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O filho mais velho da princesa herdeira da Noruega, que será julgado em fevereiro acusado de estuprar quatro mulheres, foi indiciado por novos crimes, incluindo um relacionado a narcóticos, anunciou a promotoria nesta segunda-feira. No pior escândalo a atingir a família real norueguesa, Marius Borg Høiby foi indiciado em 18 de agosto por quatro acusações de estupro e 28 outras acusações, incluindo violência doméstica contra ex-parceiras.
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O jovem de 29 anos é fruto de um relacionamento de sua mãe anterior ao casamento dela com o príncipe herdeiro Haakon. Um total de sete mulheres acusaram Høiby de agressão, incluindo uma de suas ex-namoradas, Nora Haukland, e a artista Linni Meister.
O promotor Sturla Henriksbo afirmou em um comunicado à imprensa enviado à AFP que uma nova acusação foi apresentada contra Høiby nesta segunda-feira, abrangendo seis novas acusações.
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Uma das acusações é por um “crime grave de tráfico de drogas” relacionado a um incidente de 2020 “envolvendo 3,5 quilos de maconha”. Høiby admitiu o crime, disse Henriksbo. A advogada de Høiby, Ellen Holager Andenaes, disse à agência de notícias norueguesa NTB que seu cliente “certa vez transportou maconha do ponto A ao ponto B sem ganhar um centavo sequer”.
Marius Borg Høiby não é oficialmente membro da Família Real e, portanto, não ocupa nenhum cargo oficial. Haakon e Mette-Marit têm dois filhos juntos: a princesa Ingrid Alexandra e o príncipe Sverre Magnus.
A iniciativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de criar um chamado “Conselho da Paz” ganhou novos contornos nos últimos dias, com o envio de convites a uma lista ampliada de países e a divulgação de regras que preveem uma contribuição financeira bilionária para quem quiser garantir assento permanente no órgão. Nesta segunda-feira, o Kremlin anunciou que o líder russo, Vladimir Putin, foi convidado a integrar a organização, acrescentando que a Rússia busca “esclarecer todas as nuances” da proposta antes de dar uma resposta.
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O convite a Putin marca uma ampliação significativa do escopo do conselho, que também estendeu convites à União Europeia, por meio da presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, além de Belarus e Tailândia. Segundo autoridades europeias, Von der Leyen recebeu formalmente a carta e informou que discutirá a iniciativa com outros líderes do bloco antes de qualquer decisão. Não houve indicação sobre se ela aceitará ou não o convite, embora o porta-voz da comissão, Olof Gill, tenha dito que o órgão executivo da UE deseja “contribuir para um plano abrangente que ponha fim ao conflito em Gaza”.
As primeiras nomeações para o Conselho da Paz, anunciadas na sexta, incluíram o próprio Trump como presidente, com um “conselho executivo fundador” formado pelo ex-premier britânico Tony Blair e pelo atual secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio. Também foram nomeados o enviado de Trump para missões especiais, Steve Witkoff; o genro do presidente, Jared Kushner; e o presidente do Banco Mundial, Ajay Banga. Depois, veio a público que Trump enviou convites a líderes de países como Argentina, Paraguai, Turquia, Egito e Brasil.
Também nesta segunda-feira, o Palácio do Planalto e a diplomacia brasileira começaram a analisar o convite. A análise busca medir até que ponto a participação do Brasil pode ampliar o protagonismo internacional do país sem repetir os impasses que marcaram a tentativa de mediação no Oriente Médio há mais de uma década. Na época, Lula atuou ao lado da Turquia na tentativa de mediar o impasse entre o país persa e as potências ocidentais. Ambos negociaram diretamente com Teerã um acordo de troca de combustível nuclear que atendesse às exigências dos EUA. A iniciativa, porém, não foi acolhida por Washington, e a frente acabou esvaziada.
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Agora, auxiliares do petista afirmam que a proposta de Trump precisa ser examinada com cautela antes de qualquer decisão. Segundo esses interlocutores, não há como definir uma posição sem compreender com clareza as consequências políticas e diplomáticas da iniciativa, e a avaliação não pode ser feita de forma açodada, dada a sensibilidade do conflito e o papel dos Estados Unidos na condução do processo. A avaliação é semelhante no Egito, com o presidente Abdel-Fattah al-Sisi ainda avaliando se integrará o conselho, segundo a AFP.
