Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
O número de mortos na colisão entre dois trens no sul da Espanha, ocorrida neste domingo (18), subiu para 41, informaram as autoridades regionais da Andaluzia nesta terça-feira (20).
Leia também: Número de mortos em colisão de trens na Espanha sobe para 40
Vídeo: Tudo o que se sabe sobre o descarrilamento na Espanha, que lançou dois vagões em um barranco e deixou 40 mortos
“O número de mortos subiu para 41, após o corpo de uma pessoa ter sido encontrado na noite passada em um dos vagões” do trem da empresa Iryo, informou o governo andaluz em comunicado sobre o acidente ocorrido em Adamuz, na província de Córdoba. A contagem, segundo as autoridades, ainda pode aumentar.
Confira:
Initial plugin text
Como ocorreu o acidente
O acidente aconteceu quando um trem da empresa espanhola Iryo, que viajava de Málaga com destino a Madri, descarrilou e invadiu a linha adjacente, por onde trafegava um trem de outra empresa, a Renfe, que seguia de Madri para Huelva, informou a operadora da rede ferroviária pública da Espanha, a Adif. O segundo trem também descarrilou, e parte dos vagões de uma das composições caiu em um barranco de cerca de quatro metros.
“O impacto foi terrível, fazendo com que os dois primeiros vagões do trem da Renfe fossem arremessados para fora dos trilhos”, afirmou o ministro dos Transportes da Espanha, Óscar Puente, em publicação na rede social X.
Esta captura de vídeo, feita a partir de imagens geradas por usuários em redes sociais e verificadas pelas equipes da AFPTV em Madri, mostra equipes de emergência trabalhando após um acidente ferroviário em Adamuz, no sul da Espanha
AFP Photo/@eleanorinthesky via X
Repercussão internacional
O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, declarou que “essa noite é de profunda tristeza para o nosso país”. “Quero expressar minhas mais profundas condolências às famílias e entes queridos das vítimas. Nenhuma palavra pode aliviar tamanho sofrimento, mas quero que saibam que todo o país está com eles neste momento tão difícil”, escreveu no X.
O presidente francês, Emmanuel Macron, também se pronunciou, afirmando que seus “pensamentos” estão com as vítimas do acidente ferroviário, que classificou como “uma tragédia”, e prometendo o apoio de seu país à Espanha. “Uma tragédia ferroviária atingiu a Andaluzia. Meus pensamentos estão com as vítimas, suas famílias e todo o povo da Espanha. A França se solidariza com eles”, escreveu Macron no X, na noite de domingo.
No mapa-múndi existem países tão pequenos que poderiam ser explorados em um único dia a pé ou de carro. Alguns não são maiores que uma cidade europeia, mas carregam séculos de história, uma identidade própria e uma presença internacional que desmente a ideia de que a importância se mede em quilômetros quadrados.
Tragédia: Ao menos 21 mortos e 60 desaparecidos em incêndio em shopping no Paquistão
Tragédia na Suíça no Ano Novo: polícia não tem acesso a imagens de câmeras de segurança do bar do momento do incêndio
São microestados, territórios minúsculos que fascinam pelo contraste entre seu tamanho e importância. No total, existem 18 países cuja área não ultrapassa 600 quilômetros quadrados, uma porção de terra menor que a cidade de Madri.
Apesar disso, são estados soberanos com seus próprios governos, populações permanentes e um lugar no cenário político mundial. Muitos também se tornaram destinos turísticos muito procurados, capazes de oferecer experiências intensas em espaços reduzidos.
Europa em miniatura
O continente europeu abriga alguns dos menores países do planeta. Lá você encontrará a Cidade do Vaticano, o menor estado do mundo, com apenas 0,44 quilômetros quadrados no coração de Roma. Fundada em 1929 e administrada pela Santa Sé, possui uma das maiores concentrações de arte e história do planeta, com a Basílica de São Pedro ocupando grande parte de seu território.
Nas proximidades, na Riviera Francesa, encontra-se o Principado de Mônaco, uma cidade-estado de pouco mais de dois quilômetros quadrados que combina luxo, alta densidade populacional e forte apelo turístico. Sua fama internacional é frequentemente associada ao cassino de Monte Carlo, embora também possua museus, jardins e um centro histórico que contrasta com sua imagem glamorosa.
