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Um antigo bunker nuclear construído durante a Guerra Fria corre risco iminente de desabar no mar na costa de East Yorkshire, no Reino Unido, segundo autoridades locais. Localizado em Tunstall, o edifício subterrâneo, erguido há cerca de 70 anos, encontra-se hoje a poucos metros da água, após décadas de erosão que consumiram a falésia onde foi instalado.
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Quando foi construído, acredita-se que o bunker estivesse a aproximadamente cem jardas da linha do mar. Atualmente, durante a maré alta, as ondas já quebram diretamente contra suas paredes laterais, expondo tijolos e parte da estrutura que antes permanecia completamente enterrada.
A estrutura deverá desabar no mar em poucos dias
Reprodução/Redes sociais
Erosão acelerada ameaça patrimônio histórico
O historiador amador Davey Robinson tem acompanhado de perto a situação e documenta diariamente o avanço do mar. À BBC, ele afirmou que o bunker pode ter “apenas alguns dias” de existência, diante da velocidade com que o solo de sustentação vem sendo corroído. Segundo Robinson, toda a fachada voltada para a costa já está exposta, resultado da perda contínua de terra ao redor da construção.
Conhecido como Posto Tunstall do Royal Observer Corps (ROC), o bunker fazia parte de uma rede de estações de monitoramento nuclear espalhadas pela costa britânica, conforme aponta o grupo de pesquisa Subterranea Britannica. A estrutura foi construída em 1959 e desativada no início da década de 1990, após o fim da Guerra Fria.
O espaço contava com dormitórios e instalações de moradia consideradas “muito básicas”, projetadas para abrigar voluntários que deveriam permanecer no local à espera da detecção de uma explosão nuclear, alertando outros postos pelo país. Hoje, porém, o edifício se mantém em posição instável no topo de uma encosta íngreme, com o mar avançando diariamente.
A Agência Ambiental do Reino Unido afirma que East Yorkshire abriga uma das linhas costeiras com erosão mais rápida do país. Estima-se que cerca de três milhas de terra tenham sido perdidas desde o período romano, reforçando o alerta de que o colapso do bunker pode ocorrer a qualquer momento.
O calendário das fases da Lua de janeiro 2026 começou com a Lua Cheia no dia 3, às 7h02. Ao todo, o mês conta com quatro mudanças de fase principais, terminando o ciclo no dia 26 de janeiro. Se você busca saber que dia muda a lua, confira a tabela completa com as datas e horários de Brasília para as fases Nova, Crescente, Cheia e Minguante.
Veja o calendário do ciclo lunar de janeiro de 2026:
03/01 às 7h02: Lua Cheia
10/01 às 12h48: Lua Minguante
18/01 às 16h51: Lua Nova
26/01 às 1h47: Lua Crescente
Como funciona o ciclo lunar?
O ciclo lunar é o período de passagem da Lua por suas quatro fases, iniciando na Lua Nova, passando pela Crescente, alcançando seu auge na Cheia e, por fim, a Minguante, até voltar ao seu estágio inicial. Conhecido como mês lunar ou mês sinódico, esse ciclo tem uma duração média de aproximadamente 29,5 dias.
Como é cada fase da lua?
Lua Nova
Nesta fase, a Lua está praticamente imperceptível. Localizada entre a Terra e o Sol, sua parte iluminada fica voltada para o astro, tornando-a praticamente invisível a partir da visão terrestre. Apesar da falta de sua presença no céu noturno, é possível observar a sua presença durante o dia.
Nesta fase, como a Lua está alinhada com o Sol e a Terra, é criada uma força gravitacional combinada mais intensa, conhecidas como marés de sizígia. Esse cenário resulta em marés altas durante o período de Lua Nova. A relação entre o ciclo lunar e o movimento das marés se baseia na influência gravitacional que o satélite exerce sobre a Terra. Ou seja, a atração gravitacional da Lua provoca a formação de marés nos oceanos.
Lua Crescente
À medida que a Lua se afasta do Sol, uma fina fatia iluminada começa a aparecer. Esse pedaço, que antes era singelo, ao longo dos dias começa a tomar forma, crescendo. É por isso que essa fase se chama quadra da Lua Crescente, já que ela está aumentando gradualmente, encaminhando-se para a chegada da Lua Cheia.