Belarus, por sua vez, anunciou que seu líder, Alexander Lukashenko, foi convidado e que recebeu o convite com satisfação. O primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, teria sido procurado na semana passada com uma oferta de participação, mas aguardava um convite formal. O presidente da Argentina, Javier Milei, e o primeiro-ministro do Canadá, Mark Carney, devem se tornar membros fundadores, conforme anunciaram no sábado. O líder da Hungria, Viktor Orbán, também aceitou o convite para integrar o conselho.
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, afirmou que o país foi convidado a participar. No domingo, ela disse acreditar que “pode desempenhar um papel de liderança” e que está pronta para contribuir “na construção do plano de paz”. O presidente francês, Emmanuel Macron, por outro lado, não pretende aceitar o convite, segundo uma pessoa próxima ao mandatário. Macron acredita que a ideia de Trump vai “além de Gaza”, disse a fonte, e levanta preocupações significativas, sobretudo em relação ao respeito aos princípios e ao arcabouço institucional das Nações Unidas, que a França considera inegociáveis.
Crítica à ONU
Os convites incluíam uma carta afirmando que o conselho buscaria “solidificar a paz no Oriente Médio” e, ao mesmo tempo, “iniciar uma nova e ousada abordagem para a resolução de conflitos globais”. Cada líder teria um mandato máximo de três anos no conselho, a menos que seu governo pagasse uma taxa de US$ 1 bilhão (R$ 5,3 bilhões) para se tornar membro permanente. O documento diz que “o conselho de paz é uma organização internacional que busca promover a estabilidade [e] restaurar uma governança confiável e legal”:
“O conselho deve ter a coragem de se afastar de abordagens e instituições que, com frequência, falharam”, acrescenta o texto, em provável crítica à ONU. O entendimento é compartilhado por autoridades europeias de alto escalão, que, em relatos à Bloomberg, disseram ver a iniciativa como uma tentativa de criar um rival ou substituto para a ONU, instituição da qual Trump é crítico de longa data. Segundo elas, o conselho vai muito além da reconstrução de Gaza, e Trump o enxerga como um instrumento para resolver e controlar eventos internacionais.
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No convite compartilhado por Milei, Trump escreveu que o esforço “reunirá um grupo distinto de nações prontas para assumir a nobre responsabilidade de construir uma PAZ DURADOURA, uma honra reservada àqueles preparados para liderar pelo exemplo e investir brilhantemente em um futuro seguro e próspero para as próximas gerações”. Os parceiros devem se reunir “em um futuro próximo”, acrescentou, sem dar mais detalhes. A estrutura exata do órgão, porém, permanece incerta, e novos membros continuam sendo convidados.
Reação israelense
Trump tenta cumprir seu plano de 20 pontos para uma transformação ampla — e potencialmente de décadas — de Gaza, que foi em grande parte destruída por dois anos de guerra entre Israel e o Hamas. Ele anunciou a criação do conselho na quinta-feira, nas redes sociais, mas não revelou quem faria parte do órgão. Um dia depois, a Casa Branca anunciou o primeiro painel executivo — com a participação de Rubio, Witkoff, Kushner e Blair — e um segundo grupo, nomeado como uma “comissão executiva”, que deve realizar a maior parte do trabalho de reconstrução de Gaza. Ele inclui o ministro das Relações Exteriores da Turquia, Hakan Fidan, e o diplomata Ali al-Thawadi, ministro de Assuntos Estratégicos do Catar.
Esse segundo painel, no entanto, motivou a objeção do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que considera Catar e Turquia próximos demais do grupo terrorista Hamas. Ele ainda avalia que os dois países seriam pouco propensos a remodelar a área costeira da forma desejada pelo Estado judeu. Declarações do premier israelense e de membros linha-dura do seu governo marcaram um raro desacordo público com Trump, já que a liderança em Israel tem buscado consistentemente retratar sua relação com a Casa Branca como amigável.