Investigação: Menino de 11 anos é acusado de matar o pai após videogame ser confiscado nos EUA
Localizada na Itália, San Marino é uma das repúblicas mais antigas do mundo. Abrangendo 61 quilômetros quadrados, sua história remonta a 300 d.C., e três de seus principais pontos turísticos são Patrimônio Mundial da UNESCO.
Liechtenstein, situado entre a Suíça e a Áustria, completa este grupo europeu, com 160 quilômetros quadrados marcados por paisagens alpinas, museus de arte e uma economia especializada.
Ilhas pequenas, desafios enormes
Longe da Europa, no meio do Oceano Pacífico, encontram-se alguns dos menores e mais vulneráveis ​​países do mundo. Nauru, com apenas 21 quilômetros quadrados, passou por diversas administrações estrangeiras antes de conquistar sua independência em 1968. Hoje, mantém sua própria identidade, tendo inclusive um idioma nacional, o nauruano.
Tuvalu, com seus 26 quilômetros quadrados distribuídos por atóis, é uma das nações mais ameaçadas pela elevação do nível do mar. Sua localização, a meio caminho entre o Havaí e a Austrália, moldou um modo de vida intimamente ligado ao oceano e com poucos recursos naturais, além de corais e cocos.
As Ilhas Marshall, compostas por ilhas e atóis que totalizam menos de 200 quilômetros quadrados, conquistaram sua independência em 1990. No Caribe, São Cristóvão e Névis compreendem duas ilhas vulcânicas cuja história moderna começou com a chegada de Cristóvão Colombo e que hoje conservam extensas plantações de cana-de-açúcar selvagem.
Para além dos números, esses países demonstram que o tamanho não determina a riqueza cultural, a história ou o impacto global. Para os viajantes, eles representam destinos onde tudo parece concentrado, intenso e acessível, lembrando-nos de que mesmo nos menores espaços, mundos inteiros podem caber.
Uma empresa alemã especializada em engenharia de túneis concluiu que é “tecnicamente viável” a construção de um túnel submarino ligando a Espanha ao Marrocos, projeto orçado em £ 7,4 bilhões (cerca de R$ 53,3 bilhões) e discutido há mais de quatro décadas. A avaliação representa um avanço relevante em uma das iniciativas de infraestrutura mais ambiciosas do mundo, que pretende conectar, por via férrea, a Europa e a África sob o Estreito de Gibraltar.
Entenda: entre a América e a África, faixa marrom aparece no Oceano Atlântico
Leia também: maior navio mercante medieval já encontrado, com 600 anos e 300 toneladas, é descoberto na Dinamarca
O estudo foi elaborado pela Herrenknecht, grupo alemão referência internacional em perfuração de grandes túneis, a pedido da Sociedade Espanhola de Estudos para a Comunicação Fixa através do Estreito de Gibraltar. Segundo reportaram os jornais britânicos Express e The Sun, o parecer técnico indica que, apesar dos desafios geológicos e oceanográficos da região, a obra pode ser executada com a tecnologia atualmente disponível.
O traçado proposto prevê um túnel de cerca de 38 quilômetros, ligando Punta Paloma, no sul da região espanhola de Cádiz, a Malabata, nas proximidades de Tânger, no norte do Marrocos. Caso saia do papel, a ligação permitiria reduzir de forma drástica o tempo de deslocamento entre os dois continentes: a viagem entre Madri e Casablanca, hoje feita em aproximadamente 12 horas por carro e balsa, poderia cair para cerca de cinco horas e meia em trens de alta capacidade.
Empresa confirma que túnel de R$ 53,3 bilhões entre Espanha e Marrocos é ‘tecnicamente viável’
Reprodução
A expectativa é que mais de 12 milhões de passageiros por ano utilizem a conexão, além do transporte de cargas, o que tende a baratear custos logísticos e ampliar a integração econômica entre Europa e África. O projeto se inspira em obras como o Eurotúnel, entre Inglaterra e França, e a ligação fixa entre Dinamarca e Suécia, mas enfrenta obstáculos muito mais complexos.