Na fase de Quarto Crescente, a Lua e o Sol estão em ângulos retos em relação à Terra, o que reduz a força gravitacional combinada sobre os oceanos. Isso resulta em marés mais baixas, conhecidas como marés de quadratura.
Lua Cheia
Nesta fase, a Lua está diretamente oposta ao Sol em relação à Terra, e a sua face iluminada está totalmente visível. A fase Cheia é a mais brilhante e mais destacada, já que se torna possível observar o corpo celeste em sua totalidade, iluminando o céu noturno.
Nesta época, como a Lua está novamente entre a Terra e o Sol, as marés estão altas novamente.
Lua Minguante
Após alcançar seu auge, a Lua começa a diminuir de tamanho, passando por um processo contrário ao da fase Crescente. A Minguante, ao passar dos dias, vai afinando e sumindo do céu, à medida que o corpo celeste vai se colocando, novamente, entre a Terra e o Sol, retornando ao estágio inicial da Lua Nova e recomeçando o ciclo lunar.
Assim como na Lua Crescente, no período do Quarto Minguante, o ângulo do Sol e da Lua em relação à Terra provoca marés baixas.
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2026 será um ano repleto de uma grande variedade de eventos astronômicos que cativarão a atenção de milhões de entusiastas da astronomia. Entre chuvas de meteoros, luas cheias vibrantes e eclipses solares místicos, será um ano ao redor do Sol cheio de surpresas e espetáculos para recordar por toda a vida.
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Quantos eclipses ocorrerão em 2026?
Os eclipses são frequentemente um dos fenômenos astronômicos mais aguardados, não apenas pelos entusiastas da astronomia, mas por um grande número de pessoas, principalmente devido à admiração, curiosidade e magia que inspiram. Estes são todos os eclipses que irão iluminar o céu durante 2026:
Eclipse solar anular
Segundo o site de astronomia Star Walk , ocorrerá um eclipse solar anular no dia 17 de fevereiro. Infelizmente, a fase do “anel de fogo” só será visível em certas regiões remotas do mundo, como a Antártida.
Eclipse lunar total
Em 3 de março, a Lua ficará vermelha devido a um eclipse lunar total. Esse fenômeno será visível em diversas partes da Europa, Ásia, Austrália, América do Norte, América do Sul, Ártico e Antártica.
Eclipse solar total
Um eclipse solar total cruzará a Groenlândia, a Islândia, Portugal e a Espanha, no dia 12 de agosto, onde os sortudos que estiverem nessas regiões verão o Sol completamente coberto pela Lua. Na maior parte da Europa, o eclipse será parcial, com o Sol quase totalmente encoberto, proporcionando um espetáculo deslumbrante.
Eclipse lunar parcial
O último eclipse do ano ocorrerá em agosto e será um eclipse lunar parcial profundo. Isso significa que 96% da Lua entrará na sombra da Terra, dando-lhe um tom laranja-escuro em vez do vermelho intenso característico de um eclipse total. Este fenômeno será totalmente visível na América do Norte e do Sul em 28 de agosto, visível ao nascer da lua no Pacífico central e ao pôr da lua na África, Europa e Oriente Médio.
O povo Amazigh, também conhecido como berbere, celebra nestes dias a chegada do ano 2976, segundo um calendário próprio que tem início em 950 a.C., data associada à ascensão do rei Sheshonq I ao trono do Egito. Mais do que uma festividade, o Ano Novo Amazigh — chamado de Yennayer — tornou-se um marco de identidade cultural, resistência histórica e reconhecimento político de uma das culturas mais antigas do Norte da África.
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De acordo com o periódico português SiC Notícias, Yennayer é celebrado entre 12 e 14 de janeiro, dependendo da região, em países como Marrocos, Argélia, Tunísia e Líbia. As comemorações reúnem famílias e comunidades inteiras, com refeições tradicionais, música, danças e o uso de trajes típicos bordados, em um ambiente marcado pela partilha e pela valorização da herança cultural.