Netanyahu convocou uma reunião com seus principais assessores para discutir o Conselho da Paz, após afirmar que não foi incluído nas conversas sobre a composição da comissão executiva — e que a decisão “contraria a política” israelense. No sábado, a ministra Miri Regev, integrante do partido conservador Likud, de Netanyahu, declarou que Israel se opõe à participação do Catar e da Turquia, acrescentando que o premier “fará de tudo para mudar essa decisão”. Por sua vez, o líder da oposição, Yair Lapid, classificou o anúncio como um “fracasso diplomático para Israel”. Até o momento, o único israelense no Conselho Executivo de Gaza é Yakir Gabay, empresário atualmente radicado no Chipre. Não há palestinos em nenhum dos dois conselhos.
— É hora de explicar ao presidente [Trump] que seu plano é ruim para o Estado de Israel e de cancelá-lo — disse nesta segunda-feira o ministro das Finanças de extrema direita de Israel, Bezalel Smotrich. — Gaza é nossa, seu futuro afetará o nosso futuro mais do que o de qualquer outro. Nós assumiremos a responsabilidade pelo que acontecer lá, imporemos uma administração militar e concluiremos a missão.
Como o Hamas ainda controla quase metade de Gaza e se recusa a se desarmar, a perspectiva de uma paz duradoura e próspera é incerta. O grupo apoiado pelo Irã ainda não devolveu os restos mortais do último refém levado nos ataques de outubro de 2023 que desencadearam o conflito — um elemento central da primeira fase da proposta de Trump. Ainda assim, Trump anunciou o início da segunda fase de seu plano, incluindo a formação de um governo tecnocrata de 15 membros para substituir o domínio do Hamas em Gaza.
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Uma Força Internacional de Estabilização, composta por soldados de diferentes países e também prevista no plano de Trump, deve ser criada em um momento posterior. Por enquanto, não está claro quais países contribuiriam nem em que termos, e os EUA já afirmaram que não enviarão tropas para Gaza. Israel, por sua vez, ameaçou retomar a guerra caso a força internacional não consiga persuadir ou obrigar o Hamas a depor as armas. O grupo não demonstrou nenhuma inclinação nesse sentido desde que o cessar-fogo foi acordado, em outubro.
Enquanto isso, as Nações Unidas alertaram no sábado que a crise humanitária em Gaza está “longe de acabar”. A ONU estima que cerca de 80% dos edifícios em Gaza foram destruídos ou danificados, e famílias que sobreviveram à guerra agora enfrentam o inverno, além da falta de alimentos e abrigo. Olga Cherevko, do escritório da ONU para coordenação de ajuda humanitária, afirmou que a entrega de toneladas de ajuda e os reparos em estradas nos meses desde a entrada em vigor do cessar-fogo foram apenas um “curativo”, e não uma solução.
(Com Bloomberg, AFP e New York Times)
O príncipe Harry expressou sua “paranoia” frente às práticas do Daily Mail, nesta segunda-feira (19), em Londres, no primeiro dia do julgamento de seu processo contra o tabloide, que ele acusa de obter informações sobre sua vida privada de forma ilegal.
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Harry, o cantor Elton John e outras cinco pessoas apresentaram uma ação contra a Associated Newspapers Ltd (ANL), editora do Daily Mail e do The Mail on Sunday.
O príncipe, de 41 anos, compareceu nesta segunda ao primeiro dia do julgamento, que deverá durar nove semanas, no Tribunal Superior de Londres. Segundo seu advogado, David Sherborne, houve “um recurso manifesto, sistemático e continuado à coleta ilegal de informações tanto no Daily Mail como no Mail on Sunday”.
Os advogados dos demandantes indicaram que os alegados atos ilegais foram praticados entre 1993 e 2011, embora alguns possam ter ocorrido até 2018.
Estes tabloides contrataram detetives particulares para escutar chamadas telefônicas e obter informação privada, como faturas telefônicas detalhadas e históricos médicos, além de extratos bancários.
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Segundo documentos escritos pelos advogados do príncipe, estas práticas “perturbaram profundamente” Harry. Sua ação judicial contra a ANL se refere ao conteúdo de 14 artigos publicados entre 2001 e 2013.
“Ficava com a impressão de que cada um dos meus gestos, cada um dos meus pensamentos ou cada um dos meus sentimentos era vigiado apenas para que o Mail ganhasse dinheiro”, disse Harry, citado nesses documentos da sua defesa.
De acordo com ele, as intrusões do tabloide na sua vida privada o tornaram “extremamente paranoico” e o isolaram.
