20 e 25 anos. O sogro do veterinário, Ahmed Mansour, de 74 anos, afirmou que a família pretende enviar o corpo para o Egito, onde Hussein nasceu, para sepultamento na cidade de Asyut.
Uma australiana de 22 anos morreu após um acidente em um teleférico na estação de esqui de Tsugaike Mountain, na vila de Otari, no Japão. Brooke Day participava de um programa de férias-trabalho no país e sofreu ferimentos graves enquanto praticava snowboard no local, neste domingo (1).
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Segundo informações das autoridades e da administração do resort, a mochila da jovem teria ficado presa à fivela do teleférico. Brooke acabou sendo arrastada pela neve, enquanto a alça de seu colete ortopédico permanecia presa ao equipamento. Funcionários acionaram o botão de emergência para interromper o funcionamento do elevador, mas a australiana já apresentava uma parada cardíaca quando foi socorrida.
Investigação e manifestações oficiais
Brooke foi levada de ambulância a um hospital da região, onde morreu pouco depois de dar entrada. Natural de Queensland, ela trabalhava como recepcionista em uma clínica de fisioterapia dentro do resort. Em descrições pessoais, a jovem se definia como sociável e dizia gostar de “conhecer os pacientes e fazê-los se sentirem acolhidos e valorizados”. A mídia japonesa chegou a divulgar o nome dela de forma incorreta, erro posteriormente corrigido.
Em nota, o resort Tsugaike Mountain e a empresa Tsugaike Gondola Lift Co. pediram desculpas pelo ocorrido e informaram que será aberta uma investigação para apurar as circunstâncias do acidente. O diretor executivo da companhia também expressou condolências à família e afirmou que a empresa prestará todo o apoio necessário. Já o Departamento de Relações Exteriores e Comércio da Austrália declarou estar oferecendo assistência consular à família da jovem e lamentou a morte.
O caso ocorre em meio a uma sequência recente de acidentes envolvendo teleféricos em diferentes países. Em Montenegro, um turista alemão de 34 anos morreu após uma cadeira deslizar cerca de 70 metros para trás e colidir com outro assento na estação de Savin Kuk, perto de Žabljak; sua esposa ficou presa ao equipamento por horas. Em janeiro de 2025, na estação espanhola de Astún, em Huesca, a ruptura de uma polia provocou a queda de um teleférico de aproximadamente 15 metros, deixando dezenas de feridos e mobilizando helicópteros, bombeiros e dezenas de ambulâncias, segundo a Guarda Civil.
Um homem de 24 anos foi atendido no sábado no pronto-socorro do Hospital Rangueil, em Toulouse, na França, após dar entrada com um artefato explosivo alojado no reto. A informação foi confirmada por uma fonte hospitalar ao jornal La Dépêche du Midi e repercutida por veículos nacionais como o Le Figaro.
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De acordo com os relatos, o paciente procurou o hospital, no sudeste da cidade de Toulouse, afirmando ter inserido um objeto no corpo. Durante a avaliação cirúrgica, a equipe médica identificou a necessidade de remover uma granada coletora com cerca de 20 centímetros, descrita pela imprensa francesa como um artefato da época da Primeira Guerra Mundial.
Diante do risco potencial de explosão, o hospital acionou uma unidade especializada em desativação de bombas. Os bombeiros do departamento de Haute-Garonne foram mobilizados para garantir a segurança durante o procedimento, informou o SDIS de Haute-Garonne.
Procurado pela Agence France-Presse, um porta-voz do corpo de bombeiros afirmou não haver mais informações a divulgar sobre o caso. Já o Centro Hospitalar Universitário de Toulouse informou que não comentaria o ocorrido.
Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que um homem teve um ataque de fúria e correu pelo teto de uma aeronave no Aeroporto de Manises, em Valência, um dos principais destinos turísticos da Espanha. O episódio ocorreu no sábado (31) e provocou um atraso de cerca de duas horas em um voo da companhia Vueling com destino a Amsterdã.
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O viajante conseguiu subir na parte superior do avião enquanto outros passageiros aguardavam no terminal. Vídeos gravados no local registram o homem interagindo com funcionários em terra, gritando, batendo no peito e fazendo gestos provocativos, inclusive como se estivesse dançando sobre a fuselagem.