O Estreito de Gibraltar atinge profundidades de até 300 metros, cerca de quatro vezes mais do que o Canal da Mancha, além de apresentar fortes correntes marítimas, ventos intensos e a presença de placas tectônicas ativas, com registro frequente de pequenos tremores. Esses fatores sempre foram apontados como os principais entraves técnicos desde que Espanha e Marrocos criaram, em 1979, uma comissão binacional para estudar a viabilidade da travessia.
Com o novo parecer técnico em mãos, o governo espanhol avalia os próximos passos do projeto. De acordo com informações divulgadas pela imprensa britânica, um plano preliminar de engenharia pode ser submetido à aprovação oficial já no próximo ano, reacendendo a possibilidade de que a ligação física entre Europa e África deixe, finalmente, o campo das ideias para entrar na fase de execução.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse acreditar que os líderes europeus não oferecerão muita resistência à sua tentativa de comprar a Groenlândia, um território autônomo dinamarquês rico em recursos naturais no Ártico.
Análise: Trump tem uma saída pacífica para a Groenlândia, mas não parece disposto a usá-la
Em versão ‘sem coleira’, Trump inicia 2º ano no poder dos EUA com débil contrapeso a seu ‘Executivo imperial’
“Eles não oferecerão muita resistência. Temos que conseguir. Eles têm que aceitar”, disse ele a um repórter na Flórida que lhe perguntou o que ele planejava dizer aos líderes do Velho Continente que se opõem aos seus planos.
Trump tem repetidamente afirmado que os Estados Unidos devem controlar a ilha ártica estrategicamente localizada por razões de “segurança nacional”, porque, caso contrário, ela cairá sob o controle da China ou da Rússia.
O presidente dos EUA, Donald Trump, confirmou na segunda-feira que convidou seu homólogo russo, Vladimir Putin, para participar do Conselho da Paz, uma organização que afirma se dedicar a “promover a estabilidade” no mundo. O próprio Kremlin já havia mencionado o convite a Putin.
Plano americano: Trump convida Lula, Milei, Erdogan e líderes do Egito e Canadá a integrar ‘Conselho da Paz’ para Gaza
Entenda: Conselho de paz de Gaza prevê mandato de três anos e cargos vitalícios por US$ 1 bilhão
“Sim, ele foi convidado”, respondeu Trump a um repórter na Flórida que perguntou se ele havia convidado Putin para participar da instituição.
Trump também ameaçou na segunda-feira impor tarifas de 200% sobre o vinho e o champanhe franceses devido à intenção do presidente francês, Emmanuel Macron, de recusar seu convite para o mesmo conselho: – Vou impor uma tarifa de 200% (…). E ele vai participar. Mas ele não precisa participar – disse ele.
A Casa Branca convidou diversos líderes mundiais para fazerem parte deste conselho, presidido pelo próprio Trump, incluindo o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney.
Os países membros — representados por seus chefes de Estado ou de governo — podem aderir por três anos, ou por um período mais longo se pagarem mais de US$ 1 bilhão em dinheiro no primeiro ano, de acordo com o documento fundador obtido pela AFP na segunda-feira.
Trump ‘presidente inaugural’
“O Conselho da Paz é uma organização internacional que busca promover a estabilidade, restaurar a governança confiável e legítima e garantir a paz duradoura em regiões afetadas ou ameaçadas por conflitos”, afirma o preâmbulo de seus “estatutos”.
O texto critica “as muitas abordagens para a paz” que “institucionalizam as crises em vez de permitir que as pessoas avancem”, numa clara alusão às Nações Unidas.
Considera também necessário ter “uma organização internacional de paz mais ágil e eficaz”.
Trump será “o presidente inaugural do Conselho da Paz”, com amplos poderes, e o único autorizado a convidar países a participar, a seu critério. Ele terá a palavra final nas votações.