O cantor Elton John e o seu marido, David Furnish, tiveram, por sua vez, “a sensação de que o seu lar, bem como a segurança dos seus filhos e dos seus entes queridos, haviam sido violados”, apontam os documentos. As conclusões apresentadas por seu advogado enfatizam a “indignação” sentida pelo casal, que acusa a ANL de ter roubado a certidão de nascimento do seu filho.
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Segundo o calendário das audiências, Harry irá depor na quinta-feira, enquanto Elton John deverá fazê-lo no início de fevereiro.
Todas as acusações são qualificadas como “absurdas” pelo grupo editorial, cuja defesa tomará a palavra a partir de terça-feira.
Em documentos judiciais, o advogado da ANL, Antony White, afirmou que as ações foram apresentadas tarde demais. “É notório constatar que nenhum dos artigos foi objeto de queixa no momento da sua publicação”, escreveu.
A defesa sustenta que os vazamentos de informações vinham dos círculos sociais das personalidades.
Segundo pessoas de seu entorno, trata-se do último processo movido pelo príncipe contra editoras de tabloides e suas práticas ilícitas. Harry, que responsabiliza os paparazzi pela morte de sua mãe, Diana, em 1997, em Paris, não esconde sua animosidade em relação à poderosa imprensa sensacionalista britânica.
Em 2023, ele se tornou o primeiro membro da realeza britânica a depor em um tribunal em mais de um século, ao testemunhar em uma ação contra o Mirror Group Newspapers (MGN).
Outros litígios contra tabloides
O Tribunal Superior de Londres decidiu que Harry foi vítima de interceptação telefônica por jornalistas que trabalhavam para esse grupo e determinou uma indenização de 140.600 libras (cerca de 188 mil dólares, aproximadamente R$1,01 milhão) por perdas e danos.
Em janeiro de 2025, Harry chegou a um acordo financeiro com o editor Rupert Murdoch.
O News Group Newspapers (NGN), de Murdoch, apresentou desculpas a Harry “pela espionagem telefônica, vigilância e uso indevido de informações privadas por jornalistas e investigadores privados” contratados pelo grupo, informou o advogado do príncipe.
Durante sua última visita ao Reino Unido, em setembro, Harry se reuniu com o pai, o rei Charles III, em uma tentativa de retomar contato com a família. Mas, segundo a imprensa britânica, desta vez ele não pretende ver o pai, de 77 anos.
De acordo com a imprensa britânica, Harry mantém atualmente contato regular com o pai, o que não parece ocorrer com o irmão William, filho mais velho de Charles III e herdeiro do trono, com quem as relações são mais tensas.
Mais de 160 cristãos foram sequestrados neste domingo durante um ataque executado por grupos armados contra duas igrejas em uma aldeia remota do estado de Kaduna, no norte da Nigéria, informaram, nesta segunda-feira, um clérigo e um relatório da ONU ao qual a AFP teve acesso. O país mais populoso da África sofreu um ressurgimento dos sequestros em massa desde novembro, o que levou o governo dos Estados Unidos a lançar ataques militares no dia do Natal, no estado de Sokoto, no noroeste do país.
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O presidente americano, Donald Trump, acusou os grupos armados nigerianos de perseguirem os cristãos, a quem descreveu como vítimas de “genocídio”. No domingo, “os atacantes chegaram em grande número, bloquearam entradas das igrejas e obrigaram fiéis a se refugiarem na mata”, declarou à AFP o reverendo Joseph Hayab, presidente da Associação Cristã da Nigéria para o Norte.
“Levaram 172, mas nove escaparam”, acrescentou.
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Os sequestros foram confirmados por um relatório das Nações Unidas que menciona a captura de “mais de 100 fiéis”. Segundo o relatório, o distrito de Kajuru é um alvo prioritário para sequestros devido às “áreas florestais e pouco povoadas que permitem aos bandidos operarem livremente e escaparem das forças de segurança”.
A onda de sequestros no final do ano passado levou o presidente nigeriano, Bola Tinubu, a declarar estado de emergência de segurança nacional e a lançar uma campanha de recrutamento de soldados e policiais para combater a insegurança.