As celebrações incluem fogueiras, concertos e eventos públicos, especialmente em grandes cidades. Durante o período festivo, é comum ouvir a saudação “aseggas ameggaz”, expressão em Tamazight que significa “feliz ano novo”.
Considerados os habitantes originários do Norte da África, os Amazigh formam um conjunto diverso de grupos étnicos presentes na região desde a Antiguidade. Embora não existam números oficiais precisos, estimativas indicam que dezenas de milhões de pessoas se identificam como berberes, com maior concentração em Marrocos e Argélia. No caso marroquino, estudos apontam que cerca de 40% da população tem origem amazigh.
O Yennayer também está ligado aos ciclos agrícolas e à renovação simbólica da vida. As tradições gastronômicas variam conforme a região. No Alto Atlas, em Marrocos, é comum o preparo do “ourkemen”, feito à base de leguminosas, cereais e especiarias. Na Argélia, muitas famílias encerram a refeição com o “trèze”, mistura de doces e frutos secos que, em algumas localidades, é lançada simbolicamente sobre a criança mais nova da família como sinal de prosperidade.
A celebração carrega ainda um forte significado político. A partir do século VII, com a expansão árabe e islâmica, línguas e costumes amazigh foram progressivamente marginalizados. Em alguns países, a repressão foi institucionalizada. Na Líbia, durante o regime de Muammar Kadhafi, o uso da língua Tamazight foi proibido em escolas e registros civis.
Nas últimas décadas, no entanto, houve avanços importantes. Em 2011, Marrocos reconheceu oficialmente o Tamazight como língua do Estado. O Yennayer foi declarado feriado nacional na Argélia, em 2017, e em Marrocos, em 2023.
O presidente americano, Donald Trump, afirmou que os EUA tomarão “medidas muito fortes” contra o Irã, caso o regime dos aiatolás decida executar manifestantes detidos durante os massivos protestos antigoverno que tomam o país desde dezembro. A declaração de Trump, em entrevista à rede CBS News, ocorre em um momento em que autoridades iranianas se preparam para executar nesta quarta-feira o primeiro manifestante preso, identificado como Erfan Soltani, e o chefe do Judiciário iraniano defendeu publicamente a realização de julgamentos rápidos para presos nos protestos. ONGs que acompanham violações de direitos humanos no país afirmam que confirmaram 2,4 mil mortes em meio à dura repressão do regime, alertando que o número real pode ser ainda maior.
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— Tomaremos medidas muito fortes se isso acontecer — afirmou Trump, ao ser questionado em uma entrevista à emissora americana sobre relatos de que o governo do Irã começaria a realizar execuções de manifestantes nesta quarta-feira.
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Em meio a um bloqueio dos meios de comunicação, incluindo um corte de internet que chega ao 6º dia, relatos sobre a repressão chegam ao Ocidente por meio de familiares que conseguiram contato com o país por meios como linhas fixas. Entre os relatos, a família de um manifestante identificado como Erfan Soltani, de 26 anos, afirmaram ter recebido informações de que ele será executado nesta quarta.
Ainda de acordo com a família, Soltani teria sido preso na quinta-feira durante protestos perto de Teerã, e foi condenado à pena de morte em um processo que durou apenas de dois dias — algo incomum mesmo para o padrão iraniano, o que foi apontado por observadores internacionais como um indicador da onda de repressão atual.
— Ele é apenas uma pessoa contrária à situação atual no Irã… Agora ele recebeu uma pena de morte por expressar sua opinião — disse a advogada Awyer Shekhi, parte da organização curda de direitos humanos Hengaw, em entrevista a BBC, acrescentando que tentou intervir no caso do manifestante, mas foi informada pelas autoridades judiciais que não havia mais um caso para apelar contra.
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O caso de Soltani chega a público em um momento em que as autoridades judiciais do Irã parecem decididas a levar para os tribunais a repressão violenta vista nas ruas do país nos últimos dias. Em uma declaração transmitida na TV estatal, o chefe do Judiciário do Irã, Gholamhosein Mohseni Ejei, defendeu que fossem realizados “julgamentos rápidos” contra manifestantes detidos nos protestos — que o governo teocrático classificou como terroristas.
