A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, afirmou nesta quarta-feira que presenteou o presidente dos EUA, Donald Trump, com a medalha do Prêmio Nobel da Paz recebida por ela no fim de 2025. O gesto aconteceu durante um encontro dos dois na Casa Branca a portas fechadas, menos de duas semanas após a captura do presidente chavista, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores, durante uma operação militar dos Estados Unidos em Caracas.
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— Entreguei ao presidente dos Estados Unidos a medalha do Prêmio Nobel da Paz — disse María Corina a repórteres do lado de fora do Capitólio americano após a reunião com Trump. A apoiadores, a líder oposicionista declarou ainda que conta com Trump “pela liberdade da Venezuela”.
O contato entre a principal opositora do chavismo e o republicano acontece em um momento em que o diálogo entre Washington e Caracas se fortalece, apesar da contínua campanha americana sobre o regime venezuelano — com a tomada de mais um navio-petroleiro do país sul-americano nesta quinta.
María Corina chegou aos jardins da Casa Branca pouco antes das 12h30 (14h30 em Brasília). Vestida com um terninho branco, ela saiu do carro sem fazer declarações e foi escoltada até o almoço privado. A ganhadora do Prêmio Nobel da Paz não utilizou a entrada tradicional para dignitários na Ala Oeste da Casa Branca. A agenda da líder venezuelana também prevê uma reunião com legisladores democratas e republicanos no Senado.
No mesmo dia do encontro de María Corina com Trump, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, mandou um enviado a Washington para se reunir com altos funcionários do governo dos EUA, após sua ida aos EUA ter sido impedida. A não ida de Delcy foi alvo de uma brincadeira de seu irmão e chefe parlamentar, Jorge Rodríguez, que disse que ela deixaria de se reunir com o republicano porque seu “passaporte está vencido”.
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Enquanto isso, o embaixador da Venezuela no Reino Unido e ex-ministro das Relações Exteriores do país, Felix Plasencia, planeja visitar a Casa Branca a pedido da presidente interina, de acordo com pessoas familiarizadas com os planos. Elas pediram para não serem identificadas ao discutir deliberações privadas, noticiou a Bloomberg.
Após a captura de Maduro, Trump optou por trabalhar com Rodríguez, vice-presidente de longa data de Maduro, e chegou a dizer que María Corina “‘não tem apoio ou respeito” necessários para governar o país sul-americano.
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María Corina chegou aos jardins da Casa Branca pouco antes das 12h30 (14h30 em Brasília). Vestida com um terninho branco, ela saiu do carro sem fazer declarações e foi escoltada até o almoço privado. A ganhadora do Prêmio Nobel da Paz não utilizou a entrada tradicional para dignitários na Ala Oeste da Casa Branca. A agenda da líder venezuelana também prevê uma reunião com legisladores democratas e republicanos no Senado.
No mesmo dia do encontro de María Corina com Trump, a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, mandou um enviado a Washington para se reunir com altos funcionários do governo dos EUA, após sua ida aos EUA ter sido impedida. A não ida de Delcy foi alvo de uma brincadeira de seu irmão e chefe parlamentar, Jorge Rodríguez, que disse que ela deixaria de se reunir com o republicano porque seu “passaporte está vencido”.
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Após a captura de Maduro, Trump optou por trabalhar com Rodríguez, vice-presidente de longa data de Maduro, e chegou a dizer que María Corina “‘não tem apoio ou respeito” necessários para governar o país sul-americano.