Veja o momento:
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Ação da Guarda Civil e apuração do caso
Em determinado momento, o homem abre uma mochila preta, retira uma lata, bebe o conteúdo e arremessa o recipiente no chão, além de jogar um corta-vento branco na pista. Não ficou claro se os objetos foram lançados na direção dos funcionários. As imagens mostram ainda o passageiro correndo ao longo da fuselagem e tapando os ouvidos com as mãos, em um gesto de birra, enquanto continuava a zombar da equipe no solo.
Imagens circulam nas redes sociais
Redes sociais/X @aviationbrk
Segundo o portal local Las Provincias, o homem permaneceu no topo da aeronave por ao menos dez minutos, até ser convencido pela Guarda Civil a descer pela escada lateral de embarque. A corporação confirmou que ele não portava nenhuma arma e que foi solicitada assistência médica no local. Ainda de acordo com o jornal, o passageiro foi denunciado por violar as normas de segurança aérea.
A Autoridade Espanhola de Aeroportos e Navegação Aérea (Aena) informou que o episódio não representou risco à segurança dos passageiros nem afetou o tráfego aéreo do aeroporto. Após o incidente, a aeronave passou por uma inspeção detalhada, com a equipe de manutenção da Vueling examinando a parte superior da fuselagem para descartar danos. Concluídas as verificações técnicas, o voo foi liberado para seguir viagem. A companhia aérea foi procurada para comentar o caso.
Um criminoso reincidente pode voltar a enfrentar a pena de morte na Flórida após confessar o assassinato de uma criança durante um assalto a um salão de manicure no norte de Miami, ocorrido em 2013. Anthawn Ragan, hoje com 31 anos, declarou-se culpado na quinta-feira (29) de 14 acusações, entre elas roubo, agressão e homicídio em primeiro grau, pela morte de Aaron Vu, de 10 anos.
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Segundo a acusação, Ragan invadiu armado, com um cúmplice, o salão de manicure do pai do menino, Hai Vu, em um shopping de Biscayne Gardens. Imagens de câmeras de segurança mostram a dupla exigindo dinheiro de clientes e funcionários sob ameaça de armas de fogo, levando pouco mais de US$ 300. Ao deixar o local, Ragan aparece no vídeo atirando de volta para dentro do estabelecimento, atingindo Aaron Vu e ferindo o pai.
Pai e filho foram socorridos e levados a um hospital próximo, mas a criança não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois. Ragan também responde por tentativa de homicídio no ataque contra Hai Vu.
Julgamento e possibilidade de pena capital
Na quinta-feira, Ragan renunciou ao direito a um julgamento com júri para discutir sua participação direta no tiroteio e também abriu mão de um júri na fase de definição da pena. Com isso, a decisão caberá exclusivamente à juíza Marisa Tinkler Mendez. O Ministério Público do Condado de Miami-Dade informou que não abriu mão de buscar a pena de morte, mantendo a possibilidade de condenação máxima.
No ano passado, Ragan já havia sido poupado da pena capital em outro processo e condenado à prisão perpétua pelo assassinato de Luis Perez, de 21 anos, morto a tiros em um motel no mesmo bairro, a cerca de um quilômetro e meio do salão de manicure. O crime ocorreu poucas semanas antes do homicídio de Aaron Vu e fez parte de uma sequência de delitos cometidos em novembro de 2013, que incluiu ainda um assalto à mão armada em um restaurante da rede Burger King.
À época do assassinato da criança, o porta-voz da polícia de Miami-Dade, Alvaro Zabaleta, afirmou à NBC Miami que o caso era “triste e trágico”, destacando ser “insensato que uma criança inocente de 10 anos perca a vida”. Uma cliente do salão que participou de um memorial improvisado descreveu o menino ao mesmo veículo como “prestativo e gentil”, dizendo que “ele era um doce”.
De acordo com registros do Departamento de Correções e Reabilitação do Condado de Miami-Dade, Ragan está preso desde 26 de novembro de 2013, no Centro de Detenção Pré-Julgamento, e possui uma extensa ficha criminal. O histórico inclui cinco acusações de roubo com uso de arma letal, diversas agressões armadas, quatro acusações de homicídio em primeiro grau e uma de tentativa de homicídio, além de delitos considerados menores, como vandalismo e resistência à prisão. O volume de acusações contribuiu para que os processos por homicídio levassem mais de uma década para avançar.