O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, advertiu a União Europeia (UE) nesta segunda-feira contra a imposição de tarifas retaliatórias frente às ameaças do presidente americano, Donald Trump, de impor sobretaxas a países europeus contrários à sua ambição de anexar a Groenlândia, território autônomo da Dinamarca. Em uma reunião de emergência no domingo, os principais diplomatas do bloco europeu discutiram reviver um plano para tarifas no valor de € 93 bilhões (R$ 580,5 bilhões) sobre produtos americanos, que havia sido suspenso até 6 de fevereiro após Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, alcançar um acordo comercial com Trump em agosto do ano passado.
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— Acho que seria muito insensato — declarou Bessent à margem do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, acrescentando que Trump considera a Groenlândia como um “ativo estratégico”. — Não vamos externalizar nossa segurança hemisférica a ninguém.
Quando perguntado sobre a carta de Trump ao primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Store, na qual o presidente americano pareceu relacionar sua pressão sobre a Groenlândia ao fato de não ter ganhado o Prêmio Nobel da Paz, Bessent respondeu:
— Acredito que seja uma completa bobagem que o presidente vá fazer isto por causa do Prêmio Nobel.
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Na carta, Trump escreveu que “o mundo não estará seguro a menos que tenhamos um controle total e completo sobre a Groenlândia”. O republicano não deixou de expor sua irritação por não ter recebido o Nobel no ano passado, que foi para a líder da oposição venezuelana, María Corina Machado. “Tendo em conta que o seu país decidiu não me dar o Prêmio Nobel da Paz por ter detido oito guerras ou mais, já não me sinto obrigado a pensar apenas na paz”, acrescentou o presidente.
No último sábado, Trump anunciou que a partir de 1º de fevereiro, Reino Unido, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Países Baixos, Noruega e Suécia estariam sujeitos a uma sobretaxa de 10% sobre todos os produtos enviados aos Estados Unidos até que a Dinamarca aceite ceder a Groenlândia. Todos os oito países enviaram tropas à ilha para reforçar a defesa após o presidente americano endurecer sua retórica.
Diante disso, os dirigentes da União Europeia vão se reunir na próxima quinta-feira, em Bruxelas, na Bélgica, em uma cúpula extraordinária para analisar a ameaça americana sobre a Groenlândia e a questão tarifária. Já nesta segunda-feira, o ministro da Defesa da Dinamarca, Troels Lund Poulsen, e a ministra das Relações Exteriores da Groenlândia, Vivian Motzfeldt, se reuniriam com o secretário-geral da Otan, Mark Rutte.
Em comunicado, Poulsen declarou que medidas já haviam sido tomadas. “Os governos da Dinamarca e da Groenlândia, juntamente com vários aliados da Otan, decidiram aumentar a presença militar e as atividades de treinamento no Ártico e no Atlântico Norte”, declarou o ministro.
‘Chantagem’
Também nesta segunda, o vice-chanceler e ministro das Finanças da Alemanha, Lars Klingbeil, destacou que a Europa prepara respostas às ameaças tarifárias de Trump, que qualificou de “chantagem” e provocaram a queda dos mercados de ações europeus.
Ele apresentou três vertentes de retaliação: o atual acordo tarifário com os Estados Unidos ficaria suspenso; as tarifas europeias sobre as importações provenientes dos EUA, atualmente suspensas até ao início de fevereiro, poderiam entrar em vigor; e a UE deveria considerar a possibilidade de utilizar seu conjunto de instrumentos para responder à “chantagem econômica” contra Washington.
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Já o chanceler alemão, Friedrich Merz, declarou que as tarifas não serão prejudiciais apenas para os europeus, mas também aos próprios americanos. Além disso, Merz afirmou que tentará “se reunir com Trump na quarta-feira” em Davos, para “evitar, na medida do possível, qualquer escalada” tarifária.
O chanceler alemão Friedrich Merz discursa em coletiva de imprensa após a reunião do Conselho Europeu em Bruxelas
John Thys/AFP
— Queremos simplesmente tentar resolver este problema juntos, e o governo americano sabe que também poderíamos reagir da nossa parte — afirmou o chanceler.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, também apelou ao diálogo, ressaltando que “uma guerra comercial não beneficia ninguém”.
— As alianças perduram porque são construídas sobre respeito e cooperação, não sobre pressão — afirmou Starmer em uma coletiva de imprensa nesta segunda-feira. — Usar tarifas contra aliados é um erro total.