— Se alguém tocou fogo em uma pessoa, decapitou alguém antes de queimar seu corpo, devemos fazer nosso trabalho rapidamente — declarou Ejei durante uma visita a uma prisão, onde estão muitos dos detidos nos protestos.
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Não está claro do que Soltani ou outros detidos foram acusados, porém o Gabinete da Procuradoria de Teerã emitiu um comunicado na terça-feira, afirmando que um número não especificado de pessoas será acusado de “moharebeh” (“guerra contra Deus”), um termo da lei islâmica que é considerado crime capital no Irã — e que foi amplamente utilizado para condenações à pena de morte no passado.
A agência de notícias Human Rights Activists News Agency (HRANA), sediada nos EUA, divulgou uma nova estimativa de mortos no país, apontando um total de 2.571 vítimas da repressão governamental. O total incluiria 2.403 manifestantes, 147 indivíduos ligados ao governo, doze menores de idade e nove civis que não participavam dos protestos.
Autoridades governamentais não confirmaram o número de mortos oficialmente, mas fontes ligadas ao regime afirmaram na terça-feira que um relatório que circulou entre funcionários da área de saúde mencionavam 3 mil mortos em todo o país.
‘Mártires’
Testemunhas que acompanharam os protestos em cidades iranianas disseram que a repressão das forças do regime provocaram um “banho de sangue”, descrevendo cenas com corpos espalhados pelo chão e sendo transportados em sacos pretos. A narrativa oficial de Teerã, porém, é de que as mortes foram causadas por terroristas — tanto de civis comuns, quanto das forças de segurança que caíram nos últimos dias.
Um funeral aberto foi realizado na capital iraniana, com forte cobertura da mídia estatal, nesta quarta, onde foram veladas cerca de 300 pessoas, incluindo forças de segurança e civis, tratados pelo governo como mártires. Milhares de pessoas compareceram aos arredores da Universidade de Teerã, acenando com bandeiras iranianas e participando das orações, segundo as imagens do local. (Com AFP)
Um casal britânico morreu durante férias nas Maldivas após um acidente ocorrido em uma excursão de mergulho em um resort que frequentavam regularmente havia quase duas décadas. Elaine Richmond, de 70 anos, morreu em 19 de dezembro, e o marido, Malcolm Richmond, de 71, faleceu três dias depois, em 22 de dezembro, segundo informações confirmadas por representantes do setor turístico local.
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Aposentados e moradores de Inkersall, próximo a Chesterfield, no condado de Derbyshire, os dois celebravam o Natal na remota ilha de Ellaidhoo, no Oceano Índico. O destino fazia parte da rotina anual da família há 17 anos, período em que o casal acumulou cerca de 60 estadias no local, incluindo três visitas somente em 2025.
Destino frequente e investigação em curso
Pat Scannell, da agência Maldives Holidaymakers, confirmou as mortes em comunicado. Segundo ela, Elaine e Malcolm eram figuras conhecidas no resort. “Eles farão muita falta à família e aos muitos amigos que fizeram ao longo de suas inúmeras visitas. Eram muito populares entre os funcionários”, afirmou.
As circunstâncias do acidente ainda não foram detalhadas pelas autoridades locais. No Reino Unido, uma investigação oficial será aberta no Tribunal do Legista de Chesterfield em 30 de janeiro. O funeral conjunto do casal está marcado para o dia 29, em Brimington.
Localizada a cerca de 42 quilômetros da capital Malé, Ellaidhoo é acessível apenas por hidroavião ou lancha e é conhecida pelas águas cristalinas e pela rica vida marinha, o que atrai mergulhadores de todo o mundo. As Maldivas também figuram entre os destinos preferidos de celebridades britânicas, como Sir David Beckham e Lady Victoria Beckham.