Ele também poderá revogar a participação de um país – exceto em caso de veto por dois terços dos Estados-membros – e terá “autoridade exclusiva” para “criar, modificar ou dissolver entidades subsidiárias” do Conselho da Paz, sendo “a autoridade final quanto ao significado, interpretação e aplicação” dos estatutos fundadores.
Este conselho foi originalmente concebido para supervisionar a reconstrução de Gaza, mas seu estatuto não parece limitar sua função ao território palestino ocupado.
Contra Instituições Internacionais
A ideia do conselho parece contrariar instituições internacionais como a ONU. Trump tem criticado regularmente as Nações Unidas e anunciou este mês que seu país se retirará de 66 organizações e tratados internacionais, aproximadamente metade dos quais ligados à ONU.
Neice Collins, porta-voz do presidente da Assembleia Geral da ONU, declarou à imprensa: “Só existe uma organização universal e multilateral para tratar de questões de paz e segurança, e essa é a Organização das Nações Unidas”.
O Conselho da Paz começou a tomar forma no sábado, com convites estendidos aos líderes de vários países. Trump também nomeou o Secretário de Estado, Marco Rubio; o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair; seu principal negociador de conflitos, Steve Witkoff; e seu genro Jared Kushner como membros.
Israel se opôs à composição de um “conselho executivo para Gaza” que operaria dentro da organização maior.
Uma enorme reprodução de mensagem de aniversário com o nome de Donald Trump, que teria sido enviada ao falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein, foi erguida no National Mall em Washington, DC. As informações são da CNN.
O que foi divulgado sobre os e-mails de Jeffrey Epstein que citam Donald Trump
Os segredos da mansão de Jeffrey Epstein: jantares, câmeras e homenagens de famosos; fotos
A obra é a instalação mais recente de um grupo que se identifica como The Secret Handshake (O Aperto de Mão Secreto, em tradução livre ). Metade da instalação de três metros de altura é uma réplica do bilhete com o nome de Trump, que fazia parte de uma coleção de cartas endereçadas a Epstein no início dos anos 2000. A nota continha o contorno de uma mulher nua e uma assinatura “Donald”, concluindo com a frase: “Feliz aniversário — e que cada dia seja mais um segredo maravilhoso”.
O outro lado do cartão diz “Feliz Aniversário Para Um ‘Cara Incrível’!”. O aniversário de Epstein era em 20 de janeiro. Segundo, ainda, a CNN, uma placa próxima à instalação incentiva as pessoas a assinarem o cartão com uma mensagem para a administração Trump.
Trump mostra dedo do meio após ser chamado de ‘protetor de pedófilos’ em visita a fábrica da Ford; vídeo
De acordo com um relatório do The Secret Handshake, a obra foi instalada durante a noite de domingo e está autorizada a permanecer no local até sexta-feira, 23 de janeiro. A CNN confirmou essas informações com o Serviço Nacional de Parques.
O Wall Street Journal foi o primeiro a noticiar sobre a nota em julho do ano passado, e Trump negou ter assinado a carta e ter uma relação próxima com Epstein. O presidente processou o jornal por causa da história. Trump também sugeriu que outra pessoa poderia ter escrito e assinado seu nome.
O líder norte-coreano, Kim Jong-un, demitiu seu vice-primeiro-ministro durante uma visita a um complexo industrial, na qual criticou “a incompetência” de seus funcionários da área econômica, informou nesta terça-feira (20) a imprensa estatal.
“Kim Jong-un destituiu Yang Sung Ho de forma imediata”, por considerá-lo “incapaz de assumir responsabilidades importantes”, informou a agência de notícias oficial KCNA.
Análise: Trump tem uma saída pacífica para a Groenlândia, mas não parece disposto a usá-la
Na China, taxa de natalidade cai para o nível mais baixo desde 1949
– Em poucas palavras, foi um erro acidental em nosso processo de nomeação de quadros – disse o líder, que inaugurou um projeto de modernização do complexo industrial de Ryongsong.
Kim Jong-un discursa para operários do Complexo de Máquinas de Ryongsong
KCNA VIA KNS / AFP
– Devido a funcionários irresponsáveis, rudes e incompetentes, a primeira etapa da modernização [desta instalação] enfrentou dificuldades – reclamou Kim.