O premier ainda disse estar determinado a “trabalhar com nossos aliados na Europa e com os Estados Unidos” e a “manter o diálogo”.
— [A crise] pode e deve ser resolvida por meio de uma discussão serena — disse o premier, acrescentando que os EUA têm servido bem ao Reino Unido “há mais de 80 anos”, e “não é o momento de escolher entre uns ou outros”.
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Por sua vez, o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, avisou que a pressão com as tarifas “não mudará” a oposição groenlandesa às pretensões de Trump.
— Não vamos deixar que nos pressionem — enfatizou.
O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Løkke Rasmussen, afirmou que não enviar um sinal forte em resposta a Trump seria demonstrar fraqueza perante os EUA. O chanceler participou da primeira rodada de negociações sobre a Groenlândia na última quarta-feira, na Casa Branca, com o vice-presidente americano, JD Vance. Na ocasião, saíram com um esperado “desacordo fundamental”, mas decidiram criar um “grupo de trabalho de alto nível” para seguir com a via diplomática.
Lars Loekke Rasmussen, chanceler da Dinamarca, responde às perguntas dos jornalistas em Copenhague
Liselotte Sabroe / Ritzau Scanpix / AFP
— É importante que todos nós que acreditamos no direito internacional nos manifestemos para mostrar a Trump que não se pode continuar por esse caminho — afirmou Rasmussen.
Em contraponto, Peter Szijjarto, ministro das Relações Exteriores da Hungria, afirmou nesta segunda-feira que a Groenlândia não é uma questão da UE, sinalizando que seu país não apoiaria uma declaração conjunta.
— Consideramos isso uma questão bilateral que pode ser resolvida por meio de negociações entre as duas partes. — disse o ministro do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, aliado de longa data do governo Trump.
Retaliação da UE
A França pediu ao bloco que retalie com o chamado instrumento anticoerção (ACI, na sigla em inglês, apelidado de “bazuca” comercial da Europa), que nunca foi aplicado desde sua adoção, em 2023. A medida inclui restrições de investimentos e pode limitar o acesso de companhias americanas ao mercado do bloco europeu, incluindo grandes empresas de tecnologia ou outros prestadores de serviços que realizam grandes volumes de negócios no continente.
As medidas de retaliação estão sendo desenhadas para dar aos líderes europeus capacidade de barganha durante encontros com o presidente americano no Fórum Econômico Mundial em Davos, entre hoje e sexta-feira, disseram ao jornal britânico Financial Times funcionários envolvidos nos preparativos. Como o uso das medidas aumentaria drasticamente as tensões transatlânticas, os líderes europeus ainda esperam conseguir chegar a um acordo.
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— Precisamos baixar a temperatura — disse um diplomata sob condição de anonimato ao FT.
A expectativa é que Trump esteja em Davos entre quarta e quinta-feira e mantenha encontros com Von der Leyen e outras autoridades e participe de uma discussão sobre Ucrânia.
Autoridades e analistas argumentam cada vez mais que a Europa precisará responder com firmeza. Mas fazê-lo poderá ter um alto custo tanto para a economia do bloco quanto para sua segurança, visto que o continente continua fortemente dependente dos EUA para a segurança da Otan e para a guerra na Ucrânia.
— Ou travamos uma guerra comercial, ou estamos em uma guerra de verdade — disse Jacob Funk Kirkegaard, pesquisador sênior do Bruegel, um instituto de pesquisa em Bruxelas, capital da Bélgica, onde ocorreu ontem a reunião de embaixadores.
Em um comunicado conjunto emitido na tarde de ontem, os oito países que são alvo do ultimato de Trump reafirmaram apoio mútuo e declararam que a abordagem americana fragiliza a relação entre aliados. “As ameaças tarifárias minam as relações transatlânticas e correm o risco de provocar uma perigosa espiral descendente”, afirmou o comunicado. “Permaneceremos unidos (…). Estamos comprometidos com a defesa da nossa soberania”.
(Com AFP)
A polícia iraniana prometeu, nesta segunda-feira, clemência aos manifestantes “enganados” que participaram dos protestos antigovernamentais. Um oficial afirmou que o acesso à internet retornará gradualmente ao normal nesta semana, após uma interrupção de 11 dias. O chefe da polícia nacional prometeu punições mais leves para os manifestantes que se entregarem em até três dias, pois acredita que alguns foram enganados para participar dos protestos.