O caso ocorre em meio a outro episódio recente envolvendo um cidadão britânico no exterior. Na Tailândia, um proprietário de iate de 69 anos, que também tinha nacionalidade australiana, foi encontrado morto em sua embarcação ancorada próximo à praia de Khao Khad, em Phuket, no dia 11 de janeiro. Segundo a polícia local, o corpo estava em avançado estado de decomposição, o que indica que a morte teria ocorrido dias antes da descoberta. As autoridades afirmam não haver sinais de luta e aguardam o resultado da autópsia para determinar a causa da morte, sem descartar a hipótese de óbito não natural.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, mostrou o dedo do meio a um provocador durante visita a uma fábrica da Ford em Dearborn, no estado de Michigan, na tarde de terça-feira. O episódio ocorreu após o presidente ser acusado de ser um “protetor de pedófilos”.
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A interação foi rápida e aconteceu fora do campo de visão do pequeno grupo de repórteres que acompanha Trump como parte do pool de imprensa. Imagens do momento, aparentemente gravadas por um celular, começaram a circular pouco depois da saída do presidente da fábrica, após serem publicadas pelo site de celebridades TMZ.
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Em nota, o diretor de comunicações da Casa Branca, Steven Cheung, afirmou que um “lunático estava gritando palavrões de forma descontrolada, em um completo ataque de fúria, e o presidente deu uma resposta apropriada e inequívoca”.
A Ford não respondeu imediatamente aos pedidos de comentário sobre o incidente.
Até o episódio, a visita transcorria sem intercorrências. Trump caminhava pelo chão de fábrica, usando colete de segurança, tirando selfies com trabalhadores da montadora, enquanto caminhonetes F-150 avançavam pelas linhas de montagem acima. Executivos da Ford, entre eles o CEO Jim Farley, acompanhavam o presidente enquanto ele observava os veículos sendo finalizados.
O presidente esteve em Michigan para tratar da condução da economia, tema que seus assessores têm insistido para que ele priorize, em meio ao aumento das preocupações dos americanos com o custo de vida. Após a visita à unidade da Ford, Trump discursou para um grupo de empresários em Detroit.
Ao longo do dia, outros assuntos também estiveram em pauta. No chão de fábrica, o presidente respondeu a perguntas de repórteres sobre a investigação de seu governo envolvendo Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, e sobre a crise no Irã, incluindo a possibilidade de um ataque para derrubar o aiatolá.
Desta vez, um tema que não surgiu foi o caso envolvendo Jeffrey Epstein.
O incidente ocorreu quando Trump caminhava por um andar superior da fábrica e um homem, em um nível inferior, passou a gritar que o presidente era “um protetor de pedófilos”. Trump olhou na direção dos gritos e articulou silenciosamente uma resposta de duas palavras. No vídeo divulgado pelo TMZ, não é possível identificar claramente o que foi dito, embora pareça começar com a letra “F” — e não se trate de “Ford”.
Em seguida, Trump se afastou do local, deu alguns passos, mas voltou-se novamente para trás. Então, ergueu rapidamente o braço e mostrou o dedo do meio em direção ao provocador.
Imagens impressionantes registraram o momento em que um parapente motorizado perdeu o controle no ar e caiu no Oceano Atlântico, na sexta-feira (9), no sul da Flórida. O piloto, identificado como Brian Wenglarz, de 52 anos, voava sobre a região de Ocean Reef Park, em Riviera Beach, quando o ruído da hélice cessou repentinamente e o equipamento começou a oscilar de forma instável.
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Segundo as autoridades locais, a pipa do parapente passou a balançar para frente e para trás antes de Wenglarz entrar em um giro em espiral e despencar de uma altura estimada em quase 150 metros. As gravações feitas por celulares mostram apenas o paraquedas flutuando sobre as ondas, nas proximidades da Ilha Singer, após o impacto no mar.
Confira o momento da queda:
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Resgate rápido evitou tragédia
A principal hipótese é que o parapentista tenha sido atingido por uma rajada de vento, o que teria provocado a perda de controle e o colapso parcial do paraquedas, modelo que inclui uma mochila com motor acoplado. A queda assustou banhistas e salva-vidas que estavam na praia. Em um áudio divulgado pela ABC News, uma testemunha relata à polícia de Riviera Beach, em tom de pânico: “Acabei de ver alguém cair do céu. Precisamos de paramédicos aqui imediatamente”.
