O alerta de ameaça de bomba que provocou o pouso de emergência de um avião da Turkish Airlines em Barcelona, nesta terça-feira, teve origem em uma mensagem escrita no telefone celular de um dos passageiros, segundo representantes da companhia aérea. A informação esclarece o episódio registrado no voo TK1853, procedente de Istambul, e explica a mobilização das forças de segurança espanholas, incluindo a escolta da aeronave por caças do Exército.
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“Durante a aproximação a Barcelona do nosso voo TK1853, foi descoberto que um passageiro havia criado um ponto de acesso Wi-Fi a bordo e o nomeado como ‘ameaça de bomba’. Os protocolos necessários foram imediatamente ativados para garantir a segurança do voo”, explicou em redes sociais Yahya Üstün, um dos vice-presidentes da Turkish Airlines e chefe de comunicação da empresa, segundo o jornal La Razon.
O voo partiu da Turquia às 9h, com chegada prevista ao aeroporto de Barcelona-El Prat às 11h. A aeronave, um Airbus A321, transportava cerca de 150 passageiros.
Durante o trajeto, segundo o jornal El País, um passageiro digitou no celular uma frase que fazia referência à suposta presença de um explosivo a bordo. O conteúdo foi visto por outro viajante, que interpretou o texto como uma ameaça real e alertou imediatamente a tripulação, dando início aos protocolos de segurança previstos para esse tipo de ocorrência.
As autoridades trataram o alerta como verossímil desde o início. A operadora aeroportuária espanhola Aena informou que os procedimentos foram acionados “em razão de uma ameaça” e que as forças de segurança passaram a avaliar a situação.
Caças mobilizados
Diante do risco potencial, dois caças do Exército espanhol foram mobilizados para escoltar o avião até Barcelona, medida padrão em casos de suspeita de ameaça grave.
Paralelamente, a Proteção Civil da Generalitat da Catalunha ativou, em fase de alerta, o plano Aerocat, específico para emergências aeroportuárias, permitindo a coordenação entre polícia, bombeiros, serviços médicos e autoridades do aeroporto.
Após o pouso de emergência, os passageiros foram evacuados e conduzidos em segurança ao terminal. Equipes especializadas realizaram inspeções detalhadas no interior da aeronave para descartar a presença de explosivos. Segundo a Aena, apesar da operação, o funcionamento geral do aeroporto não foi afetado.
Concluídas as verificações, as autoridades confirmaram que não havia qualquer artefato explosivo a bordo e que a ameaça se limitou à mensagem escrita no celular.
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“Durante a aproximação a Barcelona do nosso voo TK1853, foi descoberto que um passageiro havia criado um ponto de acesso Wi-Fi a bordo e o nomeado como ‘ameaça de bomba’. Os protocolos necessários foram imediatamente ativados para garantir a segurança do voo”, explicou em redes sociais Yahya Üstün, um dos vice-presidentes da Turkish Airlines e chefe de comunicação da empresa, segundo o jornal La Razon.
O voo partiu da Turquia às 9h, com chegada prevista ao aeroporto de Barcelona-El Prat às 11h. A aeronave, um Airbus A321, transportava cerca de 150 passageiros.
Durante o trajeto, segundo o jornal El País, um passageiro digitou no celular uma frase que fazia referência à suposta presença de um explosivo a bordo. O conteúdo foi visto por outro viajante, que interpretou o texto como uma ameaça real e alertou imediatamente a tripulação, dando início aos protocolos de segurança previstos para esse tipo de ocorrência.
As autoridades trataram o alerta como verossímil desde o início. A operadora aeroportuária espanhola Aena informou que os procedimentos foram acionados “em razão de uma ameaça” e que as forças de segurança passaram a avaliar a situação.
Caças mobilizados
Diante do risco potencial, dois caças do Exército espanhol foram mobilizados para escoltar o avião até Barcelona, medida padrão em casos de suspeita de ameaça grave.
Paralelamente, a Proteção Civil da Generalitat da Catalunha ativou, em fase de alerta, o plano Aerocat, específico para emergências aeroportuárias, permitindo a coordenação entre polícia, bombeiros, serviços médicos e autoridades do aeroporto.
Após o pouso de emergência, os passageiros foram evacuados e conduzidos em segurança ao terminal. Equipes especializadas realizaram inspeções detalhadas no interior da aeronave para descartar a presença de explosivos. Segundo a Aena, apesar da operação, o funcionamento geral do aeroporto não foi afetado.
Concluídas as verificações, as autoridades confirmaram que não havia qualquer artefato explosivo a bordo e que a ameaça se limitou à mensagem escrita no celular.