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“Os jovens que se envolveram involuntariamente nos distúrbios são considerados indivíduos que foram enganados, não soldados inimigos”, e “serão tratados com leniência pelo sistema da República Islâmica”, disse Ahmad-Reza Radan à televisão estatal, acrescentando que eles têm “no máximo três dias” para se entregarem.
Enquanto isso, o vice-presidente do Irã para Ciência, Tecnologia e Economia do Conhecimento, Hossein Afshin, afirmou que “a internet retornará gradualmente ao normal esta semana”. No domingo, o acesso limitado à internet foi brevemente restaurado para alguns sites estrangeiros, como o Google, mas, até segunda-feira, permanecia impossível abrir links nos resultados de busca.
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A República Islâmica cortou todas as comunicações em 8 de janeiro em resposta à onda de protestos que começou após manifestações contra o aumento do custo de vida e evoluiu para um movimento contra o regime teocrático no poder desde a revolução de 1979.
Os chefes dos poderes executivo, legislativo e judiciário do país prometeram, nesta segunda-feira, trabalhar “incansavelmente” para “resolver os problemas econômicos e de subsistência”, segundo uma declaração conjunta transmitida pela televisão estatal.
Mas também prometeram “punir com rigor” os instigadores de “incidentes terroristas”, de acordo com uma declaração do presidente Masoud Pezeshkian, do presidente do Parlamento Mohammad Bagher Ghalibaf e do presidente do Supremo Tribunal, Gholamhossein Mohseni Ejei.
Apesar de ainda fora de controle, os gigantescos incêndios florestais que atingem duas regiões do sul do Chile e deixaram ao menos 19 mortos tiveram, nas últimas horas, um comportamento melhor do que o esperado. Segundo o presidente Gabriel Boric, ainda existe o risco de reativação dos focos devido às condições climáticas adversas.  
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No sábado, com as altas temperaturas e os ventos fortes do verão no hemisfério sul, começaram incêndios nas regiões de Ñuble e Biobío, cerca de 500 km ao sul de Santiago.  
“A noite de hoje na área dos incêndios foi melhor do que o projetado”, afirmou o presidente Boric, em mensagem em sua conta no X. 
Contudo, o presidente alertou que “as condições meteorológicas não são favoráveis, portanto, é provável que focos sejam reativados” ao decorrer desta segunda-feira. Em ambas as regiões, as temperaturas devem chegar perto dos 30ºC hoje. 
No último balanço oficial, o ministro do Interior, Álvaro Elizalde, afirmou que “até o momento se mantém a informação de 19 pessoas mortas”. Os incêndios se concentravam nas localidades de Penco e Lirquén, em Concepción. Ali, o fogo avançou rapidamente e provocou a morte da maioria das vítimas. 
— Às duas e meia da madrugada, o fogo estava fora de controle. Havia um redemoinho que engoliu as casas da parte baixa do bairro — contou o estudante Matías Cid à AFP, morador de Villa Italia, em Penco. 
Bombeiros seguem trabalhando 
Nesta segunda-feira, os bombeiros mantinham o combate a 14 focos nas duas regiões. 
“Os incêndios mais importantes não estão controlados”, afirmou a diretora do Serviço Nacional de Prevenção e Resposta a Desastres (Senapred), Alicia Cebrián. 
As duas áreas foram declaradas em estado de catástrofe, o que significa que as Forças Armadas tomaram o controle dessas regiões. Nas áreas mais impactadas de Biobío, foi estabelecido um toque de recolher à noite. 
O presidente Boric, que viajou a Concepción no domingo, tinha agendado uma reunião com o presidente eleito José Antonio Kast nesta segunda-feira. Kast tomará posse no dia 11 de março. 
O país enfrenta incêndios florestais há anos 
Nos últimos anos, os incêndios florestais afetaram duramente o Chile, especialmente na região centro-sul. 
Em 2 de fevereiro de 2024, vários focos se iniciaram simultaneamente nos arredores da cidade de Viña del Mar, 110 km a noroeste de Santiago, deixando 138 mortos, segundo a Promotoria.