A salva-vidas Sara Williamson, do Serviço de Resgate Oceânico do Condado de Palm Beach, presenciou toda a cena e iniciou o resgate segundos após a queda. Em entrevista ao The New York Times, ela afirmou que parapentes motorizados são raros naquele trecho do litoral, o que fez com que o voo chamasse sua atenção. O homem caiu a cerca de 75 metros da costa.
Com o apoio do parceiro John Wendel e de um praticante de snorkel que estava no local — e ajudou a libertar Wenglarz do equipamento submerso —, o parapentista foi levado de volta à praia. Ele sofreu apenas cortes e arranhões leves, atribuídos ao uso de capacete no momento do acidente, conforme relataram os salva-vidas à emissora WFLX.
Montagem com o resgate
Divulgação/Riviera Beach Police Department
Imagens de câmeras corporais da polícia mostram o paraquedas danificado e o equipamento espalhado pela areia, enquanto Wenglarz, ainda molhado, caminhava pela orla reclamando apenas da perda do celular no mar. Williamson afirmou à ABC News que ficou em choque com a gravidade da queda e com o estado de saúde do piloto. “Ele poderia facilmente ter se afogado por causa do emaranhamento. Foi uma situação perfeita para dar errado, mas teve um desfecho positivo”, disse.
O episódio, segundo a salva-vidas, reforça a importância de manter atividades aquáticas próximas a áreas monitoradas. “Segundos fazem toda a diferença em uma emergência. Voem e nadem sempre perto de um salva-vidas”, aconselhou.
O alegado uso de armas sônicas durante a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, no início de janeiro, abriu uma nova frente de questionamentos sobre as tecnologias empregadas para neutralizar as forças responsáveis pela segurança de Nicolás Maduro. Testemunhos divulgados pela Casa Branca descrevem efeitos físicos severos compatíveis com armamento acústico de alta intensidade, embora o Pentágono não confirme oficialmente a utilização desse tipo de tecnologia.
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Entre a noite de 2 e a madrugada de 3 de janeiro, os Estados Unidos conduziram uma operação militar relâmpago, por terra, mar e ar, com o objetivo de capturar o presidente venezuelano. A ação, atribuída a forças especiais da Delta Force, teria sido preparada ao longo de vários meses. Segundo Washington, não houve baixas entre as tropas americanas. Já o governo venezuelano afirma que mais de 100 pessoas morreram durante a ofensiva, de acordo com declaração do ministro do Interior, Diosdado Cabello.
A chamada “Operação Resolução Absoluta” foi autorizada pelo então presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O dispositivo militar envolveu cerca de 150 aeronaves, mobilizadas a partir de aproximadamente 20 bases terrestres e navais. Entre os meios empregados estavam caças F-22, F-35 e F/A-18, aeronaves de alerta antecipado E-2, bombardeiros estratégicos B-1, além de drones e aviões de apoio logístico.
Fontes citadas pela Casa Branca admitem que, além do poder aéreo convencional, teriam sido utilizados meios não convencionais para incapacitar soldados venezuelanos e elementos cubanos que integravam o anel de segurança de Maduro, incluindo armamento de natureza sônica.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, compartilhou com jornalistas o relato de um suposto guarda venezuelano que afirmou ter presenciado a ação. Segundo o depoimento, os primeiros sinais do ataque foram falhas súbitas nos sistemas de radar.
— Estávamos de serviço quando, de repente, todos os sistemas se desligaram sem explicação — afirmou o homem, segundo o testemunho divulgado.
O relato menciona, na sequência, a presença de numerosos drones sobre as posições militares e a entrada de cerca de 20 soldados americanos em solo. O guarda descreveu armamento avançado e uma superioridade operacional que teria tornado qualquer reação impossível.
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O ponto central do testemunho diz respeito ao alegado uso de uma arma sônica. O guarda afirmou ter sido atingido por uma “onda sonora extremamente intensa”, que provocou dor imediata e sensação de pressão interna na cabeça. Segundo ele, outros militares teriam apresentado sangramento nasal, vómitos e incapacidade de se manter em pé.