Um grupo de ex-alunos da rede de escolas católicas lassalistas na França se uniu para denunciar episódios de violência, incluindo abusos sexuais, cometidos há décadas por integrantes da congregação. As denúncias, tornadas públicas neste domingo, envolvem crimes ocorridos entre 1955 e 1985 em cerca de 20 instituições ligadas aos Irmãos das Escolas Cristãs.
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Fundada no fim do século XVII por São João Batista de La Salle, a congregação afirmou, por meio de nota, que leva as acusações “muito a sério” e informou já ter indenizado 70 vítimas. Segundo a defesa, até agora foram registradas 72 denúncias, com pagamentos que somam 2.434.882 euros, conforme as recomendações da Comissão de Reconhecimento e Reparação.
Os ex-alunos — em sua maioria entre 50 e 70 anos — relatam agressões físicas, humilhações e, em muitos casos, abusos sexuais praticados por religiosos e professores leigos, a maior parte já falecida. Um dos cofundadores do grupo, Philippe Auzenet, de 73 anos, descreveu à Agence France-Presse episódios de extrema violência durante a infância, afirmando que as experiências “arruinaram” sua vida. Outro integrante, que prefere não ser identificado, disse ter sofrido agressões e toques inapropriados entre 1969 e 1978.
Em comunicado, o advogado da congregação, Matthias Pujos, informou que desde 2014 existe uma unidade específica para receber queixas e acompanhar vítimas. Acrescentou ainda que, desde 2022, foram apresentadas três queixas judiciais nos casos em que acusados ainda estavam vivos — procedimento que, segundo ele, é padrão da ordem.
O grupo de ex-alunos cobra agora o reconhecimento formal do que classifica como “violência sistêmica” e a criação de um fundo de reparação de 100 milhões de euros, além de um apelo público para recolher novos testemunhos.
As revelações ocorrem em meio à repercussão de outro grande escândalo na França, envolvendo abusos físicos e sexuais contra menores na instituição Notre-Dame de Bétharram, no sudoeste do país. Ali, quase 250 ex-alunos denunciaram atos cometidos entre o fim dos anos 1950 e o início dos anos 2000. A congregação responsável reconheceu a responsabilidade e anunciou que pretende indenizar todas as vítimas.
Afetado por “amnésia traumática”, Auzenet afirmou que as memórias voltaram à tona justamente durante a divulgação do caso Bétharram, reforçando, segundo ele, a necessidade de dar visibilidade às denúncias antigas.
A China executou quatro suspeitos de liderar centros de golpes em Mianmar, informou na segunda-feira um tribunal chinês, no segundo anúncio desse tipo em menos de uma semana.
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Esses centros, nos quais golpistas atraem usuários da internet com falsas promessas de relacionamentos românticos ou investimentos em criptomoedas, têm se multiplicado nos últimos anos no Sudeste Asiático.
Inicialmente voltados sobretudo para vítimas chinesas, os grupos criminosos responsáveis por essas operações expandiram sua atuação para diversos idiomas, apropriando-se de bilhões de dólares de vítimas em todo o mundo. Para isso, utilizam milhares de trabalhadores estrangeiros, alguns deles vítimas de tráfico humano, obrigados a aplicar os golpes.
Nos últimos anos, Pequim intensificou a cooperação com governos da região, o que resultou na repatriação de milhares de pessoas para enfrentar processos no sistema judiciário chinês, conhecido por sua falta de transparência.
Na semana passada, um tribunal da cidade de Wenzhou, no leste da China, anunciou a execução de 11 pessoas ligadas a operações de fraude atribuídas ao “grupo criminoso família Ming”.
Os quatro executados mais recentes estariam ligados ao “grupo criminoso família Bai”, segundo comunicado do Tribunal Popular Intermediário de Shenzhen. Eles foram condenados por crimes como fraude, homicídio doloso, lesão corporal intencional, sequestro, extorsão e prostituição forçada, entre outros.
