O governo do Egito anunciou nesta quarta-feira que foi alcançado um consenso em torno dos nomes dos integrantes do comitê palestino encarregado de administrar a Faixa de Gaza. O órgão, composto por 15 tecnocratas, integra o plano apresentado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para o pós-guerra no território.
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Segundo o ministro das Relações Exteriores egípcio, Badr Abdellatty, a expectativa é de que o comitê seja oficialmente anunciado nos próximos dias e passe a responder pela gestão da vida cotidiana e dos serviços essenciais em Gaza.
— Esperamos que, após este acordo, o comitê seja anunciado em breve e então designado para administrar a vida cotidiana e os serviços essenciais — afirmou Abdellatty, após negociações realizadas no Cairo.
O comitê de transição está previsto no programa de 20 pontos divulgado por Trump em outubro, após dois anos de conflito. Pelo plano, o grupo governaria a Faixa de Gaza sob a supervisão de um Conselho de Paz liderado pelo próprio presidente americano.
Nesta quarta-feira, uma delegação do Hamas reuniu-se com mediadores egípcios na capital egípcia para discutir a formação do comitê e seus mecanismos de funcionamento. Representantes do grupo islamista, que falaram sob condição de anonimato, afirmaram que também estão previstas negociações com lideranças de outros movimentos palestinos.
Além da composição do órgão e da escolha de seu presidente, as conversas incluem discussões sobre um acordo de cessar-fogo, em meio a acusações de violações israelenses no território palestino.
Segundo uma das fontes, uma vez fechado o acordo, caberá ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, emitir um decreto que formalize a criação do comitê.
Dois nomes despontam como possíveis dirigentes do órgão: Ali Shaath, ex-vice-ministro do Planejamento da Autoridade Palestina, e Maged Abu Ramadan, atual ministro da Saúde e ex-prefeito de Gaza, informou uma fonte à AFP.
Em atualização.
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— Esperamos que, após este acordo, o comitê seja anunciado em breve e então designado para administrar a vida cotidiana e os serviços essenciais — afirmou Abdellatty, após negociações realizadas no Cairo.
O comitê de transição está previsto no programa de 20 pontos divulgado por Trump em outubro, após dois anos de conflito. Pelo plano, o grupo governaria a Faixa de Gaza sob a supervisão de um Conselho de Paz liderado pelo próprio presidente americano.
Nesta quarta-feira, uma delegação do Hamas reuniu-se com mediadores egípcios na capital egípcia para discutir a formação do comitê e seus mecanismos de funcionamento. Representantes do grupo islamista, que falaram sob condição de anonimato, afirmaram que também estão previstas negociações com lideranças de outros movimentos palestinos.
Além da composição do órgão e da escolha de seu presidente, as conversas incluem discussões sobre um acordo de cessar-fogo, em meio a acusações de violações israelenses no território palestino.
Segundo uma das fontes, uma vez fechado o acordo, caberá ao presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, emitir um decreto que formalize a criação do comitê.
Dois nomes despontam como possíveis dirigentes do órgão: Ali Shaath, ex-vice-ministro do Planejamento da Autoridade Palestina, e Maged Abu Ramadan, atual ministro da Saúde e ex-prefeito de Gaza, informou uma fonte à AFP.
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