Questionado pela Fox News sobre se o testemunho representava uma confirmação oficial, o governo dos Estados Unidos não respondeu. O Pentágono também se recusou a confirmar se armas sônicas foram empregadas durante a operação.
O que são armas sônicas
Armas sônicas, ou acústicas, utilizam ondas sonoras de alta intensidade para ferir ou incapacitar adversários. Podem operar por meio de feixes direcionais de som ou ultrassons, ou ainda criar campos sonoros de ampla área. Estudos indicam que sons de alta intensidade podem causar danos ao sistema nervoso central, ao aparelho cardiovascular e ao sistema auditivo, além de provocar desorientação, náuseas e ansiedade.
Pesquisas experimentais apontam que a exposição a ultrassons de alta intensidade, em frequências entre 700 kHz e 3,6 MHz, pode causar danos pulmonares e intestinais.
O equipamento mais conhecido desse tipo é o Dispositivo Acústico de Longo Alcance (LRAD), utilizado principalmente para controle de multidões. Esses sistemas podem emitir sons próximos de 150 decibéis, suficientes para provocar danos auditivos permanentes.
Os efeitos descritos no testemunho divulgado pela Casa Branca, no entanto, sugerem um sistema potencialmente mais potente do que os dispositivos LRAD convencionalmente utilizados.
Dois adolescentes de 14 anos morreram após serem soterrados pelo desabamento de um buraco que cavavam em um parque de Inverness, pequena cidade no centro da Flórida, a cerca de uma hora a noroeste de Orlando. George Watts e Derrick “DJ” Hubbard estavam no local havia cerca de duas semanas, escavando a chamada “areia açucarada” — um tipo de areia extremamente fina comum na costa do Golfo do estado.
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Segundo a Fox13, os jovens foram encontrados no sábado (10), enterrados a cerca de um metro e meio de profundidade no Sportsman Park. O alerta foi dado depois que os pais estranharam a falta de resposta dos adolescentes aos celulares. Ao chegarem ao local, encontraram bicicletas e sapatos próximos à área de areia e começaram a cavar enquanto acionavam o resgate. Equipes do Condado de Citrus levaram cerca de 30 minutos para retirar os meninos.
Laço de amizade e comoção na comunidade
Hubbard estava inconsciente quando os socorristas chegaram e morreu após dar entrada no hospital. Watts foi levado em estado crítico e morreu dias depois, após a família decidir desligar os aparelhos que o mantinham vivo e autorizar a doação de seus órgãos. Em uma publicação conjunta no GoFundMe criada em homenagem aos dois, familiares destacaram que eles eram “inseparáveis, cheios de vida, curiosidade e sonhos para o futuro”.
A mãe de Watts, Jasmine, afirmou no site de arrecadação que a família enfrenta “dor imensa, choque e sofrimento emocional”, além de despesas inesperadas com atendimento médico e funeral. As campanhas já arrecadaram mais de US$ 30 mil para ajudar a aliviar o impacto financeiro da tragédia.
A Inverness Middle School, onde os dois cursavam a oitava série, divulgou um comunicado às famílias e aos alunos lamentando o ocorrido e informando a disponibilização de uma equipe distrital de apoio em situações de crise, com conselheiros, psicólogos e assistentes sociais. “Essa situação afetou profundamente muitos membros de nossa escola e comunidade”, diz a nota.
Watts e Hubbard participavam ativamente da vida escolar, praticavam esportes e jogavam na liga de futebol americano Citrus NFL Flag, com a qual haviam conquistado recentemente um campeonato. Ao comentar o caso à Fox13, o treinador e mentor Corey Edwards descreveu os garotos como “almas antigas”. “Eles estavam se divertindo, sendo aventureiros, usando a imaginação. Infelizmente, isso acabou se transformando em uma tragédia”, afirmou.
Em comunicado obtido pela Fox13, o Gabinete do Xerife do Condado de Citrus declarou que agentes, socorristas e equipes de apoio seguem mobilizados para amparar as famílias. “A cura leva tempo, e ninguém deve sentir que precisa percorrer esse caminho sozinho”, disse a corporação, que pediu solidariedade e união da comunidade neste momento de luto.

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