Sem querer, a turista Elizabeth Lopez Aguilar, 24 anos, gravou parte da tentativa de roubo de seu celular enquanto estava de viagem a Londres, na Inglaterra. Natural do Texas, nos Estados Unidos, ela estava na capital inglesa para passar férias. Em frente à roda-gigante London Eye, um importante cartão-postal, Elizabeth posicionou seu celular a alguns metros de onde estava para poder gravar um vídeo para seu perfil no TikTok. Em poucos segundos, sofreu uma tentativa de roubo.
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A ação do ladrão de celulares foi parcialmente gravada pelo aparelho. É possível ver Elizabeth posicionando o telefone e se afastando para ter o enquadramento desejado. Logo em seguida, a imagem fica tremida e com movimentos bruscos. Em um frame é possível ver alguns dos dedos do suspeito, momento em que ele pegou o aparelho para iniciar a fuga. As imagens e o relato foram compartilhados nesta segunda-feira pelo Daily Mail.
Ao jornal inglês, Elizabeth contou que conseguiu recuperar o celular ao perseguir o ladrão. A jovem é atleta de atletismo e, atualmente, se prepara para encarar o Ironman, um triathlon de longa distância que desafia atletas a completar natação, ciclismo e corrida no mesmo dia e sem paradas.
Atleta Elizabeth Lopez Aguilar, 24 anos, impediu roubo de seu celular em Londres
Reprodução / SWNS
Elizabeth estava acompanhada do namorado, Abraham Tahtou, que comemorava o aniversário na ocasião. O casal seguiu o suspeito e conseguiu alcançá-lo em pouco tempo.
— Acho sinceramente que o ladrão não fazia ideia sobre com quem estava se metendo — disse Elizabeth em entrevista ao Daily Mail. — Eu imediatamente entrei no modo de corrida e não parava até o cara ser pego.
A atleta contou que, no começo, não entendo ao certo o que acontecia, e chegou a confundir o ladrão com seu namorado, como se ele tentasse fazer uma brincadeira.
— No começo eu ri porque achei que era meu namorado pregando uma pegadinha. Mas então percebi que era real. Fiquei chocado, mas imediatamente entrei em ação total — disse.
Ela explicou:
— Meu namorado também percebeu e correu atrás dele comigo. Pegamos ele rapidamente depois que consegui segurar o braço dele e pegar o telefone de volta. ‘Não tomamos nenhuma ação legal adicional nem chamamos a polícia, pois o homem não reagiu e saiu imediatamente assim que recuperamos o telefone.
Dois bebês morreram e 53 foram hospitalizados após um incidente ocorrido nesta segunda-feira em uma creche ilegal em Jerusalém, que, segundo a mídia local, pode estar relacionado ao sistema de aquecimento do estabelecimento.
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Uma das vítimas, uma menina, morreu após ser levada ao hospital em “estado crítico”, disse Gal Pachis, chefe do centro de emergências do hospital Shaare Zedek.
Pouco depois, o hospital Hadassa anunciou a morte de um menino de 6 meses, apesar dos “esforços de reanimação realizados pela equipe médica”.
Os médicos não especificaram as causas das mortes.
Antes dos anúncios, o serviço de emergências de Israel havia informado que paramédicos estavam “proporcionando tratamento médico e evacuando 55 feridos para hospitais da cidade, incluindo dois bebês em estado crítico”.
Mulher segura seu bebê no local onde um suposto defeito no sistema de aquecimento deixou duas crianças mortas e muitas outras feridas em uma creche em Jerusalém, em 19 de janeiro de 2026
AFP
“Os esforços de reanimação continuam e 53 bebês estão sendo submetidos a mais exames e tratamento médico”, acrescentou o serviço.
A polícia informou que três adultos que estavam na creche foram detidos para interrogatório.
Segundo o The Times of Israel, a creche operava sem licença e os investigadores analisam se o incidente está relacionado ao sistema de aquecimento do local.
Zalmi Neufeld, de 22 anos, disse à AFP que viu “a equipe de emergência tirando as crianças do prédio”.
— Vi pais chorando, muitas crianças chorando, crianças por toda a parte — relatou.
A creche funciona em um apartamento situado em uma área habitada principalmente por membros da comunidade judaica ultraortodoxa.
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