Imagens de satélite reveladas pela imprensa americana na quinta-feira indicam que os Estados Unidos deslocaram o porta-aviões USS Abraham Lincoln e seu grupo de ataque do Mar da China Meridional em direção ao Oriente Médio, em meio à escalada de tensão entre Washington e Irã, marcada por ameaças reiteradas de ataque do presidente Donald Trump e por alertas de retaliação de Teerã. A movimentação ocorre dois dias depois de Trump encorajar os iranianos ao afirmar que a “ajuda está a caminho”, em referência à onda de protestos no país, que já dura mais de duas semanas e deixou centenas de mortos.
Entenda: Mobilização militar dos EUA no Caribe e impossibilidade de derrubar regime forçam recálculo de Trump sobre o Irã
Leia mais: EUA anunciam sanções contra autoridades do Irã, enquanto ativistas relatam temor de confissões forçadas entre presos
O deslocamento do grupo de ataque do porta-aviões, que inclui caças, destróieres de mísseis guiados e pelo menos um submarino, deve levar cerca de uma semana. Na última quarta-feira, Trump encorajou os manifestantes que participam da onda de protestos no Irã e afirmou que a “a ajuda está a caminho”.
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No mesmo dia, EUA e Reino Unido ordenaram a retirada parcial das suas tropas da base aérea de Al Udeid, no Catar, a maior instalação militar americana no Oriente Médio, como medida de precaução.
Os protestos no Irã, iniciados em 28 de dezembro, já causaram a morte de mais de 600 pessoas, segundo as estimativas mais conservadoras. Trump, por sua vez, reiterou os alertas de que a continuidade da repressão por parte do regime poderia levar a uma intervenção dos EUA.
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