De acordo com o tribunal, o grupo administrava centros de fraude na região de Kokang, no norte de Mianmar, e suas atividades causaram a morte de seis cidadãos chineses, além de feri
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou nesta segunda-feira entrar com ações legais contra o apresentador da 68ª edição do Grammy, Trevor Noah, após uma piada sobre a suposta relação entre o mandatário e o já falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein.
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Durante a cerimônia, ao parabenizar a cantora Billie Eilish pela vitória na categoria Canção do Ano com “Wildflower”, Noah fez uma referência indireta a Trump e a Epstein.
“É um Grammy que todo artista quer (…) quase tanto quanto Trump quer a Groenlândia”, brincou o apresentador, em alusão às reiteradas ameaças do presidente de tentar se apropriar do território autônomo dinamarquês no Ártico.
Em seguida, Noah afirmou que a obsessão de Trump pela Groenlândia “faz sentido porque, desde que Epstein não está mais por aqui, ele precisa de uma nova ilha para passar o tempo com Bill Clinton”.
O comediante sul-africano, que anunciou que este será seu último ano como anfitrião do Grammy após seis edições à frente da premiação, vinha adotando um tom mais discreto em relação a comentários políticos nas edições anteriores.
As declarações irritaram Trump, que reagiu por meio de sua rede social, a Truth Social, classificando os “Prêmios Grammy” como os “PIORES e praticamente impossíveis de assistir”.
“Não posso falar por Bill, mas nunca estive na ilha de Epstein nem em qualquer lugar próximo, e até a declaração falsa e difamatória desta noite, nunca havia sido acusado de estar lá, nem mesmo pela mídia de notícias falsas”, escreveu o presidente.
Na sequência, o republicano chamou Noah de “perdedor total” e disse que o apresentador precisa “checar seus dados”.
“Vou enviar meus advogados para processar esse pobre e patético apresentador sem talento. Prepare-se, Noah, vou me divertir com você!”, acrescentou.
Trump frequentava os mesmos círculos sociais que Epstein na Flórida e em Nova York e, ao longo dos anos, apresentou versões distintas sobre os motivos que o levaram a romper relações com o financista.
Na sexta-feira, mais de três milhões de documentos foram tornados públicos, mencionando diversas figuras influentes, entre elas o presidente americano, de 79 anos; Elon Musk, Bill Gates, Bill Clinton e o ex-príncipe Andrew Mountbatten-Windsor.
Um caso chocou o Brasil neste domingo (31), quando veio à tona o ataque de um leopardo-da-neve sofrido por uma turista no Geoparque Global da Unesco de Keketuohai, em Funyun, na China. Momentos antes de ser atacada pelo animal, a mulher tirou uma selfie com ele, a menos de 3 metros. De acordo com agências de notícia e a imprensa local, a mulher ignorou um aviso oficial das autoridades emitido na véspera, que sinalizava o risco em potencial e os cuidados a serem tomados na região. Entre as indicações, estava: “Não saia do veículo nem se aproxime para tirar fotos, e nunca caminhe sozinho na área circundante”.
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“Recentemente, foi detectada atividade de leopardos-da-neve no Vale Gem, em Keketuohai”, dizia o alerta das autoridades locais, segundo a agência Jam Press. “Os leopardos-da-neve são grandes predadores com forte tendência à agressividade. Ao passar por esta área, por favor, mova-se rapidamente e não permaneça no local por muito tempo. Não saia do veículo nem se aproxime para tirar fotos, e nunca caminhe sozinho na área circundante.”
A mulher ficou imobilizada pelo animal por alguns instantes até que um instrutor de esqui conseguiu dispersar o animal ao acenar com os seus bastões. O momento foi registrado em vídeo por testemunhas próximas. Veja:
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A vítima foi retirada do local com ferimentos no rosto e levada a um hospital. Seu estado de saúde é considerado estável, de acordo com a imprensa local. De acordo com as testemunhas, o capacete usado por ela ajudou a evitar ferimentos mais graves. O caso foi no último dia 23.
Apesar do ocorrido, os encontros entre os leopardos-da-neve e humanos são considerados raros. Esses animais têm uma “natureza tímida”, de acordo com especialistas. Acredita-se que o leopardo estava rondando a área de esqui devido à falta de comida.
A China, segundo dados do “Snow Leopard Trust”, abriga a maior população de leopardos-da-neve selvagens no mundo.

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