O líder norte-coreano criticou os comandos do governo que “se acostumaram ao derrotismo, à irresponsabilidade e à passividade por muito tempo”.
Em reunião com altos cargos, Kim prometeu, em dezembro do ano passado, expurgar “o mal” da máquina do governo e repreendeu as autoridades consideradas preguiçosas.
O jornalista Peter Baker sintetizou assim o retorno de Donald Trump a Washington: “Sua versão 2.0 é a 1.0 sem coleira.” A imagem cunhada pelo setorista sênior do New York Times na Casa Branca e um dos autores do elogiado “The Divider: Trump in the White House, 2017-2021” pode até carecer de sobriedade, mas nada tem de exagerada. O republicano completa hoje o primeiro ano de seu segundo mandato ciente de que comandou transformação inédita da democracia americana, com resistência institucional e da sociedade civil muito menor do que a registrada há oito anos. Mas o realinhamento da oposição em torno da ausência de política econômica voltada para a maioria da população e o choque com os seguidos abusos cometidos pelos agentes de imigração guiaram o Partido Democrata a vitórias decisivas nos pleitos regionais de novembro, com o registro de fraturas relevantes na coalizão conservadora. Trump adentra 2026 com aprovação média de apenas 38% nas pesquisas, recorde pessoal negativo registrado em ano eleitoral, quando estarão em jogo o Congresso e a resiliência da guinada radical à direita anunciada no Projeto 2025 e posta em prática a passos largos nos últimos 12 meses. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
À medida que a disputa pelo controle da Groenlândia se intensifica — e, com ela, o debate sobre o risco de um abalo profundo na aliança atlântica —, duas realidades geopolíticas vêm se impondo com clareza. A primeira é que todos os países da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) subinvestiram, durante anos, na segurança do Ártico. O cenário mudou com o derretimento acelerado das geleiras, a atuação mais agressiva das marinhas da China e da Rússia e a importância crescente dos cabos submarinos de comunicação, transformando uma das regiões mais frias do planeta em um novo foco de rivalidade entre grandes potências. A segunda realidade é que o presidente Donald Trump não demonstra intenção de buscar uma solução coletiva para um problema que se arrasta há anos. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.
A polícia de Michigan, no centro-oeste dos Estados Unidos, informou nesta segunda-feira (19) que está trabalhando para desobstruir uma rodovia após um enorme engavetamento envolvendo cerca de 100 veículos no norte do estado, onde havia excesso de neve na pista.
Initial plugin text
Caminhões de carga e outros veículos colidiram na rodovia I-196 na manhã desta segunda-feira (hora local), fazendo com que muitos carros saíssem da pista em “múltiplas derrapagens”.
A polícia estadual disse que há registro de numerosos feridos, mas que não há indícios de vítimas fatais.
Melhoram condições em área de incêndio no Chile, mas presidente alerta para risco ainda presente; total de mortos chega a 19
O acidente incluiu entre 30 e 40 furgões que bloquearam a tipicamente movimentada rodovia interestadual. A via seguia interditada várias horas após o acidente.
As autoridades fizeram um apelo aos motoristas para que diminuam a velocidade diante das condições “traiçoeiras” do tempo, enquanto uma tempestade de inverno continua provocando forte precipitação de neve na região. As projeções indicam que a temperatura deve cair para -22°C.
Atleta tem celular roubado enquanto grava vídeo em Londres, persegue ladrão e recupera aparelho
O Serviço Nacional de Meteorologia dos Estados Unidos (NWS, na sigla em inglês) assinalou que há previsão de “mais precipitação e vento” e que o acúmulo de neve deve chegar a 35,5 centímetros em partes do sudoeste e do centro-oeste de Michigan.
“Os deslocamentos não são recomendados nessa área”, disse o NWS em comunicado.

Assine nossa newsletter

e seja avisado quando surgirem novos artigos

Copyright ® 2025 - Todos os Direitos Reservados

Este site é protegido pelo reCAPTCHA e está sujeito à Política de Privacidade e aos Termos de Uso do Google.

plugins premium WordPress